#TBT: Peroni Gran Riserva -Altare della Patria (Roma)

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Bora para mais uma cerveja legitimamemente italiana?

O #TBT, dessa vez, traz essa versão especial da Birra Peroni. A Peroni Gran Riserva foi criada, em 1996, para comemorar o 150º aniversário da cervejaria. A Doppio Malte é do tipo bock e, como o nome mesmo diz, leva duplo malte. Essa carga mais alta de malte a torna uma cerveja com sabor mais adocicado com um leve frutado. Seu amargor é médio. E o teor alcoólico é bem fortinho: 6,6%.

Sobre a Birra Peroni eu já falei em outro #TBT. Dê uma olhadinha clicando aqui.


A massa italiana deste #tbt é mais uma delícia típica: Penne ao molho pesto. Ahhhh, tem coisa mais italiana que isso? M ama mia! Este aí, comemos no Vaticano também.

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E o ponto turístico não aparece na TV e em filmes mas, além de lindo e imponente, é um importante monumento que representa uma parte da história da Itália.

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20170531_135619Acho super legal quando um país valoriza os personagens que ajudaram a construir a sua história. E este monumento foi exatamente para isso, de forma exagera, mas… Conhecido como Altare della Patria ou Monumento Nazionale a Vittorio Emanuele II ou ainda Il Vittoriano, esse monumento foi construído homenagem a Vítor Emanuel II da Itália, primeiro rei da Itália unificada e considerado o pai da pátria italiana.

Inaugurado em 1911 e completado em 1935, o monumento foi feito de puro mármore branco, ele se destaca podendo ser visto de vários pontos de Roma, além de ser o único prédio branco em meio aos diversos prédios marrons e clássicos que o rodeiam. Foi apelidado pelos turistas como “Bolo de Casamento” e pelos romanos como “Máquina de Escrever”.

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Além da linda escadaria, o monumento tem fontes, uma enorme estátua de Vítor Emanuel e duas estátuas da deusa Vitória que guiam duas quadrigas. Do lado de fora, ficam dois soldados o tempo inteiro protegendo uma chama eterna que fica exatamente na tumba do soldado desconhecido.

 

Do lado de dentro fica um museu dedicado à unificação da Itália e há um elevador panorâmico que dá acesso ao topo do monumento, onde se pode ter uma visão panorâmica da cidade de Roma.  Não subimos, para ser sincera, porque não estávamos aguentando ver mais nada! Mas dizem que a visão é linda!

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#TBT: Dreher – Coliseu (Roma)

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A cerveja deste #tbt é mais uma legitima italiana: a Pilsen da Dreher Birra. Fabricada desde 1773, é a primeira cerveja italiana. E que responsabilidade, hein?! É uma cerveja bem leve com o final um pouco amargo. Ideal para ser bebida no dia a dia. Sim, ela também tem milho, porém não é aguada como as daqui. Seus ingredientes são: água, malte de cevada, milho e lúpulo. O seu ABV é 4,7%.

A história dessa cervejaria é meio confusa. Então não entrarei em detalhes. Mas, conclui que ela foi criada em Trieste, na Itália, por uma família de tradição cervejeira, os Dreher, em 1773.

índiceComo a família é de cervejeiros, Anton Dreher, um dos filhos do mestre cervejeiro Franz Anton Dreher (que criou a Dreher),   começou a administrar a cervejaria da família e passou a produzir cerveja também, se não me engano, em Viena (Áustria), em 1841, e tornou-se o primeiro “Lagerbier” do mundo. O primeiro a fabricar uma lager, cerveja de baixa fermentação de alta qualidade.

Desde 1974, a produção e comercialização da cerveja Dreher na Itália é gerenciada pela Heineken Itália SpA, com sede administrativa em Milão .


O prato do dia é o Spaghetti a Carbonara. De tudo que comi no país das massas, essa foi a melhor. Ô trem delícia!

Não lembro o nome do restaurante. Só lembro que ele ficava no Vaticano.


O ponto turístico foi mais um sonho realizado. Símbolo do Império Romano, enfim chegou meu dia de conhecer o Coliseu (Colosseo)!

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O Coliseu é o maior anfiteatro já construído. Ele foi erguido no centro de Roma, em 70 e 90 d.C (núuu). Estimasse que ele poderia abrigar entre 50 a 80 mil espectadores. O local recebia combates de gladiadores que lutavam entre si e com animais, além de receber espetáculos públicos.

Os primeiros combates disputados para comemorar a conclusão do Coliseu duraram cerca de 100 dias e se estima que, só nesse período, centenas de gladiadores e cerca de 5 mil animais ferozes tombaram mortos.

As apresentações de luta no Coliseu eram gratuitas. Os espectadores se dividiam nas arquibancadas em cinco diferentes setores conforme sua posição social. Os senadores de Roma sentavam bem próximos da arena de combate, as pessoas de baixa renda, por exemplo, ficavam no último piso do estádio. Havia uma entrada exclusiva que dava acesso ao camarote destinado ao imperador romano e seus convidados. Essa tribuna especial ficava num ponto privilegiado do anfiteatro, bem próximo à arena, onde o imperador era reverenciado pelos gladiadores antes dos espetáculos com uma saudação que se tornaria famosa: “Salve, César! Aqueles que vão morrer te saúdam”.

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Sabia que até encenação de batalhas navais eram feitas lá? A arena era inundada parcialmente, através da água vinda de aquedutos, para que as embarcações pudessem flutuar. Depois a água era rapidamente escoada por canais.

Lá você pode alugar um àudio-guia que conta muitas histórias.

 

Embora parcialmente arruinado por causa de danos causados ​​por terremotos e saques, o Coliseu é ainda um símbolo da Roma Imperial. É uma das atrações turísticas mais populares da capital italiana, que recebe em torno de 4 milhões de turistas.

Ao entrar, você fica imaginando “como eles conseguiram, naquela época, construir algo tão complexo e imponente?”. Apesar de ter perseverado bastante coisa, lá você tem que trabalhar com a imaginação. Imaginei aquelas arquibancadas lotadas e, lá no centro, as batalhas “comendo soltas”. Embaixo da arena, tem uns labirintos, onde ficavam os animais e os gladiadores para entrar em cena.

Embaixo tem as fotos das ruínas dos labirintos e depois das arquibancadas. Use a imaginação!

Em 1990, o Coliseu foi reconhecido como Patrimônio Mundial pela UNESCO. Em 2007, o Coliseu foi inserido entre as novas Sete Maravilhas do Mundo.

Amei conhecer! Amo ver de perto esses lugares que só vemos na TV.

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Felicidade!

#TBT: Birrificio Poretti – Vaticano

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O #tbt de hoje é com mais uma cerveja original da Itália: a Tre Luppoli da Birrificio Angelo Poretti. Uma cerveja fabricada com três variedades de lúpulo. Mesmo assim,  é leve, sem muito amargor, com um sabor bem equilibrado e refrescante. É uma lager perfeita para o dia-a-dia. ABV: 4,8%

A Birrificio Angelo Poretti é uma cervejaria italiana, fundada em 1877, por Angelo Poretti, em Valganna, na Itália.  Em 1982, o Grupo Carlsberg comprou 50% das ações da empresa, seguido em 1998 por mais 25%. Em 2002, o grupo dinamarquês adquiriu os restantes 25% e, assim, obteve a propriedade total da Angelo Poretti.

logo angelo porettiSuas cervejas são baseadas em diferentes combinações de lúpulo. E o nome delas tem relação com a quantidade de lúpulos usados como a Tre Luppoli (3), 4 Luppoli, 5, 6…tem até 10 e as Reservas de Cervejaria como a Pale Ale e a Brown Ale.


O prato deste TBT foi a primeira massa que comi em Roma: o Nhoque com espargos e parmesão (Gnocchi con asparagi e grana). Uma delícia que comemos no Eden Barberini Bistrot.


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O ponto turístico desta vez é um mundo à parte dentro de Roma: o estado do Vaticano.

Confesso que antes de ir, eu nunca havia lido ou estudado nada sobre o Vaticano. A única coisa que sabia que era a “cidade” do Papa, na Itália, onde ele fazia umas missas de vez em quando e que lotava de fiéis da Igreja Católica. Nada mais!

Quando cheguei lá, fiquei super curiosa pela história que gira em torno daquele Estado. Quando cheguei no hotel, não consegui dormir. Passei a noite no Google, lendo sobre aquele lugar e seus mitos e verdades.

Não vou falar tudo aqui, porque precisaria de um e-book para isso. Mas falarei sobre curiosidade e o que achei interessante por lá. Não, o Papa Francisco não estava na janelinha quando fui. Olha  a janelinha ae (essa do meio)!

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Curiosidades:

– Vaticano tornou-se um Estado em 1929.

– o Vaticano é um Estado independente, com selos e moeda própria e que tem como chefe de governo o Papa.  Os poderes executivo, legislativo e judiciário são comandados por ele;

– O local tem cerca de 800 habitantes, a maioria funcionários da igreja, de diversas nacionalidades. Aproximadamente 450 pessoas têm cidadania do Vaticano. Não é qualquer um que pode morar lá. Para ser habitante do Vaticano é preciso autorização.

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– A segurança é constituída pela Guarda Suíça Pontifícia, composta por oficiais/guardas de nacionalidade suíça.

– Os soldados da Guarda Suíça, que são as Forças Armadas do Vaticano, devem ser celibatários, cumprir rituais litúrgicos e não podem dormir fora do Vaticano. Achei muito bonitinha a roupa deles…rs

– Por questões de ordem religiosa, solteiras de até 22 anos de idade de famílias constituídas residentes no Vaticano não podem morar nos limites do Estado. Hã?

– O Estado é cercado por um muro. Na foto abaixo o muro está no nosso lado esquerdo.

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Basilica di San Pietro

A fila para entrar, tanto na Basilica di San Pietro (São Pedro) quanto no Museu do Vaticano,  é gigantesca. A da Basílica anda rápido. A do museu não, por isso é importante comprar antes a entrada pro Museu.

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Em frente à Basilica fica a Piazza di San Pietro, onde os fiéis aglomeram em dia de missa. A gente vê a Basílica assim de frente e não imagina o quanto ela é gi-gan-tes-ca! E tem uma verdadeira multidão dentro dela (fotos abaixo). Vocês vão reparar que lá dentro eu estou com outra camisa. Pois, não pode entrar com o ombros nem joelhos à mostra. Ah, e não sei porque, mas não podia pisar nessa faixa do meio que está aí nessa primeira foto.

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Dentro da Basílica, fica também a famosa estátua Pietà, de Michelangelo, feita em mármore. Ela fica protegida por vidros blindados depois da tentativa de depredação por um maluco. É difícil demais tirar uma foto dela. Gente demais!

Tem também a estátua de bronze de São Pedro, feita por Arnolfo de Cambio. A fila por ali é gigante, formada por fiéis que andam e passam a mão, beijam o pé da estátua. Passam somente no pé direito, tanto que eles está desgastado, nem dá pra ver a divisão dos dedos mais. Não tirei foto de perto pois não dá pra chegar perto. E chega de fila.

Outro monumento gigantesco é Baldaquino, feito por Bernini, de bronze dourado, com quase 30 metros de altura. É o altar papal. Somente o Papa pode celebrar missa ali. Ele está exatamente sobre o suposto Túmulo de São Pedro, que fica ali debaixo,na Necrópole.

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Você já ouviu falar em Necrópole? É uma cidade que fica embaixo do Vaticano, onde ficam túmulos e mausoléus de famílias romanas ricas e de alguns papas. É possível visitá-la, mas eles não divulgam muito isso. Não consegui agendar minha visita,  pois tem que ser com muitos meses de antecedência. Dentro da Basílica tem uns “bueiros”que dá pra ver que existe algo passando pelo subsolo.

Em uma das dezenas de capelas lá de dentro, está o túmulo do Papa João Paulo II. Nas capelas você pode entrar e rezar à vontade. Algumas podemos tirar foto, outras não. Os confessionários e as capelas com missa não podemos tirar fotos.

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Subi na cúpula, onde dá pra ve r o Vaticano lá do alto. Quem tem claustrofobia, não é muito legal de ir. Pois o espaço vai se estreitando a medida que você sobe. É terrível, passa morcego. Se você cansar ou passar mal, nem o Papa te tira de lá. Imagina você ter um mal estar nessa escada de caracol e tem uma fila gigantesca na sua frente e atrás de você? Aiaiai. Mas, vale a pena a vista. Fotos abaixo. A primeira foto é a casa do Papa.

Museu do Vaticano

É outro lugar a ser visitado no Vaticano. É gigante também.

Com esculturas, sarcófagos e pinturas dos mais conhecidos artistas. Aí depende do seu interesse para parar nas que tem mais interesse. Lá tem uma janela que dá pra ver o jardim da casa do Papa.

No final do museu, tem a Cappella Sistina, decorada com pinturas dos maiores mestres italianos, como Perugino, Botticelli, Cosimo Rosselli, Domenico Ghirlandaio, Pinturicchio, Piero di Cosimo, Luca Signorelli e Michelangelo, que pintou no teto o imenso e famoso Juízo Universal, obra que demorou cinco anos para ser terminada. É linda, realmente.

Antes de entrar, tem uma placa falando que é proibido tirar foto e falar lá dentro. Mas o que você mais vê é uns “João sem braço” fingindo que não estão tirando foto, e um bando de sem educação que não para de falar. É um lugar fechado, abafado e tem uma multidão lá dentro olhando pro teto. E essa falta de educação chega a irritar, porque agita o lugar e os seguranças ficam o TEMPO TODO GRITANDO: “NO FOTO, NO FOTO”. “SILENCE, PLEASE”; “SILENCIO”; “XIIIIU”; “É UM LOCAL SAGRADO”; “SACRO”.

Afinal, é lá na Capela Sistina que se realiza o conclave, processo de escolha do novo Papa. Lá você vê a chaminé de onde sai a fumacinha preta ou a branca: Habemus papam.

A foto abaixo não é minha peguei no google.

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É muita informação. Não tem como fazer um post pequeno sobre o Vaticano. Mi scusi! Sorry! Desculpe me!

Mais umas fotos do lado de fora.

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#TBT: Nastro Azzurro – Torre de Pisa (Pisa)

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O #TBT de hoje é mais uma italianíssima: a Standard American Lager da cerveja Nastro Azzurro (tradução: Fita Azul). O gosto é o típico de uma pilsener com um leve toque frutado e de lúpulo bem envelhecido. Possuindo um equilíbrio de amargor e doçura. Seu teor alcoólico é de 5,1%.

Criada em 1963, pela Cerveja Peroni de Roma, a Nastro Azzurro surgiu com o propósito de se tornar a cerveja premium italiana mais popular no exterior.

nastrroSeu nome é uma homenagem ao transatlântico italiano Rex que, em 1933, conseguiu conquistar o prêmio Nastro Azzurro, por ter sido capaz de cobrir, no menor tempo possível, a travessia do Atlântico.

Em 2003, a Peroni é comprada pelo Grupo SABMiller, um dos principais produtores mundiais de cerveja. Em 2005, torna-se a cerveja italiana mais vendida no exterior.

 


O prato foi uma das melhores comidas que comi na Itália: a bistecca alla fiorentina. Um prato típico da Toscana, com a bisteca levemente grelhada, deixando-a com uma impressionante suculência e sabor. Para quem não gosta de carne malpassada, não é muito indicado, pois a carne vem assim (foto). Não adianta pedir para passar mais. Pedimos com batatas rústicas e, para acompanhar, o vinho da casa.

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Esta nós comemos na Trattoria dell’orto. O dono da casa é um italiano, que morou alguns anos no Brasil, e se casou com uma nordestina. São super receptivos, falam português, e passam nas mesas conversando com os clientes, com aquela animação ítalo-brasileira. Amei o lugar e a comida. Lá tinham fotos do Amaral, Neguinho da Beija-flor, Rodrigo Santoro…que passaram por lá.


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E o ponto turístico? Ah, acho difícil expressar a alegria que eu fiquei quando vi aquela torre gigante e torta na minha frente. Ao entrar na cidade, já dá pra vê-la de longe. Eu queria correr para chegar perto logo. Meu sonho sempre foi viajar para a Itália, mas ver a Torre de Pisa, era mais que um sonho, e mais um que eu achava que nunca seria possível. Na minha escala de sonhos, ela fica atrás só da Torre Eiffel (um dia chego lá, sra Libra!).

E lá estava eu, com a boca aberta, tentando entender que ***** era aquela?! Mas, antes de chegar nela, fiz um suspense comigo mesmo. Fiz questão de passar em todos os monumentos antes dela. Pois, quando eu chegasse perto, nada mais iria tirar meu olho dali. E foi o que aconteceu. Cheguei no hotel com o pescoço doendo!

A Torre fica na cidade de Pisa (uma hora de trem de Florença – bate volta é o ideal). Está localizada na Piazza del Duomo, onde ficam o Battistero, Camposanto e Museo delle Sinopie. Ai, mas não quero falar de nenhum deles (fotos aí). Vou falar só sobre a Torre.

 

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No jardim da Torre, tem uma enorme escultura de um anjo caído, que ficou muito legal ali (dá para colocar a imaginação para funcionar). No entorno do jardim, tem um milhão de oriental tentando tirar aquelas fotos segurando a torre. Foi difícil conseguir tirar uma foto sem alguém no fundo com poses estranhas. Veja aí embaixo, eu rachando de rir e Thiago puto porque eles fazem pose na nossa foto! Ahhh, me deixa véi!

 

Antes de visitar Pisa, eu via fotos dela bege, isso ficou na minha cabeça. Não sabia que ela era tão branquinha. Que linda! Quem limpa isso? Tirei 700 fotos com ela…rs

Ah, e lógico que eu paguei para subir na Torre. Não perderia isso por nada. Olhei, olhei, olhei de novo aquela base torta, e pensei: Jesus, não deixa esse “trem” cair hoje, por favor! Ao entrar, tem um guia que explica um pouco da história da Torre, eu não entendi nada. Eu só queria subir.

 

É uma sensação terrível. Conforme você vai subindo, devido a inclinação, você vai caindo pro lado. Parece que tem alguém do seu lado, te empurrando. É horrível, você acha que a torre, definitivamente, está caindo. E os degraus? Super desgastados devido a multidão que passa por ali, e eles ficam desgastados somente de um lado, que é para onde ela empurra a gente.

Chegando no topo: É uma mistura de encantamento com desespero. Encantamento porque Pisa lá de cima é linda! Desespero porque você vai andando em volta do topo e caindo pro lado. Fui dar uns 10 passos direto e fui parar na grade, com as pernas tremendo. Ai, que horror! Parei. Fui ver os sinos gigantes que ficam no centro do topo, lá é mais reto! Não recomendo para quem tem um pouquinho de medo de coisas diferentes. É uma aventura!

 

Saí de lá maravilhada com tudo que vi, com tudo que senti. Como falei, voltei com o pescoço doendo, pois, mesmo na hora de embora, eu ficava igual boba olhando pra trás, como quem não quisesse que aquele momento nunca terminasse. Mas… “valeu, foi bom, adeus”.

Fica aí algumas fotos desse sonho real:

 


Curiosidades para quem quer saber mais sobre a Torre:

– A construção da Torre de Pisa iniciou no ano 1173 e só acabou mais de 170 anos depois (devido a guerras).

– Devido a um erro de projeto, ainda no início das obras, notou-se a inclinação. Porém, continuaram com a construção. Além do projeto mal executado, havia um erro com o peso da Torre de Pisa em relação ao solo argiloso. Hoje, cientistas dizem que é por causa desse solo que ela nunca caiu.

– Durante a Segunda Guerra Mundial, os alemães fixaram uma base militar no local, já que o topo fornecia uma visão privilegiada de todo o entorno. Só não foi destruída porque os norte-americanos ficaram fascinados com sua forma.

– Ela tem pouco mais de 55 metros de altura, quase 15 toneladas de peso e isso se deve ao fato de que ela é toda de mármore branco. Durante muito tempo teve que ter sua estrutura reforçada para que não caísse.

– A inclinação deve aumentar ainda mais, pois o projeto que a segura tem previsão de funcionar por apenas 200 anos. A partir de então, ela deverá novamente voltar a inclinar, podendo ruir por completo se não existirem novas tecnologias para segurá-la.

#TBT: Moretti alla Toscana – Florença

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Vamos para uma regional agora? Já que o #TBT agora vai para Florença, a maior cidade da região da Toscana na Itália, nada mais justo do que falar sobre a Birra Moretti alla Toscana.

Em 2015, a Birra Moretti começou a homenagear as regiões da Itália, nomeando 6 cervejas com o nome de cada região, feitas com ingredientes típicos de cada uma: Piemonte, Toscana, Friuli, Sicília, Puglia e Basilicata.

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A cerveja em homenagem à Toscana tem como ingrediente especial a cevada da Maremma. A Maremma é uma região da Toscana que tem um passado selvagem. A cevada especial é rica em aroma, deixando a cerveja com um sabor e aroma forte de malte e amargor agradável. Seu teor alcoólico é de 5.5% ABV.

Sobre a Birra Moretti eu falei no #TBT passado.


O restaurante onde bebemos esta cerveja foi o Ristorante Pizzeria Maso. Ótimo restaurante, com uma variedade bem grande de pratos.

Escolhemos esta pizza aí. Como foi a primeira pizza que pedimos na Itália, não sabíamos o tamanho. O garçom perguntou o que queríamos e deu a entender que a pizza era individual. E, realmente, pra eles, é individual. Quando chegou essa rodela desse tamanho pra cada…Jesus! Mas, como estava deliciosa e eu estava morrendo de fome, de vagar e sempre, consegui comer ela toda. Hummmm…Olha minha cara de desanimo. kkkk

 

 


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Hoje vou falar de mais de um ponto turístico. Falarei dos principais pontos de Florença. O principal é a Catedral de Santa Maria del Fiore, conhecida também como a Duomo de Florença, foi projetada em 1296. Ela é gigante, tanto que é considerada uma das maiores catedrais da Europa. São 153m de comprimento e mais de 90m de largura. É tão grande que não dá pra tirar foto nem da frente dela toda. Como a praça é pequena, não tem nem como dar mais distância para tirar foto da Catedral.

Por dentro, ela é linda. A cúpula nem se fala. Subimos lá no topo para ver Florença do alto. Não imaginava que era tão linda assim.

Ali na Piazza (praça) Duomo, além da Catedral, tem o Campanile de Giotto, o Battistero di San Giovanni, o Museo dell’Opera del Duomo e a Galleria dell’Accademia. Muita coisa.

 

 

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Próximo dali, passamos pela Piazza della Signoria, onde estão o palácio Vecchio, a galeria della Signoria, o imponente edifício do Seguro Generali e as famosas estátuas, entre elas, uma réplica do Davi de Michelangelo. Passamos também pela Piazza della República, onde tem um enorme carrossel.

 

 

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Agora, o que achei mais lindo em Florença foi participar do pôr do sol na Ponte Vecchio. Sim, eu disse participar, pois é um verdadeiro espetáculo. Além do trabalho da natureza, quando fomos, tinha uma banda no meio da ponte, entretendo todos que ali estavam, a maioria era de jovens. A ponte é uma ponte medieval que fica em cima do rio Arno, é famosa por ter diversas lojas, maioria de joias, em cima dela.

Vai aí algumas fotos:

 

 

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Florença foi a cidade que mais gostei da Itália. É linda e tranquila. Moraria lá fácil!

E você, qual é sua cidade preferida ou que gostaria de conhecer na Itália?