Pelo Interior com cerveja: Muitas igrejas e muitas cervejas locais em Ouro Preto

Nessa edição do “Pelo Interior”, o ponto turístico são as Igrejas de Ouro Preto.

Quando você vai fazer uma pesquisa dos pontos turísticos da cidade, uma coisa é certa que vai aparecer: Igreja. Afinal, elas são muitas e uma das grandes atrações de Ouro Preto.

São 18 igrejas ao todo. Seja ela pequena ou grande, todas carregam muita história.

Mas, vou falar das que eu acho imperdíveis.

Igreja de São Francisco de Assis

A igreja é uma das obras-primas de Antônio Francisco Lisboa, o mestre Aleijadinho. Foi um dos primeiros bens tombados individualmente em Ouro Preto e foi eleita em 2009 uma das 7 Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo. Ela fica bem perto da Praça Tiradentes e fica em frente à “Feirinha de Pedra Sabão” com diversas bancas vendendo objetos feitos em pedras sabão como artesanatos e peças decorativas.

Em seu interior, destacam-se obras do Mestre Ataíde, com destaque para a glorificação de Nossa Senhora no teto da nave central.

Endereço: Largo de Coimbra – Centro

Basílica de Nossa Senhora do Pilar

A pintura do seu interior é folheada a ouro e por isso ela é considerada uma das igrejas mais ricas em ouro do Brasil, são 400 quilos de ouro por ali. A Basílica foi inaugurada em 1733 e é chamada Igreja Matriz Nossa Senhora do Pilar. Foi tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e abriga ainda o museu de Arte Sacra de Ouro Preto, que reúne imagens, documentos e algumas vestimentas usadas na celebração do Santíssimo Sacramento.

Endereço: Praça Monsenhor João Castilho Barbosa s/n – Pilar

Igreja de Nossa Senhora do Rosário

Construída em 1765. Tombado pelo IPHAN, é um dos mais originais edifícios sacros do tempo do Brasil Colônia. Achei a imponência e o formato dela bem interessante.

Endereço: Largo do Rosário – Bairro do Rosário

Não sei você, mas, eu adoro conhecer lugares que não são voltados para o turista. Além de mais aconchegantes, eles não exploram. Que é o caso da dica de hoje.

O Galpão 89 é um bar que não fica no Centro Histórico, mas nada que um aplicativo de carro ou taxi te deixe lá rapidinho.

O bar é bem pequeno, por isso, aconselho chegar cedo. Têm algumas mesas dentro, na calçada e bancos no balcão.

O clima lá é bem gostoso, descontraído, além de um som ambiente agradável.

Para beber a casa conta com 8 torneiras com chopes artesanais da região. Quando estive lá, as opções eram bem variadas como Pilsen, Witbier, Amber Ale, Session IPA, Pale Ale, IPA e Dry Stout.

Experimentamos algumas e estavam todas frescas e bem saborosas.

Além dos chopes, eles têm algumas cervejas em lata também. Ah, para quem gosta de uma cachacinha, peça para experimentar a Ciclo do Ouro. Muito boa!

Para comer o cardápio é bem variado também. Tem desde batatinha palito, bolinho de abóbora à costela suína, pizza na tábua e hambúrgueres. Os preços variam de R$10 a R$65.

Nós fomos de Pizza Marguerita, que serve até duas pessoas. Feita com tomate confit, molho de tomate especial, mussarela e pesto de manjericão (R$30). Estava bem macia e saborosa!

Marguerita

Já anota aí para quando estiver em Ouro Preto não perder esse achado!

Galpão 89
Rua João Pedro da Silva, 543
Morro do Cruzeiro – Ouro Preto/MG
Instagram: @galpao89

Onde Beber Artesanal: Dona Ivone Butiquim

Sabe aquele butiquim com cara de casa de vó?

Essa é a dica do Onde Beber Artesanal desta semana: o Dona Ivone Butiquim!

Inspirado nos anos 70 e 80, as mesas da casa ficam no quintal, com um abacateiro que protege do sol e que deixa o espaço ainda mais charmoso.

Além do quintal, têm mesas na varanda, lembrando aquela época que podíamos ficar sentados na porta de casa, de papo, vendo o tempo passar! E algumas mesas na calçada.

A casa conta com 12 torneiras de chope artesanal. A maioria delas da Cervejaria Mills. As demais são da série Torneira de Ouro, em que a cervejaria convida outra mineiras para estarem na tap list.

Os estilos são bem variados, indo da Sour à IPA. Os preços variam de R$10 a $30, em copos de 300m e 450ml.

Irish Roots
Cacau Porter
APA
IPA

Os petiscos estão preparados para todo o tipo de fome. Como os pastéis fritos com recheio de linguiça artesanal e queijo canastra (8 unidades – R$29,90). Ou algo que forra mais como a Isca de peixe na salsa verde, com chips de banana da terra e molho cítrico (R$47,90). Ainda tem opções de almoço, burguer e sobremesa.

Pensa em um lugar que você senta e esquece o tempo passando. É lá mesmo! Um ambiente gostoso, descontraído, com um ótimo atendimento e aquela música boa com um volume ideal.

📍 Dona Ivone Butiquim
Rua Flórida, n° 31 – Sion – BH/MG
🔈@donaivonebutiquim

O que as bruxas têm a ver com cerveja?

Até o século 16, a cerveja era um alimento comum para as famílias da Europa, e quem as fabricavam eram as mulheres, já que eram as responsáveis por preparar os alimentos domésticos. Como era um alimento muito requisitado para as pessoas, passaram a comercializar o produto.

Imagem: Wellcome Collection

Naquela época havia muitas doenças e guerras, existiam muitas mulheres viúvas. Elas se juntavam com as solteiras, aproveitavam a habilidade na cozinha, para ganhar um dinheiro, enquanto as casadas comercializavam cerveja em parceria com seus maridos.

Porém, naquela época, as mulheres eram proibidas por lei de possuir propriedade ou ter seu próprio negócio. A maneira que encontraram foi improvisar tavernas em suas casas e adotar símbolos indicando que, ali, vendia-se cerveja.

As mulheres colocavam seus grandes caldeirões de cobre do lado de fora das casas, onde ferviam o mosto (líquido antes de virar cerveja), espalhando o aroma da bebida no ar para atrair clientes, e sinalizavam o comércio doméstico pendurando uma vassoura sobre a porta. Outro detalhe é que sempre tinham muitos gatos para manter os ratos longe dos grãos

Para que pudessem ser identificadas nos mercados lotados, as fabricantes e vendedoras de cerveja usavam chapéus grandes e pontudos

Ao mesmo tempo, acontecia a Inquisição na Europa, um movimento religioso fundamentalista que se originou no início do século 16 e pregava normas de gênero mais rígidas e condenava as bruxa. Era uma espécie de caça às bruxas fomentada pelo Vaticano e pelo patriarcado. Fosse por medo da independência econômica das mulheres cervejeiras, por seu conhecimento de botânica em uma época que a química era desconhecida, ou por simples ignorância.

(Hulton Deutsch/Getty Images)

Com isso, os homens cervejeiros viram uma oportunidade para reduzir a competição no comércio de cerveja e passaram a acusar as mulheres cervejeiras de serem bruxas e usarem seus caldeirões para preparar poções mágicas e até mesmo de voarem em suas vassouras.

Com o passar dos anos, ficou cada vez mais perigoso para as mulheres fazerem cerveja ou tentar vendê-la, pois corriam o risco de serem identificadas como bruxas. Na época, uma identificação como bruxa podia render uma condenação ao ostracismo, prisão ou morte na fogueira.

No decorrer de um século e meio, quase 100 mil mulheres foram perseguidas, levadas à fogueira ou à forca e, já no século XVII, mulheres cervejeiras eram coisa do passado.

Mesmo que a ligação da bruxa com a cerveja tenha sido mera coincidência, foi o último prego no caixão daquelas mulheres independentes, que ousaram destoar de seus papéis e expectativas socialmente aceitos.

Sobre bruxas

As mulheres durante a Idade Média que possuíam domínio de ervas medicinais para a cura de enfermidades eram julgadas como pecadoras, pois, na concepção católica, elas tentavam enganar as leis divinas com rituais que iam contra os preceitos da Igreja Católica. Elas eram acusadas de falsear o controle divino, manipulando ervas e curando doenças, pois ninguém poderia mudar o curso divino das coisas se não fosse Deus.  Essa prática começou a ser associada a pactos com o diabo, e tanto a figura do demônio quanto a da bruxa passou a ganhar poder no imaginário popular.

As bruxas são um elo entre mito e razão ou entre ficção e realidade, pois elas se encontram no campo do imaginário popular que é disseminado pela cultura e pelos costumes de um povo.

Fonte: History Channel Superinteressante Blog Garfo e Faca

Pelo Interior com cerveja: Museu da Inconfidência com muito chope artesanal

Hoje, iniciamos mais um “Pelo interior com cerveja”.

Se você adora viajar e conhecer as cidades do interior e não dispensa uma cerveja artesanal e bons petiscos, está no lugar certo.

Nessa edição do “Pelo interior – de Minas – com cerveja” iremos explorar a cidade de Ouro Preto. Além de vários pontos turísticos para visitar, a cidade não te deixa com a boca seca quando o assunto é cerveja artesanal.

Passarão por aqui cinco pontos turísticos e cinco bares.


A dica de hoje é a principal praça da cidade, a Praça Tiradentes. Qualquer caminho que você faça para pontos turísticos de Ouro Preto você passa por ela.

Bem no centro da praça fica o monumento em homenagem a Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes.

Outro atrativo da praça é o Museu da Inconfidência que é um símbolo de Ouro Preto. Ali, onde foi a antiga sede da Casa da Câmara e a Cadeia de Vila Rica, encontram-se diversos artigos referentes à Inconfidência Mineira, importante movimento para Minas Gerais e o Brasil.

Colado ao museu fica a Igreja Nossa Senhora do Carmo. É uma das obras do arquiteto Aleijadinho. Anexo ao terreno, fica o Museu do Oratório, que expõe grande variedade de peças religiosas.

Esses pontos turísticos são obrigatórios para quem vai em OP pela primeira vez. Aprender um pouco mais da nossa história nos engrandece e nos faz valorizar ainda mais quem somos!

Nessa mesma praça e nos seus arredores ficam algumas lojas, restaurantes, lanchonete e cerveja artesanal local, é claro.


É pecado você passar pela Praça Tiradentes e não parar no Armazém Rural para reabastecer ou refrescar com um chope artesanal local fresquinho.

Ali, você encontra oito torneiras de chope da Cervejaria Ouropretana. Você pode pegar um copo para tomar ali mesmo, ou para continuar caminhando, ou até mesmo encher um growler.

São diversos estilo da cervejaria. Todas excelentes! Para mim, virou parada obrigatória a cada passada pela praça.

Quer uma dica? Não deixe de experimentar a Café Lager, um verdadeiro café gelado e a Ginger IPA, uma IPA bem refrescante. Os valores variam deR$12 a R$20, copos de 300ml e de 500ml (valores de 2023).

No Armazém, também têm petiscos como pastel de angu, filé de tilápia, iscas de peixe. Os preços variam entre R$28 a R$62.

Além dos comes e bebes, se quiser levar lembranças da cidade, o local conta com uma loja de artesanatos, suvenires, antiguidades e comercializam as garrafas da Cervejaria Ouropretana.

Pensa em um lugar gostoso de passar o fim da tarde, descansar um pouco do intenso sobe-desce de montanhas de Ouro Preto e, de quebra, observar o movimento da cidade.

Espero que tenha gostado dessa dica!

Armazém Rural
Praça Tiradentes, 9
Centro – Ouro Preto/MG
Horário de funcionamento: 9h às 23h
Instagram: @armazemruralop

Museu Inconfidência
Mais informações aqui: ouropreto.mg.gov.br/turismo/atrativo-item/572

Lançamento do Prêmio Cumbucca de Gastronomia abre novos horizontes para o setor em Minas Gerais

Com votação popular e participação de júri formado por especialistas, iniciativa visa fortalecer o turismo gastronômico da capital e interior; mapeamento inédito com 100 lugares que você precisa conhecer em BH será publicado em formato impresso

Rafael Rocha e Marcelo Wanderley, respectivamente, curador e realizador do Prêmio Cumbucca de Gastronomia. Crédito: Edy Fernandes

Fundamental na construção de uma identidade mineira, a culinária do estado ganha um importante ponto de referência com a criação do Prêmio Cumbucca de Gastronomia, lançado nesta terça-feira (3/10) no Novotel Savassi. Potência nacional do turismo gastronômico, Belo Horizonte será palco da mobilização de consumidores e especialistas, que vão eleger os destaques do ano no setor, envolvendo profissionais, empreendimentos, produtos e iniciativas – cerca de 700 estabelecimentos na capital mineira e região foram mapeados durante o projeto. 

Realizada pela Cumbucca, com patrocínio da Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Belotur, a iniciativa se propõe a realizar um amplo levantamento do cenário gastronômico, incluindo categorias inéditas que serão decididas pela escolha popular, como torresmo, beira de estrada e influencer de gastronomia. Os jurados também vão apontar suas preferências em categorias como ícone de BH, estufa, fora da rota e PF. Ações que prezam pela equidade serão contempladas na categoria “diversidade”, além de melhor chef mulher. Ao todo, serão premiadas iniciativas, pessoas e estabelecimentos em 50 categorias.

Um estado com tantas riquezas quando se fala em cultura alimentar precisa de um prêmio de relevo que celebre suas ações mais inspiradoras, conforme defende o produtor cultural Marcelo Wanderley, diretor-geral da Cumbucca e realizador do prêmio. “Belo Horizonte é uma capital gastronômica, e Minas Gerais é um dos estados onde se come melhor no Brasil. Esse potencial é incalculável. Termos um prêmio ousado e robusto vai ser mais um tijolo nessa importante trilha que o segmento do turismo gastronômico está percorrendo por aqui”.

Curador do prêmio, o jornalista Rafael Rocha destaca a intenção de alongar o apetite gastronômico para além dos principais centros econômicos, o que amplia o desenvolvimento do setor e democratiza o acesso. “Queremos abranger iniciativas gastronômicas que nem sempre estão nos holofotes da mídia, tanto na capital quanto no interior do estado. BH é imensa, Minas é gigantesca e nosso trabalho é infinito”.

Votação do público e categorias inéditas

O público poderá votar na maior parte das 50 categorias, entre 3 e 24 de outubro, pelo site https://cumbucca.com.br/premio-cumbucca-de-gastronomia/, sob auditoria da empresa Track.co. A grande noite de premiação acontece em 21 de novembro, no Palácio das Artes, em Belo Horizonte.

A participação popular fará toda a diferença na avaliação de cada recorte da cena gastronômica na capital. Entre os bares, será possível votar em Melhor bar; Boteco; Gastrobar; Cervejaria e choperia; Bartender; Carta de cachaça; Petisco; Personalidade cervejeira; Carta de drinques; Fim de noite e Estufa. 

Os restaurantes serão analisados nas categorias Chef homem; Chef mulher; Chef revelação; Sommelier; Garçom; Mâitre e em suas especialidades: Contemporâneo; Italiano; Asiático; Cozinha internacional; Carnes e parrilla; Cozinha brasileira; Pizzaria; Comida saudável e Variado. 

Entre doces e lanches, o convite é para eleger os melhores em Cafeteria; Doceria; Sorveteria; Padaria; Sanduíche; Brunch e Empório mineiro. Ainda passam pelos votos do público as categorias Novidade do ano; Ícone de BH; Fora da rota; PF e Pão de queijo. 

Júri especializado

A votação da audiência será somada às notas do júri convidado, formado por 30 nomes que frequentam a cena gastronômica de BH, entre personalidades, jornalistas, influenciadores e formadores de opinião. Os nomes dos jurados e seus respectivos votos serão mantidos em sigilo até o dia da premiação. Quatro vencedores serão escolhidos exclusivamente pelo voto do público, sem participação do júri, nas categorias Torresmo; Beira de estrada; Salgado e Influenciador da gastronomia. 

Aposta na diversidade e Cumbucca de Ouro

Outros cinco troféus serão concedidos diretamente pela curadoria da premiação, que contará com colaboração de instituições governamentais e do terceiro setor para escolher o que há de mais relevante Economia criativa, Diversidade e Evento do ano. 

Para contemplar a fervilhante agenda de ações realizadas no interior, a categoria “cidade gastronômica” irá premiar o município mineiro que teve atuação mais destacada na defesa, incentivo e fomento de seu cenário gastronômico.

Na categoria “cozinha mineira patrimônio”, será contemplada a melhor iniciativa na defesa da gastronomia mineira enquanto patrimônio cultural imaterial, com participação da Secretaria de Cultura e Turismo de Minas Gerais na definição do escolhido.

O grande destaque entre os prêmios fica por conta da Cumbucca de Ouro, uma escolha exclusiva da curadoria que vai apontar a personalidade da gastronomia no ano de 2023. A pessoa escolhida recebe um pin de ouro 18k.

Guia Cumbucca

Além de celebrar e homenagear os melhores, o Prêmio Cumbucca de Gastronomia vai promover a publicação do Guia Cumbucca, com uma lista dos “100 lugares que você precisa conhecer em BH” nas versões impressa e digital. 

A Plataforma Cumbucca

Plataforma gastronômica que atua no ramo de mapeamento, pesquisa e criação de conteúdo multimídia sobre gastronomia em Minas Gerais, a Cumbucca compreende a cultura alimentar como elemento constitutivo fundamental da identidade mineira e nacional. Servimos como ponto de convergência dos fazedores da gastronomia e do turismo gastronômico de Minas Gerais, com atenção voltada a todos os segmentos dessa complexa cadeia, que envolve o pequeno produtor, indústrias, empresários, consumidores, entre outros.

1º Prêmio Cumbucca de Gastronomia
Votação aberta ao público entre 3/10 e 24/10, pelo site https://cumbucca.com.br/premio-cumbucca-de-gastronomia/ 
Noite de premiação em 21/11 no Palácio das Artes (Av. Afonso Pena, 1537- Centro, Belo Horizonte)
Realização: Cumbucca (cumbucca.com.br

Onde Beber Artesanal: Casa Olec, a casa dos chopes mineiros!

A Dica de Onde Beber Artesanal desta semana é a Casa Olec, um bar que conta com uma variedade de chope artesanal mineiro!

A casa é super animada! Se você gosta de tomar uma vendo o movimento, pode escolher sentar nas cadeiras da calçada. Porém, se gosta mais de sossego, a parte interna do bar é a pedida certa, com uma decoração super moderna e aconchegante. Em ambos espaços dá para ver as bandas que se apresentam em alguns dias da semana.

A casa conta com nove torneiras dos mais variados estilos de cerveja artesanal. Uma é dedicada à cerveja Lagunitas (IPA) e as demais estão com cervejarias mineiras. Tem para todos os gostos, desde Pilsen e Sour à NE IPA e Imperial Stout. Os preços variam de R$8 a R$25. Além disso, têm cervejas de garrafa tradicionais e drinks variados.

Para comer opção não falta! São diversas porções tradicionais como fish and chips, coxinha de rabada, torresmo de barriga, filé com fritas e outros. E tem os diferentinhos como a Almofadinha de queijo gouda (uma delícia), Stick de Tapioca e Parmegiana. Os preços variam de R$22 a R$82.

Com um ambiente agradável, animado, excelente atendimento, chope fresquinho e tira-gosto que chega rápido, não tem erro. Indico demais a Casa Olec e já quero volta!

Casa Olec
📍 Rua Major Lopes, 79 – Bairro São Pedro
Belo Horizonte/MG
Instagram: @casaolec

Dicas para harmonizar cerveja e comida!

A técnica de harmonização de cervejas consiste em combinar da melhor forma os elementos sensoriais de uma cerveja e de um alimento.

Na minha opinião cerveja combina com qualquer tipo de comida ou até mesmo sem acompanhamento. Mas, é claro que a combinação de alguns estilos de cervejas com determinadas comidas pode tornar a experiência da degustação ainda mais completa e saborosa. E é isso que vou mostrar para você hoje.

Existem algumas regrinhas que, se seguidas, vão ajudar na busca da melhor combinação. O objetivo é que a experiência da degustação dos dois juntos seja melhor do que quando eles são consumidos separadamente, e que se possa chegar até mesmo a um terceiro sabor, criado a partir dessa união.

Antes de falar sobre os três princípios básicos da harmonização, é bom lembrar de uma regra básica: Cervejas fortes devem ser harmonizadas com pratos intensos, e cervejas leves com pratos sutis. Um não deve se sobrepor ao outro, ofuscando suas características.

Existem três princípios básicos para fazer uma harmonização:

1 – Semelhança

Aqui, os elementos da cerveja são parecidos ou iguais aos do prato. A harmonização por semelhança é a mais simples e acontece quando casamos sabores, aromas e temperos presentes tanto na comida quanto na cerveja.

Uma salada tende a harmonizar com uma cerveja mais leve. Uma cerveja mais maltada, que puxa para a cor de caramelo, tende a combinar com uma carne assada, que costuma ter cores parecidas. Uma cerveja de maltes torrados vai bem com um prato à base de chocolate meio amargo. O sabor de um complementa o sabor do outro.

Dicas: – Imperial Stout com Brownie – A cerveja é encorpada, tal qual a sobremesa, com isso, ela não sobrepõe os sabores.
– Witbier ou Sour Ale com Ceviche;
– American Pale Ale e frango assado;
– Weizen com frutos do mar.

2 – Contraste

A ideia aqui é que elementos diferentes e realmente opostos combinem entre si, gerando harmonia, suavizando arestas e potencializando pontos positivos. Os elementos opostos evitam o excesso de uma determinada característica, deixando a combinação balanceada.

Um prato doce, por exemplo, pode harmonizar com uma cerveja mais amarga. Um prato com mais gordura combina com algo que tenha acidez e doçura.

Dica: – Sal, doce e gordura equilibram o amargor: Exemplo Pretzel (sal) com Bohemia Pilsner (amargor);
– Doce contrasta com picância: Exemplo Weiss (doce) com Quesadillas de frango (picância);
– Acidez se contrapõe e harmonizam com pratos gordurosos e defumados: Exemplo Saison (ácida) com uma Pancetta de porco (gorduroso).

3- Corte

Ocorre quando elementos na cerveja cortam alguma característica do prato. A intenção desse tipo de harmonização é suavizar elementos. A bebida entra para “limpar” o paladar. Ao comer um prato gorduroso, a sugestão é a escolha de uma cerveja mais carbonatada (gaseificada), amarga ou alcoólica. A cerveja anula a sensação de viscosidade e te prepara para uma nova bocada.

Dica: American IPA e Joelho de Porco. O alto amargor e teor alcoólico da cerveja ajuda a cortar a gordura dessa carne no paladar.

– Harmonização Cultural

Além dessas clássicas regras de harmonização, existe também a Harmonização Cultural, que é a combinação entre um alimento e uma cerveja que não necessariamente combinem entre si, mas que já tenha virado tradição em determinada região ou país. Aqui, o que importa é experimentar a culinária local.

Dicas: – Lager e churrasco combinação típica brasileira;
– Salsicha branca (Weisswurst) e Weissbier comum na Alemanha;
– Ostras e Stouts, bastante usado na Inglaterra;
– Hamburgueres e IPA, típico dos Estados Unidos;
– Mexilhões e Belgian Ales, da Bélgica.

Mas, atenção! Essas regras não são absolutas. Elas servem apenas como orientação na busca por essa experiência que é a harmonização.

4 estilos de cerveja para harmonizar

Lager

Como é uma cerveja leve, ela combina com alimentos não muito fortes. Alimentos muito temperados e com sabor forte podem quebrar seu sabor.  Alimentos como pastéis, camarão, mandioca, aperitivos como queijo e azeitona e petiscos como nozes, castanhas, amêndoas e amendoim são boas pedidas.

IPA

A India Pale Ale tem como destaque o amargor do lúpulo. Por isso, ela combina com alimentos mais temperados e gordurosos. Uma boa pedida para acompanhar a IPA é o churrasco com carnes como bisteca, costelinha suína e bovina, alcatra, linguiça e outras carnes mais gordurosas. Outros alimentos que também são responsáveis pela harmonização de cervejas IPA são pizzas com recheios mais gordurosos, nachos e salmão.

Stout

Stouts são cervejas escuras feitas com maltes intensamente torrados. Isso traz um amargor agradável, com aromas e sabores de café expresso e chocolate. Com isso, elas combinam com sobremesas à base de café e à base de chocolate, principalmente os amargos, como brownies, tortas e o chocolate em si.

Alguns tipos de queijo também combinam bastante com essa cerveja, principalmente o gorgonzola, o gouda e o parmesão, que são queijos com sabores bem mais fortes e acentuados.

Weiss – Cerveja de trigo

As cervejas de trigo são mais fermentadas e costumam apresentar sabores frutados e condimentados, que combinam com saladas, nachos, peixes, aves, queijos suaves e frutos do mar. A doçura contrasta com os sabores salgados e ácidos desses alimentos enquanto o sabor frutado complementa o conjunto. Entre as sobremesas, vai bem com doces de frutas brancas e amarelas.

A dica final é experimentar várias combinações e, claro, levar sempre em conta o seu gosto pessoal. Pois, pode ser que um tipo dessas sugestões de harmonização não caia bem para o seu paladar e está tudo certo. O importante é ser feliz, beber com qualidade e com moderação!

Mais dicas!

Fonte: Cerveja e Malte

Afinal, em quanto tempo o álcool sai do organismo?

Você sabe qual o tempo necessário para a eliminação do álcool no organismo?

A resposta é DEPENDE!

Tudo depende. Depende do quanto você bebeu, do teor alcoólico da bebida que bebeu e do seu próprio metabolismo porque cada corpo reage de uma maneira. Aí também inclui idade, peso, sexo (mulheres metabolizam o álcool mais lentamente que os homens), alimentação, atividade física recente e uso de medicamentos. Todos esses elementos contribuem para determinar o quanto de álcool permanecerá no organismo e com que intensidade os seus efeitos serão sentidos.

Da mesma forma que o tempo de absorção do álcool varia de organismo para organismo, a sua eliminação também. Isso significa que, mesmo que você beba uma quantidade considerada segura de álcool, ela pode permanecer no seu corpo por mais tempo do que o esperado e, consequentemente, afetar seus reflexos.

Como acelerar a eliminação do álcool do organismo?

Não existe nenhuma fórmula mágica para voltar ao estado de sobriedade após consumir álcool. Beber água, café ou dormir não irá acelerar o processo de eliminação do álcool do seu corpo. A única solução é esperar o tempo necessário para que o álcool seja naturalmente metabolizado pelo organismo.

Quanto tempo depois de ingerir bebida alcoólica posso dirigir?

Como já dito, tudo depende. Não existe um tempo exato para se dirigir após ingerir bebidas alcoólicas.

A recomendação dada pela Polícia Rodoviária Federal é aguardar 12 horas para dirigir após o consumo de bebida alcoólica. Isso porque o álcool permanece no organismo por esse período e pode prejudicar a habilidade do motorista, aumentando o risco de acidentes.

Um outro fator importante é que essas 12 horas devem ser contadas a partir do momento em que o álcool atingiu seu nível máximo no sangue, que é em torno de 30 minutos após a absorção quando em situação de jejum, e 1 hora quando se estiver realizando uma refeição ao mesmo tempo, pois os alimentos podem absorver o álcool e inibir seu contato com o revestimento do estômago, retardando sua absorção.

O álcool pode ser detectado por testes de sangue, urina, saliva, respiração e até cabelo! No sangue ele pode ser detectado em até 12 horas depois do consumo; na urina de 12 a 24 horas e, se o consumo for elevado, por mais de 72 horas; na saliva em até 12h e no cabelo por até 90 dias. E mesmo o álcool já tendo saído do organismo, ainda há a possibilidade de o bafômetro informar que o motorista não está apto a conduzir o veículo.

A sugestão padrão é que o condutor dirija apenas após 12 horas da ingestão de álcool, ao consumir quantidades pequenas de bebidas etílicas. Já para quantidades grandes, é recomendável esperar 24 horas e, apenas depois isso, pegar o carro para transitar.

No Brasil, a Lei n° 11.705/2008, chamada de Lei Seca, é cada vez mais rígida. O limite máximo é de 0,05 mg/L, sendo tão próxima de zero que até mesmo um bombom de licor pode ser detectado se ingerido há 10 ou 15 minutos. Quando os níveis identificados ultrapassarem 0,3 mg/L, considera-se um caso grave, podendo ocasionar a prisão do motorista entre seis meses a um ano.

Sendo assim, elimine o ato de beber e dirigir da sua vida!

E leve essas frases com você para a vida: “Beba com moderação” e “Se beber, jamais dirija!”.

Fonte: Empório sem álcool e Estadão

Dica de leitura:

Cerveja com milho. Eu bebo!

Depois que as cervejas artesanais passaram a ser mais presentes na vida dos cervejeiros e passou a falar de cerveja Puro Malte por aqui, surgiram alguns mitos em torno do pobre coitado milho. Quem nunca ouviu as frases “Eu só tomo cerveja Puro Malte!” ou “Eu não tomo cerveja de milho!”.

Sobre cerveja Puro Malte eu já falei aqui.

Vamos falar do milho

Quando a cervejaria opta por colocar milho na cerveja, pode ter diferentes objetivos como:

Tornar a cerveja mais barata (o mais polêmico deles) . O valor por quilo do floco de milho é inferior ao valor do malte Pilsen. Portanto, para fazer uma cerveja mais barata, o cervejeiro opta por colocar tantos por cento de milho no lugar do malte, alguns optam por arroz. Ambos são cerais não maltado e baratos. Lembrando que, de acordo com as nossas leis, as cervejarias podem usar até 45% de adjuntos para substituir o malte.

E é neste caso que entram as cervejas comuns, que utilizam o limite da lei com o objetivo principal de deixar a cerveja mais barata e ter um lucro maior. Devido à essa grande quantidade de milho a cerveja acaba ficando sem sabor, sem aroma e com sua qualidade questionável. E é por causa dessas cervejas que muitos generalizam e falam que não tomam cerveja de milho, esquecendo que ele pode estar presente em outros estilos e com outros objetivos.

 – Ajudar a clarear a cerveja. O milho ajuda a deixar a cerveja mais cristalina.

Deixar a cerveja mais leve e com menor teor alcoólico. São cervejas ideias para tomar em maior quantidade sem empapuçar.

De onde vem a ideia de colocar milho na cerveja?

Em 1933, após a lei seca dos Estados Unidos ser revogada, o governo passou a autorizar o consumo de bebidas alcoólicas, porém com limitação de teor alcoólico, liberando cervejas e vinhos com até 3,2% ABV. As cervejarias que sobreviveram à lei seca resolveram criar o que ficou conhecido como American Light Lager, um estilo de corpo leve, refrescante, bem carbonatada e de baixo teor alcoólico. O baixo valor do arroz e do milho tornaram possível que as cervejas ficassem com essas características e ainda pudessem ser comercializadas com valores acessíveis e mantendo um bom lucro.

Lembrando que as cervejas comuns comercializadas aqui no Brasil são essas, as American Light Lager, que as cervejarias chamam de Pilsen. Aqui, eu falei mais sobre isso Pilsen x Lager

A utilização do milho, que é questionável no Brasil, é o uso do milho transgênico. Não se sabe os efeitos dos produtos transgênicos para nossa saúde. Como não existe um estudo sobre isso, pode ser que paguemos caro por ingeri-los em larga escala como vem acontecendo.

Estilos que levam milho na cerveja

Alguns estilos de cervejas permitem o uso do milho em sua composição para que fiquem com determinadas características. São esses:

American Light Lager, American Lager, Cream Ale, International Pale Lager, International Dark Lager, Ordinary Bitter, Best Bitter, Strong Bitter, British Golden Ale, Historical Beer – Gose

Esses estilos levam milho na receita e não deixam de ser saborosas por isso.

Conclusão

Com isso, pode-se concluir que colocar milho na cerveja não significa que ela vai ser ruim. O milho na cerveja pode ser benéfico. O que vai definir a qualidade da cerveja vai ser a qualidade do cereal e como ele é inserido na receita.

Cinco diferentes cervejas que levam milho e são ótimas:

Leffe Blonde – Leffe – Estilo Belgian Blonde Ale (Bélgica)
Ingredientes: Água, malte de cevada, milho, cevada, açúcar e lúpulo.

1906 Reserva Especial –  Estrella Galicia –  Estilo Helles Bock (Espanha)
Ingredientes: Água, malte de cevada, milho e lúpulo.

HopCorn – Wäls – Estilo American IPA (Brasil)
Ingredientes: Água, malte de cevada, milho, lúpulo e levedura.

Tripel Hop Citra – Duvel – Estilo Belgian IPA (Bélgica)
Ingredientes: Água, malte de cevada, milho, lúpulo e levedura

Turquesa –  Devaneio do Velhaco – Estilo Mexican Lager
Água, maltes, milho em flocos, lúpulo e levedura.

Fontes:  Farofa Magazine Clube do Malte Pão e Cerveja

Minas Gerais conquista 26 medalhas no Brasil Beer Cup 2023

No dia 26 de agosto, o concurso Brasil Beer Cup, considerado um dos mais importantes da América do Sul, anunciou, em Florianópolis, as cervejas medalhistas de sua edição de 2023.

O concurso, que é o primeiro do mundo liderado por um time de mulheres, aconteceu de 21 a 26 de agosto, e recebeu mais de 80 jurados de 16 nacionalidades para a análise das amostras de mais de 2 mil rótulos inscritos, de 11 países diferentes.

De acordo com Amanda Reitenbach, idealizadora do evento, o Brasil Beer Cup é muito mais do que uma simples competição. Seu principal objetivo é contribuir significativamente para o aprimoramento da qualidade sensorial das cervejas no mercado cervejeiro. Isso é alcançado por meio de uma avaliação minuciosa e ética das amostras recebidas, com responsabilidade e expertise.

“O Brasil Beer Cup é um evento único para celebrar a diversidade de sabores, estilos e criatividade que a cultura cervejeira tem a oferecer. Estamos unindo nossas forças para criar um espaço inclusivo e inspirador onde cervejeiros, independentemente de seu porte ou origem, possam mostrar seu talento e compartilhar suas paixões”, reforça.

Foram distribuídas 380 medalhas, sendo 119 de ouro, 129 de prata e 132 de bronze. Santa Catarina teve o maior número de premiações, com 26% do total. Minas Gerais recebeu 26 medalhas ao todo, dentre ouro, prata e bronze. Seis a mais que em 2022. Foram 16 diferentes cervejarias premiadas.

Confira as medalhistas mineiras:

Ouro

APA – APA Viela – Cervejaria Viela
Amber Lager – Caraça Amber Lager – Cervejaria Caraça
American Wheat – Lemon – Slod Cervejaria
Belgian Witber – Belgian Witte – Wäls
Belgian Special Belge – Belgian Pale Ale Naipe – Naipe Brew
Belgian Dubbel – Belgian Dubbel – Wäls
Blonde Ale – Chopp Hauk – Cervejaria Hauk
Light Lager – Alma Cevada – Cervejaria Brüder
Session IPA – De Lorean – Mills Brewery
Schwarzbier – Charlote – Cervejaria Fürst
Summer Ale – Tio San – Cervejaria Colt Brew

Prata
Amber Lager – Krug Amber Lager –  Krug Bier
Belgian Tripel – Wäls Belgian Tripel – Wäls
Dortmunder Export – Hard Industry- Jairo’s Cervejaria
Irish Red Ale – Irish Roots – Mills Brewery
Vienna Lager – Wien – Jairo’s Cervejaria

Bronze
Belgian Fruit Beer – Saison com frutas Naipe – Naipe Brew
Blonde Ale – Suça – Armadillo Brewery
Brown Ale – Thoruna Brown Ale – Cervejaria Walnut
Dark Lager – Caraça Dark Lager – Cervejaria Caraça
English Pale Ale – Albanos Pale Ale – Cervejaria Albanos
Export Ale – Billy the Kilt – Cervejaria Colt Brew
Historical Beer – Albanos 1870 – Cervejaria Albanos
IPA – IPA Viela – Cervejaria Viela
Light Lager – Life Lager – Cervejaria Albanos
Pilsen – Pilsen Musa – Musabier

Top 50

Brasil Beer Cup 2023 contou também com o selo Top 50 Best Breweries BBC 2023, concedido às 50 melhores cervejarias em pontuação no ranking do BBC 2023. Conforme a organização do concurso, essa distinção é “um reconhecimento da excelência e do destaque dessas cervejarias no cenário cervejeiro”.

Dentre essas 50, duas são mineiras: a Cervejaria Wäls, que recebeu 3 medalhas (2 de ouro e uma de prata) e a Mills Brewery, com duas medalhas (uma de ouro e uma de prata).

Abaixo, eu conto quais são as 50 Top!

Premiação Cervejaria do Ano

Prêmio oferecido para a cervejaria que apresentar maior número de pontos no cálculo de medalhas.

Para a premiação de cervejaria do ano, é considerado o volume de produção mensal:

Cervejaria de Pequeno Porte: até 30.000 litros mensais
Cervejaria de Médio Porte: de 30.001 a 200.000 litros mensais
Cervejaria de Grande Porte: a partir de 200.001 litros mensais

Na premiação de Brewpub concorreu o estabelecimento que produz e comercializa a cerveja no mesmo local.

Na premiação de Cervejaria Cigana participa a cervejaria que terceiriza a sua produção, ou seja, que aluga o local e equipamentos onde as suas cervejas são produzidas.

Cervejaria do ano de grande porte
Opa Bier (Joinville/Santa Catarina)

Cervejaria do ano de médio porte
Big Jack Cervejaria (Orleans/Santa Catarina)

Cervejaria do ano de pequeno porte
Juguetes Perdidos (Buenos Aires/Argentina) Brewpub
Brauhalle Cervejaria (Paraná/Brasil)

Cigana
Ruradélica Ales (Rio Grande do Sul/Brasil)

Cervejeira do ano
Ingrid Matos ganhou 10 medalhas com a Cervejaria Masterpiece e fez a maior pontuação como cervejeira responsável pela elaboração/criação das receitas das cervejas premiadas no Brasil Beer Cup.

Cervejeiro do ano
Marcos Paulo Divino ganhou 15 medalhas com a Cervejaria Cathedral e fez a maior pontuação como cervejeiro responsável pela elaboração/criação das receitas das cervejas premiadas no Brasil Beer Cup.

Top 50 Best Breweries BBC 2023

  • 277 Craft Beer – Parana/Brasil
  • 7 Vidas – Tacna/Peru
  • Água Do Monge Cervejaria – Paraná/Brasil
  • Alright Brewing Co. – Paraná/Brasil
  • Ambev – Rio De Janeiro/Brasil
  • Armada Cervejeira – Santa Catarina/Brasil
  • Barnia Cervejaria – Sao Paulo/Brasil
  • Big Jack Cervejaria – Santa Catarina/Brasil
  • Blauth Bier – Rio Grande Do Sul/Brasil
  • Bodebrown – Parana/Brasil
  • Brauhalle Cervejaria – Parana/Brasil
  • Cervecería Loa Metropolitana De Santiago – Chile
  • Cerveceria Ramuri – Baja California/Mexico
  • Cervejaria Belgard – Santa Catarina/Brasil
  • Cervejaria Bierbaum – Santa Catarina/Brasil
  • Cervejaria Bohemia – Rio De Janeiro/Brasil
  • Cervejaria Campinas – Sao Paulo/Brasil
  • Cervejaria Cathedral – Parana/Brasil
  • Cervejaria Demonho – Sao Paulo/Brasil
  • Cervejaria Ewam – Sao Paulo/Brasil
  • Cervejaria Farrapos Ltda – Rio Grande Do Sul/Brasil
  • Cervejaria Fermi – Santa Catarina/Brasil
  • Cervejaria Karsten (Indústria E Comércio De Bebidas Jaraguá Ltda) – Santa Catarina/Brasil
  • Cervejaria Kill Brew – Santa Catarina/Brasil
  • Cervejaria Königs Bier – Santa Catarina/Brasil
  • Cervejaria La Birra – Rio Grande Do Sul/Brasil
  • Cervejaria Masterpiece – Rio De Janeiro/Brasil
  • Cervejaria Moondri – Parana/Brasil
  • Cervejaria Wäls – Minas Gerais/Brasil
  • Dama Bier – Sao Paulo/Brasil
  • Das Bock Bier – Rio Grande Do Sul/Brasil
  • Delta Brew Co. – Rio Grande Do Sul/Brasil
  • Frohenfeld Craft Brewery – Parana/Brasil
  • Genial Mexico – Mexico
  • Hank Bier- Parana/Brasil
  • Hop Bros – Alagoas/Brasil
  • Hop Capital Beer – Distrito Federal/Brasil
  • Juguetes Perdidos – Buenos Aires/Argentina
  • Lohn Bier – Santa Catarina/Brasil
  • Metzgerbier – Parana/Brasil
  • Mills Brewery – Minas Gerais/Brasil
  • Ol Beer – Parana/Brasil
  • Omas Haus Brewpub – Santa Catarina/Brasil
  • Opa Bier – Santa Catarina/Brasil
  • Ruradélica Ales – Rio Grande Do Sul/Brasil
  • Salva Craftbeer – Rio Grande Do Sul/Brasil
  • Stannis Cervejaria – Santa Catarina/Brasil
  • Suricato – Rio Grande Do Sul/Brasil
  • Tres Torres Cervejaria – Espirito Santo/Brasil
  • Viking Bier – Rio Grande Do Sul/Brasil