Cervejaria lendária belga adota rótulos após 75 anos

Cervejaria trapista belga Westvleteren passa a rotular suas garrafas pela primeira vez em 75 anos para atender demandas do mercado de cerveja

A cervejaria do mosteiro Westvleteren, localizada na Bélgica, cujas cervejas lendárias são produzidas por monges trapistas na abadia de Sint-Sixtus passará a rotular suas garrafas pela primeira vez em 75 anos.

Por mais de 75 anos, a cervejaria, que produz três das famosas cervejas trapistas da Bélgica, em homenagem à ordem ou dos monges que administram a abadia apresentou as suas garrafas sem rótulo e agora está mudando isso.

A produção da Westvleteren já possuiu rótulos até pouco tempo depois da segunda guerra mundial, quando suas cervejas passaram a ser produzidas de forma licenciada na cervejaria Saint Bernardus. Ainda nesta época a Westvleteren decidiu por não utilizar mais rótulos, concentrando todas informações na tampa da garrafa.

Mesmo quando os monges retomaram toda a produção para dentro dos muros da abada em 1992 as garrafas foram mantidas sem rótulo sendo vendidas no portão do monastério.

Os novos rótulos permitem que os consumidores diferenciem as quatro variedades de forma simples e rápida, porém um dos grandes pontos sobre a Westvleteren é sua exclusividade com os monges produzindo cerveja de forma bastante limitada e limitando também as suas vendas que ocorrem quase que exclusivamente no próprio mosteiro.

Os rótulos conterão todos os tipos de requisitos legais – valores energéticos, ingredientes em três idiomas e um código QR que vincula ainda mais informações que anteriormente os consumidores não tinham acesso.

Rótulo da Westvleteren é uma demanda de mercado pedida por seus consumidores

A gama completa de informações presentes no rótulo, não são exigidas legalmente, mas a cervejaria decidiu por adicioná-los devido a demanda dos consumidores.

Foto:  Francois Lenoir/Reuters

Os monges optaram por um design de etiqueta único, bastante próximo da aparência familiar. Os rótulos representam imagens estilizadas das tampas das garrafas. Existem três versões de rótulos, uma para cada uma das três cervejas trapistas da Abadia de Westvleteren diferenciadas por cores.

 “Estamos respondendo à demanda de muitos de nossos consumidores com esses rótulos. É simplesmente uma tendência no mundo da comida se comunicar muito abertamente. Nós também nos tornamos mais sensíveis a isso. Muitas vezes vejo alguns irmãos aqui analisando uma caixa ou um pacote.” explicou o Irmão Godfried, prior da abadia ao site belga Brussel Times.

A cervejaria destacou que está deixando para trás uma tradição para obter algo melhor em troca e de alguma forma progredir.

“Além disso, mantemos a aparência. Quando as garrafas estão na caixa, os rótulos são colocados de forma que não possam ser vistos, mas apenas as garrafas clássicas e escuras com o anel distintivo com a inscrição em relevo cerveja trapista.”

Cervejas trapistas. O que são?

Trapistas são Abadias – uma comunidade monástica cristã, originalmente católica – que produzem cervejas há muito tempo e seus monges vivem uma rotina de trabalho e oração.

Atualmente, existem apenas 13 cervejarias que podem estampar o selo trapista.

Existem mosteiros trapistas em todo o mundo. E apesar de não terem o selo, o modelo trapista está muito relacionado com a forma de produção e venda.

Para saber mais sobre elas, acesse esse resenha que fiz: Cervejas Trapistas

Fonte: Site Catalise

Como saber por qual cerveja começar em uma sequência de estilos diferentes?

Eu sempre recebo mensagens de pessoas que estão com algumas cervejas para tomar perguntando por qual delas começar e qual sequência seguir.

Primeiro, lembro que não existe uma regra, mas, sim, orientações para que sua experiência durante a degustação seja mais completa e prazerosa. Isso, é para que um estilo não “atropele” o outro.

A sequência mais adequada é começar das mais leves para as mais fortes.

O que é cerveja leve e o que é cerveja forte?

Cervejas leves são as cervejas menos intensas, que têm um sabor sutil e o aroma quase não tem presença. As cervejas mais fortes, são aquelas com o sabor mais marcante que, mesmo depois do gole, você continua sentindo a presença dela no paladar. Por isso, não é adequado começar com uma cerveja muito intensa, pois, ao tomá-la, o paladar se acostuma com sabores acentuados e perde a sensibilidade para apreciar as sutilezas das cervejas mais leves. É como se você comece uma feijoada e depois fosse para a salada. Perde-se o paladar.

Com isso, para criarmos uma sequência ideal, levamos em consideração três critérios: álcool, amargor e cor. Sendo assim, vamos da menos alcoólica para a mais alcoólica, da menos amarga para a mais amarga e da mais clara para a mais escura.

Uma observação! Nem sempre as cervejas mais escuras são mais alcoólicas, como a Dry Stout, que é uma cerveja escura e costuma ter entre 4% e 5% de teor alcoólico. Nesse caso, se você tiver com uma Dry Stout, por exemplo, deixe-a entre as intermediárias.

Então vamos lá! Vou montar uma sequência de cinco cervejas para você entender melhor sobre tudo que falei.

1 – Comece pelas mais leves e delicadas, com menor teor alcoólico e baixo IBU como a American Lager. Começar pela American Lager, que algumas cervejarias chamam de Pilsen, nunca tem erro. Seu IBU vai de 8 – 18 e o ABV de 4,2 – 5,3%. Se quiser mais um exemplo, a Cream Ale (IBUs: 8 – 20 / ABV: 4.2 – 5.6%).

2- Pode começar a subir de intensidade e pegar um estilo que já tenha a presença de sabores um pouco marcantes, porém, ainda sutis como: Witbier (IBU: 8 – 20 / ABV: 4.5 – 5.5%), Weissbier (IBU de 8 – 15 / ABV: 4.3 – 5.6%) ou Munich Helles (IBU: 16 – 22 / ABV: 4.7 – 5.4%)

3 – Agora, você pode colocar mais cor. Cervejas que levam maltes tostados, que dão essa cor avermelhada a preta, costumam ter mais intensidade tanto no sabor quanto no aroma. Aí vão alguns exemplos: Märzen (IBU: 18 – 24 / ABV: 5.8 – 6.3%), Munich Dunkel (IBUs: 18 – 28 / ABV: 4.5 – 5.6%) ou Vienna Lager (IBU: 18 – 30 / ABV: 4.7 – 5.5%).

4 – Já aumentamos a cor e a intensidade. Agora, podemos aumentar o nível do amargor. São aquelas cervejas que apresentam o IBU mais alto. Veja alguns exemplos: Strong Bitter (IBU: 30 – 50 / ABV: 4.6 – 6.2%), English IPA (IBU: 40 – 60 / ABV: 5,0 -7,5%). American IPA (IBU: 40 – 70 / ABV: 5.5 – 7.5%).

5 – Para fechar, eu escolheria uma cerveja intensa em tudo, no ABV, no IBU e na cor como: American Strong Ale (IBU: 50 – 100 / ABV: 6.3 – 10.0%), English Barleywine (IBU: 35 – 70 / ABV: 8.0 – 12.0%) e Imperial Stout (IBU: 50 – 90 / ABV: 8.0 – 12.0%). Observe que, aqui, tanto o IBU quanto o ABV são bem altos.

Espero que tenha ajudado com essa dica. Qualquer dúvida, é só mandar por direct no Instagram.

Dicas extras:
– Use uma tulipa ou um Half Pint para a degustação, são copos coringas que não afetam a experiência;
– Lave bem o copo antes;
– Sirva as cervejas na temperatura ideal. Os rótulos costumam indicar essa temperatura. Ela não deve ser nem quente nem gelada demais. Saiba mais sobre temperatura ideal aqui;
– Beba água antes, durante e depois da degustação;
– Para limpar o paladar entre um estilo e outra, coma bolachas de água e sal, ou pães ou queijo canastra, que é neutro. Alguns alimentos mais intensos podem atrapalhar seu paladar.

Minas Gerais recebe 19 medalhas em um dos principais concursos cervejeiros

No dia 6 de agosto, um dos mais importantes concursos cervejeiros, o World Beer Awards, divulgou as cervejas premiadas na etapa nacional. Essa primeira fase, elege as melhores cervejas em cada país participante. Depois de divulgada as campeãs nacionais, acontece a segunda etapa da competição, que é realizada em Londres, quando as ganhadoras de cada país competem entre elas pelo título de melhores do mundo.  

Nessa primeira fase, 120 cervejas brasileiras ganharam medalhas. Foram 35 medalhas de ouro, 37 de prata e 48 de bronze. Um dos destaques foi a cervejaria St. Patrick’s, de  Ipeúna (SP), com cinco ouros, duas pratas e duas bronzes.

Como sempre, as cervejarias de Minas Gerais estão presentes nessa lista importantíssima para o meio cervejeiro. Ao todo, foram 19 cervejas premiadas. Destaque para a Wäls que trouxe nove medalhas e a Albanos que ganhou cinco.

Confira abaixo as mineiras vencedoras. Logo em seguida, inclui a lista feita pelo Beer Art com todas as medalhistas do Brasil.

OURO (4)
Albanos Brown Ale
Breedom Session IPA
Wäls Dubbel
Wäls Quadruppel

PRATA (5)

Breedom Lager (categoria International Lager)
Capapreta Euphoria Juice IPA 7%
Capapreta Session IPA
Laut Montesa Pilsen Premium Beer (categoria International Lager)
Wäls 42 (categoria Belgian Strong Ale)

BRONZE (10)

Albanos Dry Stout
Albanos Life Lager (categoria International Lager)
Albanos Pumpkin (categoria Herb & Spice)
Albanos Session IPA
Wäls Belgian Witte (categoria Belgian Style Witbier)
Wäls Fruit Lambic (categoria Flavoured Wild/Sour Beer)
Wäls Hopcorn IPA (categoria American Style IPA)
Wäls Petroleum (categoria Imperial Stout)
Wäls Session Haze (categoria Session IPA)
Wäls Trippel

Lista completa com todas as cervejarias brasileiras:

OURO (35 premiadas, em ordem alfabética)
Albanos Brown Ale
Ashby American Pale Ale
Baden Baden Cristal (categoria International Lager)
Breedom Session IPA
Búzios Manguinhos (categoria Dark Lager)
Campinas IPA Zero 0,3%
Colorado Guanabara (categoria Wood Aged)
Dom Haus Coconut Fondant
Eisenbahn Unfiltered (categoria Amber/Dark Kellerbier and Rotbier/Red Lager)
Flamingo Beer & Co. Witbier
Fredericia Bock
Goose Island Brewhouse São Paulo American Style Wheat
Goose Island Brewhouse São Paulo Yellow Line (categoria Seasonal)
Avós Imperial Baltic Coffee Reserva 2022 – Imperial Baltic Porter With Catucaí 24/137 Coffee
Avós Imperial Baltic Negroni Special Edition Imperial Baltic Porter With Negroni (categoria Experimental)
Leopoldina Italian Grape Ale
Leopoldina Tripel
Lohn Bier Carvoeira (categoria Herb & Spice)
Masterpiece Van Gogh (categoria Flavoured Wild/Sour Beer)
Noi Avena (categoria Belgian Style Blonde)
Noi Bárbara (categoria Barley Wine)
Noi Diavolo (categoria Belgian Strong Ale)
Noi Fiorella (categoria American Style IPA)
Paulistânia Marco Zero (categoria Classic Pilsener)
St. Patrick’s Barley Wine
St. Patrick’s Dry Stout
St. Patrick’s Hoppy Lager
St. Patrick’s Irish Car Bomb (categoria Imperial Stout)
St. Patrick’s Old Ale
Stannis Mamma Sour (categoria Oud Bruin)
Stannis Red Sönja (categoria Pale Beer / Amber)
Stannis Scarlett Flanders
Unika Catharina Sour – Caju e Pitanga
Wäls Dubbel
Wäls Quadruppel

PRATA (37 premiadas, em ordem alfabética)

Ashby Weiss (categoria Strong Wheat Beer)
Baden Baden Witbier 0%
Baltic Base Baltic Porter
Breedom Lager (categoria International Lager)
Capapreta Euphoria Juice IPA 7%
Capapreta Session IPA
Campinas Amber Ale
Campinas Session IPA Todo Dia
Colorado Black Indica (categoria Black IPA*)
Colorado Demoiselle (categoria Flavoured Stout/Porter)
Colorado Indica (categoria English Style IPA e outras)
Colorado Ithaca (categoria Imperial Stout)
Colorado Smoked Porter
Dom Haus Dom Hanks (categoria Session IPA)
Dom Haus Framboise Fondant (categoria Fruit & Vegetable)
Eisenbahn Weizen Bier (categoria Bavarian Style Hefeweiss)
Fiducanso Oak Aged
Hausen Bier Dunkel (categoria Dark Lager)
Insana Blend Pinhão 2017
Laut Montesa Pilsen Premium Beer (categoria International Lager)
Leopoldina Italian Grape Ale Rose
Lohn Bier Todanossa (categoria Brazilian Pale Ale)
Louvada Hop Lager
Louvada IPA Gf (categoria Gluten-free)
Paulistânia Laralima (categoria American Style Wheat Beer)
Quinkas Douglas (categoria Stout)
Quinta Do Malte Qm (categoria American Style IPA)
St. Patrick’s American IPA
St. Patrick’s Pilsen (categoria International Lager)
Salles Bier Lord Imperial IPA (categoria English Style IPA e outras)
Salles Bier Labuta American Pale Ale (categoria American Style IPA)
Stannis Brigit Ale (categoria American Style Pale Ale)
Stannis Rouge Nammu (categoria Fruit & Vegetable)
Stannis Wild Wanda (categoria Flavoured Wild/Sour Beer)
Villa Alemã Lager (categoria International Lager)
Xaraés Premium Lager (categoria Classic Pilsener)
Wäls 42 (categoria Belgian Strong Ale)

BRONZE (48 premiadas, em ordem alfabética)

Albanos Dry Stout
Albanos Life Lager (categoria International Lager)
Albanos Pumpkin (categoria Herb & Spice)
Albanos Session IPA
Al Fero Birrificio Baron De Charlach (categoria Fruit & Vegetable)
Ashby British Strong Ale (categoria Bitter over 5.5%)
Ashby Puro Malte (categoria International Lager)
Baden Baden Golden (categoria Herb & Spice)
Baden Baden IPA (categoria American Style IPA)
Bohemia Puro Malte (categoria International Lager)
Bohemia Reserva (categoria Strong Ale)
Brahma Chopp (categoria International Lager)
Brahma Duplo Malte (categoria International Lager
Búzios Aretê (categoria Session IPA)
Búzios Ferradura (categoria Belgian Style Strong)
Colorado Appia (categoria Honey & Maple Syrup)
Colorado Cauim (categoria International Lager)
Colorado Kuya (categoria Specialty)
Colorado Ribeirão Lager (categoria Classic Pilsener)
Colorado Vixnu Imperial IPA 9,5%
Dom Haus Billy’S Milkshake (categoria English Style IPA e outras)
Dom Haus Dom Lennon Hazy (categoria American Style Pale Ale)
Eisenbahn IPA (categoria American Style IPA)
Flamingo Beer & Co. Lager (categoria Classic Pilsener)
Goose Island Brewhouse São Paulo Memory Lane (categoria Seasonal: Maibock/Helles Bock)
Hausen Bier Weiss
Insana Red Ale
Leopoldina Barley Wine (categoria Wood Aged)
Louvada Low (categoria Light Lager)
Loveland American Wheat
Masterpiece Catharina Sour With Jabuticaba (categoria Fruit & Vegetable)
Pink Small Small Lager With Blackberry And Red Dragon Fruit (categoria Flavoured Lage)
Salles Bier Danube Vienna Lager 5,4%
St. Patrick’s Acid Trip (categoria Catharina Sour)
St. Patrick’s Coffee IPA
Skol Pilsen (categoria International Lager)
Skol Puro Malte (categoria International Lager)
Stannis Ororo Dunkel (categoria Dark Lager)
Stannis St. Paddys (categoria Flavoured Stout/Porter)
Stannis Super Nina (categoria Hoppy Pilsener)
Steudel Cervejas Especiais – Rl Oktoberfest – Maerzen
Wäls Belgian Witte (categoria Belgian Style Witbier)
Wäls Fruit Lambic (categoria Flavoured Wild/Sour Beer)
Wäls Hopcorn IPA (categoria American Style IPA)
Wäls Petroleum (categoria Imperial Stout)
Wäls Session Haze (categoria Session IPA)
Wäls Trippel
Xaraés Oatmeal Stout

Cervejaria Artéza aposta em cervejas de fabricação própria e novidades no cardápio

Jarret suíno, tábua mista e chamuça de camarão são destaques

A Cervejaria Artéza se destaca pelos seus estilos de cervejas especiais e mantém na sua unidade do Prado um tapping sempre abastecido de estilos já referendados pelo público pela sua qualidade. A casa também vem investindo e ampliando seu cardápio gastronômico, desenvolvido para acompanhar tanta cerveja maravilhosa.

São três novos pratos no seu cardápio, como a panturrilha de porco, ou jarret suíno, com mandioca e manteiga de garrafa. Um corte charmoso, carnudo, que já está fazendo sucesso na casa. Tem ainda a Tábua Mista com ancho, peito de frango, linguiça calabresa, queijo coalho, pimentões coloridos e cebola grelhados. Acompanha o delicioso molho agridoce sweet chilli.

Outra novidade é a chamuça de camarão, uma iguaria indiana que é um dos preparados mais tradicionais do sul da Ásia. É um pastel triangular feito, no nosso caso, com massa de rolinho primavera e recheio de camarão. A porção vem com 15 pasteis. Acompanha o delicioso molho agridoce sweet chill.

No tepping, 16 estilos estarão disponíveis aos clientes, todos de fabricação própria. Os destaques são a Jack Porter, cerveja maturada em lascas de carvalho francês com adição do whisky Jack Daniels. Uma edição limitada. E a GoiAPA, que é uma APA com polpa de goiaba fresca. Além disso, há a Pilsen, Munich Helles, Belgian Pale Ale, American Wheat, Juliana Sour Catharina Sour, Vienna Lager, Brown Lager, Irish Red Ale,Pale Ale Irlandesa, Session IPA, American IPA, Bruto Imperial stout.

Todo o cardápio foi pensado para ser a melhor cia para as cervejas. Entre os destaques estão os palitos crocantes de queijo coalho, empanados na farinha panko, acompanhados de geleia de goiaba picante. A clássica picanha grelhada, com batata frita e molho chimichurri, não poderia faltar. E ainda, a panceta crocante, que é a barriga de porco crocante acompanhada chips de batata doce e maionese de limão siciliano. Outra boa opção é o ancho grelhado com molho chimichurri e batata frita. A Onion Rings da casa vem numa Torre de Cebolas empanadas e crocantes, acompanhadas de três molhos. O galeto grelhado é outra boa pedida e vem com molho de cebola, manteiga, pimenta verde e batatas fritas. O Pulled Pork vem num rolinho crocante de carne de porco defumada com páprica picante, acompanha molho cheddar e molho barbacue. São 10 unidades por R$ 23,90. Tem também a costelinha com barbacue com batatas fritas. Já a tilápia é empanada no fubá e vem guarnecida de fritas e maionese de limão. Tem ainda um delicioso espetinho de frango com queijo, acompanhado de maionese e barbecue.

A casa tem um menu especial para hambúrgueres e cachorros quentes gourmets. Um dele é o EGG, com pão artesanal, 100 gramas de hambúrguer bovino, ovo, molho cheddar, e barbecue. O Old Schoolé montado num pão de brioche, com 150 gramas de hambúrguer bovino, cebola caramelizada, bacon fatiado, molho cheddar e barbacue. Já o Smoked vem no pão artesanal, 150 gramas de hambúrguer bovino defumado, chips de cebola, molho de queijo e bacon em tiras. O Divine tem pão australiano, 150 gramas de hambúrguer bovino, cebola caramelizada e defumada, bacon fatiado, molho cheddar, onion ring e ovo.

Nos cachorros quentes, boas opções. Tem o Hot Dog Vira Lata, que tem pão de hot dog, salsicha, cebola crispy, molho de maionese, cheddar e barbecue. Já o Pinscher tem pão de hot dog, linguiça fininha defumada, molho de queijo, barbecue, batata palha. O Rotweiler também tem pão de hot dog, linguiça fininha defumada, molho de maionese com páprica, cebola crispy e bacon assado. Todos acompanham batatas fritas clássicas ou chips. A casa também tem uma carta de drinks com os clássicos da coquetelaria.

Sobre a Artéza:

A Artéza é uma cerveja artesanal fundada há seis anos que utiliza apenas ingredientes nobres em seu processo de produção. Recebeu esse nome por ser um produto totalmente caseiro e natural, isto é, artesanal em todos os sentidos da palavra. Inicialmente, as receitas da Artéza foram desenvolvidas para serem degustadas apenas em reuniões de família. Em pouco tempo, amigos e colegas também passaram a demonstrar apreço e, consequentemente, veio a necessidade de se profissionalizar, a fim de tornar a Artéza um produto para todos degustarem a apreciarem. Desde 2019, uma charmosa casa no Prado virou um reduto cervejeiro de Belo Horizonte e point perfeito para todos os amantes de uma boa breja artesanal.

Eu já falei sobre a casa aqui – Espaço Artéza: um espaço para se sentir em casa com cerveja em BH

O bar é um empreendimento de Marlos Pires Gonçalves, sócio da Cervejaria Artéza. “Este nosso projeto visa disseminar, popularizar a cultura cervejeira e oferece ao público uma boa variedade de cervejas e chopes artesanais a preços justos e também uma cozinha toda feita à mão”, comenta Marlos Pires. O local possui uma decoração mais rústica e eclética, com ambientes internos e externos e até mesmo um carro antigo como parte do cenário. Trata-se de um espaço criado no fundo do quintal de uma clássica residência do Bairro Prado. A entrada da garagem se transformou em um espaço destinado à exposição de obras de arte. Logo em seguida, as pessoas dão de cara com a frente clássica de uma  Kombi da década de 80, transformada em caixa do estabelecimento. Outro ambiente do bar é a área aberta, toda gramada, onde é possível estender toalhas para observar o céu, durante o dia ou à noite, ou mesmo ficar embaixo de um guarda sol.

Agora, essa proposta chega a Contagem também.

Espaço Artéza Prado BH
Endereço:
 Rua Cuiabá, 302 – Bairro Prado – BH
Mais informações: (31) 985111692
Instagram: https://www.instagram.com/cervejaarteza/
Funcionamento:de segunda a sexta das 17h até meia noite. Sábado, domingo e feriado, das 11h até meia noite.
Formas de pagamento: aceita dinheiro, cartões de crédito e débito
A casa está no iFood.

Cervejas Krug Bier inspiram o cardápio de novo restaurante em Contagem

O Província Bistrô promete uma experiência de boa gastronomia dentro de uma plataforma de trem

Uma antiga estação de trem foi o conceito escolhido para o Província Bistrô, novo bar em Contagem, com gastronomia contemporânea e de fusão, assinada pelo chef Vinícius Paz, que mescla estilos e ingredientes locais. O espaço conta com vários ambientes, incluindo uma plataforma de embarque, ambiente externo e um charmoso vagão de passageiros com mesas perfeitas para aquela noite especial em casal. Destaque também uma verdadeira locomotiva austríaca, do lado de fora, e que dá o tom de toda a decoração.

Cada prato do cardápio foi pensado para harmonizar com as cervejas Krug Bier, presentes em oito chopes e 20 rótulos engarrafados. Destaque para o Chorizo Terra de Minas, que acompanha molho de queijo canastra e alho confit, e que combina perfeitamente com a Krug German Pills, uma cerveja leve, refrescante, com final seco e amargor na medida. Também não deixe de experimentar a tilápia crocante junto da cerveja Krug Calúnia APA, que é leve e cítrica, e a Linguiça & Provoleta mais a Krug Sarcasmo ESB.

O menu ainda oferece alternativas vegetarianas (duas burratas, Terrine Mediterrânea feita com cream cheese de ervas e azeitonas confitadas, Bruschetta de Tomates Assados), a Batata do Condado para veganos e diversas opções de petiscos, massas e grelhados, além de uma seleção de queijos da casa, todos sempre indicados com uma cerveja Krug específica. “Nossa carta tem versatilidade para atender todos os públicos, pois se concentra em entregar variedades de ingredientes e diferentes técnicas em combinações que agradam qualquer paladar, principalmente por meio da nossa variedade de molhos”, conta o chef Vinícius.

Para se consolidar rapidamente como uma das principais casas da cidade, o espaço ainda aposta em música ao vivo de quinta a domingo, cursos rápidos, vivências gastronômicas, fácil acesso e estacionamento gratuito.“Queremos promover uma experiência completa para nossos clientes, idealizada desde o momento em que chegam ao restaurante, até o atendimento, mais os pratos e bebidas servidos”, finaliza o proprietário do Província Bistrô, Eliezer Castro.

KRUG BIER NO PROVÍNCIA BISTRÔ
Local: R. Joaquim Rocha, 102 – Centro, Contagem
Funcionamento: terça a quinta – 18h às 00h | sexta – 18h às 01h | sábado – 12h às 01h | domingo – 12h às 18h
Instagram: @krugbier @provinciabistro

Bebendo cerveja de forma responsável

No final de junho, assisti à palestra “O papel do álcool no processo civilizatório e consumo responsável”, que fez parte do Congresso “Cerveja é Gastronomia” organizado pela Abracerva e pelo Sindicerv.

As falas do Dr. Fernando Soléra, coordenador da Comissão de Controle de Doping da CBF e médico oficial de Controle de Doping da FIFA e Conmebol, que destacou o consumo responsável, me chamou atenção, por isso resolvi trazer esse assunto aqui para o blog.

De acordo com o Dr. Fernando, o álcool é absorvido pelo corpo de forma rápida. Dentro de uma hora, já absorvemos todo o álcool que consumimos. Porém, a velocidade vai depender da concentração de álcool que tem a bebida e do estado de nutrição da pessoa.

A absorção do álcool é mais rápida quando a bebida alcoólica é ingerida com estômago vazio, provocando um pico elevado de concentração no sangue. Agora, se tomar bebida alcoólica com proteínas, gorduras e carboidratos, que são os principais tipos de alimentos energéticos, a absorção é melhor. Por isso, NUNCA BEBA COM O ESTOMAGO VAZIO!

O álcool ingerido é transportado pelo sangue para todos os tecidos que contém água. As maiores concentrações encontram-se no cérebro, no coração, nos rins, no músculo e no fígado.

É no fígado que cerca de 90% a 95% do álcool ingerido é metabolizado.  Diferente da absorção, a metabolização do álcool é lenta. Ou seja, a expulsão do álcool do corpo acontece devagar. Pode demorar até 8 horas. O EFEITO É PROPORCIONAL A DOSE. Ou seja, quanto mais bebida ingerida, mais tempo ela vai ficar no seu corpo. E mais sentirá o efeito negativo do álcool.

Foto: Pixbay

Consumido em grande quantidade, nosso fígado não consegue metabolizá-lo, passando a atingir todo o organismo, incluindo o coração, o sistema nervoso central, o estômago e os rins, provocando diversas reações responsáveis pela “embriaguez”.

Além da dosagem, outros fatores interferem na metabolização do álcool. Cada corpo metaboliza o álcool de uma forma. Por isso, NÃO EXISTE UMA DOSAGEM IDEAL.

As diferenças no metabolismo do álcool podem colocar algumas pessoas em maior risco para desenvolver problemas relacionados ao álcool. Independentemente da quantidade que uma pessoa consome, o corpo pode metabolizar apenas uma certa quantidade de álcool a cada hora.

Por exemplo, as mulheres metabolizam o álcool mais lentamente que os homens e, consequentemente, apresentam uma concentração de álcool no sangue mais elevada após consumo da mesma quantidade de bebida.

A distribuição de gordura no corpo de homens e mulheres, por exemplo, é diferente e isso acaba impactando a circulação do álcool. Outra diferença está na quantidade de água no organismo, pessoas do sexo femino apresentam um volume um pouco menor e, ao ingerir a mesma dose de álcool, ficam com uma concentração maior no corpo. 

Além disso, geralmente, as mulheres contam com menos enzimas no fígado para metabolizar o álcool e isso pode fazer com que os efeitos da bebida persistam por mais tempo no seu corpo. Por tudo isso, a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) e de outras autoridades médicas é a de que mulheres sempre bebam em menor quantidade do que os homens em uma mesma ocasião. 

Outros fatores que interferem além do sexo feminino ou masculino são: a idade, a estrutura física (altura, massa corporal), a vulnerabilidade genética, o estado de saúde o, padrão de consumo e os contextos relacionados à ingestão de bebidas alcoólicas (se bebe durante as refeições, por exemplo).

Além da alimentação, a hidratação durante e após o consumo da bebida alcoólica também é importante. Estar hidratado quando beber (um copo de água para cada um de álcool) e ingerir muito líquido também no dia seguinte ajuda a eliminar pela urina as toxinas que restam no corpo.

 Foto: IS/

Portanto, sabemos que o excesso de álcool é muito prejudicial à saúde.

Porém! Porém! Seu consumo responsável é benéfico. De acordo com o Dr. Fernando, existem pesquisas cientificas que falam sobre os benefícios do álcool para o organismo. Hoje, isso é um fato na medicina. Inclusive, já falei sobre isso aqui – Benefício da cerveja para a saúde

Outro dado interessante trazido pelo médico é que, no Brasil, 5% da população é alcoólatra. “Para uma população, 5% é muita coisa. Porém, devemos levar em consideração também outro dado: que o Brasil é o país com o menor percentual de pessoas alcoólatras. E isso é muito bom.”, finaliza.

Enfim, já sabemos o que devemos e o que não devemos fazer. Seja responsável, respeite os limites de seu corpo.

Fontes: Palestra Dr. , Dr. Fernando Soléra durante o Congresso “Cerveja é Gastronomia”
Site Universidade Federal do Ceará – Seara da Ciência
Site CISA – Centro de Informação sobre Saúde e Álcool
Site Dr. Jairo Bouer

La Bière HopCast comemora 2 anos no ar com cerveja e música boa

Por Déborah Arduini
@cervejeirauai

Produzido e apresentado por Gleison Silveira e Danilo Soares, integrantes da banda La Bière Breja Music, o La Bière Hopcast comemorou, no mês de maio, dois anos no ar.

Em 2020, durante a pandemia, quando muitos estavam em casa, isolados, carentes de um bom papo na mesa de bar com os amigos, Gleison e Danilo resolveram criar o HOPCAST com o propósito de conectar diversos universos e aproximar as pessoas. Desde então, há dois anos eles vêm cumprido com esse objetivo. Em um clima descontraído, como de uma mesa de bar, eles recebem, quinzenalmente, convidados de diversas áreas. Os principais temas abordados no podcast são música, cerveja, artes visuais, comunicação e business, sempre correlacionando com a cerveja, que é a maior paixão dos apresentadores.

Ao longo dos 54 episódios, os ouvintes puderam degustar entrevistas marcantes, enriquecedoras, interessantes, emocionantes e inéditas. Através do amplo conhecimento nos temas abordados, Danilo e Gleison conseguem tirar muitas histórias, conhecimentos e informações de seus convidados. É um momento de descontração, mas sem deixar de lado o conhecimento, reflexão e, algumas vezes, até a emoção. Para Danilo, o HOPCAST representa um grande e caloroso abraço de boas-vindas do mercado cervejeiro nas pessoas que gostam de cervejas especiais, mas não estão inseridas totalmente nesse universo. “É um convite à experimentação conjunta da apreciação musical e cervejeira. Além disso, o Hopcast é o portal da construção de amizades maravilhosas.”, fala Danilo.

Foto: Divulgação

O canal vem crescendo, ganhando cada vez mais adeptos e registrando bons números de audiência. Hoje, ele está presente nas principais plataformas de streaming como o Spotify, o Deezer, a Apple Podcasts, o Google Podcasts e o Amazon Music. Ao todo, o podcast soma, aproximadamente, 11.300 plays desde seu lançamento. Ele já foi ouvido em mais de 30 países e os seus ouvintes mais presentes estão no estado de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Como resultado do bom trabalho, o HOPCAST já esteve no topo do ranking da Apple Podcasts na categoria “Entrevistas Musicais”. Os entrevistados que configuram na lista de top 5 do podcast são: Rogério Skylab, músico e ensaísta; Heitor Silva, embaixador craft do grupo Heineken no Brasil; Pri Colares, sommelière de cervejas e Marcelão, criador de mini-vídeos; Bia Amorim e Cilene Saorin, somelières de cerveja; e Felipe Vassão, produtor musical e compositor.

Com tantos números positivos, o canal passou a mostrar credibilidade e, hoje, conta com o patrocínio e apoio das empresas Part Comunicação, Escola Mineira de Sommelieria e Prussia Bier, além da contribuição de um grupo de apoiadores através da plataforma apoia.se/labierehopcast. Esse grupo é aberto para todos que queiram ajudar. São pré-estabelecidos valores que devem ser pagos mensalmente. Com isso, além de ajudar o projeto, o apoiador recebe recompensas. Gleison acredita que as pessoas que os apoiam estão ali não apenas pelas recompensas, mas pela possibilidade que têm de se expressar, interagir e fazer parte de um coletivo que busca construir e contribuir com algo positivo para a cultura através da cerveja e da música. “Nossos apoiadores trazem, de fato, uma possibilidade de nos reconhecermos, nos validarmos, nos inspirarmos e nos impulsionarmos juntos, como um time. Acredito que esse reconhecimento mútuo é o que motiva as pessoas a botarem suas fichas em um projeto que transpira devoção e entrega. Além de nos ajudar, eles têm alguns benefícios, que são ótimas ferramentas na construção dessa comunidade, principalmente os de valor quase intangível, como os contatos diretos que os apoiadores podem ter com os convidados e a possibilidade de participações diretas no programa. ”, ressalta Gleison.

Para celebrar momentos de conexões e comemorações, o La Bière Hopcast, em parceria com a Prussia Bier, lançou a Hopcast Lager, uma cerveja do estilo Hop Lager, aromática, leve, fácil de beber e de harmonizar com pratos e momentos. Ideal para acompanhar papos, playlists e ideias. A cerveja se esgotou rapidamente no e-commerce da cervejaria, porém algumas unidades estão sendo comercializada durante os shows da banda e sorteadas entre os apoiadores do programa enquanto houver estoque e enquanto aguardam uma nova produção.

Mas, a dupla não para por aí. O objetivo de Danilo e Gleison é expandir ainda mais com novos projetos envolvendo música e cerveja. Além de prosseguir com o trabalho iniciado no La Bière Breja Music, fazendo shows, e continuar com o podcast, a ideia deles é manter a gravação de alguns episódios de maneira presencial, o chamado La Bière ON TAP e, ainda, promover um evento com identidade própria, o La Bière ON TAP FEST. Esse evento, que promete agitar os sedentos por cerveja, música e conhecimento, é um projeto que já está sendo estruturado e encaminhado para os acertos finais.

Sobre o La Bière Breja Music

O projeto La Bière Breja Music foi fundado em Belo Horizonte, em 2017, e conta com Gleison Silveira (percussões/voz) e Danilo Soares (voz/cordas).

Esses amigos decidiram unir duas grandes paixões: a música e a cerveja. Com músicas autorais que inserem, de fato, o universo cervejeiro no palco, a banda já fez, aproximadamente, 100 show. Os shows acontecem, em sua grande maioria, na capital mineira, Belo Horizonte. Além de outras cidades mineiras, eles já se apresentaram na cidade do Rio de Janeiro e em Belém.

Musicalmente, escolhem roupagens diferentes e criativas que vão além do Rock’n Roll. Eles somam pitadas de elementos brasileiros em músicas autorais e releituras como: “Garçom” (Reginaldo Rossi), “O Que Se Chama Amor” (Só Pra Contrariar), dentre outras. Sempre abordando de maneira moderna e natural a cultura cervejeira. Assim, a dupla criou o conceito “Breja Music – Músicas Para Beber”.

Além dos shows, a banda está inserida no cenário cervejeiro artesanal nacional. Através das redes sociais, eles promovem intercâmbios criativos com o mercado cervejeiro. Nas cervejarias locais, nos pontos de vendas como bares e empórios e nos locais/eventos de cultura cervejeira eles atuam prestando serviços como músicos e produtores de conteúdo.

Para ficar por dentro de todas as novidades, acompanhe a banda através das suas redes sociais linktr.ee/labierehopcast e linktr.ee/labiereoficial !

Cerveja no Inverno?

O inverno chegou de vez! E, para beber, do que a gente lembra?

stout

Antes da revolução das cervejas artesanais, a gente lembrava do vinho sim. Mas, graças aos nossos mestres cervejeiros e suas mil e uma possibilidade de criação, hoje, podemos encontrar no mercado diversificados estilos de cerveja para espantar de vez esse frio.

Para mim, qualquer cerveja pode ser tomada em qualquer época do ano, mas, temos que concordar que algumas têm determinadas características que combinam mais com o frio. São cervejas mais encorpadas, com sabores e aromas mais intensos e com teor alcoólico mais elevado, pois trazem uma sensação de aquecimento.

Exemplos de estilos que dão uma esquentada são:  Russian Imperial Stout (RIS), Porter, Dubbel, Tripel, Bock, Weizenbock, Barley Wine, Scott Ale etc (Veja aqui sobre mais estilos). Amo todos esses estilos!

Todas eles harmonizam muito bem com as comidas típicas de inverno como queijos, fondues, carne assada, chocolate e massas, que ficam excepcionais juntos!

Pra dar água na boca, vai aí 10 dicas de cervejas mineiras para o inverno, em ordem de teor alcoólico:

(estilo) Oatmeal Stout – (nome) Obsidiana – (cervejaria) Pederosa Craft: Uma cerveja cremosa com notas de café e chocolate amargo. Sua cor preta e opaca lembra a pedra que lhe dá nome. A utilização massiva de aveia confere uma textura cremosa e aveludada, enquanto os maltes torrados imprimem notas de café e chocolate amargo. Uma combinação interessante com brownies e dias frios. ABV: 5,5%

Dry Stout – Dry Stout Cacau – Cervejaria Slod: Uma autêntica cerveja inglesa dry stout. É escura, leve, corpo seco e amargor equilibrado. Sua espuma é aveludada com notas de café, cacau, e amadeirado, extraídos  de nibs de cacau de ótima qualidade. ABV: 6%

Brown Porter – Jack Porter – Cervejaria Artéza: Cor escura, sabor e aroma levemente amadeirado, resultado de maturação em lascas de carvalho francês e de adição de whisky Jack Daniel’s. ABV: 6,5%

Stout – Black Czar – Cervejaria Velho Brasa: Possui uma coloração escura, elaborada com maltes especiais torrados e achocolatados e tem a adição de quatro lúpulos especiais. Tem uma espuma deliciosamente cremosa além de ser bastante encorpada. ABV: 7,0%

Baltic Porter Barrel Aged – Bourbon Ale – Colab. Astúcia, Rhara, Dos Reis e Soho:  Cerveja escura, forte, com creme bege consistente e cremoso. Envelhecida 1 ano em barril de carvalho americano usado para envelhecer Bourbon, apresenta aromas e sabores complexos como coco, ameixa e melaço de cana, decorrentes dos maltes especiais e do envelhecimento em barril de Bourbon. Apresenta corpo médio, textura macia e leve acidez. ABV: 7,1 % IBU: 39 

Belgian Strong Ale Dubbel – Dubbel – Wäls: De aparência castanha escura, espuma densa e duradoura. Aroma de frutas secas com notas de especiarias e maltes especiais. Paladar com persistência do torrado, levemente picante e bastante seca. Refermentado na garrafa. ABV: 7,5% 

Tripel – Inocência – Krug Bier: Esta cerveja de estilo Belgian Tripel tem aroma completo de fenóis que remetem a cravo e canela. Apresenta um fundo de frutas amarelas que fazem com que ela tenha um baixo amargor e ótimo drinkability. No entanto, apesar de parecer leve, sua alta concentração de álcool pode levar o indivíduo a agir de forma nefasta e trazer várias consequências. ABV: 8,0% / IBU: 27

 

Cascadian Dark Ale – Plata o Plomo – Plata o Plomo é uma ale negra, alcoólica e amarga que tem em sua receita generosas doses de lúpulos americanos. Uma cerveja potente pra quem não tem medo de chumbo grosso!
ABV: 8,0% IBU: 80

Doppelbock – Desbravator – Zé Mundinho! – Prussiabier. Uma , clássico estilo alemão, com uma rica variedade de maltes que trazem no aroma notas lembrando rapadura e cramelo. Uma cerveja encorpada, alcoólica e pouco amarga, ideal para os dias de inverno! ABV: 8,1% IBU: 20

Russian Imperial Stout – Kremlin – Cervejaria Antuérpia: Cerveja forte e escura e densa, com alto nível de lupulagem. Elaborada com seis maltes especiais, que lhe conferem notas de chocolate, toffee, café, além de um toque de carvalho. ABV: 11% IBU: 62

Vereadores aprovam projeto de lei que torna BH a Capital Nacional da Cultura Cervejeira

Projeto de Lei foi aprovado em 1º turno durante votação simbólica pela Câmara Municipal. Votação em segundo turno ainda não tem data marcada.

Em votação simbólica ocorrida no dia 13/6, vereadores da Câmara Municipal de Belo Horizonte (CMBH) aprovaram em 1º turno o Projeto de Lei que torna BH a “Capital Nacional da Cultura Cervejeira”.

Em votação simbólica, os favoráveis “permanecem como estão” e os contrários se manifestam, ou seja, não há registro nominal. Ao todo, 13 vereadores se manifestaram contra o PL 671/2018,

O PL é assinado pelo vereador Léo Burguês e “visa consolidar a capital mineira como polo da cultura cervejeira no Brasil, incentivando o turismo, o empreendedorismo e o desenvolvimento da cidade”. 

O parlamentar citou estimativa do SindBebidas (Sindicato das Indústrias de Cerveja e Bebidas em Geral do Estado de MG) apontando que Minas Gerais é o terceiro maior maior estado em produção e número de microcervejarias no país. Ainda segundo o sindicato, dois milhões de litros de cerveja artesanal são produzidos por mês em MG. Na contramão da crise econômica, o setor teve estimativa de crescimento de 14% no ano de apresentação inicial do projeto (2018) e de 16% em 2019.

Como o projeto foi aprovado em 1º turno e não teve nenhuma emenda, ele não retorna para as comissões e já fica apto para ser votado em 2° turno, novamente em plenário, assim que a presidência da CMBH anunciar nova data para a pauta.

O PL teve parecer favorável das comissões de Legislação e Justiça, e Educação, Ciência, Tecnologia, Cultura, Desporto, Lazer e Turismo.

Beber cerveja faz bem para o intestino e não engorda, diz estudo

Mas atenção: essa quantidade é limitada a 330 mL por dia e vale tanto para a bebida com álcool como para as cervejas não-alcoólicas

Tomar uma cervejinha diariamente não só não aumenta o peso corporal como pode fazer bem para o intestino. A descoberta é de um estudo “Impacto do consumo de cerveja e cerveja não alcoólica na microbiota intestinal: um estudo randomizado, duplo-cego e controlado”, publicado pela revista norte-americana Journal of Agricultural and Food Chemistry.

Mas atenção! Essa quantidade é limitada a 330 mL por dia e vale tanto para a bebida com álcool como para as cervejas não-alcoólicas. Os cientistas descobriram que o consumo diário da cerveja aumentou a diversidade da microbiota intestinal, que tem sido associada a resultados positivos para a saúde.

Além disso, a presença da cerveja no organismo tende a aumentar a atividade da fosfatase alcalina fecal, um marcador da função da barreira intestinal. Na análise, os pesquisadores descobriram ainda que o consumo da cerveja não aumentou o peso corporal dos participantes do estudo nem a massa de gordura corporal.

O estudo foi realizado com 22 homens saudáveis durante um período de quatro semanas. As análises foram feitas em amostras de sangue e de fezes coletadas após esse período.

Fonte: O Tempo