As cinco cervejas mais vendidas do mundo!

Você conhece as cervejas mais vendidas no mundo? Quando falamos em consumo de cerveja, é comum associarmos a países que já têm a fama de bebedores como Brasil, Alemanha, Inglaterra, República Tcheca e Estado Unidos. Porém, o que a gente esquece de levar em consideração é o tamanho da população dos países.

Levando isso em consideração, não é à toa que entre as cervejas mais populares do mundo, destacam-se algumas marcas chinesas, embora para muitos sejam empresas desconhecidas.

Considerando que o país representa cerca de 20% da população mundial, não é incomum que várias das marcas mais vendidas do mundo sejam chinesas. A demanda por cerveja na China continua a crescer, graças a uma classe média emergente.

Depois de contextualizado, vamos ao ranking das 5 cervejas mais vendias no mundo:

1. Snow Beer (China)

Liderando a lista como a cerveja mais consumida do mundo está a Snow Beer, produzida na China. Com um mercado de proporções gigantescas, essa cerveja domina a indústria chinesa e supera até mesmo marcas mundialmente conhecidas em termos de volume de vendas. A Snow Beer cativa os chineses com seu perfil leve e refrescante, tornando-a a escolha perfeita para acompanhar pratos típicos da culinária chinesa.

2. Budweiser (Estados Unidos)

Originária dos Estados Unidos, a Budweiser é uma das cervejas mais icônicas do mundo. Famosa pelo seu sabor marcante, com notas leves de malte e lúpulo, ela é uma presença constante em festas, churrascos e eventos esportivos americanos. Além disso, a marca da Budweiser é amplamente reconhecida graças a campanhas publicitárias bem-sucedidas.

3. Tsingtao (China)

Outra cerveja chinesa que ganhou o paladar internacional é a Tsingtao. Fundada por colonizadores alemães em 1903, essa cerveja combina influências europeias com ingredientes locais, resultando em uma bebida suave, fácil de beber e com baixo teor alcoólico. Tsingtao tem conquistado uma posição significativa em mercados ao redor do mundo.

4. Skol (Brasil)

O Brasil não poderia ficar de fora dessa lista, afinal, a cerveja é uma das paixões nacionais. A Skol se destaca como a cerveja mais consumida no país, conhecida por sua leveza e por ser uma das opções mais acessíveis. Presente em festas e encontros entre amigos, a Skol é sinônimo de celebração e descontração.

5. Heineken (Holanda)

A Heineken é uma das marcas de cerveja mais reconhecidas mundialmente, representando a Holanda no cenário cervejeiro. Com um sabor característico e uma garrafa verde distintiva, a Heineken conquistou consumidores em diversos países, tornando-se uma das cervejas mais consumidas globalmente.

Bônus

A título de curiosidade a sexta e a sétima mais vendidas são cervejas do México e da Africa do Sul.

6. Corona Extra (México)

Com sua origem no México, a Corona Extra também ganhou popularidade em escala global. A cerveja é conhecida pelo toque cítrico, que a torna extremamente refrescante, especialmente quando servida com uma fatia de limão. A imagem de uma praia paradisíaca com uma garrafa de Corona Extra se tornou um símbolo de relaxamento.

7. SABMiller’s Castle Lager (África do Sul)

A Castle Lager é uma das cervejas mais consumidas na África do Sul e em outros países africanos. Criada em 1895, essa cerveja é símbolo da rica cultura cervejeira do continente africano e é apreciada por sua qualidade e sabor único.

Heineken lança novo rótulo

No dia 21 de março, o grupo Heineken lançou seu mais novo rótulo, a Heineken Silver. A nova cerveja vem com uma proposta mais refrescante e menos amarga, mas mantendo a qualidade da Heineken original.

Ela leva os mesmos ingredientes da original. Porém, para criar seu sabor extra-refrescante, a Heineken Silver teve que ser fabricada usando um processo de água gelado a -1° C. O resultado é uma cerveja premium, mais leve, com menor teor alcoólico (4% de ABV , enquanto a original é 5%), com menos amargor (10 IBU, a original tem 18 IBU) e com menos calorias, sem gordura e zero açúcar.  

O foco da cervejaria são os consumidores que estão na faixa dos 18 aos 34 anos. Esse público prefere cervejas mais refrescantes, menos amargas e com teor alcoólico mais reduzido. Esse é um nicho de mercado que vem crescendo nos últimos anos e, por isso, a Heineken quer assegurar sua presença com esse público também.

A cerveja estará disponível em 19 países como Estados Unidos e alguns países da Europa, entre eles o Reino Unido. Ainda não há informações de quando ou se a Heineken Silver será disponibilizada para o mercado brasileiro. Mas, se consideramos que o Brasil é o maior mercado da marca, podemos ter uma expectativa boa de que ela pode vir a aparecer por aqui também para matarmos a curiosidade.

Heineken lança a primeira cerveja virtual

A Heineken Silver não ficou somente no mundo real, ela também foi inserida no universo metaverso. A marca holandesa lançou a cerveja virtual Silver que passa a estar presente na Decentraland, uma plataforma digital imersiva.

A Heineken Silver é produzida com código binário e, em vez da levedura e do malte, a matéria-prima são os pixéis. A Silver virtual é produzida com lúpulo de código binário, cultivado por agricultores de NPC (non-player character).

A Heineken garantiu seu espaço no universo da realidade virtual em uma ação publicitária que satiriza a intensa busca de outras marcas por não ficar pra trás em nenhuma tendência. Durante o evento, Bram Westenbrink, chefe global da Heineken, explicou o por quê da ação. “É uma proposta que brinca com a própria marca e com outras empresas que estão entrando no metaverso, lançando produtos que são mais apreciados no mundo real”, afirmou.

Ciente de que seus produtos talvez não fossem tão queridos no mundo digital quanto são ao vivo e em cores, Westenbrink aproveitou o evento de estreia para convidar os consumidores a experimentarem a verdadeira Heineken Silver.  “Por enquanto, você não pode provar pixels e bytes. Então, queremos fazer uma brincadeira com isso e lembrar a todos que nada supera o sabor de uma cerveja refrescante. Isso inclui nossa nova Heineken Silver, no mundo real”, disse o executivo.

Fonte: Com informações dos sites da Money Times, da Forbes e da Heineken