Dicas de cervejas para beber na Primavera

A primavera esta aí e, com ela, chegaram os dias mais longos e coloridos. Não sei vocês, mas esse clima me deixa mais animada e com uma vontade danada de abrir aquela cerveja no fim do dia.

Para facilitar sua vida, trouxe aqui OITO dicas de cervejas mineiras que combinam com essa estação deliciosa!

Anota ai:
–  Abaporu – Cervejaria Verace – Estilo Catharina Sour: leve, refrescante, ácida e leva frutas.
– Lemon – Slod – Estilo American Wheat: Refrescante, cítrica e aromática.
– Áustria Hefe Weizen – Krugbier – Estilo Weiss (Cerveja de Trigo): refrescante, pouco amarga, com aroma remetendo ao cravo e banana.
–  Sapiens – Rupbeer – Estilo American Pale Ale (APA): equilibrada e com médio amargor.
– Session Citra – Wäls – Estilo Session IPA: leve, porém com a presença do lúpulo trazendo notas cítricas marcantes.
– Rancor – Krugbier – Estilo India Pale Ale (IPA): Aromática, refrescante, lupulada e amarga.
– Newbie – Prussia Bier – Estilo New England IPA: superaromática, frutada e alcoólica.
– Monasterium – Falke Bier – Estilo Tripel: intensa, encorpada, frutada e alcoólica.

Mas, como sei que a maioria dessas cervejas não se acha em todo o Brasil, convidei a sommelière, Carol Jandoso*, para dar umas dicas gerais de cervejas ideais para se tomar na primavera!

Confira!

carol

As estações do ano influenciam muito nos nossos hábitos. Aquela sopinha de legumes do inverno já não parece tão apropriada para os dias ensolarados como os que estamos vivendo e aquela Imperial Stout deliciosa, com a chegada da primavera, está dando espaço para cervejas mais leves e refrescantes.

Essa sazonalidade não é de hoje. Os Bávaros têm orgulho de dizer que a cerveja é item indispensável em sua alimentação diária e que a única coisa que muda com o tempo é o tipo de cerveja escolhida, dependendo da estação, claro. No verão, as Weizenbier estão por todas as partes, espalhando seus aromas frescos de banana e cravo e refrescando o paladar com sua efervecência. O outono traz cervejas um pouco mais escuras e levemente mais potentes. Com a diminuição das temperaturas há um aumento no teor alcoólico, no início do inverno, os Bávaros escolhem Bocks para a ceia de Natal e nos dias mais frios embalam as noites com densas Doppelbocks. Agora, na primavera, é época das cervejas de outubro, as Oktoberfest.

A primavera chega renovando as coisas e trazendo com ela as Maibocks, uma bock clara, cerveja um pouco mais sequinha que as bocks escuras e que podem apresentar um perfil de lúpulo floral delicado e sútil.

Como pensar em primavera sem lembrar de flores e frutas aromáticas? É quase uma sinestesia, um cheiro colorido.

Historicamente os cervejeiros foram adaptando suas levas para oferecer o produto sensorialmente mais adequado para as condições climáticas, e por sua vez as condições climáticas influenciavam nas características sensoriais do produto. Temos como exemplo disso as Lambics que tradicionalmente são produzidas durante o inverno para consumo na primavera e no verão. As temperaturas amenas no início do inverno permitem a fermentação espontânea mais controlada, gerando uma cerveja mais agradável. Se o Master Blender for bom, o cervejeiro responsável pelas combinações de diferentes levas de Lambic para atingir a combinação perfeita, teremos uma cerveja refrescante e muito propícia para os dias mais quentes da primavera.

Agora vamos ao que interessa! Depois de todo esse papo de história da cerveja já estou com sede!

É com a acidez das Lambics que gostaria de começar as minhas indicações. Uma Fruit Lambic, como uma Kriek (cerejas), por exemplo, é uma ótima acompanhante para degustar com um chocolate branco, limpando o paladar e complementando o chocolate, dando a sensação de uma trufa de frutas vermelhas.

Ainda na temática “azedinhas” temos o primeiro estilo brasileiro, as Catharinas Sour, que são cervejas ácidas que levam frutas aqui das terrinhas tupiniquins. Uma boa cerveja desse estilo é capaz de acompanhar um queijo brie, neutralizando um pouco a gordura e a fruta escolhida funcionará como uma geleia, tipicamente servida junto ao queijo.

Mas nem só de acidez se vive uma primavera. Se você não abre mão de um IPA pode se aventurar tanto no mundo das Session IPAs, versões mais contidas de seu estilo original, quanto pode enveredar nos caminhos das ultra-aromáticas New Englands. Nessa categoria, encontramos cervejas tão cheirosas que muitas vezes, de olhos fechados, fica complicado identificar se é um suco de frutas tropicais ou uma cerveja. Aqui, só devemos tomar cuidado com o teor alcoólico, às vezes, uma cerveja muito potente, pode ser difícil de degustar nos dias mais quentes.

Pra finalizar, gostaria de dizer para que deixe sua imaginação fluir e seja levado pelos mais diversos estilos e sensações, faça suas apostas e avaliações. Para isso, vou deixar mais algumas dicas:

– Se está buscando acidez e refrescância, fora as Lambics e as Catharinas, aposte por exemplo em uma Gose, salgadinha e azedinha.

– Se as notas cítricas e resinosas te agradam mais, aposte em Session IPAs, Americans IPAs, White IPAs, NEs, APAs.

– Se você for um fã incondicional da escola Belga, pode escolher passar um momento ao lado de uma boa Saison, Blonde Ale ou Belgian Pale Ale, com suas inconfundíveis notas de condimentos e frutas.

– A Escola Alemã também é uma ótima opção quando estamos falando de cervejas leves. Estilos como Kölsch, German Pils, Bohemian Pilsner e Münich Helles são boas opções para a nossa primavera.

– Se você é um amante das cervejas de trigo, pode continuar degustando da sua Weiss em seu copão e, se quiser variar, pode apostar em uma Witbier ou American Wheat Beer e adicionar citricidade e um pouquinho mais de refrescância.

É isso! Lembre-se de se permitir testar e escolher seus estilos prediletos e não deixe de me contar como foi a experiência!

* Carol, além de Sommelière, é Bióloga e Mestre em Estilos. Nascida em Piracicaba, já trabalhou com produção de cervejas, treinou equipes de diversos bares e restaurantes, promoveu cursos e degustações guiadas e viajou por mais de 20 países, sempre buscando novas experiências e sabores que a fermentação pode oferecer. Veio para BH recentemente em busca de conhecer a cena cervejeira do que chamam de “a Bélgica brasileira”. Confira seu insta: @carolsommelier!

Espero que tenham gostado e aprendido um pouco mais sobre este vasto mundo das cervejas artesanais. 

Ouro Preto e suas riquezas acompanhadas de muitas cervejas artesanais

Gosta de bater perna e conhecer muitos pontos turístico?

Ouro Preto é o lugar certo. É a cidade histórica mineira que mais tem lugares para se conhecer. Em cada esquina é um aprendizado. Então, se planeje, prepare-se e se perca na cidade.

Quantos dias ficar: Para conseguir visitar tudo, eu diria que três dias é o ideal. Mas, caso você tenha menos tempo, como eu fui (fiquei por 2 dias), foque nos principais que não vai se arrepender.

A antiga capital do estado é riquíssima em história, com isso, atrai muitos turistas. Então, prepare-se, em qualquer ponto turístico que for vai ter muitos turistas curiosos como você querendo saber de tudo e tirar foto de tudo. A cidade é mega movimentada, muito carro, muita gente, afinal, além de turística, Ouro Preto também é uma cidade universitária.

Então, prepare uma roupa bem leve e o TÊNIS, pois os morros da cidade são bem caprichado e mata qualquer atleta de plantão. E, se está pensando em rodar de carro, sem chance, não é fácil achar lugar para parar em todos os locais. Então, deixe o carro em um lugar central e fé na sua canela. Bora!

Espera ai! Antes, não posso deixar de falar que, no caminho para Ouro Preto já tem uma parada obrigatória. O Museu Jeca Tatu, que fica na estrada, em Itabirito. É um museu de quinquilharia. Tem tudo que imagina, desde latinha antiga de cerveja à máquina de escrever.

Museu Jeca Tatu

Além da atração cultural, conta também com uma lanchonete com o famoso pastel de angu, em vários sabores, e um delicioso cafezinho mineiro. Não deixe de comer o pastel. É delicioso.

Ainda tem uma área externa coberta, onde podem ser realizados eventos e um cinema (que foi reformado pelo Luciano Huck, através do quadro Quinquilharia, do Caldeirão do Huck). Além disso, na porta do museu, fica uma Jardineira Biblioteca, o monumento do Cristo Redentor, entre muitas curiosidades. As placas na estrada indicam o Pastel de Angu.

Voltando para Ouro Preto… seus conjuntos arquitetônicos do estilo barroco bem preservados é de ficar paralisado. Não à toa, foi a primeira cidade declarada como Patrimônio Cultural da Humanidade em 1980, pela UNESCO.

O que fazer:

– Praça Tiradentes. Comece por ela, já que, aqui, concentram restaurantes, cafés e alguns pontos turísticos de Ouro Preto. Também há diversos guias se oferecendo para fazer os passeios. Eu fiz o meu próprio roteiro, então não precisei de nenhum guia.

Praça Tiradentes

No centro da praça, fica o monumento a Tiradentes, instalado em 1894. Trata-se de uma homenagem ao sacrifício do alferes na Inconfidência Mineira.

Ali, também fica o Museu da Inconfidência, antiga sede da Casa da Câmara e a Cadeia de Vila Rica. No museu, encontra diversos artigos referentes à Inconfidência Mineira, importante movimento para Minas Gerais e o Brasil.

Observação: Todos os pontos turísticos (museus, igrejas) cobram para entrar. Mas, o valor é bem simbólico.

– Igreja Nossa Senhora do Carmo. Fica atrás do museu. É uma das obras do arquiteto Aleijadinho. Anexo ao terreno, fica o Museu do Oratório, que expõe grande variedade de peças religiosas.

– Feira do Largo de Coimbra. Descendo, próximo à praça e em frente para a Igreja de São Francisco de Assis, está essa famosa feirinha. Por lá, você encontrará grande variedade de peças de artesanato local, especialmente em pedra sabão.

– Igreja de São Francisco de Assis. Uma das obras mais importantes de Aleijadinho, essa Igreja está entre as mais visitadas de Ouro Preto e é um grande símbolo do barroco e rococó mineiro. Além de Aleijadinho, a Igreja conta também com trabalhos de Mestre Ataíde. Não entrei. Mas, dizem que é linda. Já estava cansada, tanto que, aqui, encerrei meus passeios desse dia (começamos as visitas à tarde).

– Mina do Chico Rei. Começamos a manhã nessa Mina. Tem algumas Minas em Ouro Preto. Como as visitas são muito semelhantes, escolhi ir nessa. A visita é guiada por uma escavação subterrânea onde o personagem real conhecido como Chico Rei, trazido do Congo como escravo trabalhou explorando-a até comprar sua carta de alforria e, depois, comprou a própria mina, durante o ciclo do ouro no Brasil Colonial.

Durante a visita, é contada muita história daquela época. Muito interessante. Só não indico para quem tem fobia de lugar fechado. Chega uma parte que é bem estreita e dá uma agonia.

– Casa do Aleijadinho. Perto da Minas, fica uma casa escrito “Casa do Aleijadinho”. É uma casa da época do Aleijadinho, que está quase toda preservada na originalidade. A certeza que se tem até hoje é que o sobrado serviu de moradia aos pais do artista. Não existe nada que comprove que ele nasceu ou viveu ali.

Não tem muita coisa interessante, mas, destaco a cachaça que vendem lá. A melhor cachaça que já tomei na minha vida. Tem fama internacional. É vendida em diversas garrafas, inclusive de pedra. Pode experimentar, é servida geladinha, muito boa. Trouxemos uma garrafinha de 330ml, pois é bem cara! Mas, compensa.

– Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar. Muito grande. Erguida no início dos anos 1700, é uma das mais luxuosas da cidade. A ornamentação da igreja leva mais de 400 kg de ouro e 400 kg de prata, fora as centenas de anjos esculpidos. Ao entrar, o ouro já reluz! Estima-se que a igreja esteja entre as que mais receberam ouro em sua decoração em Minas Gerais e no Brasil.

– Igreja de Nossa Senhora do Rosário. Escravos adeptos ao catolicismo construíram essa igreja no final dos anos 1700 e inícios dos 1800. Por isso, também é conhecida como Rosário dos Pretos. O destaque dela é pela fachada que é curva.

Igreja Nossa Senhora do Rosário – Foto por: Ane Souz

Onde beber: À noite, a cidade acalma. Os bares ficam espalhados entre o centro e os bairros. Claro que só escolhi lugar com cerveja artesanal e já falei sobre esses dois lugares aqui na minha coluna “Onde Beber Artesanal”. Detalhe que você encontra a Ouropretana por toda cidade, em vários bares, lojas e restaurantes. Então é super fácil achá-la.

Vamos para as minhas dicas.

– Loja da Fábrica Ouropretana: É um bar com um espaço aconchegante e confortável. Além de muitos tira-gostos gostosos a casa conta com diversos estilos de cerveja própria e algumas convidadas. E agora eles também estão com gin próprio. Eu já falei tudo sobre o Loja da Fábrica Ouropretana aqui.

– Latitude 20º: Outro bar com cerveja artesanal própria é o Latitude 20º. É um bar supersimples, com petiscos gostosos, caseiros, e várias biqueiras com cerveja própria e convidadas. Fora a vista que é maravilhosa. Também já falei da Latitude 20 aqui.

– Republica Cervejaria: Essa eu não conheci porque ainda não existia quando fui. Mas, já quero conhecer.  Foi inaugurada em fevereiro de 2020. É a primeira tap house multimarcas e steak bar da cidade. São 30 torneiras com chopes de MG e do Brasil. Além de cervejas premiadas, eles oferecem boa gastronomia e música de qualidade.

As cervejas artesanais locais: Ouropretana, Latitude 20º, Thoruna Beer, Fuzessy Bier e Cervejaria Acadêmica.

Para almoçar:

– O Passo Pizza Jazz. A comida aqui é maravilhosa. Quer conhecer a culinária mineira, vai com fé. Mas, é bem salgadinho os preços dos pratos. As imagens falam mais que qualquer palavra.

Passo Pizza Jazz

Espero que tenha gostado de mais essas dicas de tudo o que fazer em mais um interior mineiro.

Tiradentes: Desacelere com cerveja mineira

A dica que vou dar hoje é para você que quer descansar e desacelerar da correria do dia a dia.

Tiradentes é uma cidade histórica típica do interior mineiro. Por lá, parece que tudo é mais devagar, o tempo passa com calma, que tranquilidade!

Largo das Forras

A cidade fica a 190 quilômetros de Belo Horizonte e é conhecida pelas igrejas do século 18, museus, antiquários, além de uma ótima gastronomia. A cidade é tombada pelo patrimônio histórico, mostrando que ali tem muita história para contar.

Quantos dias ficar: Três dias e duas noites são o suficiente para conhecer todos os pontos turísticos da cidade, que não são muitos.

O que fazer: Comece pelo Largo das Forras, que é a praça principal da cidade. De lá, você consegue chegar em todos os pontos turísticos. Ande pelas ruas conservadas de muitos séculos e observe o charme da arquitetura dos antigos casarões.  Ah, vá de tênis e roupa leve, porque tudo é feito a pé.

Esse foi o meu roteiro:

– Largo das Forras;

–  Museu Casa de Padre Toledo, onde morou Tiradentes e que foi usada como ponto de encontro da revolução colonial. O Museu conta muita história. Em frente ao Museu fica uma estátua de Tiradentes e ao lado está a Capela de São João Evangelista (que estava fechada).

– Igreja de Nossa Senhora do Rosário. Menos suntuosa e conservada do que a Matriz, merece ser visitada pelo seu valor histórico. Era o lugar de culto dos negros escravizados, impedidos de frequentar outras igrejas.

– Matriz de Santo Antônio.  O mais conhecido cartão-postal de Tiradentes. Foi construída no início do século 18, durante a época da corrida do ouro, quando Tiradentes ainda atendia pelo nome de Vila de São José do Rio das Mortes. Décadas mais tarde, a igreja ganhou uma nova fachada, projetada por Aleijadinho. Não pode tirar foto de dentro da igreja, que é a mais rica em ouro de Minas Gerais, a segunda do Brasil.

– Ao lado fica o Museu da Liturgia, um museu moderno que fala de rituais e tradições católicas. Não entramos.

– Chafariz de São José. Com três saídas de água, ele não estava funcionando. Por anos, essa foi a principal fonte de água da cidade, para pessoas e animais. O lugar tem muita mata ao redor, mas achei bem descuidado e sem movimento por perto. Daqui voltamos paramos em um bar próximo à praça principal para tomarmos uma artesanal e depois fomos na loja de Chocolate. Imperdível! Isso tudo foi feito em uma tarde, sem correria.

– Capela de São Francisco de Paula. Fomos quando estávamos indo embora. Achei sem graça. Só é bonita a vista de lá de cima.

Outros passeios ao redor:

Bichinho, passamos uma manhã por lá.

– Museu Automobilístico da Estrada Real. Aqui, você encontra uma coleção impressionante de carros antigos, todos brilhando. Alguns fazem aparições em filmes e casamentos. Cada jamanta de carro. Vale a pena a visita.

– Casa Torta. Famosa na região é uma casa torta para crianças e adultos visitarem. Nós não entramos, estava cheio e preferimos seguir para o Alambique…rs

– Alambique da Cachaça Mazuma. Toda visita à Mazuma Mineira é grátis e inclui uma explicação sobre como é produzida a cachaça, e uma provinha das ótimas pingas da casa. Gostei da explicação e do aroma do alambique J. A Mazuma tem cachaças envelhecidas em jequitibá, amburana e carvalho, além da branca. Na loja também são vendidos queijos, doce de leite, café e outras especialidades da região. Claro que levamos a cachaça e o doce de leite.

– Maria Fumaça. Pra quem não andou vale a pena fazer o bate-volta pra São João del-Rei. Esse passeio, nós fizemos de São João – Tiradentes – São João.

Para beber: Na cidade, existem vários pontos com cerveja artesanal de Minas. Quando fui, na praça, ficava esse charmoso carro da Haus Bier e foi parada obrigatória. A Haus Bier tem um restaurante bem grande e a fábrica na entrada da cidade. Quando fui, estava fechada.

– 50 Tons de Malte. Encontra diversas cervejas artesanais de Minas Gerais. Só tem mineira boa. Aqui eu falei sobre minha experiência lá. Clique ai: 50 Tons de Malte

– Mercado Tunico. Ah, esse foi meu point. Como fica ao lado da praça principal e estava rolando show, não sentamos em nenhum restaurante, íamos abastecer lá toda hora. Várias cervejas artesanais mineiras e geladas para pegar e sair bebendo.

– Sapore D’Italia ao Ar Livre tem chope e cervejas da Cervejaria Antuérpia (Juiz de Fora-MG);

– Birosca Santo Reis: Tem chope e cervejas de garrafa artesanal. Fiz só um pitstop para encher o tanque.

Espero que tenham gostado dessas dicas!

Onde Beber: Tomando Krug Bier no bar exclusivo da cervejaria em BH

Atenção: Estabelecimento Fechado Permanentemente. Hoje, o bar da Krug funciona na Savassi e chama Estação Krug.

A dica de Onde Beber Artesanal de hoje é uma casa já tradicional em BH. Aberta em 2009, a Choperia Krug Bier Major Lopes, é a casa da Cervejaria Krug Bier na capital.

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O local: Excelente lugar para happy hour, por lá encontram-se muitos jovens curtindo o fim do dia com os amigos, adultos, casais e famílias aproveitando a noite.

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O espaço é bem grande. Tem a parte interna e a varanda, que é o local mais concorrido. A decoração é bem bacana, super Krug Bier…rs

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Para beber: São diversas torneiras jorrando chopes da Krug Bier.

A diversidade no cardápio é bem grande: Cristal (chope tradicional, leve, puro e cristalino), Krug 20 (pilsen com sabor mais intenso), Export (chop encorpado, com sabor de malte e nível de amargor mais elevado), Golden Ale (sabor frutado e amargor baixo), Dunkel (escuro e com uma leve nota de café. Sabor intenso e amargos baixo), Weizen (feito em parte com trigo maltado e sabor marcante de cravo e banana) e o Chope Especial – que era a IPA no dia (mais amarga, com aroma e sabor marcante).

Quando fui, só tinha o Pilsen, Kurg 20 e IPA. Mas, como já conheço todos os estilos do cardápio, posso falar que são todos excelentes. Peça qualquer um de olho fechado. Qualidade nota 1000!

chope kurg bier

Os chopes são vendidos nos tamanhos Tulipa (R$8,00), Caneca (R$13,00) e Canecão (R$15,00). Com exceção do Chopp Especial, que possui preços diferenciados Tulipa (R$13,00), Caneca (R$17,00) e Canecão (R$21,00).

Para quem não é da cerveja têm diversas opções alcoólicas.

Para comer: o cardápio tem uma variedade boa, para muitos gostos.  Têm Entradas (como pasteizinhos), Petiscos (como picanha com fritas), Pratos à la carte que servem 2 pessoas (como filé de tilápia), Especialidades Alemãs (como joelho de porco), sanduíches e sobremesas. Ufa! Os valores variam entre: R$15 a R$95.

file com fritas

A casa tem muitas promoções bem convidativas durante a semana, alguns dias têm músicas ao vivo, fora algumas festinhas diferentes aos finais de semana. A programação é extensa e eclética, por isso, é bom ficar atento às redes sociais deles.

Eu gosto bastante da casa, pois me sinto muito à vontade. O atendimento é ótimo.

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Só tem dois pontos negativos: o banheiro fica no 2º andar. É super desconfortável ter que subir aquela escada para chegar ao banheiro. O outro ponto, foi em relação à última vez que fui, pode ser que tenha sido somente esse dia, mas havia apenas 3 tipos de chopes disponíveis, no final da noite só tinham dois (Cristal e Kurg 20, ou seja, só pilsen). Sugiro ter mais opções, por motivos óbvios.

Recomendo e voltaria, porém, conferiria antes para saber se todos ou a maioria dos chopes estão disponíveis no dia. 😉

Pega mais essa dica ai e seja feliz, com chope de qualidade!

Krug Bier Major Lopes
Rua Major Lopes, 172 – São Pedro

Belo Horizonte – MG
Instagram: @krugmajor

50 Tons de Malte: Diversidade artesanal em Tiradentes

A dica de Onde Beber Artesanal para o trem em Tiradentes para gente descobrir mais um lugar imperdível em pleno interior mineiro.

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Que Tiradentes é uma cidade gostosa e incrível de passar um final de semana ou feriado a gente já sabe. Mas, que lá podemos achar uma infinidade de cervejas artesanais, ah, isso é novidade!

Por isso, a dica é o 50 Tons de Malte, um bar/pub que fica em uma rua tranquila de Tiradentes, apesar de ficar bem pertinho da praça principal. É uma paz.

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O local: Um lugar para toda a família. Apesar de estar em uma cidade histórica, achei grande. Com uma decoração que mistura o rústico com o moderno, é um lugar muito aconchegante e bonito. Com mesas espalhadas pelo salão e algumas na calçada.

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O atendimento? Sensacional! Te tiram dúvidas, te dão dicas cobre as cervejas presentes no cardápio. Fora a simpatia.

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Para beber: A casa oferece uma vasta carta de cervejas artesanais. São mais de 100 rótulos, todos mineiros. Legal, né?! Tem para todos os gostos e bolsos. Ah, não tem chope, somente garrafas e latas, que variam de R$12,90 a R$40. Tomamos alguns rótulos indicados. Além de cerveja, têm muitas opções de hidromel e destilados.  

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Além das cervejas geladinhas, você também encontra alguns rótulos na prateleira, para levar e alguns kits para presentear.

Para comer: Opção para comer é o que não falta também. Diversas porções de boteco. Como o famoso bombom de feijoada, pastel de angu com diversos recheios, porções de picanha, lombo, linguiça, fritas e por aí vai. Além de caldos e pratos executivos. Os valores variam de R$18,90 a R$69,90.

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Adorei ter essa opção em pleno Tiradentes, já que a praça principal foi tomada somente por duas cervejarias. Mas, tudo bem, o importante é que encontramos cerveja artesanal sem dificuldade!

50 Tons de Malte
Rua Frederico Ozanan, 345 – Loja D – Centro

Tiradentes- MG
Instagram: @50tonsdemalte

Mr. Hoppy e Porks Tiradentes: Um combo de puro chope, burguer e porco

A dica que vou dar hoje, no Onde Beber Artesanal, é um combo de 2 em 1, com dois lugares super descolado e que ficam colados: o Mr. Hoppy Beer & Burger e o Porks – Porco e Chope.

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Vou falar aqui das unidades da Praça Tiradentes, já que tanto o Mr. Hoppy quanto o Porks têm três unidades espalhadas por BH.

Os dois bares têm a mesma proposta e você pode caminhar livre entre eles. Pegar bebida em um e comida em outro ou vice-versa. O espaço é o mesmo, inclusive o dono é o mesmo. O que vai variar é o cardápio e os chopes plugados.

A proposta das duas casas é possuir um cardápio reduzido, sem garçons, para que seja possível adotar preços mais acessíveis.  A forma de atendimento é o autosserviço. Os clientes fazem os pedidos de comidas e bebidas no balcão, realizam o pagamento e retiram a bebida ali mesmo. Somente a comida que é entregue na mesa. O garçom procura pelo seu número, se não achar, grita seu nome e você dá sinal de vida para receber a comida. Não é a melhor forma de atendimento, mas se for pra baratear, que assim seja!

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O local: O espaço fica bem na esquina, onde espalham mesões compartilhados e tambores com banquetas por toda calçada. Além disso, dentro do Mr.Hoppy têm mesas também.

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Pode passar lá qualquer dia, à noite, que está lotado. A trilha sonora é o rock e blues ao vivo (em alguns dias), sem cobrança de couvert artístico ou entrada e 10% (já que é tudo na rua mesmo).

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Para comer: O Mr. Hoppy oferece 6 hambúrgueres, sendo que 2 deles a R$ 10 (como eles gostam de chamar: 10ão). Mas não têm muitos ingredientes como o Classic Salad Burguer (blend de 120g, maionese, rúcula, cebola-roxa, tomate e queijo muçarela). Os outros variam entre R$12 e R$15. Se o cliente quiser, pode dobrar a carne bovina ou vegetariana por mais $8. Além dos hambúrgueres existem alguns tira-gostos: French Fries (Batata frita palito – R$8,00), Crazy Fries (Fritas com cheddar e bacon – R$12,00) e The Lord of the Onion Rings (Anéis de cebola com molho BBQ – R$10,00), além da sobremesa que é o mini churro Dona Florinda de Doce de Leite.

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Já no Porks existem nove opções de pratos, dois hambúrgueres, um sanduíche e o restante porções individuais feitas com porco. Os custos deles variam entre R$10 e R$18. Nós fomos de porções: Costelinha de Porco BBQ, Pururuca de porco crocante temperada com sal e lemon paper, Batatas Rústicas e Linguiça de pernil artesanal servida com limão à francesa. Estava tudo uma delícia!

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Para beber: Aqui é uma verdadeira perdição. Juntas, as casas possuem 22 biqueiras com diversas opções de chope mineiro. As opções podem coincidir de serem as mesmas ou não. Variam bastante de casa para casa até mesmo para termos mais opções. Ambas oferecem o chope da casa (produção própria), que é o mais acessível, uma pilsen a R$10 o copo de 400ml.

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Os demais chopes variam de R$13 a R$18. Não são baratos, estão no preço normal cobrado em outros bares de BH.

Além dos chopes as casas contam com drinks vendidos por R$20 e R$25: Gin Tônica, Gin Tropical e Jack’n Coke.

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Achei o ambiente super descontraído. Sentado ou em pé (como muitos gostam de ficar), deixe o tempo passar tomando um bom chope, ouvindo música de qualidade e colocando o pé na jaca da dieta!

Mr. Hoppy Beer e Burguer / Porks – Porco e Chope

Endereço: Praça Tiradentes, 41 – Funcionários
Belo Horizonte- MG
Instagram: @mrhoppypracatiradentes
@porks_pcatiradentesbh

Almanaque: Cerveja artesanal em um dos melhores points de BH

A dica que vou dar hoje é para beber cerveja artesanal em um bar já tradicional em BH: o Almanaque Choperia.

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O Almanaque existe desde 2008, contando com unidades no Minas Shopping, Shopping Cidade, Savassi e Anchieta.

Como fui no do Anchieta, falarei sobre ele. O bar fica em um dos pontos mais movimentados do bairro, e tem se reinventado para atender a todos os públicos. Por lá, encontramos de tudo, famílias com crianças, grupo de amigos, o pessoal do happy hour da empresa e casais.

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O local: A casa é uma varanda gigante, com dois andares, bem espaçosa, que comporta gente demais. É bem arejada e o fato de caber muita gente não incomoda.

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O espaço kids conta com brinquedos e presença de monitor, o que garante a diversão e segurança dos pequenos. Dentro do bar, tem uma tv (foto abaixo) que dá para ver as crianças se divertindo dentro desse espaço. Achei isso legal.

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Quando fui, estava tendo um cantor (voz e violão) que animava os presentes.

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Para comer: O cardápio é vasto! Têm entradas, tira-gosto, petiscos na chapa, grelhados, buffet self-service de frios e acompanhamentos (para quem quiser almoçar ou jantar), pratos de refeição, hambúrgueres e sobremesas.

Nós fomos de Picanha de sol com mandioca cozida e Filé mignon acebolado com fritas e muçarela. Tudo delicioso!

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Para beber: Apesar do nome choperia, a casa atende a diversos públicos, com vinho, gin, coquetéis, whisky, licores e drinks. Mas, o que me levou lá, óbvio que foram as artesanais.

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A Almanaque trabalha com as cervejarias Wäls (BH) e Colorado (Ribeirão Preto). Os chopes são da Wäls. Já as cervejas de garrafa têm as tradicionais da Wäls e da Colorado.

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Quando estive lá tomei a Verano (Pale Ale) e a Hop Corn (IPA). Além disso, pedimos uma garrafa da Ribeirão Lager (Colorado).

Para quem não é adepto ao chope artesanal, tem uma dezena de opção com o chope Brahma, que vão se diferenciar pela espuma (com colarinho, sem colarinho), pela cor (claro ou escuro) e pela essência (Melancia, cranberry, maça verde…). Tomei um para matar a sede…rs

chopes

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O atendimento é muito bom. O gerente está sempre preocupado se está tudo bem. Gostei de tudo por lá. Gosto de lugares assim, que nos deixam à vontade.

Voltarei e indicarei!

 

Almanaque Choperia
Endereço: Rua Pium-Í, 675 – Anchieta
Belo Horizonte-MG
Site: http://www.choperiaalmanaque.com.br/anchieta
Instagram: @almanaqueoficial

 

Beerstock Pub: Rock clássico e chope artesanal em um ambiente para todos

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A dica que vou dar hoje tem diversidade de chope para ninguém colocar defeito: o Beerstock Pub.

O pub tem um espaço muito bom, composto de diversos ambientes. Tem o espaço externo com mesas ao ar livre, que aceita pets, e tem um enorme espaço interno dividido entre área de jogos com sinuca, espaço kids e a parte principal onde ficam as mesas, o palco (onde bandas se apresentam às sextas e sábados), as torneiras, enfim, onde o pub acontece.

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O local: É uma casa bem descontraída, com decoração voltada para os amantes de futebol e do rock.  O pessoal é bem animado. O estilo de música que dita o ritmo do pub é claro que é o rock e o pop rock.  É indicado para turmas, casais, jovens, adultos e para famílias também. Quando fui tinham muitas crianças que corriam e brincavam pela casa com liberdade. Achei bacana!

Para beber: Dá para se perder. São 20 torneiras com os mais diversos estilos de chope artesanal de cervejarias mineiras! Além de poder beber lá, você pode levar seu chope para a casa.  Os valores dos de 500 ml variam entre R$11 (Pilsen) a R$39 (NE Triple IPA). Achei salgadinho os preços, mas você paga por produto de qualidade excelente.

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O esquema lá é quase um self-service de chope. Pois você que tem que ir buscar o seu chope. Tudo é anotado na comanda e pago no final. O garçom só leva os petiscos.

Eu fiquei bem na dúvida de qual beber. Fui de Hop Lager, da Falke Bier; APA da Antön Beer; e Dry Stout, da Cervejaria Vinil.

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Além dos chopes, a casa tem, algumas long necks, drinks, vinhos, doses e bebidas não alcoólicas.

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Para comer:  O cardápio tem opções para todos os gostos.  As opções incluem pratos individuais e para compartilhar, entre carnes, espetos, petiscos, sanduíches e sobremesas. A batata frita é caseira (que ganham 100 pontos com a gente). Além da batata, pedimos o croquete alemão. Muito bom!

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20190914_222944.jpgA casa contém lojinha de suvenirs e itens cervejeiros como canecas, copos, growlers e camisas.

Adorei conhecer o pub, a recepção foi excelente, atendimento de primeira, assim como os chopes e os pratos. Já quero voltar!

Beerstock Pub
Av. Aggeo Pio Sobrinho, 20
Buritis, Belo Horizonte- MG
Instagram: @beerstockbh

Bardon Tap House: só as top

A dica de Onde Beber Artesanal de hoje é para tomar só cerveja artesanal top.

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O Bardon Tap House é um estabelecimento que fica no coração da Savassi, em Belo Horizonte. É uma ótima opção para quem gosta de apreciar cerveja de qualidade.

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O local: O ambiente é super descolado. Na parte interna, a luz é mais baixa e a decoração é voltada para os amantes da cerveja. Rola muita música boa também. Para quem gosta de tomar umas sentado, têm mesas e cadeiras na parte interna, além das banquetas no balcão.

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Na calçada, quando a casa está cheia, são colocadas mesas e é onde o agito acontece. Mas, o povo gosta é de toar umas em pé também. E é na calçada que fica a famosa réplica da Torre Eiffel.

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O atendimento é de primeira qualidade. Atrás do balcão, fica a querida Gina, que é sommelière de cerveja que entende tudo dos ” “paranauê”. Se tiver qualquer dúvida ou dica de cerveja, pode perguntar, ela vai te dar a melhor sugestão!

Para beber: No Bardon, você vai encontrar dez torneiras. Dessas 10 torneiras, nove são chopes artesanais, dos mais tops (a maioria de cervejaria mineira) e uma, é drink. Além disso, tem uma geladeira com algumas garrafas e latas.

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Falando em lata, o Bardon também tem cervejas próprias: a Bardon APA e a Bardon PeIPA. Elas estão on tap e nessa geladeira. São cervejas super bem-feitas. Eu falei sobre a APA nesse post.

Os chopes são servidos 285ml, 473ml e 1litro (que você pode tomar lá ou levar o growler para casa). Os valores de 473ml, tirando a pilsen que é R$11, variam entre R$15 a R$55. Algumas têm o preço bem salgado. Mas aí vai do seu gosto e seu bolso.

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Para comer: A casa não conta com cozinha, mas tem parcerias com alguns restaurantes próximos que entregam porções, sanduíches, burgers e sobremesas. Ficar com fome você não vai. Eu não comi nada, pois, quando fui, não estava com fome.

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Bardon Tap House
Rua Paraíba 1061 – Savassi

Belo Horizonte
Instagram: @bardoncervejas

Atenção Sócio Bom de Copo: Se você é sócio do app Bom de Copo, o Bardon oferece condições especiais: na compra do chope Bardon APA e da PeIPA de 275ml ou 473ml, o associado ganha outro igual, podendo ser usado até quatro vezes por dia.

Se ainda não é sócio, baixe o app, use o código CERVUAI que você ganha 35% de desconto na mensalidade ou anuidade. Compensa demais.

Estação Lift: Cerveja Artesanal na prainha de BH

A dica de hoje é beber artesanal na prainha mais gostosa de BH.

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Eu falo da Estação Lift, um bar experimental da Cervejaria Lift.

O local: Tem um clima muito gostoso, onde a formalidade passa longe. Além da mesa compartilhada e do balcão que ficam na parte interna, o espaço conta com diversas cadeiras de praia para você ficar à vontade. Chegue, abra a sua cadeira de praia na calçada e desfrute daquele clima gostoso.

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Sentar na calçada é a sensação do Estação. O bar fica na principal avenida do bairro Anchieta, onde tem diversos bares. Então, daquela calçada você curte o clima do próprio bar, além de observar o que rola nos outros. Fora a brisa refrescante que bate por lá.

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A música ambiente é bem diversificada, agrada a todos os públicos. Por falar em público, lá tem de tudo. Famílias, casais e grupo de amigos. Um bar para todos!

Falando nisso, o banheiro é unissex e tem uma luz colorida que fica piscando. Talvez seja para você não enrolar, dá uma sensação de “anda logo que vou apagar”…rs

O bar trabalha com cartão individual. Você chega, pega seu cartão e consome com ele. Não precisa colocar crédito (gostei disso), o esquema é o que for consumindo, vai sendo anotado no cartão. No final, é só devolvê-lo e pagar a conta. Ou seja, sem confusão para dividir conta depois que todos já beberam.

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Para beber: O bar conta com 11 torneiras com chopes artesanais próprios e de outras cervejarias mineiras. Tomamos algumas já conhecidas e as locais.

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Por falar em cerveja própria, tomei a Citra Limone, uma Saison com limão siciliano. Foi a primeira cerveja da Cervejaria Lift e foi feita em uma cozinha adaptada no cesto de um balão. Sim, ela foi feita no ar, em um balão.  Aqui tem o documentário que conta como foi essa experiência ousada: www.youtube.com/watch?v=zgI8qIC4zKc

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Os chopes são servidos em 300ml ou 450ml em formato de copo lagoinha, além do growler de 1 litro, que pode ser consumido no local ou pode ser levado para casa. Há também cervejas de garrafa ou lata (poucas opções), além de dose/shots, drinks, espumante e vinhos.

Os valores não são os mais acessíveis, mas, pela região, é isso mesmo.

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Ah, lá não tem garçom. Acabou de beber? Leve seu copo para o balcão.

Para comer: O cardápio, que aliás fica na parede com as bebidas, é bem simples. Conta com comidas como Mini Choripan, 2 Burguers diferentes e Bruschetta, além de algumas opções que lembram praia como: queijo coalho, batatas chips e o famoso Biscoito Globo das praias do Rio.

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Eu adorei tudo do bar. As cervejas, a comida, o ambiente e o excelente atendimento do

Saimon!

Bora pegar uma prainha?

Estação LIFT
Rua Vitório Marçola, 203 – Anchieta
Horário: quarta à sábado, sempre a partir das 17h01
Instagram: @estacaolifit