Oktoberfest: A maior festa da cerveja do mundo

Quando o mês de outubro é associado à cerveja, a gente não pensa em outra coisa que não seja Oktoberfest: a festa cervejeira mais famosa do mundo!

E que tal aprendermos um pouco mais dessa história?
Você sabe como surgiu esta festa tradicional?170613481-wiesn-oktoberfest-jahre-jubilaeumswiesn

Em 1810, o príncipe Ludwig (ou Luís), depois coroado como Luís I da Baviera, casa-se com a princesa Teresa da Saxônia-Hildeburghausen, em 12 de outubro de 1810. Todos os moradores de Munique foram convidados para a festa do casamento.  O evento, durou uma semana e aconteceu em um grande campo perto dos portões da cidade que, depois, foi batizado de Theresienwiese (Campo de Teresa) em homenagem à noiva.  Ainda hoje, é neste mesmo parque que acontece a Oktoberfest de Munique.

O sucesso da festa foi grande, que levou a novas edições todos os anos, sempre em outubro, virando tradição em Munique.

Desde 1872, a festa começa no sábado, depois de 15 de setembro (para aproveitar o resto do calor, já que outubro é frio na Alemanha), às 12 horas, com a tradicional cerimônia de abertura “O’zapft is” que significa “O barril está aberto!”. Essas são as palavras gritadas pelo prefeito de Munique todo ano e indica o exato momento em que se reinicia a festa de casamento celebrada há mais tempo no mundo. Nesse momento, o prefeito fica com um martelo de madeira na mão e com uma torneira. Bate o martelo na torneira em um barril de chope até estourá-lo e o chope sair. Aí sim, todas as cervejarias estão liberadas para começar a servir as cervejas. A festa se encerra duas semanas depois, no primeiro domingo de outubro.

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Curiosamente, a cerveja era proibida nas primeiras edições. A bebida só foi aparecer em 1918, mais de cem anos depois, e virou marca da festa. Hoje, Munique recebe 10 milhões de pessoas que bebem 7 milhões de litros de cerveja a cada Oktoberfest.

Outra curiosidade é que apenas seis fabricantes são autorizados a fornecer a bebida durante a Oktoberfest: Paulaner, Hofbräu, Löwenbräu, Spaten, Hacker-Pschorr e Augustiner. A honraria requer que todos os produtores se enquadrem em dois requisitos básicos: eles têm de respeitar a Lei da Pureza da Bavária, um tratado de regulamentação na produção de cerveja assinado em 1516, e devem concentrar a produção dentro do perímetro urbano de Munique.

Hoje, a cerveja oficial da Oktoberfest é a Festbier. Porém, isso só foi acontecer em 1990. Antes disso, a cerveja oficial era a Marzën.

Aqui, eu conto mais sobre as cervejas oficiais da Oktoberfest.

Cada uma das seis cervejarias tem seu pavilhão próprio na Oktoberfest, cada um com um público específico por tradição mesmo. No total, são 14 tendas/pavilhões. Cada um comporta entre 4 mil a 11 mil pessoas e são erguidos somente para a festa. Ah, e não precisa pagar a entrada na festa, apenas o que consome. Por isso, quando lota, eles fecham os portões. E tem mais, você só pode beber se estiver sentado dentro de alguma tenda. Do lado de fora é proibido beber.

Já ouvi dizer que não é uma festa muito organizada. É muita gente etc. Só indo para saber mesmo.

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Além da cerveja, a festa é marcada pela gastronomia, música, dança, artes cênicas, parques para as crianças e muita história contada e exaltada por um povo que faz questão de sair às ruas, ainda hoje, com trajes de época.

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As bandas, sempre tocam músicas tradicionais alemãs que agitam todos. De tempo em tempo, é tocado o refrão musical símbolo da Oktoberfest: Ein prosit, ein prosit der gemütlichkeit (um brinde, um brinde ao ambiente acolhedor). Neste momento, todos se levantam, erguem os copos, movimenta-os para os lados e brindam efusivamente, sempre olhando nos olhos dos companheiros, como manda a tradição alemã. Eles brindam sem dó, por isso os copos são de vidros grossos, bem resistentes.

Outra coisa que chama a atenção são as garçonetes que levam as enormes canecas cheias para as mesas. Algumas carregam até 12 de uma vez. Cê besta!

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Com a imigração dos alemães, a festa mais popular da Alemanha espalhou-se pelo planeta. Hoje, existe Oktoberfest em diversos países. A mais famosa do Brasil é a que acontece em Blumenau, Santa Catarina, considerada a segunda maior Oktoberfest do mundo!

Curiosidade atual: Foi aprovado no dia 15 de setembro de 2021, na Espanha, o registro da marca Oktoberfest, solicitada pela prefeitura de Munique, cidade da maior festa de chope do mundo. Essa decisão dá a Munique o poder de restringir legalmente cópias do festival. A medida, aprovada pelo EUIPO (Instituto de Propriedade Intelectual da União Europeia), foi motivada após Dubai anunciar que faria uma festa no mesmo estilo. E que seria a oficial de 2021.

No Brasil

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Vários estados realizam suas Oktoberfest. Porém, é a de Santa Catarina a mais famosa. A primeira edição aconteceu em 1984, por um motivo trágico. Naquele ano, a região do Vale do Itajaí ficou embaixo d’água devido às enchentes. Com isso, resolveram realizar, em Blumenau, uma edição da festa de Munique para resgatar a autoestima da população e ajudar no reaquecimento da economia. Em poucos anos, tornou-se o maior encontro de cervejeiros do país e uma das festas mais conhecidas entre os brasileiros, amantes ou não da cerveja.

chope metroA Oktoberfest de Blumenau se inspira na original, com bastante cerveja, além dos desfiles de grupos nacionais e internacionais, competições de tiro ao alvo, de cerveja em metro, no qual o candidato precisa beber quase um litro (de cerveja zero álcool) numa só golada e no menor tempo possível, apresentações musicais, paradas de carros alegóricos e gastronomia típica da Bavária. Algumas pessoas, também vão com roupas típicas da Bavária. Inclusive, para quem vai com os trajes conforme exigido pelo festival, tem a entrada liberada gratuitamente. A média é que 700 mil pessoas passem pelo Parque Vila Germânica todos os anos. Ah, e diferente de Munique, aqui a festa acontece em outubro mesmo, dura quase 20 dias e tem diversas marcas de cervejas.

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A Vila Germânica parece uma cidadezinha, com construções típicas alemãs.

Estive na cidade durante o Oktoberfest de 2018. Veja como foi minha experiência aqui Oktoberfest Blumenau.

Ein Prösit!!!

#TBT: Buller Brewing Co. – Cemiterio Recoleta (Buenos Aires)

O #tbt de hoje é de um lugar que conheci em Buenos Aires e que achei massa demais: a Buller Brewing Co., uma das pioneiras da cerveja artesanal na Argentina.

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Eles têm duas casas em Buenos Aires, mais a cervejaria que fica afastada da cidade.

Fui na que fica em Recoleta, que existe desde 1999 e é referência entre os bebedores de cerveja artesanal em Buenos Aires.

Achei muito lindo por dentro. Dá a impressão de estarmos em um container.

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Do lado de fora, o ambiente é mais gostoso ainda.

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As torneiras personalizadas são de dar inveja em qualquer pub.

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E os canos de inox, atrás das torneiras (lindos), indicam que o chope é tirado na hora, fresquinho.

Por falar em chope, a variedade da Buller é bem grande. São diversos estilos. Cada um mais gostoso que o outro e muito bem feitos. Qualidade boa. Quando fui, estavam engatados: Golden, Hefe Weizen, Honey, Amber Ale, IPA, Irish Red, Nitro Irish, Session IPA e Stout.

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Além dos chopes próprios, tinham chopes da Warsteiner (Alemanha) e Grolsch (Holanda). Todos os chopes são servidos em temperatura ambiente.

chopeEles têm um cardápio cheio de petiscos. Mas estávamos sem fome.

Fomos só para tomar alguns chopes, para dar uma refrescada. Afinal, tínhamos acabado de rodar por horas pelo Cemitério da Recoleta.

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Falando nele, esse será o ponto turístico desse #tbt.

IMG_7975A princípio achei meio estranho um cemitério ser um dos principais pontos turísticos de uma cidade. Mas, quando cheguei lá, entendi. Alguns túmulos são verdadeiras obras primas, outros são medonhos e alguns bem grandes.

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Ele é um dos cemitérios mais visitados do mundo, ao lado do parisiense Pere-Lachaise.

Sua fama é justamente pelo luxo das lápides e da ostentação dos túmulos, retrato do bom momento econômico vivido pela Argentina no início do século XIX. Atualmente acontecem poucos enterros no local devido ao pouco espaço livre disponível e o alto preço do terreno.

Cada proprietário deve pagar uma taxa mensal de administração. O metro quadrado mais caro da cidade está localizado dentro do Cemitério da Recoleta. Que coisa, não?!

20180412_155242A cidade de mortos dentro de uma cidade foi construída em 1822, como o primeiro cemitério público da cidade. Porém, com o tempo, o bairro começou a tornar-se de “classe alta”, e o cemitério converteu-se no local preferido para enterros das famílias com mais posses.

Encontram-se túmulos de personalidade que participaram da história argentina, como importantes políticos (Evita Perón), escritores (Silvina Ocampo e Adolfo Bioy Casares), médicos, artistas, prêmios Nobel (Carlos Saavedra Lamas e Luis Federico Leloir), esportistas e empresários.

No total, são mais de 4.000 abóbadas e mausoléus de mármore decorados com estátuas e outros detalhes, que se encontram em ruas estreitas, nos dão a impressão de estarmos em uma cidade (sombria).cemiterio recoleta

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O cemitério fica cheio de gente transitando para conhecer aquela ostentação. Todos procuram pelo túmulo da Evita. Não existem placas indicando. Tem que dar sorte de achar. Achei, e não tem nada demais nele. É de granito e está cheio de flores e placas de homenagem.

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O que achei mais cabuloso foi o túmulo de Liliana Crociati. Li que ela morreu numa avalanche durante sua lua de mel na Áustria. No mesmo dia, separado por mais de 14 mil quilômetros de distância, seu cachorro Sabú também faleceu. Seu pai fez um mausoléu que imita o quarto que Liliana tinha em vida. Sua escultura é a única do cemitério acompanhada por um cachorro.

Aiêê! Eu não gostaria de ver essa estatua de alguém da minha família assim.

Se deixar, conto história aqui até amanhã!

Espero que tenha gostado!

#TBT: Cerveza Antares – Plazas Buenos Aires

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O #tbt de hoje é com essa cervejaria artesanal argentina: a Cerveza Antares, que nasceu em Mar del Plata, em 1998, e está muito presente em Buenos Aires. Todo lugar que fui na capital, ela estava presente.

Atualmente, a cervejaria Antares ocupa a posição de liderança no mercado de cervejas artesanais na Argentina. Já está sendo exportada, inclusive, para o Brasil.

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A variedade de estilo deles é enorme. Vai das clássicas como Pilsen, Kölsh e Porter, às especiais como a Barley Wine e a Russian Imperial Stout. Têm algumas envelhecidas e outras sazonais. Ou seja, eles estão bem avançados quando o assunto é variedade.

Outra curiosidade: Eles fizeram a primeira cerveja argentina com água do mar. Pode isso, produção?

O nome Antares se refere à estrela mais brilhante da constelação de Escorpião, usada por séculos por navegadores de alto mar para guiar seus destinos. Que é o significado da cerveja para seus proprietários.

Além das duas fábricas, eles possuem 53 franquias. Penso que essas franquias seriam bares que levam o nome da cervejaria.

Eu estive na unidade de Palermo, em Buenos Aires.

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Com um espaço enorme, uma decoração bem moderna, remetendo à moda cervejeira e roqueira.

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Achei linda a chopeira com aquelas 10 biqueiras gritando “me chama!”.

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Em baixo da chopeira, as portas do freezer com o rótulo das cervejas e, atrás, os fermentadores de inox deram um charme a mais. Muito bem planejado.

stout-antares.jpgNo cardápio, haviam 12 chopes da  Antares, ou seja, para se perder. Então fui nos estilos que gostava mais como a Kölsh e a Stout. Os chopes são muito bem feitos. Deliciosos! Experimentei a IPA também. As IPAs argentinas não são tão amargas quanto as daqui. Me agradaram…rs

Para comer, era opção que não acabava mais. Desde petiscos à sanduíches e pizzas.

Nós pedimos almondegas com rúcula e pomarola porter; queijo frito, que também tinha rúcula e massa de tomate.; mexilhões gratinados; e empanadas de carne picante, que também vinha com rúcula. Que coisa, né? Nunca comi tanta rúcula em um bar! Aliás, nunca comi rúcula em bar. Mas tava valendo!

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Os pontos turísticos de hoje são duas lindas praças de Buenos Aires.

A Plaza Libertador General San Martín é uma enorme praça, com muita árvore, muito verde, que fica na região central de Buenos Aires.

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No meio da praça tem um monumento em homenagem ao General José de San Martín, herói nacional responsável por campanhas decisivas para a libertação argentina do domínio espanhol, além do Monumento a los Caídos, memorial aos soldados mortos na Guerra das Malvinas de uma escultura de mármore que representa um jovem em atitude de dúvida perante a bíblia: La Duda (A Dúvida).

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Por lá, ficam diversas pessoas, sentadas nas gramas, nos bancos passando o tempo. É uma delícia.

Em frente à praça, fica a Torre Monumental (Torre de los Ingleses). Um monumento doado por residentes britânicos na Argentina por ocasião do centenário do primeiro governo de origem, em 1910.

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O relógio é uma versão menor do Big Ben, localizado na sede do Parlamento britânico, em Londres. Dá para subir na Torre e ter uma visão linda dos arredores. Mas não subimos.

O outro ponto é a Plaza Alemania. Uma praça grande e linda! Que dá vontade de ficar lá para sempre. Parece realmente, os bosques de Berlim.

No centro dela, fica a fonte “Riqueza Agropecuária Argentina”, doada pela comunidade alemã, em 1910.

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Tudo lindo!

Beerstock Pub: Rock clássico e chope artesanal em um ambiente para todos

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A dica que vou dar hoje tem diversidade de chope para ninguém colocar defeito: o Beerstock Pub.

O pub tem um espaço muito bom, composto de diversos ambientes. Tem o espaço externo com mesas ao ar livre, que aceita pets, e tem um enorme espaço interno dividido entre área de jogos com sinuca, espaço kids e a parte principal onde ficam as mesas, o palco (onde bandas se apresentam às sextas e sábados), as torneiras, enfim, onde o pub acontece.

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O local: É uma casa bem descontraída, com decoração voltada para os amantes de futebol e do rock.  O pessoal é bem animado. O estilo de música que dita o ritmo do pub é claro que é o rock e o pop rock.  É indicado para turmas, casais, jovens, adultos e para famílias também. Quando fui tinham muitas crianças que corriam e brincavam pela casa com liberdade. Achei bacana!

Para beber: Dá para se perder. São 20 torneiras com os mais diversos estilos de chope artesanal de cervejarias mineiras! Além de poder beber lá, você pode levar seu chope para a casa.  Os valores dos de 500 ml variam entre R$11 (Pilsen) a R$39 (NE Triple IPA). Achei salgadinho os preços, mas você paga por produto de qualidade excelente.

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O esquema lá é quase um self-service de chope. Pois você que tem que ir buscar o seu chope. Tudo é anotado na comanda e pago no final. O garçom só leva os petiscos.

Eu fiquei bem na dúvida de qual beber. Fui de Hop Lager, da Falke Bier; APA da Antön Beer; e Dry Stout, da Cervejaria Vinil.

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Além dos chopes, a casa tem, algumas long necks, drinks, vinhos, doses e bebidas não alcoólicas.

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Para comer:  O cardápio tem opções para todos os gostos.  As opções incluem pratos individuais e para compartilhar, entre carnes, espetos, petiscos, sanduíches e sobremesas. A batata frita é caseira (que ganham 100 pontos com a gente). Além da batata, pedimos o croquete alemão. Muito bom!

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20190914_222944.jpgA casa contém lojinha de suvenirs e itens cervejeiros como canecas, copos, growlers e camisas.

Adorei conhecer o pub, a recepção foi excelente, atendimento de primeira, assim como os chopes e os pratos. Já quero voltar!

Beerstock Pub
Av. Aggeo Pio Sobrinho, 20
Buritis, Belo Horizonte- MG
Instagram: @beerstockbh

Tijucana Pub: A casa do chope artesanal em Diamantina

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A dica de hoje para beber artesanal vai viajar para o interior mineiro novamente.

A dica da vez é o Tijucana Pub, Restaurante e Growler Station da Cerveja Arte Tijucana, de Diamantina.

Inaugurado neste ano, 2019, o pub é um achado! Andando pelos becos da cidade de Diamantina, você avista uma portinha com o nome do pub. Ao entrar, você não acredita no tamanho do pub. Por ser em Diamantina, o pub é bem espaçoso.

O local

A iluminação baixa dá um charme dos pubs ingleses, além da manutenção da estrutura antiga, que nos remete às casas históricas.

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No palco, toda semana se apresenta uma boa banda, tocando o melhor do rock nacional e internacional. O som é bem alto, talvez, por isso, não seja um lugar apropriado para levar crianças e também não dá para conversar quando a banda está no palco. Aproveite para curtir o som!

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Por lá, estão grupos de jovens, adultos, casais, todos com o objetivo de se divertir e aproveitar tudo que a casa tem de bom.

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O atendimento é excelente. Os garçons são super solícitos e animados, sem contar a cordialidade de um dos sócios-proprietário, Renato.

A casa tem uma vista privilegiada para a principal praça da cidade, a Praça do Mercado Velho. Delícia demais, pegar uma mesa na janela e sentir o clima diamantinense.

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Para beber

Humm.. e para beber não poderia ser diferente, muito chope e cervjejas artesanais. São 15 torneiras com chope das mais diversas cervejarias mineiras e dos mais variados estilos. De Pilsen a IPA.Os valores variam de acordo com o estilo. As de 500 ml vão de R$11 a R$17.  Além dos chopes e cerveja artesanal em garrafa, eles servem drinks, vinhos, cahcaça, whisky, água, suco e refrigerante.

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Eu fui e King’s Cross, uma Pale Ale da Verace, Dunkel da Krug Bier e Hop Corn, uma IPA da Wäls.

Para comer

A casa oferece diversas opções para tira-gosto. Tem prato com comida brasileira,  americana e alemã.

Aos sábados, eles servem uma deliciosa feijoada. Hummm.

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Se tiver passeando por Diamantina, não deixe de conhecer o pub, além de tomar belas artesanais no local, você também pode encher seu growler para levar pra casa. Fica a dica!

Bora lá?!

Tijucana Pub
Rua Maria Leopoldina, 160
Diamantina – MG
Intagram: @cervejaartetijucana

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#TBT: On Tap Craft Beer – Escuela Presidente Roca (Buenas Aires)

No #tbt de hoje eu não vou falar de uma cerveja mas de uma cervejaria em Buenos Aires muito descolada e com chope artesanal para mais de metro!

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É a On Tap Craft Beer, uma cervejaria que oferece 20 rótulos de cervejas artesanais a maioria da argentina e uma ou outra de fora. A On Tap tem dez, eu disse 10, unidades espalhadas por Buenos Aires. É coisa demais. Eu fui na de Palermo.

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O local é pequeno, tem mesas dentro, cadeiras no balcão e mesas do lado de fora. Além de um mesão central compartilhada, onde tem um telão com futebol passando.

O público é bem jovem e animado. E, como na maioria dos pubs de Buenos Aires, eles têm o esquema de Happy Hour. Em um intervalo de tempo, os chopes ficam mais baratos. Assim, a casa fica lotada!

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O esquema lá é pagou, pegou a ficha e retirou no balcão. Talvez para não perderem o controle já que a casa fica cheia e muita gente em pé do lado de dentro e de fora.

Quando chegamos não tinha mais mesa, sentamos no balcão mesmo, por isso é bom chegar cedo.

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Com esse tanto de torneira, ficamos perdidos sem saber qual pedir. Todos têm o mesmo valor, só varia se é uma pint (pinta como eles dizem) ou meia pint. Experimentamos diversos chopes. Eu dou um destaque para a Red Daniel’s, da cervejaria Duke, uma Irish Red Ale feita com Jack Daniel’s. Uma delícia superalcoólica. Gostosa demais! Eu não sou fã de whisky, mas o aroma e o gostinho amadeirado desse chope me conquistou. Queria trazer, mas só tinha on tap. Ah, lá tem drinks também, mas não experimentei nenhum.

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Para comer, nós pedimos frango frito com molho de cerveja e de ervas. Estava gostoso, mas, uma coisa que me incomodou em Buenos Aires é a falta de sal na comida. Tive que tacar sal no frango, porque nem o molho o salgava. Fora isso, estava bom. Além de petiscos, eles servem hambúrgueres com batata frita.

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Se tiver indo para Buenos Aires, essa casa é uma parada obrigatória. Coloca aí no roteiro e conheça mais das cervejas locais!

Para saber mais: http://www.ontap.com.ar


O Ponto Turístico que escolhi é só uma passada para tirar foto mesmo.

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Quem passa em frente, nem imagina que ali seja uma escola. Mas é sim, nesse templo grego habita uma escola pública primária. A Escuela Presidente Roca foi inaugurada em 1903, como parte de uma ação estatal contra o analfabetismo.

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Ela fica ao lado do Teatro Colón. Então é quase uma passagem obrigatória. Vale a pena parar para tirar uma foto.

Cerveja Blumenau: Do tour ao bar da fábrica

O Onde Beber Artesanal vai para Blumenau, Santa Catarina.

Se você está indo para Blumenau, agarra essa dica!

Não deixe de conhecer a Cervejaria Blumenau. Ela nos oferece uma experiência completa desde um tour guiado na fábrica à degustação de suas cervejas em um bar próprio.20181012_123739Ela é uma cervejaria nova, sua fábrica foi inaugurada em 20 de setembro de 2016. Hoje, conta com 14 rótulos de cerveja e um licor. É muito estilo diferente.linha-cerveja-blumenauFalando nisso, foi a Cervejaria Blumenau quem fez pela primeira vez o estilo Catharina Sour, estilo que foi catalogada pela Beer Judge Certification Programa (BJPC), respeitada e mais importante instituição internacional de juízes da bebida. Na prática, o Brasil agora tem, oficialmente, o seu primeiro estilo próprio de cerveja, que pode ser julgado em concursos do mundo inteiro.

A Cervejaria Blumenau traz em seu nome o amor pela cidade. Tanto que seu slogan é “Uma cidade apaixonada por cerveja só poderia dar nome a uma cerveja apaixonada por uma cidade.”. E seus rótulos, todos fazem menção a algo da cidade.

Voltando para a cervejaria, nós chegamos bem cedinho para poder fazer a visita na fábrica. Enquanto esperávamos o responsável por nos apresentar a fábrica, degustamos todos, eu disse, todos os rótulos. Fiquei até com medo de já começar a visita alterada…rs. Mas deu tudo certo. Todos atendentes são supersimpáticos.

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Durante a visita, percorremos toda fábrica. O responsável começou falando sobre a história da cervejaria. Em seguida, nos explicou todos os processos de produção das cervejas, desde a seleção dos ingredientes ao envase. A visita durou cerca de 30 minutos.

Depois da visita, fomos para o bar da fábrica que fica anexado à fábrica.

Bar da Fábrica

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O local: o bar tem uma parte de parede de vidro que tem vista para a fábrica. Tem mesas nesse ambiente ou do lado de fora.

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Além de muita cerveja e comida boa, por lá, você encontra uma loja da marca. Com cervejas para levar e souvenir como: garrafas, camisas, bonés e outros.

Para beber: O bar serve todos os rótulos da cervejaria. Você fica até perdido, pois são 14 torneiras com todos os estilos. Para tentar te ajuda, o cardápio fala sobre os rótulos e sua descrição sensorial, dá dicas de harmonização para cada cerveja, a temperatura correta de cada e o tipo de copo em que ela deve ser servida.

E não é que eles respeitam cada copo e estilo? As cervejas que pedimos, vieram em seus respectivos copos. Veja aí o que tomamos. Todas muito gotosas!

Para comer: O cardápio tem com comidas típicas alemãs. Só coisa gostosa. Se você gosta muito dessa comida, tem uma opção de pagar um valor fixo e poder comer à vontade, durante o almoço, em um self-service. Por lá tem salsichões, joelho de porco, chucrute (repolho) etc.

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A experiência é completa. Passamos a manhã toda lá. Ahh, recomendo chegar cedinho, já que por volta das 11h já está bem lotado.

Adorei tudo por lá! Não deixe de colocar a cervejaria em seu roteiro!

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Cervejaria Blumenau
Rua Arnô Deling, 388 – Itoupavazinha
Blumenau /SC
http://www.cervejariablumenau.com.br
@bardacervejablumenau

Stadt Jever – o pub alemão e casa da Wäls (BH)

Como você vai ver logo abaixo, essa foi a primeira dica que dei no Onde Beber Artesanal em BH. Passando aqui novamente (novembro de 2024) só para atualizar que as cervejas não são mais da Wäls, mas, sim, da própria Stadt Javer. Os pratos continuam parecidos.

Seguem algumas fotos atuais, em seguida, fique com o texto original de 2018.


Na primeira dica do “Onde Beber Artesanal (O.B.A.)”, vou falar sobre um pub essencialmente alemão, o Stadt Jever.

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Por lá, encontramos pessoas das mais variadas idades e estilos: turma de adolescentes, de adultos, famílias reunidas e casais.

O ambiente do pub é propício para qualquer tipo de encontro. E a decoração tanto interna, quanto externa é típica dos pubs alemães, deixando o local ainda mais atraente. Tem mesinhas pequenas, mesões compartilhados, tipo daqueles biergarten alemão e, para quem curte, também tem a opção de “tomar uma” no balcão. Parece uma casa cheia de cômodos, um pouco escura, porém, nada que incomode.

São mais de 30 anos de história e experiência de sobra!

Então, vamos ao que interessa!

◊Para beber: Como a casa passou a ser administrada pela Cervejaria Wäls, lá é servido somente chopp Wäls. Se tiver alguma dúvida sobre qual estilo pedir, pode perguntar para o garçom que ele vai te ajudar. Destaque para o garçom Valdir, muito atencioso.

Fui de Verano (Pale Ale), 42 (Saison) e fechei com Petroleum (Russian Imperial Stout). 🙂

◊Para comer:  Para quem gosta de comida germânica, este é o lugar ideal. Os pratos harmonizam com os tipos diferentes de chopps. São tantas opções de petiscos, que a gente ficou muito na dúvida do que pedir. Fomos de Kassler (carne de porco) à palito com fritas. Quando o prato chegou, meu Deus! Porção gigante, diferente de muitos restaurantes /bares por aqui, em BH. Além de farta, estava uma delícia. Pedimos também o molho curry e a mostarda da casa. Fechou! Não deixe de pedir esses molhos.

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◊$:  Os preços praticados pela casa são normais, nem muito caro, nem muito barato. Nada de diferente do que é cobrado nos restaurantes/bares de BH. Caso queira saber os valores, no site do Stadt Javer tem o cardápio com os preços. Isso eu achei muito legal, também. Assim, você não é pego de surpresa.

◊Extra: Além de todos esses pontos, o atendimento da casa é ótimo. Os chopps chegavam gelados e rápido, com um dedo de espuma, como eu pedia. A porção foi rápida, também. Com destaque para o garçom Valdir, que foi superatencioso com a gente.  O único ponto negativo que achei foi o banheiro. Faltava papel higiênico e tinha papel “sujo” transbordando para fora da lixeira.

A casa também tem um jukebox para você mesmo escolher as músicas que quer ouvir no pub. E, no dia que fomos, a galera estava inspirada!

Então é isso. Fica esta dica para quem vem ou mora em BH e que gostam de viver novas experiência. Pröst!

♦ Stadt Javer
Av. do Contorno, 5771 – Funcionários – BH
www.stadtjever.com.br