#TBT: DAB – The Shannon Irish Pub – Teatro Solís (Montevidéu)

O último #tbt de Montevideu vai ser com uma cerveja que tomei em um pub da cidade.20180408_230141.jpg

Essa é a Dark Beer, uma dunkel da Cervejaria DAB. Ela está dentro do que manda esse tradicional estilo alemão. Uma cerveja encorpada com sabor e aroma maltados e um moderado adocicado. O amargor dos lúpulos é bem baixo, o que me agradou bem.

O ABV é 4,9%, de boa. Dá pra tomar uns 2 latões desse.

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A DAB é a abreviação de Dortmunder Actien-Brauerei, ou seja, ela nasceu em Dortmund, na Alemanha. Sua história começa em 1868, quando os empresários Laurenz Fischer e Heinrich e Friedrich Mauritz criaram uma cervejaria a vapor altamente avançada, Bier-Brauerei Herberz & Cie., juntamente com o mestre cervejeiro Heinrich Herberz. Em 1872, a cervejaria torna-se uma sociedade anônima sob o nome de “Dortmunder Actien-Brauerei”.

Daí para cá foi só sucesso. A cervejaria ganhou várias premiações e honrarias. Em 1959, tornou a segunda cervejaria alemã a produzir um milhão de hectolitros por ano. Em 1997, já produzia 4 milhões de hectolitros. A cervejaria não para de crescer e continua investindo e inovando até os dias de hoje.

Hoje eles fabricam, além da Dark, a Dortmunder Export, a Diat-Pils, a Maibock e a Radler.

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Essa cerveja nós tomamos em um lugar que vale muito a pena citar aqui: o The Shannon Irish Pub. Como o nome diz, é um pub irlandês em plena Montevidéu.

O lugar é excelente. Eu nunca fui na Irlanda, mas penso que seus pubs devem ser exatamente assim: pequenos, escuros, com pessoas compartilhando o balcão e mesas, com a música no talo, boa comida e muita cerveja especial.

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Na época que fomos, estava decorado com enfeites da Zillertal estilo St. Patrick’s Day (uma festa tradicional na Irlanda que comemora-se com muita cerveja verde – já falei desse festejo aqui). Não sei se é uma decoração comum da casa, mas sei que ela lembra o tempo todo seus patrocinadores que é a Zillertal (cerveja tradicional de Montevidéu – que já falei aqui) e a Jameson (whisky tradicional irlandês). Além dessa decoração, lá tem um cantinho irlandês, com várias lembranças da Irlanda.

O pub é um dos mais antigos da cidade. A carta de cerveja de lá é de cair o queixo, com cervejas locais e importadas, industriais e artesanais, além de coquetéis e Whisky. Para comer tem diversidade também como: hambúrgueres gourmet, queijos e frios, pizzas caseiras e sobremesas.

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Veja aí o que tomamos:

No dia, estava muito cheio, mas não demorou muito para conseguirmos uma mesa no 1º andar, perto das bandas. Duas bandas se apresentaram: uma de rock e uma de jazz. As duas ótimas, mas confesso me arrependi de ter sentado ali, a altura do som me incomodou. Talvez, as mesas da rua devam ser melhores. Lá tem mesas na rua, no primeiro andar, segundo andar e ouvi dizer que tem um subsolo. Não vi isso.

Ah, e quanto ao público, tem de tudo, todas as idades, casal, turma e solteiros. Eu adorei o clima! Voltaria de novo e sentaria lá fora…rs

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Só para não ficar sem ponto turístico neste #TBT eu escolhi um local que eu tirei foto porque achei bonito, e também é um ponto turístico famoso em Montevidéu, porém, eu estava cansada o suficiente para não querer entrar nele: o Teatro Solís.

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O nome é uma homenagem ao descobridor do Rio da Prata, Juan Días de Solís, e foi inaugurado em 1856 com a Ópera de Verdi Ernani, se tornando a sala teatral mais importante do Uruguai onde se realizam os principais eventos culturais do país.

Em 1998, aconteceu um incêndio que fechou o teatro para reformas que duraram até o ano de 2004. A prefeitura de Montevidéu pagou a reforma e transformou o teatro na sala mais moderna do país mantendo a estrutura e estética do edifício original.

Com isso, ele se tornou um ícone de Montevidéu, e um dos principais teatros da América do Sul, incluindo o Uruguai no circuito da ópera, apesar de apresentar programação com variadas orientações estéticas.

Lá tem visitas guiadas em português, mas não tinha perna mais e nem dia para voltar.

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Foto http://www.dicasdouruguai.com.br

Hofbräuhaus BH: Um pouco de Munique na capital mineira

A dica que vou dar hoje é de um lugar delicioso. Que eu já perdi as contas de quantas vezes fui.

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Dia da inauguração – 2015

É a Hofbräuhaus Belo Horizonte, inaugurada em 2015, na região centro-sul da capital. Estive presente na inauguração, que foi um pouco turbulenta. Ficamos por 3h na fila só para entrar, devido à grande novidade na cidade. Mas sabe quando você fica na fila e acha que vai andar rápido, e depois vê a hora passando e pensa “já estou aqui mesmo”?! Foi isso que me fez durar este tempo em uma fila de restaurante. Ao entrar, tive a sensação que todo o tempo de espera compensou.

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No dia seguinte, a casa comunicou que iria ficar fechada por algumas semanas para se reestruturar, afinal estava em jogo o filme de um nome centenário. Enfim, deram a volta por cima e hoje é um sucesso!

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A cervejaria alemã é a primeira unidade da Hofbräuhaus, carinhosamente chamada de HB, na América Latina. Sua sede principal fica em Munique, Alemanha.
Confira aqui a minha visita por lá.

As demais filiais se concentram na Austrália, Canadá, China, Estados Unidos e Itália. Conto também como foi minha visita na HB de Berlim.

◊ O local: A versão brasileira não perde muito para as alemãs. O atendimento daqui, inclusive, é muito melhor do que o de lá. Aqui tem mais atendentes, você não espera tanto nem para ser atendido nem para a chegada de seus pedidos. Além do ótimo atendimento, a casa é bastante animada. Em um determinado momento, a casa convida a todos para se levantarem nas cadeiras, cantarem e brindarem ao som de uma música típica da Bavária “Ein Prosit Der Gemütlichkeit!”. É muito legal!  Além disso, rolam músicas típicas durante o seu funcionamento.

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A casa tem três ambientes: Tem o ambiente interno que tem mesas para quatro pessoas ou aqueles mesões compartilhados e bancos no balcão; tem a varanda, com vista para a rua, com pequenas mesas; e tem o espaço externo, tipo biergarten, com ombrelones, árvores e vista para os tonéis, onde são fabricadas as cervejas, com mesas menores e compartilhadas também.

A decoração é 100% alemã. Muito parecida com a HB original. Inclusive o espaço onde vendem os souvenires da HB.

◊ Para beber: São quatro opções de cervejas que estão de acordo com a Lei da Pureza Alemã: Premium Lager, Dunkel, Hefe Weizen e Sazonal (cervejas especiais feitas a cada mês). As cervejas são exatamente como as da Alemanha, inclusive, existe um sistema em que é verificado lá da Alemanha se eles estão seguindo o padrão de qualidade. Os tamanhos são de 300ml, 500ml e 1 litro (essa dói a mão de tão pesada). Tomei todas e dos mais diversos tamanhos. Amo todas!

Além das cervejas, têm drinks, refrigerante, suco e água.

◊ Para comer:  A especialidade da casa são as tradicionais comidas da Baviera. Porém, eles deixam tantos % do cardápio ser diferente, que no caso daqui são comidas brasileiras. Além de tira-gosto, eles servem almoço executivo também.

20180623_173753.jpgComi algumas opções lá. Todas são maravilhosas. Mas, meu coração tem uma queda enorme pelo Pretzel, que estava muito salgado da última vez que pedi. Espero que tenham reparado esse erro. O Pretzel é um pão típico bávaro muito tradicional na Oktoberfest (100% original de Munique). Os preços dos pratos são bem variados e estão no site da HB.

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Eu amo o lugar. Sempre que vou, dá uma tristeza ter que ir embora!

Se estiver em BH, não perca essa experiência. Você se sente por algumas horas na Alemanha!

Extra: Além do local que é um evento à parte e dos shows ao vivo aos finais de semana, a casa oferece alguns eventos diferentes como:

20180403_210400– Keg Tapping: É uma tradição secular alemã, que consiste na martelada da torneira em um barril onde se encontra a cerveja sazonal daquele mês. A casa convida alguma personalidade de Belo Horizonte para dar a martelada. E, assim, inaugurar a nova cerveja.

Já participei de um. É bem legal. Antes da martelada, o mestre cervejeiro da HB fala sobre a nova cerveja. Em seguida da martelada, todos sobem a mesa para cantar e brindar. Tem brincadeiras com disputas entre os presentes. Eu participei, mas é bem difícil. Fiquei em 3º lugar. Somente o 1º que ganha um litro da nova cerveja. É divertido, vale a pena. Acontece toda primeira terça-feira do mês.

– Visita Guiada: Você paga um valor e faz uma visita guiada à fábrica da cerveja com direito à degustação da bebida e de comidas típicas. Já estou me organizando para ir! Acontece aos sábados. As datas estão no site e tem que fazer reserva.

– Experiência Gastrô:   Aqui, os clientes experimentarão um cardápio colaborativo, personalizado e criado exclusivamente para a noite. E claro, em plena harmonia com as cervejas e vinhos. O evento acontece sempre na segunda quinta do mês, e tem vagas limitadas com reservas.

– Noite das Mulheres: Toda quinta tem rodada dupla para as mulheres das 18h às 20h.

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♦ Hofbräuhaus Belo Horizonte
Av. do Contorno, 7613 – Cidade Jardim

Belo Horizonte – MG
http://www.hofbraubh.com.br

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#TBT: Beck’s – Piazzale Michelangelo (Florença)

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Não é uma cerveja italiana mas, como eu bebi ela lá, vou falar dela aqui.

Essa é uma excelente e bem feitinha tradicional cerveja alemã. Do estilo Premium American Lager, é uma cerveja leve, de sabor suave e refrescante. É um pouquinho amarga no final.  Essa dá pra beber aos montes.  Olha o teor alcoólico aí: 4.8% ABV .

Becks_Logo.jpgA Beck’s é uma cervejaria alemã, fundada em 27 de junho de 1873, na cidade de Bremen,  pelo mestre cervejeiro Heinrich Beck, o engenheiro Lüder Rutenberg e Thomas Bay. Com três ano de existência, fizeram uma grande inovação para a época, adotaram a garrafa verde, para que a luz não alterasse o sabor da cerveja. Antes, assim como as demais cervejarias, usavam garrafas de cor âmbar.

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A chave que aparece nos rótulos da cerveja representa a “Key of Bremen”, ou seja, chave da cidade de Bremen.

Ela é vendida em mais de 90 países. Em 2002, foi vendida para o grupo belga Interbrew que por sua vez, em 2004, foi fundida com a AmBev para criar a InBev.

Hoje, a Beck’s é a quinta cerveja mais bebida da Alemanha e patrocina o clube de futebol alemão Sportverein Werder Bremen desde 1983.


IMG_2965O prato do dia é esse Spaghetti al Pomodoro que comemos em La Grotta di Leo Ristorante, um restaurante super aconchegante em Florença. Apesar do cardápio gigante, a gente precisava comer um macarrão da Itália, oras!  A birra (cerveja) servida lá era o chopp da Peroni, leve para encaram um pratinho de espaguete e depois andar quilômetros. Parece pouco mas o prato é bem fundinho.


O ponto turístico deste #tbt é a Piazzale (Praça) Michelangelo, considerada a melhor vista panorâmica de Florença, ela fica bem no alto da cidade e, para chegar lá, só Deus sabe…rs

Alguns ônibus chegam lá. Mas, como somos aventureiros, fomos a pé. Não perdemos nada por isso, apesar de cansativo, pois é só morro, morro, morro, fora que estava quente demais, durante o caminho, foi possível ver várias paisagens lindas.

Antes de começar subir ladeira a cima, passamos pela Basilica di Santa Maria Novella. Uma Igreja linda feita de mármore verde e branco. Ela foi construída entre 1279 e 1357 e hoje tem a única fachada original entre todas as igrejas de Florença. Dizem que por dentro ela é linda. Mas não entramos, pois tinha muito chão para andarmos.

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No caminho para a Praça Michelangelo, passamos pelo Giardino delle Rose (Jardim da Rosa), há cerca de 350 tipos de rosas e uma área verde muito bem conservada, onde muitas pessoas aproveitam para sentar, descansar, namorar, fazer piquenique etc.

Ao chegar na Praça Michelangelo, vimos aquela vista maravilhosa, que fez tudo valer a pena. Só as fotos vão poder descrever isso. A praça em si é sem graça. Tem a réplica em bronze do David de Michelangelo, algumas barracas de souvenir, bebidas e comidas e um restaurante. Mas a barraca destaque é a que tem jatinhos de água saindo…rs. Estava quente demais, Thiago parou por lá por alguns minutos.

Veja mais fotos desse passeio delícia!

TBT: Radeberger – QBA – Chocolateria Rausch Schokoladenhaus (Berlim)

O #tbt de hoje é com esta pilsner –  da RadRadebergereberger Exportbierbrauerei. Segue o padrão alemão de qualidade, com a Lei da Pureza “debaixo do braço”. Tem o sabor bem equilibrado, com o dulçor de malte perceptível no início e, no final, um leve amargor. Aliás, ela tem aromas e sabores marcantes de lúpulo, já que usam um pouco mais de lúpulo que a maioria das pilsners. Enfim, é uma cerveja excelente, refrescante. E, como não poderia ser diferente das pilsners alemãs, apesar de ser mais encorpada, sua drinkability está lá em cima. Seu teor alcoólico é de 4.8%, bem levinha!

Radeberger Logo BWV.svgRadeberger Exportbierbrauerei ou somente Radeberger Pilsner foi fundada em 1872, na cidade de Radeberg, nas proximidades de Dresden, Alemanha. Ela foi a primeira cervejaria da Alemanha a fabricar cerveja exclusivamente Pilsner. E até os dias de hoje ela somente fabrica este estilo, na mesma cidade. Eles não fabricam em outros locais, pois, segundo eles, isso faz com que a cerveja tenha um sabor consistente em todo o mundo. Ou seja, há mais de um século que eles fabricam a mesma cerveja com o mesmo padrão no mesmo lugar!

Mas isso de não fabricar em outros países para manter o padrão é meio controverso. Quantas cervejas importadas chegam aqui com o sabor alterado devido às longas viagens? Mas também existem cervejas que são fabricadas em vários países e que não mantêm o mesmo padrão.


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Essa nós tomamos em um restaurante cubano chamado QBA. Seu interior é todo decorado com alusões à Cuba. Os espaços interno e externo são pequenos. No dia em que fomos, estava lotado. Tinha uma banda cubana tocando músicas cubanas (claro) e estava super animado. Muitas pessoas de pé dançando, cantando. Diferente de todos os restaurantes/bares que entramos em Berlim. Ele fica no Mitte.

E a comida? Meu D-E-U-S do céu! Foi o único lugar que encontramos comida descente por lá. Arroz? Feijão? J-E-S-U-S amado!! E olha que nem sou fã de arroz e feijão assim. Era pra comer ajoelhados. O prato para dois veio farto. A gente não aguentaria comer tudo em circunstâncias normais. Mas era comida de verdade! Não era batata, salsichão, joelho de porco e bretzel!! Respira fundo “mô-fi”, que cabe mais!  🙂

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O prato que pedimos foi essa beleza aí chamada “Plato QBA” – filé de porco grelhado, mandioca, legumes frescos, congris (nosso arroz com feijão preto), bananas verdes cozidas e salada (25 euros). Não tem nada demais. Mas fica 4 dias comendo salsichão com batata pra você ver. A Radeberger custou 4,50 euros – 500 ml.

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Gostou? http://www.qba-restaurant.de


Hoje o post vai ficar grande, isso que dar ficar muito tempo sem escrever.

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E o ponto turístico de hoje não é um monumento, igreja…mas que, mesmo assim, deveria ser parada obrigatória em Berlim: a Chocolateria Fassbender & Rausch ou Rausch Schokoladenhaus. Se eu rezei aquilo tudo ali em cima quando eu vi o arroz e o feijão, imagina o quanto eu rezei, babei, salivei quando entrei dentro dessa loja?

Fundada em 1863, é a primeira “chocolateria-café” da Alemanha.

Na loja, ao entrar você se depara com diversas réplicas de monumentos como a Torre de TV de Berlim, o Portão de Brandenburg, o Titanic, ursão, avião, todos feitos de chocolate!! Vontade de “cair de boca”. Fora essas maravilhas a parte, lá tem uma infinidade de bombons, barras, trufas que a gente não sabe qual escolher.

Já na chocolateria-café é servido as mini tortas artesanais, trufas, pralinês e outras sobremesas que vêm diretamente da fábrica de chocolate. Não é o paraíso? Seria, se os preços não fossem um pouquinho altos.

Se tiver por lá, não deixe de ir. Certeza que vai sair com pelo menos umas 10 trufas na mão! Aí vai o site porque eu não sou obrigada a salivar sozinha www.rausch.de :p

Mais fotos para você salivar comigo!

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Chega né? Escrevi o post inteiro salivando..rs

#TBT: Allgäuer Büble Bier – Pergamonmuseum (Berlim)

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A cerveja do #tbt desta vez é Edel Weiss Bier da Allgauer Büble Bier. Uma cerveja de trigo de estilo alemão, feita com ingredientes nobres, que é o que sugere a palavra “Edel”. Feita com água, malte de cevada, extrato de lúpulo, lúpulo. Com o sabor frutado (banana), seguido de um aroma delicado de lúpulo, que também dá um pouco de amargor à cerveja. Uma cerveja agradável de tomar.

Álcool: 5,3%

A Allgauer Büble Bier faz parte do grupo Allgäuer Brauhaus AG, fundado em 1911, que tem sede e origem em Kempten (centro urbano da região campestre do Allgäu), localizado na Bavaria, Alemanha. O grupo fabrica uma grande variedade de cerca de 20 cervejas diferentes.

logoO rótulo da Allgauer Büble Bier trouxe muita polêmica na Alemanha, por ter uma criança segurando uma jarra de chopp. Porém, eles explicam que este rótulo simboliza um costume antigo em Allgäu: antes, quando a cerveja ainda não estava disponível no mercado para comprar, elas eram servidas apenas em barris e, para consumi-las, era necessário ir no local de fabricação. Com isso, os pais mandavam seus filhos nos locais para pegar a cerveja fresca, direto do barril, e levar para casa na jarra.

A Allgauer Büble Bier surgiu em 1950 e, hoje, contém 7 tipos de cervejas: Edelbrau, Bayrisch Hell, Edel Weiss Bier, Edel Weiss Alkoholfrei, Urbayrisch Dunkel, Radler, Fest Bier

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O ponto turístico do #tbt de hoje é com o Pergamonmuseum (Museu Pergamon), localizado na Ilha dos Museus, centro de Berlim, onde encontram-se mais quatro outros museus. Construído entre 1910 e 1930, hoje, ele é o museu mais visitado de Berlim. É enorme! Demoramos por volta de duas horas para explorar suas três alas monumentais.

O museu está organizado em três partes: Coleção de Antiguidades Clássicas;  Museu do Antigo Oriente Médio; e  Museu de Arte Islâmica.

O que mais me fascinou foi o de “Antiguidades Clássicas”, pois adoro as histórias da Grécia e Roma antiga. Ao entrar, você se sente dentro da história, pois há obras de arte da antiguidade grega e romana: arquitetura, esculturas, inscrições, mosaicos, bronze, jóias e cerâmica. E o áudio-guia conta cada detalhe. Parece mesmo que você está passando por aquela época.

Obs: Não tinha áudio-guia em português, tive que ouvir aquela mulher com voz estridente falando em espanhol. 🙂 

As principais exposições são: o Altar de Pérgamo, do século II aC, construído para Zeus, na antiga cidade grega de Pérgamo (que atualmente chama-se Bergama e faz parte da Turquia). Ele foi encontrado durante escavações, no final do século XIX, levado para Berlim e reconstruído em seu tamanho original. Foi feito com escadarias em mármore, colunas e friso em baixo-relevo que exibem a batalha entre os deuses e gigantes da mitologia. Não tivemos acesso, pois ficará fechado até 2020 para reforma. ☹

E a outra atração é o Portão do Mercado de Mileto, com 17 metros de altura e 29 metros de largura, era um portal que dava acesso ao mercado da antiga cidade de Mileto (atualmente Turquia).

Saí de lá com o pescoço doendo. Mas, valeu a pena!

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#TBT: Berliner Kindl – Holocaust-Mahnmal (Berlim)

Berliner KindlO #tbt de hoje é essa deliciosa pilsner da Berliner Kindl, uma cerveja tradicional em Berlim. Onde íamos, ela estava na prateleira. É uma pilsner clássica, feita de acordo com a Lei da Pureza Alemã: água, malte, lúpulo (extra-finos) e leveduras. Como foi feita dentro dos padrões, o gosto é o mesmo das demais: amargor médio equilibrado com o leve doce do malte, no finzinho sente o amargo. Tem gosto de Berlim…rs

Com 5,1% de teor alcoólico, ela é uma cerveja clara, leve, ideal para dia a dia. Esta, nós bebemos no mesmo “butequinho” perto da Alexanderplatz.

A Cervejaria Berliner Kindl é uma das mais antigas da Alemanha, fundadcopoa em 1872 por um grupo de empresários com objetivo de produzir o tradicional estilo berlinense para enfrentar a então novidade das lagers bávaras. A cervejaria cresceu rapidamente Logomarcanos primeiros anos, mas, como toda Alemanha, sofreu muito nas duas grandes guerras. A retomada veio apenas na década de 50 através do suporte do mega grupo Raderberger.


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O ponto turístico deste #tbt é o Memorial aos Judeus Mortos da Europa, também Memorial do Holocausto (Holocaust-Mahnmal), localizado no Tiergarten, em Berlim. É um memorial, inaugurado em 2005 (60 anos do fim da Segunda Guerra Mundial), em homenagem aos seis milhões de judeus mortos durante o regime nazista. São 2.711 blocos de concreto, cinza escuro, em uma área de 19.000 metros quadrado com terreno ondulado. A altura dos blocos varia de 0,2m até 4,8 metros, dando um clima de confusão quando você caminha pelo labirinto que eles formam.

É muito grande, não dá para andar muito por ele. Além disso, o clima nele é péssimo, muito pesado. Eu, por exemplo, não consegui nem sorri para tirar foto, é estranho! Os turistas caminham por ele em silêncio. Tem uns “sem noção” que sobem nos blocos. Mas logo é repreendido por algum segurança.

Não sei o que tem lá, mesmo você não tendo vivido nem de perto o que passaram, te faz ficar pensando naquelas pessoas que sofreram na mão dos nazistas. E olha que nós nem fomos no “Local de Informação”. Uma sala subterrânea, onde é documentado sobre a perseguição e o extermínio dos judeus, além de guardar os nomes de todas as vítimas conhecidas do Holocausto. Arrepio só de lembrar!

Vale a pena dar uma passadinho por lá e sentir um pouco dessa história.

Até breve!