Heineken abre mão da estrela vermelha em prol da sustentabilidade

A partir deste mês, a Heineken traz três novos rótulos, colecionáveis e limitados, em um pack especial que reforça os compromissos da marca para um futuro mais sustentável. Como símbolo da energia limpa, os novos rótulos trazem ainda uma mudança na icônica estrela vermelha, que passa a ser temporariamente verde.

Desde o ano passado, a Heineken anunciou sua produção com energia 100% renovável nas fábricas de Alagoinhas (BA), Araraquara (SP), Ponta Grossa (PR) e, até 2023 em Jacareí (SP).

Pontos de vendas da cidade de São Paulo e algumas cidades do interior receberão os packs comemorativos, que estarão disponíveis até meados de dezembro, ou até quando durarem os estoques.

“Queremos que essa edição comemorativa se torne um símbolo dos desafios que estão nos movendo hoje e dos compromissos que assumimos para um futuro mais verde. E que possa incentivar nossos consumidores a caminharem ao nosso lado nessa jornada com menos impacto ao meio ambiente”, disse Gabriel D’Angelo Braz, diretor de marketingda Heineken.

Na última semana, como parte da estratégia de sustentabilidade #GreenYourCity, a Heineken iluminou de verde prédios icônicos de São Paulo, Curitiba e Rio de Janeiro.

Fonte: Propmark

#TBT: Tomando cerveja orgânica em Berlim e dando uma passadinha no Parlamento

Neumarkter

O #tbt de hoje é com a Edel Hell da Neumarkter Lammsbräu. É uma cerveja de estilo helles. Leve e refrescante, com o amargor do lúpulo suave e um pouco maltada, com sabor frutado.

A Edel Hell é feita com água mineral natural, malte de cevada e lúpulo cultivado organicamente. Em alemão, Edel significa nobre e geralmente é usado para se referir a uma cerveja que foi preparada com os melhores ingredientes. Hell singnifica brilhante em alemão.

Essa cerveja tem 5% de teor alcoólico.

logoA Cervejaria Neumarkter Lammsbräu foi fundada em 1628, em Neumarkt, um distrito da Baviera, na Alemanha. Desde 1986, ela fabrica cervejas orgânicas. São cerca de 20 variedades de cervejas orgânicas, a maior variedade do mercado, além de cerveja orgânica Lammsbräu, mais de 100 funcionários também produzem limonada, refrigeranted a água mineral todos orgânicos.

Além de ser fabricante de bebidas orgânicas ela também planta seu malte orgânico, estando totalmente comprometida com as questões de sustentabilidade, dando grande importância à sustentabilidade, proteção da água, regionalidade e o tratamento justo de todos os envolvidos. Para promover o desenvolvimento social sustentável, a empresa concede um prêmio anual de sustentabilidade em cinco categorias desde 2002 : pessoas físicas , organizações sem fins lucrativos , profissionais da mídia , empresas e funcionários . Os vencedores devem ter alcançado melhorias ecológicas e sociais e promover uma cultura econômica sustentável.

A cervejaria criou a “Lei da Pureza Orgânica” que se destina a expandir o requisito de pureza e os critérios orgânicos com regulamentos adicionais para a produção de cerveja. Excluem-se os pesticidas, plantas geneticamente modificadas, fertilizantes químico-sintéticos e adjuvantes artificiais.

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As cervejas orgânicas: Pilsner, Edelpils, Dunkel, Schankbier, Festbier, Urstoff, Dinkel, Leichte Weiße, Weiße (helles Hefeweizen), Schwarze (dunkles Hefeweizen), EdelHell (a que tomei), Radler, Neumarkt, Parsberg)

Sem ácool orgânicas: Alkoholfrei, Weiße, Dunkle Weiße, Radler, Aktivmalz (Malzbier)

Sem glúten: Glutenfrei e Glutenfrei Alkoholfrei

Muito interssante!


O ponto turístico desse #tbt é Reichstag ou Prédio do Parlamento.20170520_183750

Inaugurado em 1894, em Berlim, este é o prédio onde o parlamento federal da Alemanha (Bundestag) exerce suas funções.

Reishtag velhoEle participou de alguns momentos históricos como: Foi de sua sacada, depois da Segunda Guerra Mundial, em 9 de novembro de 1918, que foi proclamada a república na Alemanha. Além disso, o prédio já passou por incêndio, foi danificado na Segunda Guerra e já pertenceu a outra cidade, depois da criação do muro de Berlim.

Hoje, restaurado, o prédio é aberto para visitação gratuita na cúpula e no terraço. Em sua cúpula de vidro, que tem 23,5 metros de altura, é possível ver a sala do plenário, além da vista da cidade. Peguei algumas fotos na internet para termos ideia de como é.

É necessário fazer a reserva com antecedência pelo site. Quando tentei, não tinha mais vagas. Mas, para quem não consegue fazer a reserva, há um container nas imediações onde pode ser feito um agendamento de última hora. A fila é gigante. Então, não fomos. Por isso tenho foto somente do lado de fora.

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Em frente ao Reichstag, há um espaço verde gigante! Muitas pessoas aproveitam para descansar, fazer encontros, jogar bola, fazer pique-nique. É bem legal o ambiente, vale a pena dar uma passada por lá, mesmo sem poder entrar.

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Brasil Beer Cup premia as melhores cervejas da América Latina

Cervejarias mineiras levam 22 medalhas no Brasil Beer Cup 2021

Entre 21 a 24 de novembro, aconteceu, em Florianópolis, o Brasil Beer Cup, o mais novo concurso de cerveja do Brasil. As cervejarias mineiras, que estão crescendo a cada dia no mercado tanto em quantidade quanto em qualidade, garantiu algumas importantes medalhas para o estado.

Cervejarias comerciais de todos os portes e de toda América Latina puderam inscrever suas cervejas, bem como os cervejeiros caseiros, que também puderam submeter suas criações do estilo Catharina Sour para avaliação e julgamento.

Com o time composto majoritariamente por mulheres, o Brasil Beer Cup teve dentre suas pautas focais, a equidade e a diversidade, imprimindo o cuidado com essa temática no projeto, se consagrando como o 1º concurso mundial a contar com uma liderança feminina.

Vinte um estados brasileiros, além do México e Uruguai enviaram cervejas para participar do concurso. Foram 1.216 cervejas inscritas, 270 cervejarias inscritas, 45 cervejeiros caseiros, 157 estilos diferentes com inscrições.

O concurso premiou 269 rótulos de cerveja brasileiros, sendo os três estados com maior número de cervejas inscritas: Santa Catarina, com 30%; São Paulo, com 16%; Paraná, com 15% e Rio Grande do Sul, com 11,54%. Minas Gerais ficou com 8% de participação.

As medalhas foram divididas por estilo. Cada estilo ganhou Ouro, Prata e Bronze.

No total foram distribuídas 83 medalhas de ouro, 94 medalhas de prata e 92 medalhas de bronze. O estado com o maior número de medalhas foi Santa Catarina, com 85. Em segundo lugar vem São Paulo, com 51. Seguido por Paraná com 41 medalhas, Rio Grande do Sul com 26 e Minas Gerais com 22.

Além da premiação por estilos, o concurso premiou três cervejas caseiras e premiou as Cervejarias do Ano (Pequeno, Médio e Grande Porte), de acordo com o número de medalhas, e três Cervejas do Ano (Comercial, Experimental e Inovação), aquelas com os rótulos mais premiados com medalhas de ouro.

Cervejas do ano

– Melhor Cerveja Experimental do ano: Cerveja Berliner Weiss – Grupo Petrópolis
– Melhor Cerveja Comercial do ano: Cerveja Belgard Catharina Sour Pitaya e Maracujá -Cervejaria Belgard
– Melhor Cerveja Inovação: Cerveja Clara de Fazenda – Endemic Brewing CO

Cervejarias do ano

Cervejaria de Grande Porte: Cervejaria Blumenau (Blumenau-SC)
Cervejaria de Médio Porte: Cervejaria Bodebrown (Curitiba-PR)
Cervejaria de Pequeno Porte: Cervejaria Masterpiece (Niterói-RJ)

A melhor Catharina Sour Caseiras

– Catê – Cervejeiro: Guilherme Martins Grosseli (São Paulo)
– Eva Catharina Sour: Cervejeiro: Plati Pedraja (Paraná)
– Catharina Sunset: Cervejeiro: Robson Bertuzzo (Rio Grande do Sul)

Confira as 22 cervejas mineiras premiadas

OURO

Cervejaria Albanos – American Brown Ale
Hausmalte Cervejaria – Dépasse – Belgian Strong Dark Ale
Ôh Barba Cerveja – Kopf Kölsch – German Koelsch
Cervejaria Wäls – Quadruppel – Belgian Quadrupel
Cervejaria Wäls – Trippel – Belgian Tripel
Cervejaria Wäls – Verano – English Pale Ale
Cervejaria Fürst – Catalina Weiss – German Leichtes Weizen
Cervejaria Brüder – Red Lager – American Amber Lager
Cervejaria Sátira – English Pale Ale – Special Bitter

PRATA

Cervejaria Fürst – Oktoberfest – German Maerzen
Cervejaria Caraça – Caraça Bock – German Bock
Cerveja Jybá – Jybá Sour Woodaged – Brazilian Beer com madeira
Cervejaria Slod – Slod Dry Stout Cacau – Irish Dry Stout
Cervejaria Colt Brew – English Summer Ale
Cervejaria Libertastes – Dediprosa – Wee Heavy

BRONZE

Cervejaria Capa Preta – Tropical Blonde – American Cream Ale
Hausmalte Cervejaria – Juice Hops – Juicy ou Hazy IPA
Cervejaria Caraça – Caraça Cacau Hop Lager – Chocolate Beer
Cervejaria Caraça – Pub Amber – American Amber Lager
Cervejaria Sátira – Sátira Lager – Munich Helles
Cervejaria Libertastes – Oncotô – American Wheat Wine
Cerveja Jybá – Jybá Sour – Brazilian Beer cm frutas

Clique aqui para conferir a lista completa com as cervejas premiadas.

Um passeio pela Igreja Memorial com a Schöfferhofer Dunkel

Hoje, tem lembrança com essa Hefeweizen Dunkel,  fabricada pela Schöfferhofer Weizenbier GmbH. Uma cerveja de trigo de cor escura devido o uso dos maltes tostados. É suave com aroma tostado e condimentado. O sabor tem o caráter mais maltado, com a presença do caramelado, frutado, banana, cravo, chocolate e um amargor leve no final. Eu adoro Dunkel, juntou com Hefeweizen, fechou!

A cervejaria Schöfferhofer Weizen foi a logo schoffeprimeira cerveja de trigo na Alemanha a ser fabricada fora da Baviera. Localizada em Frankfurt, hoje, ela é a principal cervejaria de lá. Fundada em 1870, seu nome é uma homenagem à Peter Schöffer, alemão que ao lado de Johannes Gutenberg foi o inventor da moderna tipografia.


O ponto turístico é a igreja Kaiser Wilhelm Gedächtniskirche (Igreja Memorial Imperador Guilherme), conhecida como Gedächtniskirche, localizada em Berlim, no Kurfürstendamm. Construída entre 1891 a 95 e destruída após um incêndio provocado por um ataque aéreo durante a Segunda Guerra Mundial.

Depois do ataque, sobrou somente o hall de entrada e uma torre danificada, que foram mantidos para lembrar a destruição causada pela guerra (a prefeitura queria derrubá-la, mas a população, sob protesto, não permitiu).

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Em seu interior, existe um memorial da guerra. Além de fotos e maquetes mostrando como a igreja era e objetos da própria igreja, como a imagem de Cristo sem os braços (danificada por uma bomba).

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Entre 1957 e 1963, foi construída uma nova igreja ao lado da ruína. Ela foi construída em formato octogonal e com uma torre para o sino. Nós não entramos nela porque havia uma fila bem grande. Dizem que é muito bonita, com paredes feitas com vidro azul, a luz externa passa pelos vidros, dando um ar azulado lá dentro (tirei uma foto da internet).

Além da nova igreja, em seu entorno, tem alguns monumentos, uma fonte e esse espaço (fotos abaixo), que penso ser uma homenagem aos mortos neste bombardeio.

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Vamos falar sobre Escola Americana

Hoje, falarei da mais recente escola cervejeira: a americana. Mesmo não sendo considerada uma escola pelos tradicionalistas, ela merece destaque pelo novo jeito de pensar a cerveja.

A coragem de criar fazem dos americanos excelentes criadores. Foi assim que surgiu a escola americana, incorporando todas as três escolas cervejeiras em uma completamente nova. Ou seja, eles inovaram os estilos já conhecidos mundialmente e criaram o estilo próprio.

Um pouco de história

A cerveja já estava na América do Norte muito antes daquela terra ser colonizada. Até o século XVI, quando o continente americano estava sendo colonizado pelos europeus, as tribos nativas da América do Norte já produziam uma bebida fermentada com ingredientes nativos, principalmente utilizando milho. Com a chegada de imigrantes alemães e ingleses, levaram junto suas culturas cervejeiras.

O Reino Unido veio a estabelecer o embrião do que viria a ser os Estados Unidos com suas 13 colônias. A partir deste momento, a influência da cultura cervejeira britânica se espalhou pela colônia, com várias novas cervejarias acompanhando sua expansão territorial e posterior transformação em um país independente.

Patrick Henry, Thomas Jefferson, Samuel Adams e James Madison promoveram vigorosamente a indústria cervejeira nas colônias. George Washington operava uma pequena cervejaria em Mount Vernon. E durante a Guerra Revolucionária, ele garantiu que suas tropas recebessem um litro de cerveja por dia. (Bibliografia: Beer Institute – Beer & American History). 

Mas, nem tudo são flores. Desde sempre, a cerveja nos Estados Unidos enfrenta obstáculos.

Em 1770, a indústria cervejeira americana estava tão bem estabelecida que George Washington, Patrick Henry e outros patriotas defenderam um boicote às importações de cerveja inglesa. O Boston Tea Party quase se tornou o Boston Beer Party.

lei secaEm 1920, buscando efetivar medidas contra o abuso do álcool, foi estabelecida a Lei Seca (“Prohibition”) que perdurou até o ano de 1933, que proibia a fabricação, transporte e venda de bebida alcóolica em todo território Americano. Nesse período, os EUA tinham algo em torno de 4.000 micro-cervejarias (Somente no ano de 2015 é que os EUA alcançaram novamente as 4 mil cervejarias) . Muitas cervejarias, principalmente as pequenas, fecharam as portas, e outras tiveram que se adaptar e fabricar outras bebidas que não fossem alcoólicas, como cerveja sem álcool, sucos e refrigerantes. Além disso, milhares de litros de cerveja foram confiscados e jogados fora.

Houve aumento da corrupção, da criminalidade e o enriquecimento das máfias que passaram a dominar o contrabando de bebidas alcoólicas, principalmente liderados por Al Capone, e surgiram diversos bares clandestinos que ficavam localizados nos subterrâneos das cidades americanas.

Esta lei durou por 13 anos. Assim que retiraram a lei, as cervejarias começaram a ressurgir. Porém, nessa época, quando a lei acabou, as pequenas cervejarias que conseguiram sobreviver se viram em desvantagens com grandes cervejarias, como a Budweiser e a Pabst, que cresceram muito em pouco tempo, passando a se tornarem gigantes do mercado. (Biliografia:  Economic History Association – A Concise History of America’s Brewing Industry)

Naquela época, os EUA viviam em recessão econômica, por isso a indústria cervejeira sofreu uma transformação e se viu obrigada a produzir cerveja com o menor custo possível, e passaram a usar matérias primas mais baratas, como o arroz e o milho e diminuíram o lúpulo. O resultado foi uma cerveja mais pálida e com pouco aroma, que é o caso das Standard American Lager e Light Lager, que é muito conhecida por nós. As cervejas de massa hoje. As grandes cervejarias dominavam o mercado com apenas esses estilo de cerveja.

Nos anos 60, grupos de cervejeiros caseiros começaram um movimento, o “Craft Brewing” (fabricação caseira) que se espalhou pelo país inteiro, indo no caminho contrário das grandes cervejarias que fabricavam apenas um único estilo. A prática da produção de cerveja em casa, proibida desde a Lei Seca, foi liberada novamente, em 1979, e os cervejeiros passaram a diversificar os estilos.

Assim, foi o início da Revolução das Cervejas Artesanais que trouxe os EUA de volta ao seu lugar entre as grandes nações cervejeiras. E algumas das características desta revolução, como o uso de insumos locais e o desejo constante dos norte-americanos de fazer tudo sempre maior, mais extremo e mais inovador do que já existe, deram origem a novos estilos de cerveja e trouxeram à tona práticas tradicionais pouco difundidas até então.

Em 2020, os EUA atingiu o recorde histórico com 8.764 cervejarias artesanais, sendo 1.854 microcervejarias, 3.219 brewpubs, 3.471 taproons e 220 cervejarias artesanais regionais. (Dados divulgados pela Brewers Association – BA, que representa as cervejarias artesanais nos Estados Unidos)

cervejas americanas

Características principais da Escola Americana

Os americanos são conhecidos por gostar de tudo exagerado e não seria diferente com as cervejas. As principais características dessa escola é o exagero e a inovação. A Escola Americana faz uma releitura de estilos clássicos existentes, ou seja, refazem estilos de cervejas das outras escolas de forma criativa, inovadora e exagerada.

Pelo lado inovador, eles não têm medo de ousar incluindo ingredientes diferentes em suas cervejas como abóbora e bacon. Já o lado exagerado, se refere ao exagero no uso dos ingredientes, como o uso de muito malte ou de muito lúpulo, resultando em cervejas mais amargas, mais alcoólicas, mais encorpadas e mais robustas. Mas, quem predomina, na maioria das vezes, é o lúpulo,  conferindo uma cerveja bem cítrica, característica dos lúpulos americanos.

Um exemplo dessa inovação e exagero foi a reinvenção da IPA (original da Escola Britânica) criando a American IPA, que é uma IPA com mais lúpulo, mais amargas, e a Imperial IPA ou Double IPA, uma IPA ainda mais alcoólicas, com muito mais malte, muito mais amargas, e claro, mais aromáticas que a IPA clássica.

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Então, se você curte cervejas encorpada com amargor exagerado, aposte nas cervejas que seguem a linha americana.

Uma observação é que há uma certa resistência entre pessoas do meio cervejeiros em reconhecer essa escola.

Principais estilos dessa escola são: American Lager, Cream Ale, American Pale Ale, American IPA, Pumpkin Ale, American Porter, American Brown Ale, Session IPA, American Barleywine e Double IPA.

Aqui, apresento alguns estilos da Escola Americana:

American IPA: A diferença dela para a IPA inglesa está entre os lúpulos usados. Com o uso dos lúpulos americanos, a antiga APA, hoje American IPA, carrega aromas muito mais cítricos que a inglesa. Outra diferença importante é que a American possui um certo dulçor, enquanto a IPA inglesa é conhecida por possuir um final bem seco.

Imperial IPA ou Double IPA:  é uma versão “forte” das tradicionais IPAs. Mais intensas, com alto teor alcoólico e amargor.

California Common: são cervejas mais leves e fácil de beber, de cor âmbar, corpo médio e sabor equilibrado entre malte e lúpulo, com notas carameladas e tostadas.

Black IPA (IPA com Stout/Porter): mantém o amargor e aromas de lúpulo das IPAs, porém contam com maltes tostados na receita, tornando-as mais escuras e podendo adicionar aromas remetendo a café e chocolate amargo.

Cream Ale: A partir de uma cerveja American IPA, foram acrescentadas leveduras Lager e adjuntos como milho e arroz. Assim surgiu uma cerveja equilibrada, sem predomínio do malte ou do lúpulo no sabor, com uma cor clara e boa carbonatação de uma característica cremosa.

Wheat Wine: inspirado nas Barleywine mas que se diferenciam por um alto uso de trigo na receita. A quantidade de trigo usado na receita pode superar os 50% dos grãos usados.

Hop Weizen: Uma variação de cerveja de trigo com uma carga maior de lúpulo tanto no aroma quanto no amargor. Podemos falar que é uma IPA de trigo.

Dica Mineira de cervejas que seguem estilos da Escola Americana:

American Lager da Fathach (Pilsen)
American Pale Ale da Slod
American Brown Ale da Albanos
American IPA da Läut (Surf Laut)
Imperial IPA da Vinil (Hurricane)
Session IPA da Lagoon

Enfim, chegamos ao fim dos posts sobre escolas cervejeiras. Espero que tenham gostado! Até o próximo tema.

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