#TBTemPraga: Um gastrobar onde você ajuda na decoração e Bairro Judeu

No #TBTemPraga desta semana a caminhada vai ser longa já que o ponto turístico vai ser um quarteirão inteiro, recheado de atrações, história e cultura, o famoso Bairro Judeu de Praga, República Tcheca. E para beber uma local, a dica vai ser um gastrobar que você mesmo ajuda a decorar!

A dica de onde beber cerveja especial em Praga desta vez fica no coração de Praga:  o Bar 1401 Praha. Hoje, o bar chama My People, e mantém as cervejas, drinks, pratos até a mesma decoração.

A casa

Por falar em decoração, seria até pecado mudá-la, já que é o que mais chama atenção na casa. As paredes são cobertas por adesivos que os clientes ganham ao chegar na casa. No adesivo você escreve seu nome, de onde veio e a data que esteve ali e pode pregar aonde quiser. Tem adesivos até no teto, não sei como chegaram lá.

O nosso, pregamos em uma coluna de madeira para não ficar tão sumido.

A casa tem um ar de pub irlandês, com uma luz bem baixa, umas mesas no corredor e outras no fundo, com a trilha sonora rolando as “the best of” de rock internacional. Ao chegarmos, estava bem cheio, muitos jovens e tivemos que dividir uma mesa compartilhada com alguns até vagar uma mesa mais confortável.

Para beber

Para beber a casa conta com algumas cervejas especiais locais e industrializadas tchecas, além de algumas importadas mais conhecidas como Guinness, Corona e Stella.

Quando fomos, tinham plugados 4 estilos diferentes da Staropramen (industrial) e 3 estilos da Breznoska (artesanal). Experimentamos algumas e gostamos bastante do que tomamos.

Para quem gosta de drink e coquetéis, por lá, tem dezenas de opções. É opção demais.  Tem o cardápio em https://mypeople.cz/.

Para comer

Pelo que vi no cardápio, rola desde cozinha tcheca clássica aos favoritos internacionais. Tem para todos os gostos. Não comemos nada pois estávamos vindo de outro local e paramos lá só para dar uma estendida, tomar umas e curtir um pouco a noite animada de Praga.

Vale a pena faze um pit stop lá! Gostamos bastante do clica acolhedor e animado do bar!


A dica de onde ir deste tbt é bem extensa, pois, um dos pontos turísticos de Praga é um quarteirão inteiro, conhecido como Bairro Judeu, o Josefov. Como as atrações são bem perto uma das outras, você compra um combo que dá entrada em todas e vai andando a pé mesmo. A maioria é sinagoga. Fazendo o circuito sem enrolação, demora meio dia.

Vou tentar ser breve em cada uma que entramos para não ser cansativa no texto.

Sinagoga Pinkas

A primeira sinagoga que fomos foi a Pinkas que serve como memorial dos judeus tchecos vítimas do holocausto.

Fundada em 1479 e localizada na entrada do Cemitério Judeu, a sinagoga Pinkas é uma das mais famosas de Praga e continua em atividade. As paredes internas da sinagoga receberam o nome de aproximadamente 80.000 judeus tchecos que não sobreviveram ao massacre nazista da Segunda Guerra Mundial.

Esse fim trágico que teve a população judaica fica ainda mais comovente na sala com desenhos das crianças que estiveram no campo de concentração Terezín.

Antigo Cemitério Judeu de Praga

Como já disse, bem ao lado, fica o Antigo Cemitério Judeu de Praga (Starý židovský hřbitov), o mais antigo cemitério judeu da Europa e, provavelmente, o mais superlotado do mundo.

O número de lápides e a quantidade de pessoas sepultadas é incerto, pois há diversas camadas de tumbas sob as atualmente visíveis. Calcula-se que tenha 12 mil lápides visívies, porém diz-se que o número de falecidos enterrados lá é muito maior, pois, de acordo com o costume religioso judeu, não é permitido desenterrar os cadáveres e realocar em outro espaço. Por isso, a solução foi sobrepor várias capas de terra uma por cima da outra, resultando no característico cenário do cemitério judeu de Praga. Isso explica a razão das lápides estarem tão próximas umas das outras.

Dizem que são 12 as camadas de sepulturas, podendo haver cerca de 100 mil corpos enterrados no total.

O cemitério é arborizado e tem um aspecto bem sombrio parecendo aqueles filmes de terror. Uma experiência e tanto.

Sinagoga de Klausen

Na saída do cemitério fica a Sinagoga de Klaus.

Construída em 1694, hoje, acolhe uma exposição do Museu Judaico dedicada às tradições e costumes judaicos.

Sinagoga Velha-Nova

De lá, seguimos para a Sinagoga Velha-Nova (Staronová Synagoga), que é a sinagoga mais antiga da Europa ainda em funcionamento. Ela é, também, a única sinagoga medieval, em seu estilo, que resistiu ao tempo: sua construção terminou em 1270 e foi feita com pedras de um antigo templo que funcionava no mesmo lugar.

Sinagoga Espanhola

Um pouco mais longe dali, mas, no bairro, fica a Sinagoga Espanhola (Španělská Synagoga), a mais linda e decorada de todas. Construída em 1868, ganhou o nome de “A Espanhola” devido à sua decoração.

O templo é adornado com vitrais coloridos e arabescos pintados em ouro nas paredes e no teto. Nos corredores do primeiro andar e do mezanino, ficam expostos objetos e documentos que fazem parte do acervo do Museu Judaico de Praga.

Bem pertinho da Sinagoga Espanhola, fica uma estátua em homenagem a Franz Kakfa, que já citei o post passado que nasceu em Praga e morou nesta região por muitos anos. A escultura é uma representação de um de seus primeiros contos “Descrição de uma Luta’.

Sinagoga Maisel

E para fechar, a última que entramos foi a Sinagoga Maisel. Construída no final do século XVI, a sinagoga foi vítima do incêndio de 1689 e passou por muitas reformas durante a sua história. Hoje, ela é desativada e funciona só para visitação, contendo uma grande coleção de objetos judeus: livros, objetos decorativos, prata, tecidos, etc.

Ufa! É muita coisa, mas é muita história que se passou por lá! Espero que tenha gostado de mais um passeio por Praga.

Sete curiosidades sobre a cerveja que talvez você não saiba!

A cerveja é uma das bebidas alcoólicas mais antigas do mundo. Não era necessariamente feita de trigo ou cevada, mas era fermentada com outros grãos. Além de ser uma das bebidas mais antigas do mundo, também é a bebida alcoólica mais consumida do planeta. Beber uma cerveja está na tradição de muitas pessoas, mas, existem muitas curiosidades da cerveja que você talvez não conheça e eu vim contar para você.

Cervejas deram origem às geladeiras

Talvez você não saiba, mas a geladeira só existe por causa da cerveja. A demanda de uma cervejaria foi o que impulsionou um cientista a conceber um sistema de refrigeração inovador. Esse sistema prático viabilizou a manutenção da fermentação da bebida mesmo nos meses mais quentes. Antes disso, blocos de gelo eram colhidos e armazenados em caves para manter a cerveja gelada, para que não estragasse.

Uma das bebidas mais antigas do mundo

A cerveja figura entre as bebidas mais antigas da história humana. Os primeiros vestígios desse líquido remontam a cerca de 8 mil anos a.C., encontrados na região da Mesopotâmia, que corresponde às áreas ocupadas pelo Iraque, Irã e Jordânia hoje em dia. Os habitantes dessa localidade já desfrutavam de bebidas alcoólicas resultantes da fermentação de cereais. Outra curiosidade é que, em 2010, a cerveja consumível mais antiga do mundo foi encontrada em um naufrágio do Mar Báltico. Acredita-se que o navio tenha percorrido os oceanos há 200 anos.

Londres já foi inundada por cerveja

Em 16 de outubro de 1814, um “tsunami” de cerveja assolou Londres, resultando em 8 mortes. Este incidente, conhecido como “London Beer Flood” (Inundação de cerveja em Londres), originou-se do rompimento do tanque principal da cervejaria “The Meux”, criando uma onda de cerveja Porter de quase 4,5 metros de altura e liberando cerca de 1 milhão de litros da bebida pelas vias de uma favela. Como esta área pobre não tinha sistema de drenagem, a cerveja escorria para o porão e as pessoas tinham que se agarrar aos móveis para não se afogarem.

A onda de cerveja Porter de quase 4,5 metros de altura percorreu as ruas, destruindo imóveis e matando 8 pessoas.

Ninguém foi acusado pelas mortes causadas pelas enchentes de cerveja porque foi considerado um “ato inevitável de Deus”. Cerca de £ 23.000 em cerveja foram perdidos. O governo britânico pagou à cervejaria por algumas das perdas, mas nenhuma compensação foi dada às famílias das vítimas.

Monges aperfeiçoaram a bebida

A cerveja passou por diversas modificações ao decorrer da história, mas uma das que mais se destacou foi a contribuição dos monges para o aprimoramento da bebida. Durante a Idade Média, a produção da bebida fazia parte da alimentação das famílias, devido ao seu valor nutricional semelhante aos pães. E, como a Igreja era detentora do conhecimento, os mosteiros católicos ficaram responsáveis por tornar as cervejas mais agradáveis. E eles não só produziam! Por ser uma bebida encorpada, ela era consumida em grandes quantidades durante os tradicionais jejuns.

Cerveja Guinness inspirou o nome do livro dos recordes

O chamado “Livro dos recordes”, “Guinness Book of Records“, leva o nome da cerveja irlandesa cuja história teve início em 1975, a “Guinness”. Hugh Beaver era presidente da cervejaria em 1951 e se envolveu numa discussão durante uma caçada na Irlanda sobre qual seria a ave de caça mais veloz da Europa.

Percebendo que não havia livros em que ele pudesse conferir a resposta, Beaver decidiu fazer “Guinness Book of Records” e batizou a publicação com o nome da cerveja.

Cerveja proporcionou a maior ressaca do mundo

Alega-se que a maior ressaca do mundo teve como culpada a cerveja. Mais precisamente, 28 litros de cerveja. O escocês que consumiu tudo isso em uma só noite teria ficado de ressaca por 4 semanas. Já imaginou?

A Bélgica tem a maior variedade de cervejas

A Bélgica é o país com a maior variedade de cervejas no planeta, com mais de 1.500 rótulos diferentes. A maioria deles se enquadra na família Ale, também conhecidas como cervejas de alta fermentação. Esse processo cria bebidas com aromas de frutas e especiarias, bem mais perfumadas que as Larger.

Fontes: exame.com.br e The Sun

Confraria Feminina de Cerveja comemora 17 anos de atuação com megafesta no Paladino

A Confece realiza sua tradicional festa de aniversário no dia 13 de abril, com ingressos
já disponíveis


Principal referência no estudo e consumo qualificado de cerveja pelas mulheres, a
Confraria Feminina de Cerveja (Confece) comemora 17 anos em 2024 e, como é
tradição, faz uma grande festa reunindo todas as tribos cervejeiras. O evento será dia
13 de abril, no restaurante Paladino, em BH, com cinco horas no esquema “tudo
liberado”.


Serão mais de 150 rótulos de cervejas reunidos por uma curadoria rigorosa da Confece,
incluindo clássicos e lançamentos. Como é de praxe, as confreiras prometem agradar
todos os paladares, dos suaves até os mais extremos.
“Trata-se de uma oportunidade
para o consumidor provar as bebidas antes de comprar o produto no supermercado.
Nossa dica para os cervejeiros e cervejeiras de plantão é beber menos, e melhor”, afirma
Jaqueline Oliveira, membro da Confece, professora e CEO da Escola Mineira de
Sommelieria (EMS).


O tema da festa deste ano é “Amar é…”. “Afinal, amar é estar feliz com quem a gente
gosta, estar em paz, é dividir uma cerveja, brindar a vida!”, brincam as confreiras.

Confece comemora 17 anos em 2024. Foto: Gustavo Xingu

Os drinks e bebidas mistas integram o cardápio, que também conta com pratos de 30
restaurantes.
A música fica por conta de DJ e banda ao vivo para animar o povo. Os
ingressos para o open bar/food podem ser adquiridos clicando aqui. Adicione o cupom promocional cervejeirauai7 para garantir 7% de desconto no seu ingresso e bora!

O aniversário da Confece é uma produção da Trade Beer e co-produção da Escola
Mineira de Sommelieria.

#TBTemPraga com a polêmica da Budweiser original e tem Casa Dançante

O #TBTemPraga, desta vez, tem polêmica trazendo a história da Budweiser original, que não é a americana, e também tem um prédio muito maluco.

O que beber

A dica que dou para beber em Praga é a Budweiser Budvar, ou Czechvar, uma autentica Bohemian Pilsener. Dourada, brilhante, traz aromas de maltes, como cascas de pão e biscoito, e de lúpulo herbáceo e condimentado. Na boca, o amargor é médio, repetindo os aromas, com corpo médio e final levemente adocicado. Muito fácil de achar por lá!

Essa, nós tomamos no Dante’s Bitro e Bar, que fica bem próximo ao ponto turístico desse #TBT. Fizemos um pit stop lá e aproveitamos para harmonizar essa bela cerveja com uma tábua, a Mix Grill, com carne de boi, frango, porco, batatas rústicas e salada com queijo.

A tal polêmica do nome Budweiser

A Budweiser da República Tcheca travou um duelo há tempos com Anheuser-Busch (hoje, Inbev), que produz a Budweiser americana, já que ambas as cervejas têm o mesmo nome.

A cidade de Budweis, que fica na República Tcheca, produzia cervejas desde o ano de 1265 e desde o século XV era onde se fabricava a cerveja da Corte Real do Reino da Bohemia, e por isso a produção daquele local tinha o título de “Cerveja dos Reis”. Também desde o século XIII as cervejas produzidas na cidade eram conhecidas popularmente como Budweiser, seguindo um pouco da tradição desses países de nomear as cervejas com o nome do lugar. Em 1895, a cervejaria Budvar resolveu criar uma cerveja inspirada na nova invenção da cidade de Pilsen, e batizou sua novidade com o nome de Budweiser Budvar, então, pela primeira vez, a cidade tinha oficialmente uma cerveja com o nome local. Porém, somente em 1930, a cervejaria registrou sua marca Budvar.

Já a história da Budweiser americana começou quando o Sr. Busch se casou com a filha de Anheuser’s, e se juntou ao sogro para abrir uma cervejaria. Próximo dos anos 1870, antes da criação da Budweiser Budvar, Busch viajou para República Tcheca para estudar técnicas e melhorar a qualidade da sua cerveja. Durante essa visita, ele ouviu falar da cidade de Budweis e que as cervejas de várias fábricas vindas do lugar eram popularmente chamadas de Budweiser.

Depois de visitar a cidade, ele aproveitou desta ideia do nome e, inspirado pelas boas cervejas experimentadas, o cervejeiro americano criou a Budweiser nos Estados Unidos no ano de 1876. Além de usar e registar o nome para si, Busch também registrou o slogan “King of Beers”, “Rei das Cervejas”, muito semelhante ao slogan Tcheco “Cerveja dos Reis”.

Foi após os anos de 1980, quando a empresa dos Estados Unidos já era uma produtora gigante, que essa disputa ficou acirrada: a cervejaria americana reclama a marca pela antecedência do registro e a empresa Tcheca diz ter direito com base nos critérios de nomenclatura que existem desde o século XIII.

Hoje, existem centenas de processos entre as duas empresas, em diversos países. A Budweiser Budvar tem o registro para a República Tcheca, toda a Europa e outros continentes fora as Américas. Em função disso, a Budweiser americana é vendida na Europa como “Bud”. Já a Budweiser americana registrou para todas as Américas, por isso, a Budweiser Budvar é encontrada aqui nas Américas com o nome de Czechvar. 

Outro fato interessante é que além dessas duas cervejarias que disputam o nome, existe uma outra, a Budejovicky Mestansky, que produz desde 1795 uma cerveja que também reclama pelo nome de Budweiser. Apesar de estar na briga essa terceira empresa só pode ser vendida com os nomes 1795 ou Boheme 1795 nos rótulos.

Acredito que não haverá um desfecho para isso. Enquanto isso, a gente vai bebendo. Eu já tomei todas essas, a Bud Tcheca, a Bud Americana e a 1795. Não tem como compará-las, já que a Tcheca e a 1795 são Bohemian Pilsener e a Americana é uma American Standard Lager (não é Pilsen). Sem sombra de dúvidas, o sabor das europeias é outro. Uma delícia! Mas, cada um tem seu paladar. Só experimentando para escolher qual a sua preferida.


A dica de ponto turístico deste #tbt é a Casa Dançante, em checo Tančící dům. Um prédio de escritórios no centro de Praga. Ela foi construída em uma área ribeirinha, na época, vazia na qual havia um prédio que foi destruído durante o Bombardeio de Praga, em 1945. A construção iniciou em 1994 e terminou em 1996.

O objetivo, na época, era que o prédio se tornasse um centro cultural. Porém, não vingou e, hoje, é um prédio comercial, além de um hotel e um restaurante francês na cobertura com vista da cidade.

O edifício possui “dois corpos”, um com 99 painéis de concreto, recoberto por vidro temperado e o segundo corpo parece envolver o primeiro, o que inspirou o apelido do prédio de “Fred & Ginger”, em referência a Fred Astaire e Ginger Rogers, um casal da Era de Ouro de Hollywood que estrelou uma dezena de filmes musicais entre 1933 e 1949.

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No caminho de volta para o hotel, ainda nos deparamos com uma escultura de um homem pendurado em um guarda-chuva. Praga é cheia de esculturas meio doidas assim. Essa, foi criada pelo artista Michal Trpák, nascido na República Tcheca. Faz parte do projeto “Slight Uncertainty” ou “Leve Incerteza”. “Leve” pela aparente leveza de voar e “Incerto” pela segurança desconhecida da aterrisagem. Talvez uma paráfrase a crise econômica segundo o site do artista.  

Espero que tenha gostado de mais um passeio em Praga!

Fonte: 98live.com.br, Viaje24h.com e Wikipédia

Cerveja com efeito cascata! Como isso acontece?

Você sabe como é feito esse efeito?

O efeito cascata acontece quando a cerveja é servida, seja da lata ou da torneira, e a espuma começa a subir, formando um efeito como se fosse cascata de baixo para cima.

Isso acontece por causa do nitrogênio que foi colocado no chope. Ele pode ser inserido durante o envase do barril ou da lata ou no momento de servir o chope.

Assim que o líquido cai no copo, as bolhas menores do nitrogênio, por ter uma capacidade de se dissipar rapidamente, começa a sair do copo, fazendo esse efeito cascata e, em seguida, forma uma espuma cremosa no topo do copo.

Esse colarinho que é formado faz toda a diferença na cerveja, a deixando mais cremosa. Apesar do nitrogênio não ter gosto e nem cheiro, ele suaviza os sabores da cerveja. Por isso, A famosa Guinness (onde tudo começou) não tem aquele aroma e sabor mais presente dos maltes tostados.

Lembrando que o uso do nitrogênio se popularizou graças a cervejarias irlandesas como a Guinness

A Cerveja Guinness

Não tem como falar de efeito cascata sem falar da Guinness não é mesmo? A cerveja Guinness é uma cerveja escura do tipo Dry Stout que possui textura e espuma cremosas. Por ela ser uma cerveja bem escura, muitos acham que ela é uma cerveja mais forte. Pelo contrário, ela é extremamente leve e tem um perfeito equilíbrio.

Sua história teve início em 1759, quando Arthur Guinness alugou uma fábrica em Dublin, na Irlanda, e começou a produzir sua cerveja.

Fabricada pela St. James’s Gate Brewery, com mais de 250 anos de história e a mesma receita, a cerveja Guinness é a cerveja Stout mais consumida no mundo e um verdadeiro ícone da Irlanda.

Em 1959, a cervejaria irlandesa lançou, para comemorar seus 200 anos, a receita em que usou nitrogênio para carbonatar a cerveja, para que as pessoas pudessem ter a mesma experiência dos pubs em casa.

A partir de então o nitrogênio ganhou mercado. Ele é usado para a gaseificação, produzindo uma sensação macia e encorpada na boca.

A mistura do gás usada na gaseificação deste tipo leva 70% de nitrogênio e 30% de gás carbônico.  Esta mistura não se dissolve no líquido, o que impede a sensação de “estufamento” de quem bebe.

A famosa bolinha da lata de Guinness: Dentro da lata de cerveja Guinness Draught existe uma cápsula de nitrogênio (N2) e ao abrir a lata inicia-se uma reação química entre gás carbônico resultando em uma carbonatação semelhante a um chope. Isso confere a cerveja o efeito cascata, além de formar uma espuma de alta qualidade e duração e preservar de forma quase impecável suas notas e aromas.

#TBTemPraga: Bar do Terror com Museu da Bohemia 

O #TBTemPraga desta semana aterrissa em um dos pubs mais assustadores que já fui. Aliás, como já falei, essa cidade tem muita coisa diferente quando o assunto é “tomar umas”.  Já o ponto turístico é bemmm grande e histórico!

Onde beber em Praga

O Nightmare Horror Bar é uma casa temática, dedicada a filmes de terror. Quem gosta e quem já viu todos das décadas passadas, vai amar cada canto desse lugar. Já quem não curte, eu recomendo ir pois é bem legal. Mas, já aviso que vai ver personagens assustadores, tripas e sangue a mostra e outras coisas que todo filme de terror tem.

Começando pela entrada escura. Se não tivesse lido sobre a casa antes, não entraria.

Ao abrir a porta, ela dá aquela rangida de porta de filme de terror. Para chegar ao pub, tem que descer uma escada em formato de espiral, escura, com uma iluminação vermelha e uma outra piscando, com as paredes cheia de pôster de filmes clássicos de terror e com uma música de suspense. Dá medo. Mas, seguimos!

O bar é escuro e com luzes vermelhas para manter o suspense.

Em todo canto que você olha tem algum adereço como mãos sangrando, “pedaços de corpos”, quadro com pôster de filme de terror e personagens de filmes em tamanho real Até o banheiro é cabuloso. Pode tirar foto de tudo, só não pode mexer.

Mas, atenção! Nada de flash ou luz, senão, será chamado atenção como eu fui. Mas, precisava tirar foto e fazer vídeo e, alguns lugares, não tinha condições nenhuma para mostrar o que vi sem flash…rs. Valeu a pena ter sido chamada atenção.

São diversas salas, cada uma mais assustadora que a outra. Tem uma que é ainda mais sombria, com telão exibindo clipes, propagandas e trailers dos melhores filmes de terror. O som que sai de lá é assustador.

Ah, e a música lá é só rock metal. Ou você esperava outra coisa? Até os atendentes se vestem na vibe do pub.

Alguns dos melhores filmes e livros de terror que você encontrará por lá incluem Jogos Mortais, O Exorcista, Uma noite alucinante, O massacre da Serra Elétrica, Gremlins, Sexta-feira 13, Invocação do Mal, A Freira, Brinquedo Assassino e, é claro, A Hora do Pesadelo (Nightmare on Elm Street), que inspirou o nome do pub.

O pub conta com algumas cervejas artesanais. Alguns chopes locais e outros mais conhecidos como Blue Moon e Corona. Mas, o forte deles mesmo são os drinks. Não tem como contar, é uma quantidade gigantesca de opção, como shots, coquetéis, misturas, licores todos eles com nomes fazendo trocadilhos entre os filmes e as bebidas. Além de diversas bebidas de dose.

Não sei se foi a hora que chegamos, mas, não tinha nada para comer, apenas pacote de batata chips e amendoim. Então teve que ser isso mesmo.

Que experiência legal!!! Os amantes de filme de terror com certeza vão adora. Até quem não é tão fã, vai gostar também, porque muitos personagens que estão ali são icônicos, difícil de não conhecer.


Onde ir

O ponto turístico deste TBT é o Museu Nacional de Praga (Národní Muzeum), o museu mais importante da capital tcheca.

O edifício foi construído entre 1885 e 1891. Além das exposições temporais, o Museu Nacional tem as seguintes coleções permanentes: Pré-história da Boêmia, Morávia e Eslováquia; Exibição mineralógica e litológica; Paleontologia, Osteologia e Antropologia; Zoologia; Condecoração e medalhas de países europeus.

O museu é grandioso, cheio de detalhes daquela época. É muito bonito e vale a pena a visita. Nós pegamos só a visita principal. Porém, não tirei fotos internas, pois não era permitido. Para tirar foto tinha que pagar. Preferi guardar esses euros e gastar em cerveja.

Gostou de dar mais essa voltinha comigo? Espero que sim. Até a próxima!

#TBTemPraga: O maior castelo do mundo e uma cerveja super populares da República Tcheca

O #TBTemPraga desta semana aterriza no maior castelo antigo do mundo! E para não perder o costume, vai ter dica de uma cerveja popular na República Tcheca.

A dica de onde ir é o Castelo de Praga (Pražský hrad), uma das construções mais importantes da cidade. Foi fundado em 880 e atualmente serve como a residência presidencial, antigamente habitado pelos reis da Boêmia. Em seu interior encontra-se Catedral de S. Vito, Palácio Real do Castelo de Praga, Torre Dalibor, Convento de São Jorge e a Viela Dourada.

É tudo muito grande por lá, gastamos uma parte da manhã inteira na visita e ainda não fomos em tudo. Toda área do castelo ocupa uma área superior a 72,5 mil m². Por causa disso é considerado, conforme o Guinness World Records Book, o maior castelo do mundo. Já seus mais de 1.000 anos de história o garantiram o título de Patrimônio da Humanidade.

Como é muito grande, não dá para render muito nos edifícios. São diversos edifícios históricos, palácios, escritórios, jardins, pátios e igrejas, de vários estilos arquitetônicos. Aí vão alguns que visitamos:

Catedral de São Vito (St. Vitus): é a atração número 1 do castelo e é a maior igreja da República Tcheca. Sua construção levou quase 600 anos. Ela abriga as joias da Coroa Tcheca e também as tumbas de santos e antigos reis.

Antigo Palácio Real: Desde sua fundação, o Castelo de Praga foi a residência dos governantes da região.

– Salões do Castelo de Praga: A gente tem acesso a alguns salões do castelo. Gigantescos! Hoje, são usados para jantares de gala e eventos políticos importantes.

Basílica de São Jorge: já foi vários estilos, romano do século 10, gótico do século 14 etc. Hoje, é a mais bem preservada igreja romanesca de Praga, datada de 920, mas ganhou uma fachada barroca 5 séculos depois – o estilo romanesco ficou só no interior. A igreja apresenta concertos de música clássica quase todos os dias.

Troca da Guarda no Castelo de Praga:  o Castelo de Praga tem uma cerimônia de troca da guarda. Acontece diariamente ao meio-dia, com direito banda e bandeira, em frente ao portão principal, no primeiro pátio do castelo. De hora em hora também tem a troca de turno dos guardinhas que ficam nos portões.

– Jardins do Castelo de Praga: São todos muito lindos e bem cuidados.

Golden Lane: uma ruazinha supersimpática, cheia de casinhas coloridas, bem era medieval. É possível entrar nas casinhas que são coladas umas nas outras e com um teto bem baixo. Todas as casas estão decoradas de acordo com o indivíduo que viveram ali. O primeiro andar das casas da Golden Lane são interligadas e abrigam, atualmente, uma espécie de museu medieval, com a exposição de vários tipos de armas e armaduras da época. 

Torre Daliborka: Famosa prisão da cidade que no início abrigava os membros da nobreza, mas que mais tarde se tornou uma prisão comum.  Hoje, é possível ver alguns objetos de tortura expostos. Bem pesado de ver.

– Vista do alto: Como o Castelo de Praga fica no alto de uma colina, a partir dele é possível ter uma vista incrível da cidade de Praga. Ainda assim, se quiser subir mais na torre da igreja, a vista é ainda mais linda.


A cerveja desse TBT foi uma que achamos numa vendinha à noite. Aliás, era uma noite bem fria, aí que fui entender o por que de eles não gelarem as cervejas nas vendas. Essa, estava um pouco geladinha, o suficiente para deixa minha mão roxa de frio.

A cerveja é Krušovice Ležák 12º, muito popular na República Tcheca. Com seus 5% de ABV, é uma Pilsner leve e equilibrada. Tanto no aroma quanto no sabor, sente-se um delicado dulçor dos maltes e seu leve amargor no final equilibra bem a cerveja. Bem fácil de tomar!

A cerveja é fabricada pela Krušovice Pivovar, uma marca de cerveja tcheca extremamente popular. Sua história começou em 1581, na cidade de Krušovice. Ela já pertenceu a imperador, em 1945 passou a ser uma empresa estatal, já em 1993 foi privatizada e passou a exportar para os Estados Unidos e Reino Unido. A empresa foi adquirida pela Heineken N.V. em 2007.

Bônus: Sobre o grau do 12º, não significa teor alcoólico

As cervejas na República Tcheca são definidas por Grau Plato, ou seja, 10°, 11°, 12° e assim por diante. Apesar de ter relação direta com a graduação alcóolica, esses números não indicam a porcentagem de álcool.

Grau Plato é a porcentagem de açúcar presente no mosto ao final da brassagem, antes de começar a fermentação. Esse açúcar vai ser transformado em álcool, gás carbônico e outros sub-produtos em menor escala. Por exemplo, a cerveja 12° é uma cerveja que tinha 12% de açúcar no mosto antes de fermentar. Entre diferentes produtos e sub-produtos da fermentação, isso vai resultar em aproximadamente 4,8% a 5,0% de álcool.

Minas Gerais conquista 22 medalhas em um dos principais concursos cervejeiros

No dia 6 de março de 2024, o Concurso Brasileiro de Cerveja (CBC) entregou a premiação para as cervejarias vencedoras do torneio, considerado o maior concurso cervejeiro da América Latina e o maior concurso de cervejarias independentes do planeta, o CBC figura entre os três maiores do mundo. 

Foram 408 cervejas premiadas, entre 4.147 amostras de 567 cervejarias de 21 Estados. A 12ª edição do CBC contou com mais de 100 jurados, de 21 países – escolhidos pela sua reconhecida experiência em avaliar a bebida. No total foram entregues 127 medalhas de ouro, 141 de prata e 140 de bronze.

Dessas 408 medalhas, 22 vieram para o estado de Minas Gerais.

Confira as medalhistas:

* Cervejaria Alta Minas = Cervejaria Funil.

Um destaque para a Cervejaria Funi (Cervejaria Alta Minas) e para a a Dakza Brewing que foram as que recebram mais medalhas. Cada uma recebeu três, uma de ouro e duas de prata.

Além da premiação ouro, prata e bronze em cada estilo, o CBC também premiou as Melhores Cervejarias do Ano, reconhecendo aquelas que se destacaram pela qualidade e inovação de seus produtos. Os resultados deste ano foram os seguintes:

1º Sabores do Malte
2º Cervejaria Leopoldina
3º Big Jack Cervejaria
4º Alem Bier
5º Opa Bier

Outro destaque foi Prêmio Mestre Cervejeiro do Ano, uma honra concedida aos profissionais que se destacaram por sua maestria na arte da fabricação de cerveja. Os vencedores deste ano foram:

1º Carlo Mioranza da Alem Bier
2º Marcos Schiavoni da Sabores do Malte
3º Rodrigo Veronese da Cervejaria Leopoldina

E a novidade deste ano ficou por conta da Nota Comercial a cada cerveja, fato inédito nas Américas. Sobre a Nota Comercial, Develon da Rocha, presidente da Semana da Cerveja Brasileira, explica que a pontuação já é adotada no vinho em todo o mundo e, a partir dessa premiação, uma revolução na avaliação das cervejas pelo público: “Ao fim do concurso, as cervejarias agraciadas poderão exibir em seus rótulos o selo de sua pontuação. Assim terão como inserir em seus rótulos esta importante informação de qualidade e prestígio aos consumidores”, conta.

O objetivo da competição, além de premiar os melhores rótulos, é entregar aos participantes um parecer técnico sobre as amostras dos produtos inscritos, possibilitando às cervejarias utilizarem estas informações para a melhora do processo de fabricação e à evolução das características de seus rótulos.

Acesse aqui o arquivo com a premiação de 2024, divulgada pela organização.

Pelo Interior com Cerveja: Da complexidade da Hankzbier à tradição da Sr. Müller com Parque Halfeld

Para fechar o “Pelo Interior com Cerveja”, em Juiz de Fora, com chave de ouro, já vou logo indicando outras duas cervejas artesanais para conhecer na cidade. Tem ponto tuístico também!

A primeira dica é a Hankzbier, que eu tive o prazer de conhecer a fábrica, guiada pelo Bruno, que foi supersimpático e receptivo, mostrou todo o processo de fabricação das cervejas e contou um pouco da história da cervejaria que nasceu em 2014 em panelas pequenas, passou a ser fabricada como cigana em 2016 e ganhou fábrica própria em 2022.

A fábrica tem capacidade de 15 mil litros por mês. Por ali, são fabricados diversos estilos de cerveja e eles estão sempre inovando e trazendo cervejas diferentes e complexas para os degustadores de plantão como Pastry Stout, Double IPA, Imperial Stout.

Inclusive, a fábrica conta com uma cave, onde estavam maturando algumas RIS em barris de Bourbon. Pensa na delícia que deve ter saído dali!

O espaço também conta com um TapRoom, onde estão plugados diversos chopes, além de uma geladeira com algumas latas da cervejaria.

Esse local funciona em horário comercial. Lá são vendidos chopes fresquinhos, latas, growler e barril pra delivery. Além disso, a casa abre para alguns eventos como sábado agora (16/3) para comemorar o aniverário de 2 anos da fábrica.

Se quiser experimentar alguns dos chopes da Hankzbier é só chegar, mas, atenção! É só em horário comercial. Já estou sabendo que, a partir de abril, uma sexta por mês, eles vão estender o funcionamento até as 23h. Certeza que vai ser sucesso! As cervejas são feitas com extrema qualidade. Não é toa que a cervejaria tem diversos prêmios.

Pude experimentar algumas que estavam plugadas lá e estavam todas ótimas! Não poderia deixar de destacar a Russian Imperial Stout com adição de avelã, maple, café e chocolate. Uma das melhores RIS que já tomei na vida.

Tomei também Juicy IPA, Sour e Munich Dunkel. Essas delícias estão espalhadas em alguns pontos cervejeiros em Juiz de Fora também e as latas você pode achar até em BH. É só perguntar para eles.

Eu adorei tudo por lá, desde a recepção às cervejas. Com certeza, quando voltar em Juiz de Fora, vou querer conferir as novidades da Hankz!

Hankzbier
Avenida Eugênio do Nascimento,834
Bairro Aeroporto, Juiz de Fora
Horário: Segunda a sexta das 9hs às 18hs e sábado das 9hs as 13hs.
Instagram: @hankzbier

Segunda dica de Onde Beber

Ali perto, fica a minha outra dica de cervejaria em JF, que vai para quem quer sentar e tomar umas sossegado. Estou falando da Cervejaria Sr. Müller, que começou em 2016 como loja de insumos cervejeiros. Em 2020, nasceu a cervejaria seguindo a tradição alemã com receitas clássica e, ao mesmo tempo, buscando novas receitas inovadoras.

A capacidade da fábrica é de 3 mil litros e, bem ao lado da fábrica, fica um Brewshop com venda de insumos para fabricação de cerveja, além de latas, garrafas e chope da cervejaria.

Para quem quiser tomar uma e comer um tira gosto, o local serve petiscos, alguns típicos alemães, para harmonizar com os diferentes estilos que estão plugados.

Quando fui, tinham 10 diferentes estilos da própria cervejaria como Czech Lager, Red Ale, IPA, RIS, Sour etc, que variavam de R$ 7 a R$ 25 de 300ml e 500ml (valores de 2022).

Experimentei a APA e gostei muito. Aliás, eu trouxe para BH uma RIS e amei!! Com certeza, minha próxima ida à Juiz de Fora, vou querer parar e sentar com mais calma para conhecer mais estilos e comer um salsichão!

Cervejaria Sr. Müller
Rua José Appolonio dos Reis, 233
Bairro Aeroporto, Juiz de Fora
Instagram: @sr.mullercervejaria


Onde ir

E para você não ficar achando que faltou uma dica de ponto turístico, para fechar, eu indico o Parque Halfeld. É outro ponto obrigatório de ir em JF.

Situado bem no centro, na esquina da Avenida Rio Branco com a Rua Halfeld, é o primeiro local público da cidade. É um dos mais importantes símbolos de Juiz de Fora, considerado ponto de encontro e espaço de lazer e cultura.

Eu estive lá na época de Natal. Estava muito bonito, iluminado e cheio de gente passeando pelo parque que, na verdade, é uma praça gigante.

Espero que vocês tenham gostado desse passeio que fizemos pelos pontos turíticos e cervejarias de Juiz de Fora. Caso queira rever as outras dicas, clique aqui.

As cinco marcas de cervejas mais valiosas do mundo!

Você sabe quais são as marcas de cervejas mais valiosas do mundo?

Todos os anos, a consultoria líder em avaliação de marcas, Brand Finance, testa 5.000 das maiores marcas dos mais diferentes segmentos e publica mais de 100 relatórios, classificando marcas em todos os setores e países. Com isso, no ranking anual Brand Finance Beer 50 2023 foram divulgadas as 50 marcas de cerveja mais valiosas e fortes do mundo.

De acordo com o ranking, o valor da marca Heineken cresceu 10%, assim, a marca ultrapassou as concorrentes e se tornou a marca de cerveja mais valiosa do mundo, avaliada em US$ 7,6 bilhões. A Heineken ultrapassou a Corona Extra que liderou o ranking nos últimos 4 anos. A cerveja mexicana, mesmo tendo crescido 6%, ficou em segundo lugar no ranking, tendo sido avaliada em US$ 7,4 bilhões.

Após Heineken e Corona a lista é seguida por Budweiser, com US$ 6,6 bilhões, Bud Light, com US$ 5,9 bilhões, e a mexicana Modelo Especial, com US$ 4,2 bilhões, completando as cinco marcas mais valiosas.

A marca brasileira mais bem ranqueada na lista da Brand Finance de 2023 é a marca Skol da AB InBev, holding global da brasileira Ambev na 15ª posição. Brahma e Antarctica também aparecem entre os 25 primeiros.

Na metodologia da Brand Finance, marca é definida como um ativo intangível relacionado ao marketing, incluindo, entre outros, nomes, termos, sinais, símbolos, logotipos e designs, destinados a identificar bens, serviços ou entidades, criando imagens e associações distintas nas mentes das partes interessadas, gerando assim benefícios econômicos. Uma marca pode ser, e para grandes cervejarias quase sempre é, um dos ativos mais valiosos de uma empresa.

Fonte: Catalisi