#TBT: Stiftungsbräu – Berliner Dom (Berlim)

O #TBT desta semana é com essa Helles Vollbier – da Stiftungsbräu. Cerveja suave e refrescante, fabricada na Alemanha, com maltes e lúpulo de qualidade e, claro, de acordo com a Lei de Pureza da Baviera de 1516 (apenas água, malte, lúpulos e levedura). O sabor das cervejas alemãs são bem parecidas, o que muda é uma ser mais amarga que a outra no final.

Essa cerveja é fabricada há 32logo5 anos, na cidade Erding, localizada na Baviera, na Alemanha. Foi comprada pela cervejaria ERDINGER Weißbräu, em 1991, para garantir a arte centenária de fabricação de cerveja em Bierstadt Erding.

Essa nós tomamos em um pub/restaurante Käse König que achamos ao rodar por Mitte. Fica próximo à Torre de TV. O local é muito gostoso, e optamos por sentar no biergarten deles e tomar uma observando o movimento.

Falando nisso, lembrei que todos os biergartens que fomos, em Berlim, eram muito empoeirados (mesas, bancos…). Mas não parecia ser falta de limpeza, pois colocava meu celular em cima da mesa, não dava 10 minutos ele já estava coberto de poeira também. Não sei se estava tendo algo diferente por lá ou se era poluição mesmo, sei que durante nossa estadia por lá meu nariz ficava muito seco. 😦


O ponto turístico do #tbt é a maravilhosa catedral de Berlim: a Berliner Dom (Catedral de Berlim).

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O que mais chama atenção nela, além do tamanho (114 metros de comprimento e 116 metros de altura), são suas cúpulas coloridas verdes, deixando a paisagem ainda mais linda. Ela se localiza às margens do rio Spree, na Ilha dos Museus.

A Berliner Dom foi construída entre 1894 e 1905. Teve uma parte destruída na Segunda Guerra e foi reconstruída.

Dentro dela, é um espetáculo à parte. É maravilhosa com tudo muito decorado. Nela encontra-se o maior órgão de tubos da Alemanha, com mais de 7.200 tubos. Além disso, lá está mais de noventa tumbas e sarcófagos, incluindo as do rei Friedrich I e da rainha Sophie Charlotte, que são super trabalhadas.

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Se você tiver fôlego, pode subir na cúpula da catedral. São 270 degraus. Mas, compensa! A vista lá de cima é linda.

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Lei da Pureza Alemã – Reinheitsgebot

Em vários posts eu falo sobre a Lei da Pureza Alemã. Afinal, o que é isso? Para que ela surgiu?

A Lei da Pureza Alemã ou Reinheitsgguilherme-ivebot (em alemão) foi uma lei promulgada, em 23 de abril de 1516, pelo duque Guilherme IV da Baviera, na Alemanha. Uma de suas imposições é que a cerveja deveria ser fabricada apenas com os seguintes ingredientes: água, malte de cevada e lúpulo. A levedura de cerveja não era conhecida naquela época.

Historiadores contam alguns motivos que fizeram com essa lei surgisse. Um deles era para garantir a qualidade da bebida, pois, antes da lei, os cervejeiros da época estavam utilizando alguns ingredientes estranhos como fuligem e cal.  Alguns contam que o duque promulgou esta lei depois de uma forte ressaca que teve após beber uma cerveja de má qualidade.

Além de limitar os ingredientes, a lei também controlava os preços da bebida.

Há quem diga que o outro motivpao_0.jpego, para a promulgação da lei, foi para que os cervejeiros não usassem mais trigo e centeio. Como esses cereais estavam sendo muito usados na produção da cerveja, o preço deles começou a aumentar. Como para produzir os pães era necessário esses mesmos cereais, o preço do pão encontrava-se muito alto.

Somente em 1906, depois que a Alemanha foi unificada, que a lei passou a ser adotada em toda o país, já com a inclusão da levedura e admitindobandeira alemanha.jpg o trigo como adjunto. A descoberta da levedura e de sua função só aconteceram no final da década de 1860, por Louis Pasteur.

500 anos depois, a lei encontra-se em vigor até hoje e é uma das únicas de longa data que ainda é utilizada até os dias atuais devido à cultura cervejeira alemã.

Então, é isso. No final das contas, a lei da pureza veio para padronizar as cervejas na Alemanha. Para que todas as cervejarias façam cervejas de qualidade e usem apenas os ingredientes necessário para se produzir uma cerveja, ou seja, a água, o malte, o lúpulo e a levadura. As cervejas que levam somente esses ingredientes falam que seguem a Lei da Pureza Alemã.

Temos que lembrar que não significa que as cervejas feitas dentro dessa Lei são sempre as melhores. Além disso, as cervejas que não são feitas de acordo com a Lei também podem ser ótimas, como exemplo, as cervejas belgas, que usam muitos condimentos além da água, malte, lúpulo e levedura.

Veja a Reinheitsgebot na íntegra:

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Obs: A Lei da Pureza Alemã não foi a primeira relacionada à qualidade da cerveja. Em 1156, em Augsburg (Alemanha), o imperador Barbarossa instituiu a lei chamada de Justitia civitantis Augustecis. De acordo com a lei, se algum taverneiro (garçom) servisse cerveja de má qualidade ou em medida desleal, este seria sujeito a multas e teria seu estoque confiscado e oferecido aos pobres de graça. Este primeiro decreto não regulamentava a produção cervejeira e sim sua qualidade final.

 

#TBT: Brauhaus Südstern – Muro de Berlim

O #tbt de hoje foi no exagero alemão!

A cervejaria da vez é Brauhaus Südstern.

Fomos ao bar da cervejaria onde fica a fábrica para tomar direto da fonte. Ao pedir a cerveja, houve um mal-entendido. Eu pedi uma Weiss e Thiago uma Dunkel. Quando a gente olha para o lado, vem o garçom com uma jarra de 1,5L de cada!! E como lá só serve chope fresco, não filtrado, direto do tanque, não tinha como voltar atrás e bebemos como os alemães. As cervejas estavam ótimas, mas não deu para experimentar outras por motivos óbvios

O copo era tão pesado que eu precisei segurar com as duas mãos, e olha a força que eu faço. O aroma e sabor não precisa de comentários. Padrão alemão de qualidade.

O bar/fábrica da Brauhaus Südstern fica um pouco afastada do centro turístico, num bairro tranquilo. É uma cervejaria, biergarten e restaurante. O biergarten fica de frente para um parque do bairro. Mas, como estava frio este dia, optamos por ficar na parte de dentro.

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Dentro é um lugar bem rústico, todo de tijolinho a mostra e mesas de madeira. Você se sente no interior, e é bem escuro. Precisei da luz do celular para olhar o cardápio. Falando em cardápio, para variar, chegamos tarde (22h!!) e a cozinha já estava fechada. Mas eu estava de boa, já que eu comi uma padaria inteira tomando 1,5L de cerveja de trigo.

Lá também tem uma pequena área com um chão de vidro, onde é possível observar os tanques de produção de cerveja no porão. Há visita guiada durante o dia.

Super recomendo sair um pouco da área turística para visitar um lugar frequentado pelos nativos. Pröst!


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O ponto turístico é o Muro de Berlim, que dispensa apresentações.  Mas não custa fazer um breve resumo: Construído pela Alemanha Oriental para separar a Berlim Ocidental, não comunista, da Berlim Oriental (consequentemente separar as Alemanhas), começou a ser construído em 13 de agosto de 1961, passou por modificações até os anos 1980, e foi derrubado em 1989.

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Homens vestidos de soldados, no posto, para tirar fotos

Em 1945, quando termina a Segunda Guerra Mundial, Berlim se divide entre domínio soviético do lado oriental e domínio americano, inglês e francês do lado ocidental. Com a divisão, decidem construir o muro, em 61.

Ainda existe uma réplica da cabine “Checkpoint Charlie”, no mesmo lugar da original. É um posto militar na fronteira entre Berlim Ocidental e Oriental, na época em que existia o muro e a cidade era dividida. As autoridades da Alemanha Ocidental construíram este posto para controlar a passagem de membros das Forças Aliadas e diplomatas estrangeiros entre a Alemanha Ocidental e a Alemanha Oriental.

Na mesma rua encontra-se o Checkpoint Charlie Museu, que exibe fotos e documentos sobre fugas e tentativas de fugas da época.

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Em novembro de 1989, alemães armados com pás, picaretas, marretas e até tratores  derrubavam aquela cortina de ferro. Alguns relatam que ouviram por muito tempo o barulho “tec-tec” das marretas batendo. Inclusive, no Museu Madame Tussauds, de Berlim (foto ao lado), tem uma parte que você pode simular que está derrubando o muro. E quando você entra na cabine, começa aquele mesmo barulho, que dizem ser o que ouviam durante a queda! Lá também tem o “boneco” de Hitler, blindado, e é proibido tirar foto dele.

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Por onde passou o muro, ainda existem as marcas por todo o chão, seja nas calçadas ou asfalto.

Em alguns pontos da cidade ainda existem partes do muro. Alguns com algumas artes, outros com a cor original.

O trecho do muro de Berlim na Potsdamer Platz têm partes cobertas de chicletes, que são pregadas por quem passa por ali. Situação polêmica, pois alguns acham desrespeito com o patrimônio e outros acham que é uma forma de protesto contra o muro. Não deixam limpar para não danificar a pintura dele. Fotos abaixo.

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Onde fica o muro original com a maior extensão, também fica a Topografia do Terror, que é um museu (parte a céu aberto, parte fechado) que mostra os horrores praticados pelos nazistas. Através de fotos, jornais, documentos e áudios é contada a história desde a chegada ao poder pelos nazistas até sua queda. Inclusive como ficou a cidade depois.

A parte aberta foi feita no meio de ruínas demolidas após a guerra, para termos noção de como realmente ficou a cidade.

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Na verdade, eram dois muros, uma barreira de 150 quilômetros e outra com mais de 1.350 quilômetros, separando as duas Alemanhas. Tudo para impedir a circulação da população de um território ao outro. Entre as barreiras tinha outra grande estrutura, chamada de “Faixa da morte”. Nessa parte, havia torres de observação munidas de militares armados, soldados fazendo a segurança pelo chão, com ordem para atirar, cercas elétricas, explosivos, piso com espinhos, armadilhas anti-veículos e cães ferozes.

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Infográfico: ocaisdamemoria.com

Números daqueles que tentaram passar para o lado capitalista: 5000 conseguiram passar / 136 morreram / 200 feridos / 300 presos

Para os mais curiosos, o Estadão fez um material muito bom e explicativo sobre o Muro:  http://infograficos.estadao.com.br/especiais/muro-de-berlim/

História e mais história! Como é bom aprender.

Curiosidade

Mesmo 30 anos depois da reunificação do país, o Leste e o Oeste não têm o mesmo padrão de desenvolvimento econômico e o mesmo nível de renda. Uma pesquisa feita pelo Instituto de Berlim para População e Desenvolvimento, em 2015, aponta que há diferenças nos salários, nas convicções religiosas, na estrutura (até no valor dos imóveis), no nível de educação e no comportamento da população.

O estilo de vida imposto pelo antigo regime comunista prejudicaram uma verdadeira integração do país. O leste continua ultrapassado. Segundo os autores do estudo,  ainda deverá levar mais uma geração para que a Alemanha possa crescer em conjunto.

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Cervejas brasileiras premiadas no World Beer Awards 2021

Foi divulgado, no dia 9 de setembro de 2021, as cervejas vencedoras do concurso World Beer Awards, considerado um dos concursos cervejeiros mais importantes do mundo.

No total, NOVE cervejas brasileiras entraram para a lista de melhores cervejas de 2021 em suas categorias. Dessas nove, TRÊS são mineiras.

Confira as campeãs brasileiras:

Albanos Accidentally Sour – Brown – Melhor Oud Bruin do mundo
Wäls 42 – Mellhor Pale Biére de Garde / Saison do mundo
Wäls Fruit Lambic – Melhor Fruit Lambic do mundo
Colorado Indica – Melhor English IPA do mundo
Goose Island Midway – Melhor Session IPA do mundo
Brahma Chopp – Melhor International Lager do mundo
Colorado Catharina Toca – Melhor Berliner Weisse do mundo
Leopoldina Italian Grape Ale- Melhor Speciality Brut do mundo
Lohn Bier American Wheat Wine – Melhor American Witbier do mundo

A escolha das melhores cervejas é feita através de critérios sensoriais em dez categorias reconhecidas internacionalmente, com suas subdivisões. Veja as categorias:

Melhor cerveja escura do mundo (com 8 subcategorias);
Melhor cerveja com adição de sabor do mundo (com 9 subcategorias);
Melhor IPA do mundo (com 7 subcategorias);
Melhor cerveja lager do mundo (com 15 subcategorias);
Melhor cerveja com baixo ou sem teor alcoólico (com 9 subcategorias);
Melhor cerveja pale (clara) do mundo (com 17 subcategorias);
Melhor cerveja Sour e Lambic do mundo (Com 10 subcategorias);
Melhor cerveja specialty do mundo (com 7 subcategorias);
Melhores cervejas Stout e Porter do mundo (com 7 subcategorias);
Melhor cerveja Witbier do mundo (com 7 subcategorias).

Dentro de cada uma dessas categorias existem subcategorias. Por exemplo, dentro da categoria IPA tem as subcategorias:  American IPA, Black IPA, English IPA, Double IPA, New English IPA, Session IPA e Specialty IPA. Tem vencedora da categoria e das subcategorias.

Os juízes são especialistas reconhecidos no mercado. E o julgamento é feito em três etapas.

A primeira etapa define as cervejas vencedoras de cada país inscrito.

Veja aqui Cervejarias mineiras ganham dezenas de medalhas na primeira rodada da World Beer Awards

Em seguida, as selecionadas são provadas novamente, para definir quais são as melhores em cada subcategoria no mundo. E por fim, as vencedoras da segunda fase são colocadas à prova, para que cada categoria tenha uma vencedora.

Dessa forma, são 10 grandes vencedoras e outras 86 (+ as 10) nas subcategorias.

Além de trazer um reconhecimento mundial, a premiação traz benefícios para as cervejas como o direito de usar o selo de medalhista em material de divulgação e figurar na publicação anual da World’s Best Beers.

Mas não é só o líquido que tem premiação não. O design, ou seja, o visual das cervejas também ganha. São oito categorias.

Nessa modalidade, as brasileiras ganharam medalha de bronze. Confira as vencedoras:

Bronze em Melhor projeto de garrafa do mundo: Flamingo Beer & Co.

Bronze em Melhores rótulos do mundo: Cervejaria Búzios Forno; Cervejaria Búzios Brava; Cervejaria Búzios Bravíssima; Flamingo Beer & Co. Lager; Flamingo Beer & Co. Witbier

Para conhecer todas as cervejas premiadas, inclusive a de outros países, clique aqui.

#TBT: Warsteiner – Portão de Brandenburgo (Berlim)

O #tbt de hoje é com essa cerveja tipicamente Alemã, a Pilsen da Warsteiner. Fabricada de acordo com a Lei da Pureza, à base de cevada, lúpulo, levedura e água. Uma cerveja refrescante,  com sabor equilibrado entre o doce do malte e o amargor do lúpulo. Com 4,8%  de teor alcoólico. É ótima!

A Warsteiner é uma cervejaria alemã, que existe desde 1753, na cidade de mesmo nome. Começou com uma simples fábrica local de cerveja artesanal, que se tornou uma das maiores fábricas de cerveja em propriedade privada da Alemanha.

E, para comer, pedimos Currywurst, um prato de fast-food alemão, vende em todas as esquinas. Ele consiste basicamente em salsicha de porco, temperada com ketchup e curry.

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♦ O  ponto turístico do #tbt de hoje é o Portão de Brandemburgo (Brandenburger Tor), em Berlim. Um dos cartões postais mais conhecido da Alemanha, que fica no cruzamento da avenida Unter den Linden e Ebertstraße. Construído entre 1788 e 1791, ordenado pelo rei da Prússia Friedrich Wilhelm II como um símbolo de paz. Era um de vários portões usados para entrar na cidade.

Em seu topo fica a quadriga, carruagem conduzida por quatro cavalos e originalmente guiada por Eirene – a  deusa da paz.

O portão “participou” de diversos momentos históricos do país, como a segunda guerra, a divisão de Berlim quando o muro foi construído.

Veículos e pedestres podiam atravessar o portão livremente até agosto de 1961, quando o muro de Berlim foi construído, e o acesso ao portão foi bloqueado. O muro passava em frente ao portão e somente os soldados da Alemanha Oriental que faziam a patrulha do muro podiam se aproximar do portão.  Em função disto o portão de Brandenburgo virou símbolo da divisão de Berlim e da Alemanha. Esta situação durou quase 30 anos e somente depois da queda do muro de Berlim em novembro de 1989 é que o portão foi reaberto, virando o símbolo da unificação alemã

Hoje, o portão é fechado para transito de carros,  além disso, ele é palco de grandes comemorações.

Quando fomos, ele estava cercado. Por isso, esse monte de gente na lateral. Vale a pena a visita nesse monumento gigantesco e histórico.

#TBT: Hofbräuhaus – Berlim

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O #tbt de Berlim de hoje vai ser com essa delícia. E como não amar, tomando direto da fonte? Ela é a Hofbräu München Hell, que tomei na HB de Berlim. É uma cerveja super suave e refrescante. O que a diferencia das pilsners é que ela é mais maltada. O lúpulo aparece de maneira sutil trazendo um leve amargor, com o propósito de equilibrar o dulçor. Com a drinkability bem alta, dá pra tomar muitos desse humilde copo de 1 litro.

ABV: 5,1%

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A Hofbräuhaus München foi fundada em 1589 pelo Duque William V da Baviera para evitar ter que comprar cerveja da baixa Saxônia, sendo de uso exclusivo do Duque. Apenas em 1828, a cervejaria foi aberta ao público. A marca registrada HB é a mais antiga marca de cerveja em Munique. Em 1879, o antigo diretor da cervejaria, Johann Nepomuk Staubwasser, registrou pela primeira vez a marca Hofbräuhaus.

O restaurante HB Berlim

Quando você entra no restaurante, sua “ficha cai” que você está na Alemanha. Lá os garçons estão vestidos com roupas típicas alemãs. Isso não é comum, viu. Lá as pessoas se vestem como em qualquer lugar,rs. Eles fazem você se sentir em uma festa do interior da Alemanha. Além de estarem a carater, os garçons são superatenciosos e alegres (não muito comum também), te dão dicas de cerveja e pratos se pedir.

Em falar em comida, comemos esse prato aí. Eu preferia nem descrever, basta olhar a foto para ver que delícia que era e bem farto pra dois. o Krosse Riesenhaxe: um típico joelho de porco com salada de repolho e molho picante, com  bolinhos de batatas. Essa batata é bem diferente, na textura e no sabor! Ô trem bom, sô!

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Além da Müchner Hell, bebemos a Dunkel e uma sazonal, que esqueci o nome. 😦

No dia que fomos, estava tendo músicas típicas com uma banda superanimada, que tocou até Michel Teló. “Nossa..nossa, assim você me mata”. E o mais engraçado eram eles cantando com sotaques. Alguns que estavam sentados, até arriscaram levantar e fazer uns passinhos. Bem animado!

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De tempos em tempos eles cantam a clássica música deles de brindar em que todos levantam e começam a cantar: “Ein Prosit, ein Prosit der gemütlichkeit!” (Um brinde, um brinde à alegria!). Aí começam a brindar batendo FORTE seus canecões nos canecões das pessoas próximas. É de arrepiar! Aí eu entendi porque esses canecões têm que ser grossos e resistentes..rs. Eles brindam com vontade, detalhe: olhando no olho!

Outra coisa que achei interessante por lá é o espaço em que eles guardam, com cadeados e numeração, algumas canecas (que eles chamam de Mass), como se fossem joias. Essas canecas são passadas de geração para geração, são heranças de famílias tradicionais da cidade, que somente quem pertence a essas famílias têm o direito de usarem. Quando eles vão lá, já têm a caneca separadinha. Ésó levar a chave, abrir e pegar a sua caneca. Bacana, né?!

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A decoração é totalmente alemã, claro! Com aqueles mesões de madeira compartilhados e tudo muito bonito e organizado usando as cores de Munique (azul e branco). 

Eu amei a experiência. Mais uma HB pra lista: Munique, Berlim e Belo Horizonte…


Além das cervejas, eu sempre trago um ponto turístico nos meus #TBTs. Como a HB é um ponto turístico em si, vou deixar aqui como ponto a Alexanderplatz, que fica ao lado da HB.

A praça é uma das mais conhecidas de Berlim e mega movimentada. Lá, você vê de tudo, adolescente conversando e bebendo, idosos passeando, turistas admirando a movimentação do local e artistas de rua.

Esse movimento todo se dá devido às diversas linha de metrô que passam por lá e às diversas lojas, conveniências, lanchonetes e shopping localizado ao redor.

#TBT: Cervejaria Grolsch – Parrilla – Tango no Café Tortoni

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Tomei essa na sacada do hotel, em Buenos Aires, no início de uma noite de outono.  🍁

🍺Essa é a Premium Lager – da @grolsch_global (Holanda). Seu sabor é leve, refrescante e muito marcante, com destaque para o malte e o lúpulo. Ela é uma bebida maturada durante mais tempo que as demais, um dos motivos que a torna uma cerveja diferente das outras, mais encorpada.


O prato do dia é um pouco diferente…rs. Rim de boi. Pedimos por pura curiosidade. Mas não gostamos muito, tem gosto de carne ruim.

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Comemos em um restaurante que chama Parrilla La Barata. As porções lá, realmente, têm preços bem baixos.

Para compensar os rins, pedimos uma parrilla típica argentina com fritas caseiras. Ufa! Aiii sim!

parrilla

parrilla argentina


E, para finalizar meus #tbt na Argentina (sim, é o último), nada mais justo que colocar como ponto turístico o Tango da Casa Café Tortoni.

café tortoni

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A dança é considerada um importante símbolo cultural desse país. Mesmo eu, que não gosto de dança, achei incrível a apresentação. É uma mistura de dança, música com teatro que transmite sensualidade, paixão e tristeza. Muito bacana.

Fim!

#TBT: Cacao IPA – Caminito (Buenos Aires)

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O #tbt é com uma cerveja raiz que tomei em Buenos Aires. A Cacao IPA, produzida pela Peñón del Aguila Cerveza, de Córdoba, com a colaboração da Cerveza Crafter. Nela, o cacau está em 3 etapas: na mosturação, na fervura e na maturação. Além da alta presença do cacau, foram inseridos 6 tipos de lúpulos que dão o toque final no aroma e no amargor. Apesar disso, o cacau é bem sutil.

O resultado ficou excelente, uma cerveja equilibrada combinando a doçura do cacau e o amargor do lúpulo. IBU: 58 e ABV: 6%

penon del aguia _logoA cervejaria Peñón del Águila nasceu em 2007, no Vale Calamuchita, com pouco volume de cerveja para fornecer ao restaurante de mesmo nome. Em 2013, abriram a primeira fábrica em La Calera, Córdoba, para fornecer não apenas ao restaurante, mas também alcançar bares e restaurantes em Córdoba diretamente do barril e também para as casas dos consumidores em Garrafas de 330 ml. Em 2016, abriram as portas da nova Fábrica Modelo em Malagueño, com capacidade maior.

Nesse mesmo ano, lançaram a primeira cerveja artesanal em lata da Argentina.

Hoje, a Peñón conta com diversos estilos. Ele vem em suas variedades Kolsch, Honigbier, Oktoberfest, Hefeweisen, Schwarzbier, IPA, American Amber Lager, Walbier, APA, Sour e Mexican Lager.

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O ponto turístico é um lugar lindinho demais: o Caminito.

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É mais um dos diversos pontos turísticos de Buenos Aires muito visitado. Aquela mistura de cores dos sobrados da rua chama bastante atenção. É uma rua-museu muito tradicional no bairro La Boca.

Em 1959, quando o ramal da estrada de ferro que passava por ali foi fechado, um grupo de artistas locais, liderados por Quinquela Martín, começou a fazer mosaicos e pinturas nas paredes das moradias. Tornando um atrativo para quem visitava a cidade.

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O nome Caminito é uma homenagem ao tango de Juan Dios Filiberto, que morou no bairro.

O Caminito é uma rua pequena. De um lado fica o museu a céu aberto.

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Do outro, ficam algumas casas, lojinhas e restaurantes.

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Na frente, tem barraquinhas que vendem de tudo um pouco. Inclusive, lá, é ideal para comprar as lembrancinhas para os amigos e familiares.

Por ali, também ficam alguns dançarinos de tango para fazer uma foto “típica”, pessoas caracterizadas de Maradonna, cachorro vestido etc. Tudo para cobrar uma foto.

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O cão de calça jeans e pochete foi demais. Ficou bonitinho, mas eu achei sacanagem, coitado. cao

Por ali, passa tanto turista que é impossível tirar uma foto na casa principal (onde, hoje, é uma loja da Havanna) sem alguém posando no fundo.

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Mas é uma visita bem rápida, pois é somente isso que tem lá. É um momento para fotos.

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Dizem não ser recomendado ficar andando pelas partes sem movimento, pois é um bairro mais perigoso. Eu fui da La Bombonera até o Caminito a pé. Mas segui pela rua principal, mais movimentada. É sempre bom evitar,né! Ah, nesse caminho, já nos deparamos com algumas casas pintadas, que não fazem parte do Caminito, mas é um aperitivo para a ansiedade de chegar lá logo.

Enfim, a rua, as casas, tudo ali é muito bonito mesmo. E as fotos ficam ótimas!

#TBT: Stout no Toro de Hierro – Jardin Botanico (Buenos Aires)

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Como eu gosto de Stout, essa pretinha está por aqui direto, inclusive no #tbt.

Essa é a BlackMoon, uma Stout da Cerveza Buko (Argentina), que tomei na Toro de Hierro, em Buneos Aires. Tem o sabor tostado e notas de café. Bem sedosa devido à adição de aveia. Já o amargor é moderado. Feito com maltes alemães e lúpulo alemão e esloveno.

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O prato de hoje eu comi no mesmo bar. Um Choripan com parrilla com queijo e molho chimichurri, acompanhado com batatas rústicas.

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A parrilla é feita no meio do bar. Achei o lugar bem diferentão. Bacana.

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O ponto turístico que escolhi, hoje, foi o Jardim Botânico de Buenos Aires.

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Um lugar excelente para descansar, passear e respirar ar puro, longe daquela confusão do centro.

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O jardim fica em Palermo. Por lá encontramos muito verde.

São vários jardins de diferentes estilos. Tem jardim romano, francês e jardim de estilo oriental, onde podemos encontrar espécies típicas dessas regiões.

São 6 mil espécies vegetais que ocupam seus mais de 7 hectares de área. É tão arborizado que faz até frio lá dentro.

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Além do verde, o jardim conta com obras de arte, como esculturas, bustos e monumentos. 

Lá, fica a mansão de estilo inglês que serviu de moradia para Carlos Thays e sua família durante anos e hoje abriga mostras de arte temporárias e oficinas.

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Carlos foi diretor de Passeios da Cidade de Buenos Aires no período de 1891 a 1913 e responsável por importantes e variados projetos de novas áreas verdes na capital portenha.

#TBT: Otro Mundo Brewing – San Telmo (Buenos Aires)

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O #tbt de hoje é com a Nut Brown Ale da Otro Mundo Brewing Company, uma cervejaria artesanal da Argentina.

É uma autentica Brown Ale, com aroma de chocolate amargo e tons de caramelo. Seu sabor é leve, adocicado. Sente a presença dos de maltes tostados e frutas secas, dai vem o “nut”. O final, tem um toque amadeirado e pouco amarga, o suficiente para deixá-la equilibrada. Achei uma cerveja artesanal boa.

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A Otro Mundo foi fundada em 2004. Hoje, sua produção está concentrada na província de Santa Fe, Argentina. Seu propósito é fabricar cervejas com as melhores matérias-primas e com os métodos mais cuidadosos e naturais, para proporcionar uma experiência única de cerveja. Um universo de bebidas complexas, cheias de aromas, cores e sabores.

O nome Otro Mundo tem a intenção de passar para os consumidores que existe outro mundo da cerveja, que a cerveja não é o que elas estão acostumadas a beber.

Hoje, eles fabricam diversos estilos: Golden Ale, Strong Red Ale, Nut Brown Ale e IPA.

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O prato do dia é um clássico argentino: o alfajor. Nada mais justo que comer o mais famoso, o que encontra em quase toda esquina de Buenos Aires: o Havanna.

Experimentei diversos sabores na cafeteria da própria Havanna, acompanhados de um bom café. A cafeteira, independentemente de onde esteja, está sempre lotada. Mas vale a pena esperar. É tudo muito gostoso. Apesar que comi alfajores melhores em Montevidéu.


O ponto turístico de hoje é San Telmo, um dos bairros mais antigos de Buenos Aires, com ruas de pedras com ares de cidade do interior.

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Por ali a gente acha a famosa estátua da Mafalda, que está lá desde agosto de 2009. Ela foi feita em homenagem ao criador do quadrinho, Joaquín Salvador Lavado Tejón, o célebre Quino, que viveu no bairro por algum tempo. Em 2014, quando Mafalda completou 50 anos de existência, ela ganhou a companhia de dois de seus melhores amigos: Susanita e Manolito.

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Dependendo do dia, tem fila para tirar foto com ela. Quando fui, estava tranquilo.

No caminho, também tem a estátua de Isidoro Cañones, criado por Dante Quinterno em 1935. Típico representante do “playboy” portenho, esperto e picareta, mas também carismático.

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Além dessas e outras estátuas espalhadas, têm algumas cervejarias artesanais (que estavam fechadas quando fui), e se tiver com tempo, pare na praça, sente e esqueça que existe relógio.

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Se preferir, entre no Mercado Central que dá para comer algumas coisinhas e tomar umas cervejas fresquinhas. O lugar tem mais de 120 anos e vende de tudo.

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Tem muita opção no bairro. Basta escolher o que mais lhe agrada e relaxe!