#TBT: Cervecería Schneider – Fonte dos Cadeados (Montevidéu)

No #tbt de hoje, trago uma cerschneiderveja com nome alemão, nascida na argentina, que eu tomei no Uruguai. Am? É isso mesmo. Pena que não é artesanal, mas já que bebi, vou falar dela aqui.

Essa é a Lager da Cervecería Schneider. Uma cerveja clara e refrescante. Seu sabor é comum, sem muito destaque, assim como o aroma. Ela está um pouquinho acima das industrializadas brasileiras. Bem levinha como uma American Standard Lager deve ser. Seus ingredientes: água, malte de cevada, lúpulo e cereais não-maltados.
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Cerveza-Schneider-logotipoA cervejaria foi criada por Don Otto Schneider, um mestre cervejeiro alemão, de família tradicional cervejeira, que se mudou para Santa Fé, na Argentina, em 1906, e passou a trabalhar no ramo cervejeiro. Anos depois, em 1932, Otto fundou sua própria empresa, a Schneider Brewery, e criou a receita da “Cerveja Schneider”.

A marca hoje disputa a terceira posição do mercado argentino de cervejas, no qual concorrem cerca de 17 marcas reconhecidas.

A Schneider produz dois estilos apenas: a lager e a stout.

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Ponto Turístico

O ponto turístico é a Fonte dos Cadeados, ou Fuente de los Candados, em Montevidéu.

Contam que ela foi uma simples fonte que o dono de um restaurante mandou construir em frente ao seu estabelecimento para a decoração do local e, por uma questão de segurança, colocou uma grade de proteção em volta. Com o passar do tempo, as pessoas que passavam por ali começaram a colocar cadeados nela, lembrando vários pontos turístico do mundo. Até que chegou na imagem que temos hoje: um amontoado de cadeados, que deu um “tchan” para a fonte e a tornou uma atração turística da cidade.

Apesar dela ficar na principal avenida do centro de Montevidéu (av. 18 de julho), dá pra gente tirar algumas fotos. Passa gente o tempo todo, pessoas que estão trabalhando, não turistas. Sorte a sua se conseguir tirar uma foto sem um “trança-trança” atrás.

Na placa da fonte tem os seguintes dizeres: “A lenda desta jovem fonte diz que se você colocar um cadeado com as iniciais de duas pessoas que se amam elas aqui voltarão e seu amor viverá para sempre”.

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Antes que me perguntem… não, eu e Thiago não colocamos cadeados na fonte. Não somos nada supersticiosos, pelo contrário, a gente acha que algumas coisas podem até acontecer ao contrário (rs). O que a gente fez foi beber cerveja em frente a fonte. Vai que acontece algo mais legal ainda.. 🙂

20180405_130324É tanto cadeado que nem sei se cabe mais, mas, se você acredita nessas coisas, e está passando por lá, vale a pena parar para algumas fotos e colocar seu cadeado, ou não.

Foi o que a gente fez, parou, tirou foto e bora andar!

Saúde!

Bar do Moreira: O boteco com cerveja artesanal (Ubá)

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Se você gosta de um “buteco” mas não abre mão de tomar uma cerveja artesanal? A dica de Onde Beber Artesanal de hoje vai para o interior de Minas, em Ubá.

O Bar e Restaurante Moreira, ou somente Bar do Moreira, é uma casa tradicional em Ubá, inaugurada em 1962, por José Moreira Filho e sua esposa, Joainha Caiafa Moreira. Depois de alguns anos, a administração do bar continua 100% da família. Hoje, quem comanda o bar é o Edimar, que é a terceira geração da família.

O bar é pequeno e bem simples com um ambiente familiar. Quando chegamos, estava lotado na parte de dentro e nas mesas da calçada. Mas conseguimos uma mesinha no cantinho. Mesmo cheio, o atendimento é ótimo! Chega gente o tempo inteiro querendo ficar por ali, alguns esperam, outros não. Deu para perceber que é um bar bem popular na cidade.

Para beber: Além das cervejas comuns, eles vendem a cerveja artesanal própria, em garrafa tradiconal, feita pelo Felippe, sobrinho do Edimar, desde 2017. São três estilos: Blonde Ale, Red Lager (Viena Lager) e a Black Lager (Schwarzbier). Tomamos a Red e a Black, todas ótimas e com bom preço.

Para comer: Ahhh, para comer, quem gosta de comida mineira, caseira, o lugar é aqui. Você sente o cheiro da comida de longe. Os pratos são fartos e com preços justos. Tem tira-gosto e almoço. Costelinha com angu, pernil com angu, fucinho, orelha e pé de porco, maçã de peito, bucho frito, bucho cozido, fritas, omelete, feijoada, macarrão, canjiquinha e por aí vai.  Confira aí algumas fotos. Cuidado para não babar!

Depois dessas fotos, não tem nem o que falar, né?! Se tiver em Ubá ou região, vale a pena parar no Bar do Moreira, sentar na porta, tomar aquela cervejinha artesanal e comer uma comidinha caseira.

♦Bar e Restaurante Moreira
Rua Coronel Bernardino Carneiro, 459 – Centro
Ubá/MG
Instagram: @moreirauba

#TBT: Cerveza Patrícia – Parque del Prado (Montevidéu)

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O #tbt de hoje vem todo “do contra”. A cerveja não é artesanal e é uma cerveja ruim e o ponto turístico foi um programa de índio. Rs. Mas vamos lá. Nem só de maravilhas vivem os viajantes.

Essa aí a Dunkel da Cervejaria Patrícia. Eu adoro dunkel, quando vi na geladeira do mercado uma dunkel em uma garrafa de 960 ml, quase cai para trás. Nem pensei duas vezes, comprei!

Jé-sus! Que cerveja ruim. Ela não tem gosto de dunkel. Tem gosto de Malzbier. Muito doce, que chega a colar os beiços, muito enjoativa, melada. Mas não é para menos, os ingredientes usados são bem parecido com os de malzbier: Água, malte, adjuntos cervejeiros, lúpulo, corante caramelo III INS150c, estabilizante INS 405, dióxido de carbono INS 290.

Como que bebe quase um litro disso? Thiago queria jogar fora, mas não deixei. Eu morro de dó, mesmo sendo uma cerveja ruim assim.

patricia logoEm 1936, a Patricia nasceu e com ela a fábrica de cerveja e a malteria. Com distintivo Salus em seu rótulo, sob o nome de Cerveza Serrana, a bebida foi comercializada a partir de 1950 em dois sabores: claro e escuro. Em 1956, a marca Patricia foi registada pela Salus Company, desde então é comercializada no Uruguai e parte do Brasil. É uma das poucas cervejas do mundo feitas com água mineral natural.

É uma das marcas mais conhecidas e populares do país. Desde 2007, ela faz parte da gigante ABInbev.

Hoje fabricam 4 estilos: Lager; Dunkel; Porter; Barley wine

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Não experimentei as outras. Sei que a Dunkel nunca mais.


O ponto turístico foi uma roubada. Antes de ir em algum lugar que não conheço, pesquiso muito. Algumas páginas indicavam esse local como maravilhoso e imperdível. Lá fomos nós!

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O Parque del Prado não é que seja feio, mas pegamos dois ônibus para ver algo comum. E acho que fomos na parte ruim dele. Porque, depois, vi outras fotos que não tinham muito a ver com o lugar que estávamos.

Ele é o maior dos seis principais parques públicos de Montevidéu. Fundado em 1873, cobre uma área de 106 hectares e está localizado no bairro do Prado, que é um bairro nobre com mansões, que não vimos pois tinha que andar muito.

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Por ali eu vi muitas árvores, lagos e estátuas espalhadas. Talvez, se estivesse em um dia de movimento, com crianças brincando, pessoas caminhando, minha impressão teria sido melhor.

Além disso, é onde fica a residência presidencial atrás do Jardim Botânico. Também não vimos.

Então é isso, se estiver indo à Montevidéu e quiser arriscar e andar mais em busca do lindo parque. Vai nessa. Eu não voltaria.

Veja mais fotos:

#TBT: Davok – um tour pela fábrica em Montevideo

O #TBT de hoje é com a primeira cerveja artesanal que conheci em Motevideo – Uruguai, a Davok. Ela é uma das primeiras cervejarias artesanais do país e tem sua fábrica instalada na capital.

Depois de muitos TBT pela Alemanha e Itália, onde as cervejarias são milenares, vamos perceber, a partir deste TBT, que o surgimento da cerveja artesanal no Uruguai é bem recente.

logo_davok-color.jpgA cervejaria Davok – Cervecería del Sur – surgiu quando Mariana López estava estudando para um exame de bioengenharia e viu no livro um exemplo de usos industriais da levedura. A partir de então, a curiosidade para tentar fazer cerveja levou Mariana e Alejandro Baldenegro entrar em contato com os fabricantes de cerveja do Uruguai para começar a fazer a própria cerveja.

Em 2009, começaram a produzir cervejas para vender em bares de Montevideo. Devido seu processo de desenvolvimento e o alcance de padrões muito elevados para produtos de qualidade, a Davok ganhou medalhas em competições internacionais.

Hoje eles produzem a American Blond Ale, American IPA e Oatmeal Stout.


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Aproveitamos nossa passagem por lá e fomos visitar a fábrica da Davok. Quem nos recepcionou foi o próprio Alejandro. Pessoa super simpática que, com toda paciência do mundo, nos explicou como surgiu a cervejaria, nos mostrou todo o procedimento e maquinário usado para a fabricação. Respondeu as nossas mil perguntas sobre as cervejas artesanais no Uruguai, o mercado por lá etc. Que legal a gente conhecer e conversar com uma pessoa tão entendida e com conhecimentos de outro país.

Além de todo conhecimento que nos passou, ele nos contou um pouco de sua história. Depois que ele já fabricava cerveja, teve uma doença (não lembro o nome) que, hoje, não o permite tomar cerveja mais L. Mas, mesmo assim, continuou com o sonho de fazer boas cervejas. Diz ele, já acostumou com a ideia e não sente falta mais, porém a vontade de fazer cerveja é a mesma. Interessante, né?!

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Alejandro nos deu dica de lugares para tomar cerveja artesanal na cidade e nos presenteou com essa Oatmeal Stout que já estava maturando há alguns anos. Deliciosa, com aromas de grãos tostados e um sabor intenso e bem característico de café.  Amei o presente, amei conhecer a história do Alejandro, da cervejaria Davok e das cervejas artesanais no Uruguai.

Que dia! Que oportunidade! Obrigada, Alejandro. Obrigada, Davok, pela experiência!

Não achei a cerveja deles para comprar em lata ou garrafa. Apenas nos brew pubs.

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Acesse www.davok.com.uy e saiba mais sobre eles e onde achar!

TBTVeneza: Pesseio pelas Ilhas Burano e Murano com cerveja alemã

A atração turística deste #TBT é a coisa mais linda e charmosa que vi na região de Veneza: A Ilha de Burano com suas casas coloridas. É uma ilha sossegada, como se fosse nosso interior aqui. Fica pertinho de Veneza, indo de Vaporetto (um dos meios de transportes de Veneza) dá uns 10 minutos.

Apesar de muito charmosa, não tem muito o que fazer lá a não ser passear pela ilha, a pé mesmo, e admirar suas casinhas coloridas em que os moradores são obrigados a pintar a fachada periodicamente. Segundo a lenda, essas casas eram pintadas assim para que, quando os pescadores voltassem para a casa à noite, pudessem identificá-las pelas cores.

Como em Veneza, lá não circulam carros, somente barcos. E para atravessar a “rua” é necessário atravessar as pontes.

Além de passear pelas casas coloridas e fazer algumas fotos, Burano tem outro atrativo turístico: o inclinado campanário da Igreja de San Martino, que pode ser visto de longe. Ele é tão inclinado que faz qualquer Torre de Pisa morrer de inveja.

E tem também várias lojinhas com produtos cheios de renda. Burano é muito famosa por seus bordados, inclusive, lá, existe até o Museu do Bordado.

Murano

Outra atração pelas redondezas é a vizinha Ilha Murano. Aqui, as casas são pequenas iguais as de Burano, mas sem cor nenhuma. O foco da Ilha são os vidros. Aqui encontramos as famosas, maravilhosas e caríssimas artes no vidro.

Murano: Olha a diferença das casas, sem muita cor.

Algumas fábricas deixam ver e tirar fotos dos funcionários fazendo os vidros. É incrível a rapidez que eles fazem. Porém, a maioria das fábricas e lojas não deixam nem mesmo tirar foto das peças à venda. Acredito que seja para evitar cópias. Para que tenham produtos exclusivos. Aqui, a gente encontra muita peça falando que é Murano, mas, vai saber. Se lá já era caro, imagina quando chegam por aqui!

Talvez, por isso, eu não tenha entrado em muitas lojas. Porque, além de você entrar e todos os vendedores ficarem te olhando para ver se você não vai tirar foto, tudo é muito caro. Por exemplo, um mini brinco do Bob Esponja custava 20 Euros. Era bem pequeno e do Bob Esponja! Enfim, tem gosto e poder aquisitivo para tudo nesse mundo!

Aí vão algumas fotos de Murano (sem cor) e seus vidros maravilhosos.

O passeio durou a manhã toda. Valeu a pena! Além do passeio, durante a travessia, você tem a visão de Veneza de longe, é bem bonito!


Cerveja da Rodada

Para dar uma variada, já que pelas ruas de Veneza só achava as mais populares italianas (também não fiquei procurando cerveja diferente), eu trouxe para esse #TBTVeneza uma cerveja alemã, Franziskaner, que tomei por lá. Uai, tinha cerveja alemã em Venza? Não! Como saímos de Munique para Veneza, levamos algumas cervejas na mala. E foi uma ótima ideia! Pena que não cabia mais.

Essa, nós sentamos em um bar (sim, um bar) para tomar: Bar e Gelateria Sommariva Mario. Eles não ligavam de sentar com nossa bebida. Mas, é claro, que comemos lá e, asssim que acabou a nossa cerveja, pedimos a deles, que por sinal também era uma alemã, a Lowembrau!

A Kellerbier da Franziskaner pode ser traduzida como Cerveja de adega, pois é uma cerveja engarrafada sem filtragem, dando a ela a cor âmbar característica e o sabor encorpado. O lúpulo Hallertau confere à cerveja um leve amargor. Tanto o aroma quanto o sabor são maltados, um pouco adocicados/frutados. É uma cerveja suave, cremosa, que desce fácil. Seu teor alcoólico é de 5,2% ABV.

A história da Franziskaner eu já contei aqui em um #TBT de Berlim, na Alemanha, onde ela é encontrada em qualquer esquina.


Prato do Dia

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O prato do dia é o Spaghetti al nero di seppia.

Quando o prato chegou eu fiquei meio receosa. Afinal, eu nunca tinha comido nada com aquela aparência, parecendo um “macarrão ao petróleo”. Claro que pesquisei para saber de onde vinha aquele molho preto. Seppia é uma espécie de lula que possui uma bolsinha com um líquido preto, por isso fica dessa cor.

Além do líquido, vem uns pedaços da lula também. Ao colocar o primeiro garfo na boca…que delíiiiiiiiiicia, meu Deus! Queria comer mais, mas, não cabia.

Se for passear pela Itália, não deixe de experimentá-lo!

#TBT: Birra Peroni – Piazza San Marco (Veneza)

20170525_195833.jpgA partir de agora, o #TBT muda de país. Sonho realizado é sonho compartilhado: Conhecer um pouco da Itália. Apesar de lá ter muita comida deliciosa, também achamos cervejas da melhor qualidade!

Para começar, falarei de uma das cervejas mais tradicionais da Itália: A Standard American Lager da Peroni. Mesmo sendo industrializada é uma cerveja de excelente qualidade. Tem um leve destaque de malte no sabor, já o amargor é mais discreto. O teor alcoólico é leve também de 4.7% ABV

logo_smallA Birra Peroni (Birra = Cerveja em italiano) foi fundada em Vigevano, na Itália, em 1846. Em 2003, Isabella Peroni, última proprietária da fábrica, vende a maioria das ações para a empresa sul africana SABMiller.

Atualmente, a Peroni tem três fábricas: em Roma, Bari e Padova. Além de um Malteria, a Saplo de Pomezia. A produção anual de cerveja  é de 5 milhões de hectolitros, dos quais mais de 1 milhão são exportados. Tá bom ou quer mais?

antico-fornoEsta nós tomamos em uma das milhares de pizzarias que oferecem pizza em pedaço em Veneza, a Antico Forno Venezia. É tipo um fast food de pizza, onde elas já estão prontas na estufa. Os sabores não são muito diversificados. Você escolhe o sabor, eles colocam no forno com lenha. Pronto, é sua. E come em pé. Nesta, a massa era gorda. Imagina a bagunça pra comer sem prato… E a cerveja se bebia em copo de plástico. Mas o que vale é a experiência e o sabor!

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O ponto turístico é a Praça de São Marcos (Piazza San Marco), em Veneza (Venezia). O principal ponto turístico e a única praça de Veneza. Construída no século IX, foi estendida para a sua forma e tamanho atuais em 1177, quando o rio Batário e um porto foram aterrados.

Na praça, fica a Basílica de São Marcos (arquitetura bizantina), o Palácio Ducal de Veneza (também conhecido como Palácio do Doge, e uma obra-prima do gótico veneziano, gigantesco), o Campanário da Basílica e outros edifícios. É tudo muito grande e eu penso daqui: Como construíram esses monumentos em cima do rio e do mar, e naquela época?

Além desses monumentos, tem alguns cafés que, à noite, tem cantores/bandas apresentando músicas típicas italianas. Aí você sente realmente na Itália. De dia, a praça fica abarrotada, eu disse abarrotada de turistas e pombos também. Lá pede para não alimentá-los. Mas, não adianta muito.

A fila para entrar em tudo é grande, assusta! Mas anda bem rápido. Entramos na Basílica e subimos na Torre. Vale a pena. É alto, mas vai de elevador e dá pra ver Veneza toda lá de cima.

A Praça de São Marcos é o lugar mais baixo de Veneza, e quando a água sobe no Mar Adriático por tempestades ou excesso de chuva é o primeiro a inundar. A água drena diretamente para o Grande Canal. Mas quando a maré sobe tem o efeito inverso, e a água do canal escoa para a praça. Por isso, não é muito indicado ir para Veneza em época de chuva.

Nos próximos #TBT`s falarei mais sobre essa cidade, que é encantadora e difícil de entender como existe…rs

Enquanto isso, veja mais fotos da Praça de dia e de noite.

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Ahhhh, a Itália! Até o próximo!