#TBT: Dreher – Coliseu (Roma)

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A cerveja deste #tbt é mais uma legitima italiana: a Pilsen da Dreher Birra. Fabricada desde 1773, é a primeira cerveja italiana. E que responsabilidade, hein?! É uma cerveja bem leve com o final um pouco amargo. Ideal para ser bebida no dia a dia. Sim, ela também tem milho, porém não é aguada como as daqui. Seus ingredientes são: água, malte de cevada, milho e lúpulo. O seu ABV é 4,7%.

A história dessa cervejaria é meio confusa. Então não entrarei em detalhes. Mas, conclui que ela foi criada em Trieste, na Itália, por uma família de tradição cervejeira, os Dreher, em 1773.

índiceComo a família é de cervejeiros, Anton Dreher, um dos filhos do mestre cervejeiro Franz Anton Dreher (que criou a Dreher),   começou a administrar a cervejaria da família e passou a produzir cerveja também, se não me engano, em Viena (Áustria), em 1841, e tornou-se o primeiro “Lagerbier” do mundo. O primeiro a fabricar uma lager, cerveja de baixa fermentação de alta qualidade.

Desde 1974, a produção e comercialização da cerveja Dreher na Itália é gerenciada pela Heineken Itália SpA, com sede administrativa em Milão .


O prato do dia é o Spaghetti a Carbonara. De tudo que comi no país das massas, essa foi a melhor. Ô trem delícia!

Não lembro o nome do restaurante. Só lembro que ele ficava no Vaticano.


O ponto turístico foi mais um sonho realizado. Símbolo do Império Romano, enfim chegou meu dia de conhecer o Coliseu (Colosseo)!

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O Coliseu é o maior anfiteatro já construído. Ele foi erguido no centro de Roma, em 70 e 90 d.C (núuu). Estimasse que ele poderia abrigar entre 50 a 80 mil espectadores. O local recebia combates de gladiadores que lutavam entre si e com animais, além de receber espetáculos públicos.

Os primeiros combates disputados para comemorar a conclusão do Coliseu duraram cerca de 100 dias e se estima que, só nesse período, centenas de gladiadores e cerca de 5 mil animais ferozes tombaram mortos.

As apresentações de luta no Coliseu eram gratuitas. Os espectadores se dividiam nas arquibancadas em cinco diferentes setores conforme sua posição social. Os senadores de Roma sentavam bem próximos da arena de combate, as pessoas de baixa renda, por exemplo, ficavam no último piso do estádio. Havia uma entrada exclusiva que dava acesso ao camarote destinado ao imperador romano e seus convidados. Essa tribuna especial ficava num ponto privilegiado do anfiteatro, bem próximo à arena, onde o imperador era reverenciado pelos gladiadores antes dos espetáculos com uma saudação que se tornaria famosa: “Salve, César! Aqueles que vão morrer te saúdam”.

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Sabia que até encenação de batalhas navais eram feitas lá? A arena era inundada parcialmente, através da água vinda de aquedutos, para que as embarcações pudessem flutuar. Depois a água era rapidamente escoada por canais.

Lá você pode alugar um àudio-guia que conta muitas histórias.

Embora parcialmente arruinado por causa de danos causados ​​por terremotos e saques, o Coliseu é ainda um símbolo da Roma Imperial. É uma das atrações turísticas mais populares da capital italiana, que recebe em torno de 4 milhões de turistas.

Ao entrar, você fica imaginando “como eles conseguiram, naquela época, construir algo tão complexo e imponente?”. Apesar de ter perseverado bastante coisa, lá você tem que trabalhar com a imaginação. Imaginei aquelas arquibancadas lotadas e, lá no centro, as batalhas “comendo soltas”. Embaixo da arena, tem uns labirintos, onde ficavam os animais e os gladiadores para entrar em cena.

Embaixo tem as fotos das ruínas dos labirintos e depois das arquibancadas. Use a imaginação!

Em 1990, o Coliseu foi reconhecido como Patrimônio Mundial pela UNESCO. Em 2007, o Coliseu foi inserido entre as novas Sete Maravilhas do Mundo.

Amei conhecer! Amo ver de perto esses lugares que só vemos na TV.

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Felicidade!

TBTVeneza: Pesseio pelas Ilhas Burano e Murano com cerveja alemã

A atração turística deste #TBT é a coisa mais linda e charmosa que vi na região de Veneza: A Ilha de Burano com suas casas coloridas. É uma ilha sossegada, como se fosse nosso interior aqui. Fica pertinho de Veneza, indo de Vaporetto (um dos meios de transportes de Veneza) dá uns 10 minutos.

Apesar de muito charmosa, não tem muito o que fazer lá a não ser passear pela ilha, a pé mesmo, e admirar suas casinhas coloridas em que os moradores são obrigados a pintar a fachada periodicamente. Segundo a lenda, essas casas eram pintadas assim para que, quando os pescadores voltassem para a casa à noite, pudessem identificá-las pelas cores.

Como em Veneza, lá não circulam carros, somente barcos. E para atravessar a “rua” é necessário atravessar as pontes.

Além de passear pelas casas coloridas e fazer algumas fotos, Burano tem outro atrativo turístico: o inclinado campanário da Igreja de San Martino, que pode ser visto de longe. Ele é tão inclinado que faz qualquer Torre de Pisa morrer de inveja.

E tem também várias lojinhas com produtos cheios de renda. Burano é muito famosa por seus bordados, inclusive, lá, existe até o Museu do Bordado.

Murano

Outra atração pelas redondezas é a vizinha Ilha Murano. Aqui, as casas são pequenas iguais as de Burano, mas sem cor nenhuma. O foco da Ilha são os vidros. Aqui encontramos as famosas, maravilhosas e caríssimas artes no vidro.

Murano: Olha a diferença das casas, sem muita cor.

Algumas fábricas deixam ver e tirar fotos dos funcionários fazendo os vidros. É incrível a rapidez que eles fazem. Porém, a maioria das fábricas e lojas não deixam nem mesmo tirar foto das peças à venda. Acredito que seja para evitar cópias. Para que tenham produtos exclusivos. Aqui, a gente encontra muita peça falando que é Murano, mas, vai saber. Se lá já era caro, imagina quando chegam por aqui!

Talvez, por isso, eu não tenha entrado em muitas lojas. Porque, além de você entrar e todos os vendedores ficarem te olhando para ver se você não vai tirar foto, tudo é muito caro. Por exemplo, um mini brinco do Bob Esponja custava 20 Euros. Era bem pequeno e do Bob Esponja! Enfim, tem gosto e poder aquisitivo para tudo nesse mundo!

Aí vão algumas fotos de Murano (sem cor) e seus vidros maravilhosos.

O passeio durou a manhã toda. Valeu a pena! Além do passeio, durante a travessia, você tem a visão de Veneza de longe, é bem bonito!


Cerveja da Rodada

Para dar uma variada, já que pelas ruas de Veneza só achava as mais populares italianas (também não fiquei procurando cerveja diferente), eu trouxe para esse #TBTVeneza uma cerveja alemã, Franziskaner, que tomei por lá. Uai, tinha cerveja alemã em Venza? Não! Como saímos de Munique para Veneza, levamos algumas cervejas na mala. E foi uma ótima ideia! Pena que não cabia mais.

Essa, nós sentamos em um bar (sim, um bar) para tomar: Bar e Gelateria Sommariva Mario. Eles não ligavam de sentar com nossa bebida. Mas, é claro, que comemos lá e, asssim que acabou a nossa cerveja, pedimos a deles, que por sinal também era uma alemã, a Lowembrau!

A Kellerbier da Franziskaner pode ser traduzida como Cerveja de adega, pois é uma cerveja engarrafada sem filtragem, dando a ela a cor âmbar característica e o sabor encorpado. O lúpulo Hallertau confere à cerveja um leve amargor. Tanto o aroma quanto o sabor são maltados, um pouco adocicados/frutados. É uma cerveja suave, cremosa, que desce fácil. Seu teor alcoólico é de 5,2% ABV.

A história da Franziskaner eu já contei aqui em um #TBT de Berlim, na Alemanha, onde ela é encontrada em qualquer esquina.


Prato do Dia

nero di seppia

O prato do dia é o Spaghetti al nero di seppia.

Quando o prato chegou eu fiquei meio receosa. Afinal, eu nunca tinha comido nada com aquela aparência, parecendo um “macarrão ao petróleo”. Claro que pesquisei para saber de onde vinha aquele molho preto. Seppia é uma espécie de lula que possui uma bolsinha com um líquido preto, por isso fica dessa cor.

Além do líquido, vem uns pedaços da lula também. Ao colocar o primeiro garfo na boca…que delíiiiiiiiiicia, meu Deus! Queria comer mais, mas, não cabia.

Se for passear pela Itália, não deixe de experimentá-lo!