Se cerveja fosse futebol: confira os estilos titulares da minha seleção cervejeira

Futebol e cerveja sempre foram duas paixões nacionais. E nos últimos dias, o Brasil inteiro voltou a fazer o que mais gosta quando o assunto é Seleção Brasileira: virar técnico de futebol.

A convocação para a Copa do Mundo deste ano movimentou debates, críticas, defesas e muitas opiniões nas redes sociais. Afinal, todo mundo tem aquele jogador que considera indispensável e outro que jamais levaria para o torneio.

Mas pensando bem… isso também acontece no universo cervejeiro.

Todo apreciador de cerveja tem seus estilos “convocados”, aqueles que sempre merecem vaga garantida na geladeira. Alguns são mais populares e agradam praticamente todo mundo. Outros dividem opiniões, mas possuem fãs extremamente fiéis. Há também os estilos mais clássicos, equilibrados e confiáveis, além daqueles intensos e marcantes, que nunca passam despercebidos.

Na minha seleção cervejeira pessoal, quatro estilos são inegociáveis: American Lager, Pale Ale, Stout e IPA.

A American Lager entra como aquele jogador raiz do elenco. Leve, fácil de beber, democrática e perfeita para qualquer ocasião. Talvez não seja a mais complexa tecnicamente, mas entrega consistência e conquista a torcida.
Qual jogador seria? Marquinhos – Aquela convocação que não decepciona, agrada a todos, é equilibrado, consistente e confiável.

A Pale Ale, seja na versão English ou American, representa a camisa 10 da seleção cervejeira. Equilibrada, versátil e cheia de personalidade, é aquele estilo que joga bonito sem precisar exagerar.
Qual jogador seria? NeymarCheio de personalidade e técnica. Quando joga bem, muda completamente a partida.

Já a Stout ocupa o papel do atleta experiente. Forte, intensa e marcante, pode não agradar todos os paladares, mas quem entende do assunto reconhece sua importância.
Qual jogador seria? CasemiroÉ experiente, forte e intenso. Mas, não é unanimidade.

E claro, não poderia faltar a IPA, a craque polêmica da convocação. Quando precisa de intensidade ela está ali, amarga e cheia de personalidade, é um estilo que divide opiniões, impossível de ignorar. Tem quem ame, tem quem critique… mas talento nunca faltou.”
Qual jogador seria? Vini Jr – Intenso, ousado e impossível de ignorar. Tem quem ame, tem quem critique… mas talento sobra. Aqui, encaixaria o Neymar também tranquilamente.

No fim das contas, seja no futebol ou na cerveja, toda convocação sempre gera debate. E talvez seja justamente isso que torne os dois universos tão apaixonantes.