St. Patrick’s Day: curiosidades sobre o festejo

Afinal, quem é Patrick?

Apesar de muitos acharem que São Patrício era irlandês, ele era britânico e seu nome original é Maewyn Succat. Ele nasceu de pais romanos no País de Gales.

Não se sabe muitos detalhes da vida do inglês St. Patrick ou São Patrício (para nós). O que sabemos é que nasceu em 377 e que seu pai era cristão e seu avô era padre (nesse tempo, os padres ainda podiam se casar). Porém, ele foi se interessar pela religião somente na adolescência.

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Aos 16 anos, enquanto viajava pela Grã-Bretanha para espalhar o cristianismo, Patrício foi sequestrado e escravizado por piratas irlandeses. Foi submetido a trabalhos forçados num ambiente terrível, entre pessoas rudes, brutas e pagãs. Tentou fugir duas vezes, sem sucesso. Somente na terceira vez, após 6 anos de sofrimento, ele conseguiu escapar.

Foi para a França onde partilhou a vida em vários mosteiros e conseguiu se habilitar para a vida religiosa, que unia o estilo de vida monástico, pela disciplina e oração, e também missionário, caracterizando-se pelo desejo de anunciar o Evangelho aos pagãos.

Em 432, alegou ter recebido um chamado para regressar à Irlanda, porém como bispo, para a evangelização dos irlandeses. Deixou para traz tudo que sofreu naquela terra e aceitou.

Embarcou para aquele país, que tinha uma sociedade 100% pagã, e trabalhou na evangelização de novos cristãos. Com isso, tornou-se responsável por trazer os irlandeses para a religião católica. Séculos depois, tornou-se padroeiro do país. Hoje, o catolicismo é a maior religião da Irlanda e um dos responsáveis foi Patrício, Saint Patrick.

São Patrício faleceu no dia 17 de março do ano 461, na cidade de Down. Hoje, a cidade se chama Downpatrick (Cidade de Patrício) em sua homenagem.  Há alguns séculos, essa data é feriado nacional para celebrar São Patrício.

Como surgiu o festejo?

Em 1760, os imigrantes irlandeses que moravam nos Estados Unidos começaram a celebrar o 17 de março, dia de seu padroeiro, para lembrar o país de origem. Por décadas, era uma festa mais religiosa e, acima de tudo, essencialmente local. Somente cidades com grandes comunidades irlandesas comemoravam e, mesmo assim, era algo restrito aos bairros de imigrantes.

Foi só no fim do século 20 que a festa ganhou ares mais nacionais, espalhando-se por pubs e paradas nas ruas de costa a costa. A partir de então, a festa não parou de crescer, cruzou as fronteiras, passou a marcar os calendários de outros países, assim como aqui no Brasil, que adora uma desculpa para festejar.

Hoje, a Irlanda não só reconhece como promove a festa originalmente americana. O 17 de março passou a ser a data nacional mais famosa do mundo. Algumas cidades iluminam pontos turísticos de verde e até mesmo colorem seus rios com essa cor.

Nas festas maiores, encontramos um festejo cheio de atividades como desfiles, festivais de música celta, culinária irlandesa, apresentações de teatro, cinema ao ar livre e é claro, muita cerveja. A maioria dos lugares, fazem chopes verdes para a festa ficar ainda mais caracterizada. É o verdadeiro carnaval irlandês!

Mais Curiosidades

  • O Dia de São Patrício é a única data em que se pode beber nas ruas da Irlanda! O consumo de bebida alcoólica nas ruas do país é terminantemente proibido e a infração é punida com multa; contudo, essa proibição é suspensa no St. Patrick’s Day, único dia do ano em que os irlandeses podem beber sua cerveja a vontade pelas ruas das cidades.
  • Corned-beef boil é o prato do St. Patrick’s Day. Trata-se de um prato clássico de carne salmorada com repolho que combina muito bem com cerveja, inventado por imigrantes irlandeses em Nova Iorque.
  • O maior desfile de St. Patrick’s Day não é na Irlanda e sim em Nova Iorque! Nos Estados Unidos, Canadá e Austrália, onde existem muitos imigrantes irlandeses, a data é comemorada oficialmente com desfiles

Simbologia

O festejo carrega alguns símbolos cheios de indentidade com a Irlanda. Com certeza você já deve ter visto alguns deles nas divulgações das festas, porém, você sabe o que significa? Vamos lá!

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O trevo – O folclore irlandês alega que um dos métodos de evangelização do St. Patrick incluía o uso de um trevo de três folhas para explicar a doutrina da Santíssima Trindade para os irlandeses, com isso, o uso de trevos de três folhas e similares estão intimamente ligados aos festejos. Outra explicação é que no século XVII, o trevo tornou-se símbolo do nacionalismo irlandês emergente, visto que, como os ingleses começaram a confiscar terras irlandesas e a criar leis contra o idioma irlandês e a prática do Catolicismo, muitos irlandeses começaram a usar o trevo como um símbolo do orgulho de suas origens e para demonstrar seu desgosto ao domínio inglês.

A cor verde – Durante a rebelião irlandesa de 1798, na esperança de propagar seus ideais políticos, soldados irlandeses vestiram uniformes verdes no dia 17 de março na esperança de chamar a atenção pública para a rebelião. A expressão irlandesa “the wearing of the green” (vestindo o verde), significa usar um trevo ou então outra peça de roupa que seja verde em referência aos soldados rebeldes.

Beliscão e roupa verde – Entre as crianças, há a tradição de beliscar os amigos que não vestem verde neste dia.

Duende, arco-íris e o pote de ouro – No folclore irlandês, os Leprechauns (pronuncia-se Leprecáuns), são guardiões de tesouros que moram no país desde muito antes dos celtas e vivem escondidos com seus potes de ouro no final do arco-íris.

Muito travessos, adoram pregar peças e são muito ágeis, quase impossíveis de serem alcançados. Por isso, há uma lenda que quem capturar um poderá fazer três pedidos. Os celtas acreditam muito em fadas e duendes.

Agora que você já sabe o significado do festejo, bora tomar um chope verde?!

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Dicas do festejo em BH neste ano de 2023:

St. Patrick’s Day BH 2023: @saintpatricksbh

St. Patrick’s Rock Station: @jangalbh

Odorico St. Patrick’s Day with Cash: @odoricocervejaria

 Semana de São Patrício HB: @hofbrauhausbh

St. Patrick’s Day Stadt Jever: @stadtjever

St. Patrick’s Week: @forjataverna

St. Patrick’s Santo Growler: @santogrowler

 St. Patrick’s Porks: @porks_savassi

Cervejaria mineira cria cerveja com uso de Inteligência Artificial

Para a produção de uma Black IPA, Prussia Bier utilizou o ChatGPT

A cervejaria mineira Prussia Bier lançou sua primeira cerveja feita com a ajuda da Inteligência Artificial. Foram utilizados dois tipos de robôs um para fazer a cerveja e outro para criar o rótulo.

O ChatGPT é um chatbot (robô) voltado para desenvolver diálogos reais com os humanos e solucionar dúvidas. Além disso, a plataforma contesta premissas incorretas, desenvolve histórias, descreve imagens e muito mais.

Essa nova tecnologia é um tema que está sendo muito discutido na atualidade e a Prussia Bier, como está sempre ligada nas novidades do mercado, largou na frente: É a primeira cervejaria do Brasil a usar o ChatGPT na produção de uma cerveja comercial.

Segundo Fernando Cota Carvalho, sócio da cervejaria, foi uma experiência incrível e inédita. “Buscamos a inteligência do robô para criar uma receita de cerveja e além disso, usamos outra IA, o Midjourney,  para criar o rótulo dessa cerveja. E o resultado foi fantástico.”, conta Fernando.

A cerveja criada é uma Black IPA. Uma cerveja de cor escura, bem equilibrada, com espuma esbranquiçada e cremosa. Apresenta um forte sabor e aroma de lúpulo, enquanto apresenta um baixo caráter de malte torrado, contrariando o sentido visual. É uma cerveja cremosa de amargor moderado que a tornará uma cerveja refrescante e satisfatória para beber. Seu teor alcoólico (ABV) é de 6,5% e o índice de amargor (IBU) é 61.

O processo foi todo acompanhado pelo mestre cervejeiro da Prussia, já que precisou sofrer adaptações. De acordo com Maycon e Sildênio, mestres cervejeiros da cervejaria, a criação de uma receita de cerveja precisa levar em consideração também os equipamentos que estão disponíveis na cervejaria e qual é o resultado que consegue gerar em cada etapa do processo. “Alguns ajustes tiveram que ser feitos, como adequar a proporção de grãos de malte e lúpulo, por exemplo, para os parâmetros do equipamento que temos na fábrica.”, contam eles.

Segundo os cervejeiros o ChatGPT funciona muito bem para criar os parâmetros básicos da receita, como ABV, IBU, extrato final, escolhas de maltes e, além disso, consegue acatar sugestões e sugere melhorias pra receita dependendo da demanda de quem opera o sistema. “Por exemplo, ao falar com ele que gostaríamos de uma cerveja com menos sabor de malte torrado, ele sugeriu uma troca de maltes para a nossa Black IPA, de forma que ela deixaria de ser uma cerveja preta e se tornar uma cerveja acobreada. Esse ajuste, tivemos que fazer na fábrica.”, explicam os cervejeiros.

A experiência mostrou que apesar da I.A. ajudar na elaboração da receita, a presença efetiva no mestre cervejeiro é imprescindível para a produção final, pois, em vários momentos precisou da adequação do profissional. 

Sinta o sabor da colaboração entre homem e máquina: a A.I. Black IPA é uma cerveja que une o melhor dos dois mundos. Para adquirir a sua, clique aqui.

Confira a descrição da cerveja criada pelo próprio robô:


A cerveja vai apresentar uma cor escura a intensa, com tons rubi e marrom escuro, chegando ao preto. A espuma deve ser de cor bege clara e consistente, com boa formação e retenção. O aroma será dominado pelos lúpulos Since, Centennial e Cascade, apresentando notas cítricas, florais e resinosas. Também um leve aroma de malte tostado e chocolate amargo.

No paladar, a cerveja apresenta um amargor alto e assertivo, com notas de grapefruit, laranja e pinho vindas dos lúpulos. O malte tostado deve contribuir com um leve sabor de café e chocolate amargo, mas sem ser muito dominante.

Qual a melhor cerveja puro malte do mercado?

Júri especializado avaliou 13 marcas de cerveja puro malte vendidas nas redes de supermercado, confira o ranking

As cervejas degustadas em pequenas doses pelo time de jurados convidados por Paladar
As cervejas degustadas em pequenas doses pelo time de jurados convidados por Paladar Foto: Daniel Teixeira

Todo brasileiro se acha um pouco sommelier de cerveja, não é mesmo? Cada um tem a sua favorita da vida ou, ao menos, a queridinha de uma temporada de verão. Se há alguns anos contavam-se nos dedos das mãos as marcas disponíveis nas prateleiras, hoje temos cerveja de sobra para escolher. De procedência, tipo, cor e teor alcóolico variados.

De acordo com o SINDICERV (Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja), o Brasil ocupa o terceiro lugar na lista dos maiores fabricantes de cerveja do mundo, com a marca de 15,4 bilhões de litros produzidos anualmente com base em cálculos realizados em 2022. Os dois primeiros lugares ficam com a China e com os EUA.

PURO MALTE

Foram avaliados quesitos como cor, estabilidade de espuma, brilho, aroma e sabor
Foram avaliados quesitos como cor, estabilidade de espuma, brilho, aroma e sabor Foto: Daniel Teixeira

No teste de Paladar, foram escolhidas 13 marcas de cerveja puro malte vendidas nas redes de supermercado. Na definição do sommelier de cervejas Guto Procópio, um dos jurados convidados por Paladar para esta degustação, uma cerveja com o “selo” de puro malte no rótulo é aquela que leva malte de cevada em sua composição. Trata-se de uma cerveja que não substitui o malte de cevada por outro tipo de açúcar, como o açúcar cervejeiro, o arroz ou o milho. “Isso define qualidade?”, questiona Guto. “Não, ela pode ser uma puro malte ruim ou boa, mas sempre esperamos mais intensidade em uma bebida com essa denominação”.

Confira aqui o post “O que é cerveja Puro Malte”

QUEM É QUEM?

O nosso time de jurados, a partir da esquerda: Junior Bottura, Guto Procópio, Edu Passarelli, Julia Leme e Bia Amorim
O nosso time de jurados, a partir da esquerda: Junior Bottura, Guto Procópio, Edu Passarelli, Julia Leme e Bia Amorim Foto: Daniel Teixeira

Todo teste de Paladar começa com a escolha dos experts que irão avaliar alimentos, bebidas ou equipamentos de uso culinário. Para avaliar 13 das marcas mais populares de cerveja puro malte do mercado, convidamos um time de cinco sommeliers de cerveja: Edu Passarelli, professor do Instituto da Cerveja Brasil e dono do Escarcéu Bar; Bia Amorim, editora da @farofamagazine; Junior Bottura, mestre cervejeiro, fundador da @cervejaavos; Guto Procópio, sócio da @cervejariavaia e do @letsbeer, locação escolhida para este teste de Paladar, e Julia Leme, consultora de hospitalidade e gestão de restaurantes e bares.

Reunimos os cinco em uma tarde de segunda-feira para provar e avaliar às cegas cada uma das marcas (o vídeo dos bastidores da degustação já está no nosso canal no YouTube). O teste foi realizado marca por marca. Ou seja, cada jurado experimentava, em pequenas doses, uma marca de cerveja por vez. A bebida chegava gelada à mesa e depois era reservada para ser provada em temperatura ambiente, o que evidencia eventuais “defeitos” da cerveja.

TESTE DE RESISTÊNCIA

“As marcas de cerveja testadas foram feitas para serem consumidas muito geladas”, explica Edu Passareli. “Quando a prova é feita com a bebida em temperatura ambiente, temos indicativos mais claros das características de cada uma delas”.

Um dos jurados avalia o aroma da cerveja durante a degustação
Um dos jurados avalia o aroma da cerveja durante a degustação Foto: Daniel Teixeira

A sommelier Bia Amorim explicou durante o teste que os jurados procuram os defeitos para que o consumidor, posteriormente, só encontre coisa boa no mercado. O mestre cervejeiro Junior Bottura completa dizendo que a data de validade do produto também é fator de qualidade que vale ser levado em conta: quanto mais nova a cerveja, melhor.

Foram avaliadas características como cor, estabilidade de espuma, brilho, aroma e, claro, sabor. Os jurados davam notas de 0 a 10 para cada categoria avaliada. A nota média das cervejas avaliadas ficou entre 6,44, a cerveja menos desejada da avaliação, e 8,96, média da cerveja eleita como a melhor pelo time de jurados.

AS MELHORES CERVEJAS PURO MALTE DO MERCADO

PRIMEIRO LUGAR – SPATEN

SEGUNDO LUGAR – AMSTEL

TERCEIRO LUGAR – IMPÉRIO

AS 13 MARCAS NA AVALIAÇÃO DOS JURADOS

AMSTEL (R$ 3,72, 350ml) – A segunda colocada no ranking foi avaliada como uma bebida com notas aparentes de malte e nota floral de lúpulo bem presente. Uma cerveja com leve oxidação, sabor equilibrado que remete a pão. Amargor presente, delicado e muito agradável.

BOHEMIA (R$ 3,29, 350ml) – Uma bebida de baixo amargor. Aroma agradável e levemente floral, indicando a presença do lúpulo. Uma cerveja equilibrada, com leve oxidação e final doce.

BRAHMA (R$ 3,36/ 350ml)- Uma bebida com defeitos perceptíveis no aroma, com sinais de oxidação e sabor desagradável. Na boca, sabor tem amargor prolongado.

CERPA PRIME (R$ 5,79, 350ml) – No quesito sabor, a cerveja foi avaliada como doce e sem grandes defeitos. Presença de malte bem marcante, lembrando casca de pão. A coloração foi avaliada como dourada e bastante translúcida. Faltou lúpulo para ficar perfeita. Espuma branca com boa retenção

EISENBAHN (R$ 5,21/ 350ml)- Cerveja levemente frutada, de amargor agradável. Aroma que remete a biscoito. Sabor levemente metalizado, oxidação presente, final seco e agradável. A presença do malte é evidente na bebida. Uma cerveja boa, mas não excelente.

HEINEKEN (R$ 5,00/ 350ml) – Para o nosso time de jurados, a cerveja apresentou leve oxidação, baixo teor alcoólico e final adstringente. Uma bebida visualmente quase perfeita. Sabor de malte muito suave e amargor prolongado e indesejado no retrogosto.

IMPERIO (R$ 2,70/ 269ml) – A terceira colocada no ranking apresenta, na opinião dos jurados, aroma de lúpulo e malte adequados. Aroma agradável, que remete a fermento de pão e biscoito cream-cracker. Uma bebida leve e equilibrada. Uma leve acidez que deixa a cerveja mais fácil de beber. Final limpo.

ITAIPAVA (R$ 3,25/ 350ml)- Cerveja muito leve e bem carbonatada. Leve aroma de manteiga. Na boca, sensação de cereal tostado agradável, falta um pouco de amargor, mas ele é presente.

ORIGINAL (R$ 3,75/ 350ml)- Os jurados identificaram um aroma leve de grãos, sabor muito leve e pouco atraente. Uma cerveja leve, com final limpo e agradável. Na boca, apresenta bastante oxidação. Alguns ainda identificaram a falta de um amargor desejável.

PETRA (R$ 3,19, 350ml) – A bebida foi avaliada como bastante leve, com um leve toque de maçã, proveniente da fermentação. Retrogosto quase doce, aroma que lembra maçã verde. Para os jurados, faltou amargor e sabor de malte. Espuma com alta formatação, mas baixa retenção.

STELLA ARTOIS (R$ 4,38/ 350ml)- Cerveja de amargor agradável e bem balanceada. Alguns jurados identificaram aroma desagradável, porém volátil. Sabor leve, para ser consumida bem gelada.

SPATEN (R$ 4,65/ 355ml) – A campeã entre as cervejas avaliadas pelos jurados convidados por Paladar apresentou sensação agradável de biscoito. Uma bebida leve, fácil de beber, com boa estabilidade de espuma; amargor baixo, mas aparente. Uma cerveja mais fresca do que o esperado para um produto comercial. Equilibrada, com notas de cereais e levemente frutada. Ótima formatação e retenção.

SKOL (R$ 3,23/ 350ml) – Os jurados avaliaram a cerveja como bastante oxidada no paladar. Falta frescor, cor deixa a desejar. Baixa sensação de amargor aparente. Apesar de bastante translúcida e clara, uma bebida suave demais, vazia.

Fonte: Portal Estadão

Cientistas brasileiros criam cerveja especial para quem tem diabetes

O produto tem a possibilidade de consumo diário por pessoas pré-diabéticas (uma unidade) e diabéticas (duas unidades)

A Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro) assinou um contrato de licenciamento para comercializar uma cerveja com efeitos medicinais para pessoas com diabetes.

cerveja - diabéticos - Rosemary

Foto: AEN

O produto considerado inovador é resultado de uma pesquisa desenvolvida no Laboratório de Biotecnologia e Ciências Biomédicas (Biomed), do campus do Centro de Desenvolvimento Educacional e Tecnológico de Guarapuava (Cedeteg).

Cerveja com benefícios

Depois de cinco anos de estudos, os resultados demonstram benefícios para a saúde humana.

Na composição da cerveja estão presentes bioativos do alecrim-do-campo, tipo de planta nativa da América do Sul. A planta se encontra geralmente em países como Argentina, Bolívia, Paraguai e Uruguai.

Esses bioativos auxiliam na redução da glicemia (nível de açúcar no sangue) e do nível de gordura no sangue. Além disso promove a diminuição de danos renais e hepáticos.

A bebida terá produção e distribuição em larga escala pela Cervejaria Heimdall. A fabricante de bebidas artesanais atua principalmente no mercado cervejeiro da região Centro-Sul do Paraná.

O licenciamento consiste na transferência de tecnologia para a empresa e envolve, ainda, o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Paraná (IFPR) e a Fundação de Apoio ao Desenvolvimento da Unicentro (FAU).

Reconhecimento

De acordo com o professor Carlos Ricardo Maneck Malfatti, biomédico responsável pela pesquisa, o licenciamento é uma forma de incentivo à ciência.

“Essa ação reforça a importância da tríplice hélice entre academia, governo e mercado. Nesse cenário, as universidades desenvolvem as pesquisas, o setor público promove o fomento às pesquisas e o empresário contribui para o desenvolvimento econômico”, afirma o professor.

Doutor em Bioquímica, ele destaca o potencial de retorno financeiro para a universidade, a partir do direito de uso e comercialização de produtos e serviços que resultam de pesquisas científicas. “Quando o mercado comercializa os resultados de estudos acadêmicos, as instituições de ensino superior conquistam mais recursos para produzir novas tecnologias e inovações”, diz Malfatti.

A equipe responsável pela pesquisa é composta por estudantes de graduação e pós-graduação, entre alunos de iniciação científica e dos cursos de mestrado e doutorado dos programas de pós-graduação em Ciências Farmacêuticas e em Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia para Inovação da Unicentro; além do Programa de Pós-graduação em Promoção da Saúde do Centro Universitário Guairacá (UniGuairacá), de Guarapuava.

A cerveja

A cerveja será comercializada com o nome de Rosemary, tradução do inglês para alecrim.

Ela segue o estilo herbal beer, com um sabor levemente frutado e com graduação alcoólica de 4.3%, a mistura do extrato de alecrim com as cascas de limão deixam essa Witbier ainda mais refrescante.

A recomendação de consumo para clientes pré-diabéticos é de uma unidade ao dia, enquanto para os já diabéticos é um pouco maior, podendo serem consumidas duas unidades do produto diariamente para o combate à diabetes.

Por fim, além dos benefícios para a saúde, a cerveja possui aroma e sabor agradáveis.

Fonte: http://www.canalrural.com.br e @heimdallcervejaria

A Forja: uma experiência medieval em BH

A dica de hoje vai para você que gosta de viver experiências diferentes. E, se você sempre teve vontade de viajar no tempo e sentir um pouco como viviam os povos medievais, prega o olho aí e anota essa dica.

Eu estou falando do mais novo bar e restaurante de BH: A Forja Taverna Épica Medieval.

A casa é diferente de tudo o que já se viu por aqui. Idealizada pelos chefes Igor Escobar e Kiki Ferrari, o local é uma autêntica taverna medieval. O nome foi escolhido pelo fato de uma forja ser o lugar onde os ferreiros fabricavam armas, armaduras, ferraduras, entre outros e era um ofício comum e característico por toda era medieval.

O local

A casa está toda decorada para fazer o cliente viajar no passado. Desde as paredes aos artefatos feito sob encomenda. Tudo para deixar o espaço o mais histórico possível. A luz baixa e velas na mesa também dão um charme.

Alguns dias, a casa conta com apresentações que remetem àquela época para deixar o ambiente ainda mais próximo do medieval. Quando estivemos lá, um músico com gaita de fole estava se apresentando pelas mesas.

Para beber

Com as bebidas não é diferente. Elas também passeiam pela história. A casa conta com 4 torneiras de chope artesanal, que “saem da pedra”. São quatro diferentes estilos de chope que agrada a todos.

Além disso, o cardápio conta com diversos drinks como a Sangria Romana (Conditum Paradoxum), que leva o Vinho Rosé, Mel, Açafrão, Louro e Xarope de Tâmara. Experimentei dois drinks e adorei. Tem também, vinhos, sidra, absinto nacional e outros destilados.

E para a experiência ser completa, não poderia faltar o Hidromel, uma das bebidas alcoólicas mais antigas do mundo, consumida desde a Antiguidade. Basicamente, trata-se de uma bebida fermentada, feita a partir do uso do mel. Pudemos experimentar três estilos. Todos excelentes.

Para comer

Como o restaurante propõe uma volta ao passado, a gastronomia também leva a essa viagem de cores, sabores e texturas do passado, sempre tentando ser o mais fidedigno historicamente com o período. Insumos, temperos, tudo foi pesquisado conforme os costumes da época.

Uma das peculiaridades do local é que o cliente poderá encomendar um banquete medieval para levar para casa: o Porco Real. Outro destaque é a Bisteca de Apicius (Ofellae), que é: a Bisteca Bovina Marinada à Moda Romana

Com todas essas peculiaridades, a Forja vem para ser diferente de tudo o que existe e levar as pessoas para uma verdadeira viagem no tempo.

Eu adorei o convite para viver essa experiência medieval. Já havia ido em alguns bares medievais em viagens que fiz e esse me impressionou bastante. Vida longa à Forja!

Clique aqui para ver o vídeo (reels) que fiz do local.

Clique aqui para ver o post que fiz e não deixe de me seguir no Insta para mais dicas como essa: @cervejeirauai

A Forja – Taverna Medieval

Endereço: Cláudio Manoel, 500
Bairro Savassi – Belo Horizonte/MG
Instagram: @forjataverna

NOVIDADE NA FORJA (atualizado em 6/6/2023)

A partir do mês de junho de 2023, a casa vai abrir aos domingos para oferecer Banquetes Dominicais. Serão 2 banquetes: o 𝐁𝐚𝐧𝐪𝐮𝐞𝐭𝐞 𝐝𝐨 𝐁á𝐫𝐛𝐚𝐫𝐨 para você se sentir na era medieval mesmo! Ele é servido pra comer com as mãos como os bárbaros faziam. Ele vem com um “babador” e lavanda para higienizar as mãos.

Já o 𝐁𝐚𝐧𝐪𝐮𝐞𝐭𝐞 𝐑𝐞𝐚𝐥 é para você se sentir como um rei ou uma rainha! Sim, esse vem talheres.

Eu fui convidada para conhecer os dois banquetes e achei os dois muito fartos e saborosos! Uma experiência gastronômica sensacional!

Clique aqui para saber o que vem em cada banquete e assistir ao vídeo que fiz no dia em que fui lá experimentá-los!

  • Cardápio

Retrato dos consumidores de cervejas 2022

Resultados da 3ª edição da pesquisa, organizada pelo podcast Surra de Lúpulo, já podem ser baixados gratuitamente

O quão valioso é para um mercado conhecer o hábito de consumo de seu público? Sem a pretensão de achar respostas definitivas, mas com o objetivo de colaborar com as tomadas de decisão do setor cervejeiro nacional e provocar reflexões, os criadores do podcast Surra de Lúpulo, Ludmyla Almeida (do perfil @IPAcondriaca) e Leandro Bulkool, promovem desde 2020 a pesquisa Retrato dos consumidores de cervejas. A 3ª edição, que acaba de ser divulgada, quebrou recordes e recebeu 4.388 respostas, mais do que o dobro das 2023 do ano anterior, de todos os estados do Brasil.

A pesquisa aconteceu durante o mês de agosto e contou com dois questionários — um para as pessoas que bebem exclusivamente cervejas populares (como Brahma e Heineken) e outro para quem também bebe as artesanais —, que abordaram temas como perfil demográfico, ocasiões de consumo, local de compra e gasto mensal.

No geral, entre as pessoas que bebem tanto cervejas comuns quanto artesanais, a pesquisa aponta que a decisão de compra é principalmente motivada pelo estilo, seguido pela relação custo-benefício, pelo preço e por indicações de amigos.

Em relação ao estilo, o que me chamou atenção nessa pesquisa é que a IPA virou de vez a queridinha dos brasileiros. De acordo com a pesquisa, a IPA aparece em primeiro lugar com folga entre os estilos mais bebidos, com 71,70%. O segundo estilo mais consumido, a Pilsen, vem bem depois com 32,60%, seguido da APA com 29,79%.

A pesquisa confirma que a cerveja é conhecida por ser uma bebida social. O maior percentual de consumo é entre amigos, independentemente do sexo do respondente, chegando a 85%. Os homens tendem a tomar mais cerveja sozinhos (61%) do que as mulheres (50%).

Sobre a ocasião de consumo, quanto mais “especial”, mais pessoas optam por beber cerveja artesanal, assim como em aniversários e jantares românticos. Porém, em eventos esportivos, shows, boates e churrascos, a opção mais marcada foi “tanto faz”. 

Para a compra, os locais preferidos são bares ou lojas especializadas, seguidos pelos supermercados. Os brewpubs e fábricas aparecem como a terceira opção. Aqui, há uma inversão com relação à pesquisa de 2021, onde os supermercados apareciam em primeiro lugar, seguidos dos bares e lojas. Os brewpubs seguiam em terceiro.

Para Ludmyla Almeida, além de tentar entender quem são os consumidores de cerveja, a pesquisa procurou mapear quais são os gargalos que merecem investimento do mercado para ampliar a base de consumo das artesanais. “Nós investimos muitos esforços para alcançar um espectro mais amplo de pessoas. Como resultado, trouxemos alguns insights, como o principal motivo apontado para o não consumo de artesanais ser a falta de informação sobre o produto (39,72%), e não o preço (24,82%); o fato de homens e mulheres preferirem os mesmo elevada do público, já que 58,13% dos consumidores têm entre 36 e 55 anos; e o alto nível de escolaridade deste consumidor (68,01% têm superior completo, sendo que 31,69% dessas pessoas também são pós-graduadas)”, explica Ludmyla, que desde 2017 produz conteúdo digital focado em cerveja no perfil do Instagram @IPAcondrica.

Já Leandro Bulkool ressalta a importância de analisar os dados apresentados pela pesquisa, mas principalmente debatê-los em busca de uma função prática para o crescimento do mercado. “Os dados mostram que temos avanços consideráveis, porém a cerveja artesanal ainda constitui um universo majoritariamente masculino (73,56%), branco (77,98%) e cada vez menos jovem. A longo prazo isso pode ser preocupante. Existe muita margem de crescimento se usarem estratégias mais inclusivas”, conclui Leandro.

Além dos dois idealizadores, a pesquisa Retrato dos consumidores de cervejas 2022 teve em seu corpo técnico Lucas Fernandes, mestre em estatística pela UnB (2013) e sommelier de cervejas pelo Science of Beer (2022); Guilherme Oliveira, bacharel em sistemas de informação; e Roberto “Bob” Fonseca, jornalista, idealizador e realizador da pesquisa Melhores do Ano na Cerveja por 10 anos. Além disso, a pesquisa contou com os seguintes apoios: MyTapp, Bier Held, Fermenta Pessoas e Lamas Brewshop.

Os resultados podem ser baixados pelo link: https://bit.ly/3FiTZsY

Brasil leva 43 medalhas na Copa Cervezas de America 2022

A Saison Pitaya, da cervejaria paranaense Água do Monge, foi eleita a melhor cerveja do ano, e a Königs Bier, de Santa Catarina, é a melhor cervejaria brasileira e a segunda melhor desta edição da Copa

Os organizadores da Copa Cervezas de América anunciaram, no dia 29 de outubro, em Valdivia, no Chile, as cervejas medalhistas da sua nona edição. O Brasil fez bonito e trará para casa nada menos do que 43 medalhas, das 127 distribuídas, além de ter a melhor cerveja da competição (Best of Show), a Saison Pitaya, da cervejaria paranaense Água do Monge. Entre as cervejarias, o destaque ficou com a Königs Bier, de Santa Catarina, que ganhou dois ouros e uma prata, sagrando-se a melhor cervejaria brasileira do ano e a segunda melhor entre todos os competidores. A lista com todas as cervejas premiadas pode ser vista no site: www.copacervezasdeamerica.com/pt

 O pódio brasileiro na competição é composto também pelas cervejarias Kairós, também de Santa Catarina, com um ouro e duas pratas, e a Devaneio do Velhaco, do Rio Grande do Sul, que terminou com uma medalha de cada.

A Copa Cervezas de América 2022 analisou no total 1720 amostras e a grande final  premiou 51 estilos com 127 medalhas, sendo 35 de ouro, 49 de prata e 43 de bronze.

 Diego Masiero, criador da produtora Matinê Cervejeira e integrante da equipe organizadora da Copa Cervezas de América 2022, avaliou positivamente a presença brasileira na competição. “O Brasil pode assumir um papel de protagonismo no cenário latino-americano cervejeiro, somos uma potência e mostramos uma evolução constante, mesmo após o duro período que passamos durante a pandemia. Fico feliz de vermos cervejarias de diversas regiões medalhando”, resume Diego.

Já Daniel Trivelli, presidente da Copa Cervezas de América, fez uma avaliação geral do evento. “O que vimos durante a Semana Cervecera de Los Ríos e por toda a jornada desta Copa foi incrível. Tivemos uma verdadeira maratona para julgar todas as mostras e ficamos muito contentes com o nível que encontramos. Também tivemos ricos momentos de troca com diversas aulas, rodas de negócios e muita cerveja boa. Vejo que podemos contribuir para o legado de Valdivia e com o fortalecimento do mercado latino-americano”, reforça Daniel.

 O projeto é financiado pelo “Fondo de Innovación para la Competitividad (FIC) del Gobierno Regional de los Ríos y su Consejo Regional” e conta com o apoio de Hop France, Fermentis e Maltexco.

LISTA DE CERVEJAS BRASILEIRAS QUE GANHARAM MEDALHAS NA CCA 2022

 Best of Show

  • OURO – SAISON PITAYA: Água do Monge Cervejaria, Guarapuava, Paraná, Brasil

 Aged And Specialty Beer

  • BRONZE – LENHADOR BÁLTICO: Colaborativa com Devaneio do Velhaco

 Belgian Style Ale

  • OURO – QUADRUPEL 277: 277 Craft Beer, Foz do Iguaçu, Paraná, Brasil

 Belgian Style Witbier

  • OURO – RENDEIRAS WITBIER: Cervejaria Kairós, Florianópolis, SC, Brasil
  • PRATA – BROWE! WITBIER: Cervejaria BROWe, São José dos Campos, São Paulo, Brasil
  • BRONZE – BERGGREN WITBIER: Cervejaria Berggren, Nova Odessa, São Paulo, Brasil

 British Imperial Stout

  • PRATA – ST. PATRICK’S IMPERIAL STOUT: Brew Center, Ipeúna, São Paulo, Brasil
  • BRONZE – DAORAVIDA RESIST, DRINKERS FOR UKRAINE: Cervejas Daoravida, Campinas, São Paulo, Brasil

British Style Brown Ale & Porter

  • PRATA – FAROESTE BEER – EMMA BLACKBERRY: Faroeste Beer, Itajaí,  Santa Catarina, Brasil

British Style Strong

  • OURO – INSANA BLEND 2017: Cervejaria insana, Palmas, Paraná, Brasil
  • PRATA – HUFBRÄU BARLEY WINE: Öluns Cervejaria, Cunha Porã, Santa Catarina, Brasil

Catharina Sour

  • PRATA – CATHARINA SOUR – CAJU E PITANGA: Cervejaria UNIKA, Rancho Queimado, Santa Catarina, Brasil
  • BRONZE – CATHARINA SOUR – MORANGO E GOIABA: Cervejaria UNIKA, Rancho Queimado, Santa Catarina, Brasil

Classic Style Stout

  • BRONZE – DAMA STOUT: DAMA BIER, Piracicaba, São Paulo, Brasil

Coffee Beer

  • PRATA – CATHARINA SOUR – CLEMENULES COM CAFÉ: Cervejaria UNIKA, Rancho Queimado, Santa Catarina, Brasil

European Amber Lager

  • BRONZE – BROWE! VIENNA LAGER: Cervejaria BROWe, São José dos Campos, São Paulo, Brasil

European Dark Lager

  • OURO – KÖNIGS BOCK: Cervejaria Königs Bier, Jaraguá do Sul, Santa Catarina, Brasil
  • PRATA – NAUFRAGADOS BALTIC PORTER: Cervejaria Kairós, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil
  • BRONZE – FURST – CHARLOTE DARK LAGER: Cervejaria Furst, Formiga, Minas Gerais, Brasil

European Pale Lagers

  • OURO – CUSTOM BOCK: Öluns Cervejaria, Cunha Porã, Santa Catarina, Brasil

European Style Sour Ale

  • PRATA – SENHORINHA: Cervejaria Kairós, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil
  • BRONZE – CANOA QUEBRADA: 277 Craft Beer, Foz do Iguaçu, Paraná, Brasil

Field Spice and Cocoa Beer

  • PRATA – BRETT SAISON: Hop Bros Cervejaria, Maceió, Alagoas, Brasil

German Style Wheat Beer

  • BRONZE – KARSTEN WEIZENBOCK: Cervejaria Karsten, Jaraguá do Sul, Santa Catarina, Brasil

Hazy India Pale Ale

  • PRATA – RODÍNIA: Devaneio do Velhaco, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil

Herb and Spice

  • PRATA – KÖNIGS CATHARINA SOUR MAÇÃ E CANELA: Cervejaria Königs Bier, Jaraguá do Sul, Santa Catarina, Brasil

Honey and Non-Alcoholic Beer

  • BRONZE – AL FERO SEM ÁLCOOL: Al Fero Birrificio, Nova Trento, Santa Catarina, Brasil

International Pilseners

  • PRATA – DAMA PILSEN: DAMA BIER, Piracicaba, São Paulo, Brasil

Irish Red Ale

  • PRATA – DENKER – IRISH RED ALE: Cervejaria Denker, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil
  • BRONZE – FURST SIR LOXLEY RED ALE: Cervejaria Furst, Formiga, Minas Gerais, Brasil

New World Hoppy Beer

  • PRATA – BRAGANTINA RED IPA: Cervejaria Bragantina, Bragança Paulista, São Paulo, Brasil
  • BRONZE – DISTRITO – OLD REDDY: Suricato Ales, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil

New World Pale Ales

  • OURO – NEBLINA FLUTUANTE: Ruradélica Ales, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil
  • BRONZE – CÉU: Ruradélica Ales, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil

North American HYBRID BEER

  • PRATA – THOR BELGIAN IPA: ØL Beer Cervejas Especiais, São José dos Pinhais, Paraná, Brasil

North American Sour Ale

  • PRATA – MASTERPIECE VAN GOGH: Masterpiece, Niterói, RJ, Brasil
  • BRONZE – ESCARLATE: Devaneio do Velhaco, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil

North American Dark Ale

  • PRATA – DENKER – IMPERIAL STOUT: Cervejaria Denker, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil

Pilsener Style Beer

  • OURO – SAFIRA: Devaneio do Velhaco, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil
  • PRATA – MERECIDA: Opa Bier, Joinville, Santa Catarina, Brasil

Saison

  • OURO – SAISON PITAYA: Água do Monge Cervejaria, Guarapuava, Paraná, Brasil
  • PRATA – SAISON CHARDONNAY: Água do Monge Cervejaria, Guarapuava, Paraná, Brasil

Smoked Beer

  • OURO – KÖNIGS BIER DEFUMADA: Cervejaria Königs Bier, Jaraguá do Sul, Santa Catarina, Brasil

Wood and Barrel Aged Sours Beers

  • BRONZE – ZUMBI REPUBLIC BARREL AGED: Caatinga Rocks, Murici, Alagoas, Brasil
SERVIÇO

Resultados da Grande Final da Copa Cervezas de América 2022
Site: https://www.copacervezasdeamerica.com/pt
Texto produzido por Saulo Campos (www.lumocomunica.com.br).

Minas Gerais conquista 20 medalhas no Brasil Beer Cup 2022

No dia 27 de outubro, o concurso Brasil Beer Cup anunciou as cervejas medalhistas de sua terceira edição (2022) em Florianópolis. O julgamento ocorreu entre os dias 24 a 26 de outubro.

Foram avaliadas quase 2 mil amostras de cervejas às cegas. Ao todo, 325 cervejarias, de 19 Estados brasileiros, além de países como Alemanha, Argentina, Bélgica, Chile e Uruguai, enviaram suas amostras. Para o julgamento, o concurso contou com 70 jurados nacionais e internacionais.

As cervejas com maiores pontuações foram elegíveis à premiação e medalhas.

Foram mais de 100 medalhas distribuídas. Minas Gerais, como sempre, fazendo se presente nos concursos cervejeiros, faturou 20 medalhas entre ouro, prata e bronze. O destaque ficou para a Cervejaria Albanos e para a Colt Brew Cervejaria que ganharam três medalhas de prata cada.

Cervejarias mineiras medalhistas (por estilo) e suas cervejas vencedoras:

Albanos (Belo Horizonte): 3 Pratas: Brown Ale, Pale Ale (English Pale Ale) e 1870 (Historical Beer)

Antuérpia (Juiz de Fora): Bronze Nikita (Imperial Stout) e Ouro Dunkel (Schwarzbier)

Armadillo Brewery (Corinto): Ouro Armadillo Atta (Imperial Red Ale)

Brüder (Ipatinga): Bronze Alma Cevada (American Lager)

Caraça Cervejaria (Catas Altas): Ouro Pub Dark Lager e Sport Lager (American Light Lager)

Colt Brew Cervejaria (Nova Lima): 3 Prata: Tio Sun (Summer Ale), Billy The Kilt (Scottisch Ale) e Apaloosa (Strong Pale Ale )

Fürst (Formiga): Bronze Catalina Weisse (Weizen), Prata Charlote (Schwarzbier)

Hauk (Mário Campos): Ouro Golden Chopp Hauk

Jaca Bier (Juiz de Fora): Ouro English IPA

Jairo’s Bier (Betim): Bronze Jairo’s Fest (Marzen)

Krug Bier (Nova Lima): Ouro German Pils

Libertè (Paracatu): Bronze Inocente (Wheat Beer)

Mills Brewery (Belo Horizonte): Ouro Bedrock (American IPA)

Cervejaria do Ano

Além das melhores cervjeas por estilo, o concurso premiou as melhores cervejarias do ano no Brasil. A premiação seguiu o critério de maior número e pontuação de medalhas, como o esquema a seguir:

Medalha de Ouro: 10 pontos;
Medalha de Prata: 6 pontos;
Medalha de Bronze: 3 pontos.

Para fins de classificação, a premiação de cervejaria do ano, é considerada o volume de produção mensal:

Cervejaria de Pequeno Porte: até 30.000 litros mensais
Cervejaria de Médio Porte: de 30.001 a 200.000 litros mensais
Cervejaria de Grande Porte: a partir de 200.001 litros mensais

Premiadas Brasil Beer Cup 2022:

Cervejaria do Ano de Grande Porte – Cerveja Blumenau
Cervejaria do Ano de Médio Porte – Bodebrown
Cervejaria do Ano de Pequeno Porte – Cervejaria Cathedral

The Best of Show

A premiação por estilo se deu em medalhas de ouro, prata e bronze. E as cervejas com medalhas de ouro foram julgadas no The Best of Show (melhores cervejas do concurso) em três categorias de acordo com a inscrição no formulário das cervejarias participantes: Comercial, Experimental e Inovação.

As cervejas The Best of Show do Brasil Beer Cup 2022:

The Best of Show Experimental – Ábrette Sésamo #1 Cervejaria: Juguetes Perdidos (Argentina/ Buenos Aires) Estilo: Wild Beer

The Best of Show Comercial – Sommer Weiss Cervejaria: Metzgerbier (Brasil/ Paraná) Estilo: German-Style Leichtes Weizen

The Best of Show Inovação – Belgard Catharina Sour sem Álcool Cervejaria: Cervejaria Belgard (Brasil/ Santa Catarina) Estilo: Non-Alcohol Malt Beverage Descrição da inovação: Uma versão da Catharina Sour com 0,5% ABV e com adição de polpa de maracujá, morango e amora.

Premiação Cerveja Caseira

Este ano, mais uma vez a competição deu espaço para a cerveja caseira, com a adição da categoria Brazilian, além da Catharina Sour. Sendo avaliadas em rodadas especiais pelos mesmos juízes que julgaram a categoria comercial. A premiação não considera medalhas, são selecionadas as melhores sem ordem de colocação. Foram selecionadas as melhores cervejas no estilo Catharina Sour e nos estilos Brazilian Beer.

Estilo: Catharina Sour (3 cervejas premiadas):

Aurora – Catharina Sour with acerola and cashew, de Guilherme Martins Grosseli (São Paulo)
Catharina Sour Caju 75 – Cerveja Catharina Sour de Caju e Cumaru, de Heitor José Maretti (São Paulo)
#OMNGDMEM – O mundo não gosta das meninas e mulheres, de Rodrigo Rocha (Rio de Janeiro)

Os estilos Brazilian Beer consideram:

Brazilian Beer com frutas, Brazilian Beer com ervas e especiarias, Brazilian Beer com madeira, Brazilian Beer com levedura, malte e/ou lúpulo brasileiro (apenas 2 cervejas foram selecionadas pelos juízes). As vencedoras:

Bella. Estilo: Brazilian Beer com madeira – Cerveja envelhecida em barril de castanheira que previamente continha cachaça, sem torrefação. Cervejeiro: André Mendes Piol (Espírito Santo)

Consagrada 3Way Brazilian Pepper Saison. Estilo: Brazilian Beer com ervas e especiarias – Belgian Saison style base. (Standard, Pale), with a blend of Brazilian peppers. Black pepper and white pepper, macerated. Cervejeiro: Vander Eduardo Teixeira (Mato Grosso)

É a segunda vez que Guilherme Martins Grosseli ganha na categoria caseira, na última edição venceu com uma Catharina Sour.

Para acessar o quadro completo de medalhas, acesse este link.

Tomar longneck no bico causa inchaço!

Você sabia que tomar longneck ou lata direto do bico faz a barriga inchar?

De acordo com os especialistas, os gases presentes dentro das embalagens, sejam latas ou garrafas de cerveja, precisam ser liberados para o ambiente. Porém, se você bebe sua cerveja direto da garrafa ou da lata, ela não vai perder esses gases. Com isso, você os ingere, o que causa o inchaço abdominal e uma sensação ruim de empanzinamento.

Agora, se você colocar a cerveja no copo, ela vai formar o colarinho. Essa espuma vai quebrar as moléculas de gás carbônico, fazendo com que a cerveja chegue sem esse gás ao seu estômago.

Além disso, tomar cerveja no copo ideal, com dois dedos de espuma, vai possibilitar que você sinta todos os aromas que ela pode te proporcionar. E o sabor também não será alterado por conta dos gases que não foram liberados.

Clique aqui para saber mais sobre copos ideias.

Clique aqui para saber mais sobre a importância da espuma.

Eu sei que tomar cerveja direto no bico, principalmente da longneck, é um prazer a parte. Mas, a dica foi dada. Seja feliz!

Circuito de Bares Spaten: cervejaria leva Oktoberfest para 10 cidades brasileiras

O mês de outubro é o mais festivo para o mundo cervejeiro, afinal, é quando acontece a maior festa da cerveja do mundo: a Oktoberfest de Munique. Devido ao sucesso que a original faz, muitos bares e promotores de eventos aproveitam o mês para criar sua própria festa e dar aquela agitada nas cidades brasileiras.

Pensando nisso, a Spaten, marca que pertence à Ambev e é uma das cervejarias oficiais do evento de Munique, escolheu 10 cidades brasileiras para levar um pouco da Oktoberfest original.

Com o nome Circuito dos Bares Spaten, a marca selecionou diversos bares nessas 10 cidades e colocará grandes mesas coletivas, um dos principais símbolos da Oktoberfest, com o intuito de trazer o espírito cervejeiro característico da festa alemã. A iniciativa acontece em: Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza, Belém, Recife, Brasília, Vitória, Blumenau e Santa Cruz do Sul.

“Um ícone da Oktoberfest são as grandes mesas de madeira, onde todos se sentam para celebrar, brindar, conhecer novas pessoas e apreciar uma boa cerveja. Por isso, estamos levando uma mesa exclusiva de Spaten para diversos bares do país. Queremos transportar o consumidor para essa grande festa alemã sem precisar ir muito longe. É sobre celebrar a cultura cervejeira, seja em Munique ou em qualquer cidade do Brasil”, comenta Joice Carvalho, Head de marketing de Spaten no Brasil.

Além da ambientação, os amantes da cerveja também contarão com outro incentivo para entrar no clima da festa. Na compra de duas Spaten em um dos bares participantes do Circuito, a terceira sai de graça. Para isso, é necessário fazer um cadastro no site da marca e gerar o cupom. A oferta é limitada a um uso por CPF.  

Em BH, o roteiro especial vai passar por 10 bares tradicionais. Confira:

  • Ponto Savassi: Rua Fernandes Tourinho, 105
  • Baiana do Acarajé: Rua Antônio de Albuquerque, 440 – Savassi
  • Tizé Lourdes: Rua Curitiba, 2205 – Lourdes
  • Tizé Vila da Serra: Alameda Oscar Niemeyer, 1033 – Serra
  • Almanaque Savassi: Rua Alagoas, 626
  • Almanaque Pium I: Rua Pium-i, 675 – Sion
  • Amarelim: Avenida Prudente de Morais, 920 – Cidade Jardim
  • Surubim no Espeto: Av. Fleming, 200 – Pampulha
  • Its Surreal: Av. Fleming, 175 – Pampulha
  • Santa Esquina: Rua Bocaiuva, 3 – Santa Tereza

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