Cervejaria BrewDog anuncia “antipatrocínio” à Copa do Mundo no Catar

Iniciativa da empresa chama a atenção para as violações de direitos humanos cometidas pelo governo do Catar

Aproveitando a proximidade da Copa do Mundo FIFA 2022, a cervejaria escocesa BrewDog foi na contramão do mercado publicitário e anunciou o “antipatrocínio” do Mundial. A empresa utiliza o palavrão (em inglês) “f…” para se referir à competição.

A iniciativa contempla redes socias e mídia off, como outdoors e propagandas em pontos de ônibus. O CEO da BrewDog, James Watt, utilizou seu perfil no LinkedIn para publicar um manifesto explicando os motivos que levaram a marca ao antipatrocínio.

Para ele, o Catar foi escolhido como sede da Copa, ainda na era-Blatter, “na base do suborno” feito “em escala industrial”.

“Para sermos claros, amamos futebol, mas não amamos corrupção, abusos e morte”, destaca o texto.

A BrewDog argumenta que o futebol deveria ser “para todos”, situação que não ocorreria no país-sede da Copa.

“Mas no Catar, a homossexualidade é ilegal, açoitamento é uma forma aceita de punição e está tudo bem que 6.500 trabalhadores tenham morrido construindo estádios”, acrescenta a cervejaria.

A empresa anunciou que o todos os lucros obtidos com a venda da cerveja Lost Lager, durante o período da Copa do Mundo do Catar, serão destinados a iniciativas de combate aos abusos contra os direitos humanos.

A cervejaria, que administra mais de 80 pubs em todo o Reino Unido e outras dezenas pelo mundo, transmitirá partidas para os clientes ao longo do campeonato e tem promovido suas fan zones como “o lugar perfeito para curtir a Copa do Mundo de Futebol deste ano”. Em resposta a perguntas sobre seu plano de protestar e exibir a Copa do Mundo, a BrewDog disse que não queria impedir que os fãs assistissem.

“A corrupção não deve impedir isso. Além do mais, quanto mais futebol mostramos, mais Lost será vendida, mais dinheiro vai para a caridade”, declarou no Twitter .

Campanha antipatrocínio da Brewdog é dissimulada de acordo com sindicato britânico

A marca escocesa autodenominada uma empresa “punk” tem sido ela mesma um alvo de diferentes controvérsias desde seu lançamento em 2008 devido às suas táticas de choque e batalhas legais.

Na mais recente a BrewDog pediu desculpas depois de ser atingida por uma série de alegações sobre sua própria cultura no local de trabalho, após ex-funcionários alegarem que o rápido crescimento da empresa envolveu assédio cortes em saúde e segurança, comprometendo seus valores e criando um ambiente de trabalho “tóxico”.

O sindicato britânico Unite declarou que a campanha anti-Qatar da marca de cerveja artesanal foi “dissimulada” e distrair os clientes do fato de que a BrewDog é um dos piores empregadores da indústria cervejeira quando se trata de fazer a coisa certa pelos trabalhadores.

Fontes: MKT Esportivo e Catalisi

Festival Internacional de Cerveja e Cultura promove Congresso Técnico

Lúpulo brasileiro será a grande estrela

Belo Horizonte, conhecida como polo das cervejas artesanais, agora será conhecida também como a capital produtora do lúpulo brasileiro. Por isso, o FICC (Festival Internacional de Cerveja e Cultura), que há sete anos promove o evento cervejeiro de grande porte, sendo um dos mais importantes do estado, vai realizar neste mês, o Congresso Cervejeiro FICC.

Entre os dias 11 a 14 de novembro, alguns dos principais nomes do mercado cervejeiro estarão reunidos para debaterem afinidades, sinergias e desafios do mercado. O Congresso é aberto a pessoas de todo o Brasil, sejam cervejeiros, sommelieres, pessoas ligadas ao turismo, empreendedorismo, inovação, associados do Sindbebidas, Abracerva e Sindicerv, gastrônomos, jornalistas, organizadores de eventos, enfim, será um evento bem abrangente.

O Congresso Cervejeiro FICC será composto por mesas redondas, palestras, visitas técnicas, Podcast, beertour e vai trazer as várias temáticas do mercado cervejeiro, e mais do que isso, incluir BH na Rota Nacional de Produtores de Lúpulo. Para isso, foi firmada uma parceria entre o evento, a Associação Brasileira dos Produtores de Lúpulo – APROLUPOLU e a mais nova Fazenda Cervejeira, localizada dentro de BH, sendo a única fazenda cervejeira urbana do Mundo e já produzindo lúpulo. Até bem pouco tempo atrás, não se cogitava a produção de lúpulo em BH.

O evento vai contar com uma programação intensa. A festa de encerramento do Congresso irá abranger o público além dos congressistas.

Foto: Cintia Magalhães / http://www.bsfotografias.com.br

Programação:

Sexta-feira, 11 de novembro

19h – Credenciamento para os participantes, cerimonia solene de abertura, Coquetel com show da banda Moshlab e Dj Mateus Nunes só no vinil.

Local: Sindbebidas (FIEMG) – Avenida Do Contorno, 4456, Stª Efigênia.

Sábado, 12 de novembro

9h – 1º Painel – O Lúpulo no Brasil

Palestrantes:
– Dr. Gabriel Cássia Fortuna (RJ), Diretor Técnico da APROLUPOLO – Tema: Qualidade x Produtividade
– DuanCeola, Professor da Escola Cervejeira de Malte de Blumenau (SC) – Tema: Técnicas de Lupulagem (sc)
– Herman Wigmam (SP), Presidente da APROLUPOLO– Tema: Produção e Panorama Geral do cultivo da planta no Brasil
– Gabriel Purri (MG), Diretor da empresa Mundo Hop – Desafios do Plantio em Escala
– José Felipe Carneiro (MG), Fundador da Fazenda Cervejeira de BH – Tema: Case da Fazenda Cervejeira (1ª Fazenda cervejeira urbana do Mundoi)

14 h – 2º Painel – ABRACERVA

Palestrantes:
– Gilberto Tarantino (SP) Presidente da ABRACERVA – Desafios e Contribuições da ABRACERVA
– Fabrício Faria Almeida (MG) Fazenda Terezinha e a Cervejaria Zalaz como Turismo Rural
– Bia Amorim(SP) Sommeliera – A construção da escola brasileira de cervejas
– Leandro Sequelle (SP) GrajaBeer – Diversidade no meio Cervejeiro
– Priscila Colares (MG) Sommeliere – Consumo Responsável
– Lucas Lima (RJ) – Gerente de Consumo Responsável da AMBEV

HAPPY HOUR  com Welcome BEER no Stadt Jever

Domingo, dia 13 de novembro

9h – 3º Painel –Tendências, Tecnologia e Intercambio Internacional

Palestrantes:
– Gustavo Koala(MG) – Cervejaria Koala San Brew – Tema: Largers Tchecas e suas produções fiéis como um dos principais focos na Koala San Brew
– Tomãs Kopecky (CZ) Ceo da empresa CHEOPS – Um revisão sobre os métodos e processos de sanitização com foco nos barris e na tecnologia das máquinas da empresa CHEOPS
– Tomãs Kincl (CZ) – Ingredientes nativos, processos e suas peculiaridades na fabricação de cervejas Tchecas.

14h – 4º Painel – Cerveja em Libras – Acesso ao universo cervejeiro em Libras

Palestrantes:
– Professor Marcos Roberto Oliveira Beer Sommelier pela Science of Beer Institute, homebrewer, mentor do projeto em Libras “Setembro Azul” juntamente com a cervejaria Bezy de Brasília e também mentor do projeto Experiência dos Sentidos e o responsável do perfil@cervejaartesanalemlibras.
– Fernando Pachecoé surdo, Assistente de Faturamento, Sommelier de cerveja pela Science of Beer Institute, home brewer, Instrutor de libras com Ensino Superior Incompleto – Administração. Produtor do Projeto “Somos diferentes de você?” e “Precisamos do dia do Surdo?” Auxiliar Surdo do perfil @cervejaartesanalemlibras e consultor e Sommelier Surdo na cervejaria Captain Brew.

15h30 – Sarau

Apresentação do Sarau Todos estão surdos – tem como atração a poesia, performance e contação de histórias dentro do espectro da identidade e cultura da comunidade surdo brasileira.

16h – 5º Painel – Ferramenta de Marketingno Mundo Cervejeiro

Palestrantes -formato Podcast Surra de Lúpulo com Ludmyla Almeida (RJ)- Ipacondriaca e Leandro Bulkkol (RJ) convidam: Stef Monteiro, Sommeliere e Digital Influencer (SP) e Estácio Rodrigues, Sommelier e sócio do Instituto da Cerveja.

BEER TUR – DA PAMPULHA À SAVASSI 

Segunda-feira, 14 de novembro

9h – Visita técnica guiada na Fazenda Cervejeira comDiretorTécnico e o Presidente da APROLÚPULO, Gabriel Cássia Fortuna e Hermanus Wigman

12H –Almoço INCLUSO

14h – Festa de encerramento. Show com as bandas Ca$h e FiccBeer Band com Rodrigo Santos (Ex-Barão Vermelho), Leo Lachini (Ex-guitarrista do Tianastácia) e Glauco Mendes (baterista da banda Lagum) DJGustavo Castro, drinks especiais, intervenções circenses e espaço Kids

Sobre o FICC

O Festival Internacional de Cerveja e Cultura nasceu em 2015 com objetivo de fomentar a cultura e a indústria cervejeira no estado e no Brasil.

Os números:

§  São 7 anos
§  9 edições
§  Mais de 100 mil pessoas que passaram pelo FICC
§  Mais de 200 cervejarias participantes
§  Mais de 500 artistas escalados
§  20 palestrantes de 3 países diferentes
§  Mais de 30 dias na imersão do mundo da cerveja
§  Mais de 1000 profissionais envolvidos
§  Mais de 500 rótulos de cervejas
§  Mais de 15 toneladas de alimentos arrecadados

Números dessa edição:

§  20 palestrantes, 4 estados representados, 2 palestrantes internacionais, 1 podcast, 1 visita técnica, 2 mesas redondas, 1 beertour, 3 bandas, 2 dj, 10 cervejarias envolvidas

Serviço:

Congresso FICC (Festival Internacional de Cerveja e Cultura)
Data: de 11 a 14 de novembro
Onde: Sede da Fiemg (Av. do Contorno, 4456 – 4º andar)
Informações: (31) 9965325589 , @festivalficc
Inscrições / ingressos: http://eventos.gofree.co/FICC2022

INGRESSOS

Opção 1: COMBO FICC 2022 • Congresso com direito a solenidade de abertura com festa open BEER e show da banda Moshlab + Dj – 11/11 • Painéis temáticos nos dias 12 e 13/11 com welcome beer (1 chope) no Stadt Jever. • Visita técnica Guiada na Fazenda Cervejeira + Almoço e 1 Chope 500ml – dia 14/11 • Festa de encerramento na Fazenda Cervejeira com shows do Rodrigo Santos ex Barão Vermelho, banda Cash e Dj Gustavo Castro. R$ 350,00

Opção 2: Congresso com direito a solenidade de abertura com festa open BEER e show da banda Moshlab + Dj Mateus Nunes – 11/11 Painéis temáticos nos dias 12 e 13/11 com welcomebeer (1chope) no Stadt Jever – R$220,00

Opção 3: Visita técnica guiada na Fazenda Cervejeira + Almoço e 1 Chope 500ml – dia 14/11 – R$ 100,00

Opção 4: Festa de encerramento na Fazenda Cervejeira com shows do Rodrigo Santos ex Barão Vermelho, banda Cash e Dj Gustavo Castro – R$ 70,00

Outras informações no https://www.instagram.com/festivalficc/

Minas Gerais conquista 20 medalhas no Brasil Beer Cup 2022

No dia 27 de outubro, o concurso Brasil Beer Cup anunciou as cervejas medalhistas de sua terceira edição (2022) em Florianópolis. O julgamento ocorreu entre os dias 24 a 26 de outubro.

Foram avaliadas quase 2 mil amostras de cervejas às cegas. Ao todo, 325 cervejarias, de 19 Estados brasileiros, além de países como Alemanha, Argentina, Bélgica, Chile e Uruguai, enviaram suas amostras. Para o julgamento, o concurso contou com 70 jurados nacionais e internacionais.

As cervejas com maiores pontuações foram elegíveis à premiação e medalhas.

Foram mais de 100 medalhas distribuídas. Minas Gerais, como sempre, fazendo se presente nos concursos cervejeiros, faturou 20 medalhas entre ouro, prata e bronze. O destaque ficou para a Cervejaria Albanos e para a Colt Brew Cervejaria que ganharam três medalhas de prata cada.

Cervejarias mineiras medalhistas (por estilo) e suas cervejas vencedoras:

Albanos (Belo Horizonte): 3 Pratas: Brown Ale, Pale Ale (English Pale Ale) e 1870 (Historical Beer)

Antuérpia (Juiz de Fora): Bronze Nikita (Imperial Stout) e Ouro Dunkel (Schwarzbier)

Armadillo Brewery (Corinto): Ouro Armadillo Atta (Imperial Red Ale)

Brüder (Ipatinga): Bronze Alma Cevada (American Lager)

Caraça Cervejaria (Catas Altas): Ouro Pub Dark Lager e Sport Lager (American Light Lager)

Colt Brew Cervejaria (Nova Lima): 3 Prata: Tio Sun (Summer Ale), Billy The Kilt (Scottisch Ale) e Apaloosa (Strong Pale Ale )

Fürst (Formiga): Bronze Catalina Weisse (Weizen), Prata Charlote (Schwarzbier)

Hauk (Mário Campos): Ouro Golden Chopp Hauk

Jaca Bier (Juiz de Fora): Ouro English IPA

Jairo’s Bier (Betim): Bronze Jairo’s Fest (Marzen)

Krug Bier (Nova Lima): Ouro German Pils

Libertè (Paracatu): Bronze Inocente (Wheat Beer)

Mills Brewery (Belo Horizonte): Ouro Bedrock (American IPA)

Cervejaria do Ano

Além das melhores cervjeas por estilo, o concurso premiou as melhores cervejarias do ano no Brasil. A premiação seguiu o critério de maior número e pontuação de medalhas, como o esquema a seguir:

Medalha de Ouro: 10 pontos;
Medalha de Prata: 6 pontos;
Medalha de Bronze: 3 pontos.

Para fins de classificação, a premiação de cervejaria do ano, é considerada o volume de produção mensal:

Cervejaria de Pequeno Porte: até 30.000 litros mensais
Cervejaria de Médio Porte: de 30.001 a 200.000 litros mensais
Cervejaria de Grande Porte: a partir de 200.001 litros mensais

Premiadas Brasil Beer Cup 2022:

Cervejaria do Ano de Grande Porte – Cerveja Blumenau
Cervejaria do Ano de Médio Porte – Bodebrown
Cervejaria do Ano de Pequeno Porte – Cervejaria Cathedral

The Best of Show

A premiação por estilo se deu em medalhas de ouro, prata e bronze. E as cervejas com medalhas de ouro foram julgadas no The Best of Show (melhores cervejas do concurso) em três categorias de acordo com a inscrição no formulário das cervejarias participantes: Comercial, Experimental e Inovação.

As cervejas The Best of Show do Brasil Beer Cup 2022:

The Best of Show Experimental – Ábrette Sésamo #1 Cervejaria: Juguetes Perdidos (Argentina/ Buenos Aires) Estilo: Wild Beer

The Best of Show Comercial – Sommer Weiss Cervejaria: Metzgerbier (Brasil/ Paraná) Estilo: German-Style Leichtes Weizen

The Best of Show Inovação – Belgard Catharina Sour sem Álcool Cervejaria: Cervejaria Belgard (Brasil/ Santa Catarina) Estilo: Non-Alcohol Malt Beverage Descrição da inovação: Uma versão da Catharina Sour com 0,5% ABV e com adição de polpa de maracujá, morango e amora.

Premiação Cerveja Caseira

Este ano, mais uma vez a competição deu espaço para a cerveja caseira, com a adição da categoria Brazilian, além da Catharina Sour. Sendo avaliadas em rodadas especiais pelos mesmos juízes que julgaram a categoria comercial. A premiação não considera medalhas, são selecionadas as melhores sem ordem de colocação. Foram selecionadas as melhores cervejas no estilo Catharina Sour e nos estilos Brazilian Beer.

Estilo: Catharina Sour (3 cervejas premiadas):

Aurora – Catharina Sour with acerola and cashew, de Guilherme Martins Grosseli (São Paulo)
Catharina Sour Caju 75 – Cerveja Catharina Sour de Caju e Cumaru, de Heitor José Maretti (São Paulo)
#OMNGDMEM – O mundo não gosta das meninas e mulheres, de Rodrigo Rocha (Rio de Janeiro)

Os estilos Brazilian Beer consideram:

Brazilian Beer com frutas, Brazilian Beer com ervas e especiarias, Brazilian Beer com madeira, Brazilian Beer com levedura, malte e/ou lúpulo brasileiro (apenas 2 cervejas foram selecionadas pelos juízes). As vencedoras:

Bella. Estilo: Brazilian Beer com madeira – Cerveja envelhecida em barril de castanheira que previamente continha cachaça, sem torrefação. Cervejeiro: André Mendes Piol (Espírito Santo)

Consagrada 3Way Brazilian Pepper Saison. Estilo: Brazilian Beer com ervas e especiarias – Belgian Saison style base. (Standard, Pale), with a blend of Brazilian peppers. Black pepper and white pepper, macerated. Cervejeiro: Vander Eduardo Teixeira (Mato Grosso)

É a segunda vez que Guilherme Martins Grosseli ganha na categoria caseira, na última edição venceu com uma Catharina Sour.

Para acessar o quadro completo de medalhas, acesse este link.

Começa Festival Bar em Bar

De norte a sul do país, a mesa do bar é o lugar onde surgem as melhores ideias. É nela também que acontecerá um dos festivais mais queridos do país: o Bar em Bar. Um festival que, ao longo da sua história, recebeu milhares de pessoas que dividiram momentos, sorrisos e, claro, deliciosos petiscos e cervejas boas.

O festival acontece em todo Brasil, do dia 27 de outubro ao dia 13 de novembro. Neste ano, cerca de 500 estabelecimentos se inscreveram para participar, em 14 estados e no Distrito Federal. 

Em Belo Horizonte e Região Metropolitana, serão 41 bares participantes. O tema dessa edição, que já é a 16ª, é “mineiridade” e os estabelecimentos foram orientados a utilizarem insumos ou criarem receitas que valorizem a gastronomia mineira.

A ação, promovida pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), busca aumentar a visibilidade dos bares e restaurantes da capital mineira, e é uma oportunidade para os chefs e proprietários lançarem novos pratos e petiscos.

“Eventos gastronômicos, como o Bar em Bar, integram uma cadeia de valor complexa: desde os pequenos produtores, os prestadores de serviços, o varejo e até mesmo a indústria de alimentos. Todos possibilitam a valorização da cultura local, os sabores, o modo de receber e configuram-se em um diferencial competitivo para a cidade, os empresários e os profissionais da gastronomia envolvidos”, afirma Matheus Daniel, presidente da Abrasel.

Confira abaixo os estabelecimentos participantes em Belo Horizonte

A Granel Coração Eucarístico
Rua Coração Eucarístico de Jesus, 265 – Coração Eucarístico
Prato: Iscas de tilápia empanadas na farinha moinho e parmesão. Acompanha molho de queijo Minas.
Preço: Porção (400g): R$79,90 | 1/2 Porção (200g): R$55,90

Agosto Butiquim
Rua Esmeralda, 298 – Prado
Prato: ‘Joelhin ao fumacê’ (Joelho de porco defumado, pirão de leite com queijo e quiabo tostado)
Preço: R$ 62,90

Alma Brasileira
Rua Vicente Risola, 625 – Santa Inês
Prato: ‘Alma Brasileira’ (Sete bolinhos de tropeiro recheados)
Preço: R$ 25

Bambuí
Rua Bambuí, 56 – Serra
Prato: ‘Tornedor de Costelinha’ (Ragu de costelinha de porco com molho barbecue batatas salteadas e couve crispy)
Preço: R$ 35

Bar do Museu Clube da Esquina
Rua Paraisópolis, 738 – Santa Tereza
Prato: ‘Nascente’ (Costelinha suína especial do Clube da Esquina, servida com mandioca ou fritas e molho barbecue de goiabada)
Preço: R$ 68

Bar do Véio
Rua Itaguaí, 406 – Caiçara
Prato: ‘Surpresa Suína’ (Filé suíno recheado com queijo, presunto, bacon e barbecue mineiro pincelado por cima. Acompanha mandioca amarela e crispy de cebola)
Preço: R$ 44,90

Bar Ideal
Rua Eli Seabra Filho, 530 – Buritis
Prato: Ribs Mineira (Costela suína ao molho de barbecue de goiabada. Acompanha queijo coalho grelhado)
Preço: R$ 82,60

Barbazul
Avenida Getúlio Vargas, 216 – Funcionários
Prato: Bolinho de feijoada crocante com cream cheese e molho picante
Preço: R$ 38,90

Bença Bençoi
Rua Diamantina, 492 – Lagoinha
Prato: Feijão branco com dobradinha, bacon, linguiça calabresa e especiarias. Acompanha torradinhas de pão rústico.
Preço: R$ 27,90

Berilo Cozinha & Drinks
Rua Fernandes Tourinho, 503 – Savassi
Prato: Polpetine de carne de sol do Norte de Minas, recheado com requeijão de raspas. Acompanha geleia de pimenta biquinho.
Preço: R$ 44,90

Boi Lourdes
Rua Curitiba, 2069 – Lourdes
Prato: Picanha Argentina (300g), mandioca cozida na manteiga e farofa de ovos caipira
Preço: R$ 80

Boi Lourdes (Lagoa Santa)
Avenida Getulio Vargas, 6340 – Várzea Orla da Lagoa – Lagoa Santa
Prato: Picanha suína (350g), batata rústica, salsa Crioulla e azeite saborizado com crispy de Couve.
Preço: R$ 65,90

Boi Vitório
Avenida Afonso Pena, 4374 – Mangabeiras
Prato: Torresmo de barriga marinado em cerveja cítrica e assado em calor seco. Acompanha redução e molho de rapadura)
Preço: R$ 45,90

Boivindo Steakhouse
Rua Petrolina, 875 – Sagrada Família
Prato: ‘Cê tá doido!’ (Batatas rústicas sob musseline de mandioquinha, ragu de carne bovina, redução de vinho e queijo maçaricado)
Preço: R$ 44,90

Bolão Santa Tereza
Rua Adamina, 104 – Santa Tereza
Prato: ‘Disquinhos à moda 61 anos’ (Disquinhos de costela e bacon recheados com cheddar (8 un))
Preço: R$ 29

Boteco Toca do Ogro
Rua Professor Nelson Sena, 04 – Aeroporto
Prato: ‘Porpeta do Ogro’ (Bolinho de carne empanado e frito, com molho ao sugo, queijo gratinado e acompanhado de pão de alho)
Preço: R$ 20

Burguer Bar
Rua Expedicionário José Duarte, 61 – Maria Goretti
Prato: ‘Mix mineiro’ (Lombo de porco flambado na cachaça, linguiça caseira confitada na gordura de lata, mandioca frita e anéis de cebola.)
Preço: R$ 68

Buteco do Jair
Rua Hermilo Alves, 500 – Loja do Deck – Santa Tereza
Prato: Seis bolinhos de rabada desfiada preparada com agrião e empanada à moda da casa. Servidos com maionese caseira de pimenta malagueta
Preço: R$ 25,90

Buteco do Rod
Rua Jose Moura Peçanha, 12 – Ouro Preto
Prato: ‘Me vê um Torresmo!’ (Oito pedaços imensos de torresmo de barriga com picles de cebola baby e chutney de laranjinha kinkan)
Preço: R$ 45

Canto de Mainha
Rua Heitor Menin, 115 – Buritis
Prato: ‘Juazeiro’ (Carne de sol na moranga com crispy de couve.)
Preço: R$ 45

Cervejaria Astúcia
Rua Viçosa, 121 – São Pedro
Prato: ‘Nacho Astuto’ (Nacho com chili de carne, sour cream, cheddar derretido e guacamole)
Preço: R$ 36

Cervejaria Cultura
Rua Itapeva, 115 – Concórdia
Prato: ‘Arancini Mineiro’ (Arancini de costelinha suína com ora pro nobis acompanhado de geleia caseira de pimenta biquinho)
Preço: R$ 35

Confraria Gastrobhar
Rua Bernardo Monteiro, 680 – Centro – Contagem
Prato: ‘Paslito’ (Petisco feito com massa fina de pastel de feira em formato de palito, recheada com carne serenada suína, pimenta biquinho, requeijão e acompanhada de geleia artesanal de jabuticaba)
Preço: R$ 39,90

Da Boca Santa Tereza
Rua Silvianópolis, 464 – Santa Tereza
Prato: ‘Torresmo de barriga’ (300g) com geleia de pimenta, limão e compota de jiló.
Preço: R$ 45

Dasos Restaurante – Colégio Batista
Rua Ponte Nova, 317 – Colégio Batista
Prato: ‘Tábua Nordestina’ (Carne seca na manteiga de garrafa com cebola caramelizada e mandioca cozida)
Preço: R$ 81,90

Dasos Restaurante – Padre Eustáquio
Rua Padre Eustáquio, 2288 – Padre Eustáquio
Prato: ‘Panhoca’ (Iscas de alcatra ao molho gorgonzola servida na panhoca italiana)
Preço: R$ 89,90

Estação Parada do Cardoso
Rua Dores do Indaiá, 409 – Santa Tereza
Prato: ‘Porconóbis’ (Pizza recheada de muçarela, costelinha de porco, linguiça calabresa, cebola, ora-pro-nobis, pimenta biquinho e orégano. Pode ser servida também à palito)
Preço: R$ 68

Funtasy Bar e Jogos
Rua Tomé de Souza, 1145 – Savassi
Prato: ‘Canastra Real’ (Sete bolinhas recheadas de queijo canastra. Acompanha molho de ervas)
Preço: R$ 18

Köbes Emporium Bar
Rua Professor Raimundo Nonato, 31A – Santa Tereza
Prato: ‘Trem de mineiro’ (Bombons de carnes bovina e suína, recheados de azeitona. Acompanha molho aioli ‘prá moiá’)
Preço: R$ 24,90

Lake Pizza Pan
Avenida Getúlio Vargas, 6130 – Várzea Orla da Lagoa – Lagoa Santa
Prato: Pizza à palito com borda de catupiry ou cheddar
Preço: R$ 78,90

Ohana Drinks and Beer
Rua Professor Pimenta da Veiga, 631 – Cidade Nova
Prato: Dadinho de tapioca com geleia de goiaba levemente apimentada
Preço: R$ 35

Pizza Cone Lagoon
Avenida das Árvores, 405 – Distrito Industrial Olhos D’água – Lagoa Santa
Prato: ‘Cantinho de Minas’ (6 Mini cones de pizza: 3 de doce de leite com queijo, goiabada com queijo e banana com canela e 3 de margarita, à moda e frango com bacon)
Preço: R$ 49,90

Ponto de Encontro
Rua Ouro Preto, 11 – Várzea – Lagoa Santa
Prato: ‘Pastel Caipira’ (12 Mini pastéis de pernil cozido com cebola, pimentão, alho poró e queijo minas)
Preço: R$ 21,90

Prainha Butiquim
Rua Moisés Kalil, 209 – Buritis
Prato: ‘Costelinha ao molho barbecue do Praia’ (Costelinha de porco assada ao forno com molho barbecue acompanhada de batata frita)
Preço: R$ 75,90

Redentor Bar
Rua Fernandes Tourinho, 500 – Savassi
Prato: ‘Pastel de bacalhau do Moema’ (Pastel recheado com lascas de bacalhau cremoso e azeitonas)
Preço: R$ 33,90

Regis’ Bar
Avenida 28 de setembro, 872 – Esplanada
Prato: Carne de sol feita na manteiga de garrafa com mandioca natural
Preço: R$ 44

Santa Esquina Grill
Rua Quimberlita, 285 – Santa Tereza
Prato: Seis croquetes bovinos recheados com queijo mineiro.
Preço: R$ 39,90

Slod Experience
Avenida Francisco Sá, 325 – Prado
Prato: ‘Cerca do Vizinho’ (Daditos de joelho de porco na cama de purê de mandioca com gengibre e lascas rústicas de frango na laranja)
Preço: R$ 39

Tap House Pampulha
Avenida Fleming, 800 – Ouro Preto
Prato: Linguiça mineira com queijo coalho, cebola caramelizada na cerveja e batata à dorê.
Preço: R$ 34,90

Típicos Bar e Restaurante
Rua Londres, 103 – Copacabana
Prato: ‘Costelinha Bomb’ (Costelinha desossada com creme de ora pro nobis)
Preço: R$ 29

Verdinho Restaurante
Avenida Cônsul Antônio Cadar, 122 – loja 06 – São Bento
Prato: ‘Filé ao Ingotin’ (Filé em cubos ao creme de queijo)
Preço: R$ 99

Para mais informações acesse: https://barembar.com.br/ 

Com informações de: Site SouBH

Krug Bier é escalada para a Copa

Cervejaria será a bebida oficial do evento CarnaCopa

Foto: Romano Comunicação


A Copa do Mundo é um dos eventos esportivos mais esperados e festejados do mundo. A cada 4 anos, o mundo inteiro se reúne para vibrar pelos times dos países, num misto de amor, competição e festa. Para assistir à Copa do Qatar, os mineiros vão contar com um super evento temático, que une duas paixões dos brasileiros, o Carnaval e a Copa, na Carnacopa. E, claro, a Krug Bier, a primeira cervejaria artesanal de Minas Gerais, já está escalada para esta festa, como a marca de cerveja oficial.

Será uma experiência diferente, em um lugar inédito a céu aberto, em um rooftop com vista para a Serra do Curral e uma cenografia especial. A programação engloba todos os jogos do Brasil, até a final da Copa, rumo ao Hexa. Com uma estrutura completa para a transmissão dos jogos, dois super painéis de LED, espaço coberto por tenda, um palco 360º com um programação de shows e diversos atrativos de interação para o público vivenciar o melhor da Carnacopa. Aniversariantes terão condições especiais para curtir o evento.

A estreia será no dia 24 de novembro, das 14h às 2h, para o jogo Brasil x Sérvia, que será às 16h.
Local: Rooftop do Só Marcas Auto Shopping, Contagem – MG (Av. Babita Camargos, 1295).

As atrações serão o grupo +5521 (@somos5521), Du Monteiro, Deixa Falar e Dj Caio Aguiar.

Programação:

DIA 24/11

1° jogo – dia 24/11 – quinta
Brasil x Sérvia 16h
Evento de 14h às 2H

DIA 28/11

2° jogo – dia 28/11 – segunda
Brasil x Suíça 13h
Evento de 12h às 00h

DIA 02/12
3° jogo – dia 02/12 – sexta
Brasil x Camarões 16h
Evento de 14h às 2h

Informações e ingressos pelo Sympla. Clique aqui.
Instagram:  https://www.instagram.com/carnacopabh/

Tomar longneck no bico causa inchaço!

Você sabia que tomar longneck ou lata direto do bico faz a barriga inchar?

De acordo com os especialistas, os gases presentes dentro das embalagens, sejam latas ou garrafas de cerveja, precisam ser liberados para o ambiente. Porém, se você bebe sua cerveja direto da garrafa ou da lata, ela não vai perder esses gases. Com isso, você os ingere, o que causa o inchaço abdominal e uma sensação ruim de empanzinamento.

Agora, se você colocar a cerveja no copo, ela vai formar o colarinho. Essa espuma vai quebrar as moléculas de gás carbônico, fazendo com que a cerveja chegue sem esse gás ao seu estômago.

Além disso, tomar cerveja no copo ideal, com dois dedos de espuma, vai possibilitar que você sinta todos os aromas que ela pode te proporcionar. E o sabor também não será alterado por conta dos gases que não foram liberados.

Clique aqui para saber mais sobre copos ideias.

Clique aqui para saber mais sobre a importância da espuma.

Eu sei que tomar cerveja direto no bico, principalmente da longneck, é um prazer a parte. Mas, a dica foi dada. Seja feliz!

Circuito de Bares Spaten: cervejaria leva Oktoberfest para 10 cidades brasileiras

O mês de outubro é o mais festivo para o mundo cervejeiro, afinal, é quando acontece a maior festa da cerveja do mundo: a Oktoberfest de Munique. Devido ao sucesso que a original faz, muitos bares e promotores de eventos aproveitam o mês para criar sua própria festa e dar aquela agitada nas cidades brasileiras.

Pensando nisso, a Spaten, marca que pertence à Ambev e é uma das cervejarias oficiais do evento de Munique, escolheu 10 cidades brasileiras para levar um pouco da Oktoberfest original.

Com o nome Circuito dos Bares Spaten, a marca selecionou diversos bares nessas 10 cidades e colocará grandes mesas coletivas, um dos principais símbolos da Oktoberfest, com o intuito de trazer o espírito cervejeiro característico da festa alemã. A iniciativa acontece em: Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza, Belém, Recife, Brasília, Vitória, Blumenau e Santa Cruz do Sul.

“Um ícone da Oktoberfest são as grandes mesas de madeira, onde todos se sentam para celebrar, brindar, conhecer novas pessoas e apreciar uma boa cerveja. Por isso, estamos levando uma mesa exclusiva de Spaten para diversos bares do país. Queremos transportar o consumidor para essa grande festa alemã sem precisar ir muito longe. É sobre celebrar a cultura cervejeira, seja em Munique ou em qualquer cidade do Brasil”, comenta Joice Carvalho, Head de marketing de Spaten no Brasil.

Além da ambientação, os amantes da cerveja também contarão com outro incentivo para entrar no clima da festa. Na compra de duas Spaten em um dos bares participantes do Circuito, a terceira sai de graça. Para isso, é necessário fazer um cadastro no site da marca e gerar o cupom. A oferta é limitada a um uso por CPF.  

Em BH, o roteiro especial vai passar por 10 bares tradicionais. Confira:

  • Ponto Savassi: Rua Fernandes Tourinho, 105
  • Baiana do Acarajé: Rua Antônio de Albuquerque, 440 – Savassi
  • Tizé Lourdes: Rua Curitiba, 2205 – Lourdes
  • Tizé Vila da Serra: Alameda Oscar Niemeyer, 1033 – Serra
  • Almanaque Savassi: Rua Alagoas, 626
  • Almanaque Pium I: Rua Pium-i, 675 – Sion
  • Amarelim: Avenida Prudente de Morais, 920 – Cidade Jardim
  • Surubim no Espeto: Av. Fleming, 200 – Pampulha
  • Its Surreal: Av. Fleming, 175 – Pampulha
  • Santa Esquina: Rua Bocaiuva, 3 – Santa Tereza

Faça seu cadastro aqui e participe!

Cervejas oficiais da Oktoberfest: Märzen e Festbier

Sabemos que a Oktoberfest é o maior evento da cerveja do mundo. Por isso, hoje, vim falar das cervejas oficiais da Oktoberfest de Munique.

Resumindo a história da Oktoberfest: Em 12 de outubro de 1810, o príncipe Ludwig von Bayern se casou com a princesa Therese von Sachsen-Hildburghausen e convidou a cidade inteira para a festa. A festa durou uma semana. Foi um sucesso tão grande, que passou a ser comandada pela população da cidade de Munique e se tornou anual. Se quiser saber mais sobre a história, eu contei aqui Oktoberfest.

Märzenbier

Voltando mais especificamente para a cerveja, em 1872, o verão muito quente, deixou os cervejeiros na mão, em Munique. A cerveja lager e a cerveja de verão (Sommerbier), reservadas para o festival, foram todas bebidas antes das comemorações chegarem ao fim. Com isso, a Cervejaria Spaten teve a ideia de comprar cerveja de outra cervejaria para revender. Assim, ela comprou a Märzenbier da Cervejaria Franziskaner-Leist e levou para vender no evento. Ela foi comercializada com o nome Märzen-Oktoberfest. A cerveja chamou tanta atenção, que todas as outras cervejarias passaram a comercializá-la e ela virou a cerveja oficial do Oktoberfest.

Por isso, as Märzen passaram a ser chamadas de Oktoberfest ou, para as cervejarias oficiais, Oktoberfestbier. Detalhe que somente as seis cervejarias oficiais do evento têm a permissão de usar a nomenclatura Oktoberfestbier. Por isso, as demais só usam Oktoberfest ou Märzen.

As únicas seis cervejarias que podem vender cerveja na Oktoberfest de Munique são essas: Hofbräuhaus, Augustiner, Paulaner, Hacker-Pschorr, Spaten e Löwenbrau. As cervejas têm que ser produzidas em Munique.

Esse estilo pode ser fabricado no mundo todo, desde que chamem apenas de Oktoberfest ou Märzen.

Festbier: Fim do reinado da Märzenbier

Somente em 1990, a Oktoberfest passa a ter outra cerveja oficial: a Festbier

Paulaner Oktoberfestbier

Em meados da década de 1970, a cervejaria Paulaner, uma das seis cervejarias oficiais, desenvolveu uma versão da Oktoberfestbier mais suave, que não deixava de ser maltada, mas de cor dourada, sendo mais leve e mais fácil de beber que a tradicional Märzen. O objetivo era criar uma cerveja que pudesse ser mais consumida durante a Oktoberfest.

Na década de 1990, a inovação da Paulaner caiu no gosto popular e tornou-se regra. Assim, essa Oktoberfestbier, mais leve, passou a ser a cerveja oficial do evento e todos os cervejeiros passaram a produzi-la. A partir dessa década, a cerveja passou a ser chamada de Festbier. Ou seja, um novo estilo foi criado, conhecido também como Wiesn, representando a moderna cerveja alemã. Hoje, diversas cervejarias do mundo produzem Festbier.

Portanto a Festbier também pode ser chamada de Oktoberfest ou Oktoberfestbier (pelas cervejarias oficiais).

Características da Festbier segundo o BJCP: Uma Lager alemã suave, limpa e clara com um sabor maltado moderadamente forte e um caráter lupulado de pouca expressão. Habilmente equilibrada a intensidade e a drinkability, com uma impressão de paladar e impressão final que estimulam beber. Exibe sabores elegantes de maltes alemães, sem ser demasiadamente pesados ou cheios.

Concluímos então que, o estilo Märzen é diferente do estilo Festbier. Não devem ser confundidos. A Festbier é menos intensa e menos tostada que a Märzen. Porém, os dois podem ser chamados de Oktoberfest pelo motivos que citei anteriormente.

Um pouco mais de história: Porque Märzen?

Em 1539, foi decretada a Bayerische Brauordnung (a lei Brauordnung da Baviera) que instituiu que as cervejas só poderiam ser produzidas entre os dias de São Miguel (29 de setembro) e São Jorge (23 de abril). Ou seja, a cerveja só poderia ser produzida nas estações mais frias, no outono e no inverno (do hemisfério norte). Isso se deu porque, durante as estações mais quentes, o tempo seco, junto com o intenso calor das cervejarias, estava causando muitos incêndios no local. Além disso, as cervejas feitas durante o verão, não tinham a mesma qualidade, já que, naquela época, não havia refrigeradores.

Como os meses de março e abril eram os últimos meses permitidos para a fabricação da cerveja, em março, as cervejarias começavam a produzir cervejas para serem estocadas. Daí, surgiu o nome Märzen, “de março” em alemão, Märzenbier – Cerveja de março. Naquela época, as cervejas demoravam 6 meses para ficarem prontas. Por isso, essas cervejas de março/abril só eram consumidas em outubro.

Como os cervejeiros não iriam poder fabricar mais cervejas depois daquele mês, eles utilizavam todo o estoque de malte e lúpulo que tinham. Por isso, a Märzen é um estilo de cerveja com coloração mais escura, encorpada, com um teor alcoólico alto.

De acordo com o livro, Historic German & Austrian Beers for the Home Brewer, de Andreas Krennmair, é possível calcular, pelos fatos históricos da época, que a cerveja tinha 16% de teor alcoólico.

Características da Märzenbier de acordo com o BJCP: Uma maltada Amber Lager alemã, elegante, com um sabor de malte limpo, rico, com notas de pão, tostado, amargor restrito e um final seco que incentiva outro gole. A impressão geral de malte é suave, elegante e complexa, com um rico retrogosto que nunca é enjoativo ou pesado.

Extra

Sabia que os Biergarten surgiram por causa da lei que proibiu a fabricação de cerveja?

Quando surgiu a Lei de 1539, que proibiu a fabricação de cerveja a partir de abril, os cervejeiros tiveram que usar a criatividade para descobrir como manter aquelas cervejas que foram fabricadas até abril.

Assim, os mestres cervejeiros alemães descobriram que o processo de fermentação era de qualidade muito superior em temperaturas mais frias, porém, naquela época, não havia refrigeradores. Com isso, as cervejarias cavaram grandes porões para manter o abastecimento durante a temporada proibida. Nesses porões, eles colocavam gelo nos barris para refrigerar.

Em cima desses porões, eles plantavam castanheiros de folhas largas que proporcionavam a proteção perfeita do sol, e o cascalho também ajudava a manter a área fresca. Aproveitando a afinidade do homem com as árvores, as cervejarias começaram a criar áreas de parque com caminhos de cascalho e mesas de piquenique. Assim, surgiram os Biergarten, traduzindo: Jardim da Cerveja.

Em 1812, Maximilian I, então rei da Baviera, autorizou as cervejarias locais a comercializarem seus produtos diretamente aos consumidores, em áreas ao ar livre, entre junho e setembro, oficializando, assim, a existência dos Biergarten.  

O restaurante Hirschgarten em Munique é conhecido por seu Biergarten, provavelmente o maior do mundo com capacidade para 8000 pessoas, foi fundado em 1791.

Pröst!

Oktoberfest Blumenau: Você tem que ir!

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Eu tanto desejei ir ao Oktoberfest Blumenau que minha hora chegou!

Antes de começar, uma dica: se você puder, vá fora do feriado de outubro. Além de conseguir passagens mais baratas, e hotéis disponíveis, com certeza a festa estará um pouco mais vazia e transitável.

Fui em 2018, e foi minha primeira vez. Achei muitooooo lotado em determinado horário. Espero voltar, sim! Mas, fora do final de semana do feriado. Só para você ter uma ideia, no sábado, dia 13 de outubro, passaram mais de 70 mil pessoas por lá. É gente pra caramba!!!

Minha experiência

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Eu amei cada pedaço que eu pisei, cada banda que escutei, cada comida que comi, cada cerveja que tomei, cada detalhe que eu vi.

A estrutura

A festa acontece dentro do Parque Vila Germânica, que já é uma Alemanha a parte. Dá vontade de morar lá dentro. No parque, tem algumas casinhas de estilo alemão, onde funcionam algumas lanchonetes com comidas típicas, algumas cervejarias com chopes e lojas com souvenir como: camisas, canecas, tirantes, chaveiros, abridores etc.

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Segura mais essa dica: Antes de mais nada, se não tiver levado a sua caneca, compre uma lá (ou no centro) e um tirante, você vai precisar. Ah, pode entrar com canecas! Os chopes são servidos em copos de plástico e a probabilidade de alguém esbarrar e seu copo cair é de 90%. Com a caneca, você segura firme na alça e pode passar um trator, que sua cerveja vai no máximo respingar no chão. Vai por mim! E o tirante serviu para quando eu não queria ficar segurando a caneca vazia.

Outra dica: perto dessas casinhas do lado de fora do pavilhão (atrás do Bier Vila) tem banheiro com fila menor. Foi um achado da vida!

Dica exclusiva: Quer tomar alguma cerveja diferente, importada? Vai atrás do Bier Vila, tem uma janela onde eles vendem cervejas de garrafa. Fui lá só para tomar a Weihenstephaner. Que delícia! Foram 30 minutos de longos goles e pura felicidade sendo desengarrafada!

Voltando para o evento… Além desta parte externa com o pátio e as casinhas, o espaço conta com um parque de diversões do lado de fora, com acesso livre, onde as crianças e os adultos podem se jogar!

Além disso, a Vila conta com três enoooormes pavilhões + o espaço exclusivo da Eisenbahn (patrocinadora oficial do evento naquele ano), que além de vender somente os chopes da marca, tem a presença de mais uma convidada (nesse ano foi a Baden Baden, que tambpem faz parte do Grupo Heinken). Além das cervejas, tem o espaço das comidas e palco onde acontecem shows, o desafio do serrote (em que uma dupla tem que conseguir em menos tempo serrar um toco) e o desafio do chope de metro (que ganha quem acabar o chope – zero alcoól – de metro primeiro). Nos outros três pavilhões, acontecem também os shows principais, e as demais cervejarias da festa se dividem entre eles. Todos contam com banheiro.

Dica: Evite o banheiro do Pavilhão 1. É insuportável!

Ahhh, o banheiro. Pensa naquela vontade de fazer xixi… Não deixe ela chegar depois das 23 horas. É fato que você não vai aguentar. A minha única reclamação do evento é essa. Depois das 23h, as filas dos banheiros são enoooormes. Para você ter ideia, no primeiro dia, não fui ao banheiro. Mas eu sou E.T. pra isso, consigo beber litros e não ir ao banheiro, para compensar o marido que vai a cada meio copo…rs

Outra dica de banheiro: Na entrada , tem um container. A fila dele é menor. Vai por mim!

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O que mais amei, além da decoração espetacular, foi ver muitas pessoas entrando no clima da Oktoberfest. Com as roupas típicas, e aquele clima mais fresquinho te dá uma sensação boa de estar na Alemanha. Eu amo lugares que fazem questão de valorizar a cultura local. Não sei se é porque aqui, em Minas, não tem isso, de festas que represente a cultura local, mas é lindo ver toda aquela gente vestida a caráter (dava para ver quem era turista e quem não era). Todos fazendo os passinhos iguaizinhos e cantando todas as músicas, seja em alemão ou em alemonês (alemão+português), cantavam tudo!! E você vê na cara deles a felicidade de estar ali vivendo aquele momento em família ou entre amigos. Tem de tudo, idoso, adulto, jovem, criança, bebê. Ninguém pode ficar de fora, não! É uma tradição que passa por gerações.

Outro momento cultural do evento é o desfile que acontece na XV de novembro e acaba na Vila, toda quarta-feira à noite e aos sábados à tarde. Se chover ele é cancelado. E advinha minha sorte??? Lógico que choveu e não teve. Mas, se isso acontecer, não fique triste! No dia do cancelamento, acontece um mini desfile dentro dos pavilhões. É lindo! E tome mais surra de cultura local. Cada bloco fazendo sua dança, cantando sua música, é sensacional. Esse mini desfile já me arrepiou, imagina se eu visse o desfile original que acontece na rua. Eu mudaria pra lá!

Os shows

Acontecem shows o tempo inteiro em todos os pavilhões. Algumas bandas cantam músicas mais conhecidas brasileiras, mas todas tocam as clássicas da Oktoberfest tipo a “Ein prosit”, “Um barril de chope, é muito pouco pra nós” (essa eu dormi cantando, de tanto ouvir), “Jetzt Geht’s Los”, “Cuida bem da tua marreca”, “Zig-zag, zig-zag, Hoi hoi hoi” e por aí vai. Interagem com a galera, fazem passinhos é uma delícia tudo. Dá vontade de sair pulando junto.

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Para comer

As comidas presentes são as típicas alemãs. Não perdi a oportunidade, já que estava me sentindo na Alemanha. Comi o tradicional salsichão com mostarda, batata recheada com linguiça Blumenau, PRETZEL (que eu mais amo. Aliás, fiquei uma hora na fila para comer meu Pretzel giga – outro ponto negativo – a fila do Pretzel. Se gosta, já chega indo pra fila) e Hambúrguer com carne de Pato e Onion rings. Queria ter comido mais, mas não cabia…rs

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Para beber

Além dos chopes da Eisenbahn, estavam presentes diversas opções de cerveja artesanal. Cada uma mais gostosa que a outra. Todas com valor fixo de R$11, exceto pilsen que era R$8, eu acho. Não bebi pilsen, céloko, tanta coisa diferente pra beber. Deixei a pilsen para quando chegasse em BH!

Bebi chope de todas as cervejarias presentes. TODAS! Mas tive muito tempo para isso. Cerveja América, Antídoto Cervejaria, Eisenbahn, Bierland, Cerveja Blumenau, Das Bier Cervejaria, Hemmer’s Bier, Wunder Bier. Não vou destacar nenhuma aqui, porque gostei de todas que bebi.

Dica valiosa: Se você não gosta de local muitoooo abarrotado, tente ir mais cedo, contando que você possa sair até umas 23h30. A festa vai até às 5h, mas, depois das 23h30 tudo fica impraticável: andar, comer, beber, ir ao banheiro, calor. Mas não é por falta de organização não. É porque fica cheio mesmo. Mas, se você não importa. Se joga!

Outra dica: Se puder ir no final de semana fora do feriado, melhor ainda, aí acho que você pode até desconsiderar essa dica de antes das 23h30. Mas, não sei, pois, fui no feriado. Só tenho a visão de quem foi no feriado. Veja esta foto abaixo que fiz 00h da sexta-feira!

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E tome dica: Se você for da balada, à tarde, no Tunga Choperia, na rua XV de novembro, em frente a Havan, fica cheio de jovens fazendo o esquenta para o Oktoberfest. Como se precisasse, né? Mas é um Oktober (carnaval) a parte!

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Foto de 2015. Quando fui, em 2018, choveu muito no sábado e não tinha quase ninguém.

Tente aproveitar o máximo que você conseguir de tudo. Eu voltei com a coluna e pernas doloridas de tanto que andei (impossível achar lugar para sentar) e de tanto que aproveitei cada segundo desse feriado. Amei e já quero voltar!

Eu queria falar muito mais sobre todas as minhas impressões sobre o Oktoberfest Blumenau. Mas já começa a ficar cansativo para quem lê. Qualquer dúvida, pode me perguntar no Instagram @cervejeirauai que, se eu souber, respondo.

Pröst!!! E até breve Blumenau!!!

EISNENBAH

A Eisenbahn não é mais a cervejaria oficial da Oktoberfest Blumenau. O edital de licitação que fazia da marca a cervejaria oficial originalmente encerrou na edição de 2020.

A marca era a cervejaria oficial da Oktoberfest desde 2015. 

Oktoberfest 2022

A Oktoberfest de Blumenau vai acontecer entre os dia 5 e 23 de outubro de 2022.

Neste ano,  a Ambev foi anunciada como a cervejaria oficial da 37ª Edição da Oktoberfest Blumenau. Ela foi a única cervejaria que participou da licitação. Inclusive já comunicou que a Spaten foi a marca escolhida para representar a companhia durante a Oktoberfest.

Porém, não vai faltar opções.

Porém, não vai faltar opções.

Porém, não vai faltar opções. Ao todo, serão nada mais, nada menos, que 128 opções de cervejas de 17 cervejarias à disposição.

São desde tradicionais, como Bierland, Schornstein e Cerveja Blumenau, a novidades como Balbúrdia, Berghain, Borck, Segredos do Malte e Oma’s Haus, que integram um inédito consórcio de microcervejarias.

Além deles, a Ambev levará a Spaten (Alemanha), Patagonia (Argentina), Hoegaarden (Bélgica), Goose (EUA) e Colorado (Ribeirão Preto, São Paulo).

Todas as cervejas com preços pré-estabelecidos:

  • Pilsen – R$ 14
  • Especial – R$ 16
  • Superespecial – R$ 20

Para quem for, bom festejo!!

Oktoberfest: A maior festa da cerveja do mundo

Quando o mês de outubro é associado à cerveja, a gente não pensa em outra coisa que não seja Oktoberfest: a festa cervejeira mais famosa do mundo!

E que tal aprendermos um pouco mais dessa história?
Você sabe como surgiu esta festa tradicional?170613481-wiesn-oktoberfest-jahre-jubilaeumswiesn

Em 1810, o príncipe Ludwig (ou Luís), depois coroado como Luís I da Baviera, casa-se com a princesa Teresa da Saxônia-Hildeburghausen, em 12 de outubro de 1810. Todos os moradores de Munique foram convidados para a festa do casamento.  O evento, durou uma semana e aconteceu em um grande campo perto dos portões da cidade que, depois, foi batizado de Theresienwiese (Campo de Teresa) em homenagem à noiva.  Ainda hoje, é neste mesmo parque que acontece a Oktoberfest de Munique.

O sucesso da festa foi grande, que levou a novas edições todos os anos, sempre em outubro, virando tradição em Munique.

Desde 1872, a festa começa no sábado, depois de 15 de setembro (para aproveitar o resto do calor, já que outubro é frio na Alemanha), às 12 horas, com a tradicional cerimônia de abertura “O’zapft is” que significa “O barril está aberto!”. Essas são as palavras gritadas pelo prefeito de Munique todo ano e indica o exato momento em que se reinicia a festa de casamento celebrada há mais tempo no mundo. Nesse momento, o prefeito fica com um martelo de madeira na mão e com uma torneira. Bate o martelo na torneira em um barril de chope até estourá-lo e o chope sair. Aí sim, todas as cervejarias estão liberadas para começar a servir as cervejas. A festa se encerra duas semanas depois, no primeiro domingo de outubro.

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Curiosamente, a cerveja era proibida nas primeiras edições. A bebida só foi aparecer em 1918, mais de cem anos depois, e virou marca da festa. Hoje, Munique recebe 10 milhões de pessoas que bebem 7 milhões de litros de cerveja a cada Oktoberfest.

Outra curiosidade é que apenas seis fabricantes são autorizados a fornecer a bebida durante a Oktoberfest: Paulaner, Hofbräu, Löwenbräu, Spaten, Hacker-Pschorr e Augustiner. A honraria requer que todos os produtores se enquadrem em dois requisitos básicos: eles têm de respeitar a Lei da Pureza da Bavária, um tratado de regulamentação na produção de cerveja assinado em 1516, e devem concentrar a produção dentro do perímetro urbano de Munique.

Hoje, a cerveja oficial da Oktoberfest é a Festbier. Porém, isso só foi acontecer em 1990. Antes disso, a cerveja oficial era a Marzën.

Aqui, eu conto mais sobre as cervejas oficiais da Oktoberfest.

Cada uma das seis cervejarias tem seu pavilhão próprio na Oktoberfest, cada um com um público específico por tradição mesmo. No total, são 14 tendas/pavilhões. Cada um comporta entre 4 mil a 11 mil pessoas e são erguidos somente para a festa. Ah, e não precisa pagar a entrada na festa, apenas o que consome. Por isso, quando lota, eles fecham os portões. E tem mais, você só pode beber se estiver sentado dentro de alguma tenda. Do lado de fora é proibido beber.

Já ouvi dizer que não é uma festa muito organizada. É muita gente etc. Só indo para saber mesmo.

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Além da cerveja, a festa é marcada pela gastronomia, música, dança, artes cênicas, parques para as crianças e muita história contada e exaltada por um povo que faz questão de sair às ruas, ainda hoje, com trajes de época.

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As bandas, sempre tocam músicas tradicionais alemãs que agitam todos. De tempo em tempo, é tocado o refrão musical símbolo da Oktoberfest: Ein prosit, ein prosit der gemütlichkeit (um brinde, um brinde ao ambiente acolhedor). Neste momento, todos se levantam, erguem os copos, movimenta-os para os lados e brindam efusivamente, sempre olhando nos olhos dos companheiros, como manda a tradição alemã. Eles brindam sem dó, por isso os copos são de vidros grossos, bem resistentes.

Outra coisa que chama a atenção são as garçonetes que levam as enormes canecas cheias para as mesas. Algumas carregam até 12 de uma vez. Cê besta!

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Com a imigração dos alemães, a festa mais popular da Alemanha espalhou-se pelo planeta. Hoje, existe Oktoberfest em diversos países. A mais famosa do Brasil é a que acontece em Blumenau, Santa Catarina, considerada a segunda maior Oktoberfest do mundo!

Curiosidade atual: Foi aprovado no dia 15 de setembro de 2021, na Espanha, o registro da marca Oktoberfest, solicitada pela prefeitura de Munique, cidade da maior festa de chope do mundo. Essa decisão dá a Munique o poder de restringir legalmente cópias do festival. A medida, aprovada pelo EUIPO (Instituto de Propriedade Intelectual da União Europeia), foi motivada após Dubai anunciar que faria uma festa no mesmo estilo. E que seria a oficial de 2021.

No Brasil

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Vários estados realizam suas Oktoberfest. Porém, é a de Santa Catarina a mais famosa. A primeira edição aconteceu em 1984, por um motivo trágico. Naquele ano, a região do Vale do Itajaí ficou embaixo d’água devido às enchentes. Com isso, resolveram realizar, em Blumenau, uma edição da festa de Munique para resgatar a autoestima da população e ajudar no reaquecimento da economia. Em poucos anos, tornou-se o maior encontro de cervejeiros do país e uma das festas mais conhecidas entre os brasileiros, amantes ou não da cerveja.

chope metroA Oktoberfest de Blumenau se inspira na original, com bastante cerveja, além dos desfiles de grupos nacionais e internacionais, competições de tiro ao alvo, de cerveja em metro, no qual o candidato precisa beber quase um litro (de cerveja zero álcool) numa só golada e no menor tempo possível, apresentações musicais, paradas de carros alegóricos e gastronomia típica da Bavária. Algumas pessoas, também vão com roupas típicas da Bavária. Inclusive, para quem vai com os trajes conforme exigido pelo festival, tem a entrada liberada gratuitamente. A média é que 700 mil pessoas passem pelo Parque Vila Germânica todos os anos. Ah, e diferente de Munique, aqui a festa acontece em outubro mesmo, dura quase 20 dias e tem diversas marcas de cervejas.

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A Vila Germânica parece uma cidadezinha, com construções típicas alemãs.

Estive na cidade durante o Oktoberfest de 2018. Veja como foi minha experiência aqui Oktoberfest Blumenau.

Ein Prösit!!!