#TBT Europa

#TBT: Augustiner – Castelo Neuschwanstein (próx. Munique)

O #tbt de hoje é com essa cervejaria tradicionalíssima de Munique, a Augustiner- Bräu. Em minhas pesquisas sobre essa cervjaria, li que é a mais antiga de Munique em funcionamento até os dias de hoje. Mas sempre que faço pesquisa sobre as cervejarias, sempre é a mais antiga. Vai saber.

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Vou falar sobre a primeira que tomamos no restaurante da própria cervejaria, em Munique (Augustiner am Dom), a casa parece ser bem antiga. É bem escura, por isso as fotos não ficaram muito boas.

A Edelstoff – Exportbier, é uma Munich Helles, ou seja, uma cerveja leve, com alta drinkability. No aroma, sente-se o floral e herbal dos lúpulos utilizados, que equilibram muito bem com os maltes com características de caramelo. Um pouquinho cítrica e final pouco seco, além do leve amargor. Uma cerveja deliciosa como não poderia deixar de ser essas cervejas populares alemãs.

Além dela, nós tomamos uma weiss e uma dunkel, que dispensam comentários, pois seguem a risca a lei da pureza alemã.

Para acompanhar essas delícias, pedimos um prato tipicamente alemão: Würstel Plate, que é Repolho com salada de batata alemã e salsichas.

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A Augustiner-Bräu Wagner KG, como já disses é de Munique, na Alemanha. Por ordem do arcebispado de Freising e do duque de Baviera, os monges da Ordem de Santo Agostinho (Augustinianos), que fabricavam essa cerveja desde 1328.

Em 1829, a família Wagner adquiriu a cervejaria Augustiner. As iniciais “J. W.” Que estão no logotipo da cervejaria refere-se a Josef Wagner, filho da família Wagner.

A Augustiner é vendida principalmente em e ao redor de Munique. No exterior do sul da Baviera, eles são vendidos, por exemplo, em restaurantes da Saxônia, como o Palácio da Caça de Augustusburg ou o Palácio de Lichtenwalde. Além disso, eles são encontrados em restaurantes selecionados em Wertheim, Berlim e Bregenz.

Ela é umas das 6 cervejarias que podem participar do Oktoberfest original. Fazendo o tradicional desfile dos cavalos levando os barris de chopp para a Oktoberfest, mantendo assim uma característica da época em que a festa foi criada.

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20170522_104741.jpgO ponto turistico é o castelo Neuschwanstein, construído pelo Rei Ludwing II (conhecido também por “O Rei Louco”), em 1869, perto da cidade de Füssen, a 2 horas de Munique, próximo tabmém à fronteira da Áustria. São duas horas que valem a pena. Fomos até lá de trem, e o caminho para a cidade é lindo, bem interior europeu.

Ao chegar, lá de baixo você já vê lá no topo aquele gigantesco castelo. Lindo, dá vontade de correr para chegar nele. Mas, calma, muita calma, que o caminho até lá é longo. Achamos mais aventureiro subir toda montanha a pé. Senti frio, calor, tudo no mesmo caminho. Pois tem muitas árvores, e quando não tinha, muito sol. Antes ainda, tem um lago grande, parecendo cena de filme, com cisnes dentro e, ao fundo, os alpes austríacos com um restinho de neve. Olha que estávamos no final da primavera.

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Ao chegar perto do castelo, você não acredita, parece um conto de fadas. Deve ser o castelo mais famoso do mundo. É um dos cartões-postais da Alemanha. Ele foi a inspiração para a criação do castelo de Cinderela na Disney, símbolo do Walt Disney. O castelo não foi completamente terminado devido a morte do Rei em 1886. Sem seu principal morador, o castelo foi aberto ao público para visitação alguns meses depois. Hoje, recebe 1.300.000 visitantes por ano.

Dentro dele ainda tem móveis, utensílios da época. Mas não pode tirar nenhuma foto. Está tudo guardado na memória, inclusive um quarto que imita uma gruta. O guia, em português, explicava tudo e contava toda a história que passou ali dentro. Você viaja, literalmente.

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A vista lá de cima é outra maravilha à parte. Com os alpes, montanhas e lagos. Quem morou ali, foi feliz. Agora, só não sei como conseguiram construir um monumento desse tamanho, naquele local, naquela época!

Além dele, tem um outro castelo, construído antes desse pela mesma família. O Castelo de Hohenschwangau, que também é gigantesco. Demoramos o dia inteiro na visita dos dois. Valeu a pena cada dor na perna. No inverno, deve ser lindo. Mas, não deve ser fácil chegar lá no topo com frio.

Antes de ir embora, passamos na ponte, onde tem a melhor vista do castelo Neuschwanstein. Embaixo, passa um rio. Dá muito medo, porque venta muito, pro celular voar, pouco custa. Cê besta. Tiramos umas fotos e saímos logo. Descemos por umas trilhas, sinalizadas com placas.

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Pra minha surpresa, quando finalizamos o passeio, passei numa lanchonete já lá embaixo, e o que achei? A cerveja do castelo. Sim, até o castelo lá tem cerveja em homenagem. Ahhhhhhhhh, tive que comprar e tomar ali mesmo, fresquinha (olha a foto ao lado como comprei ela, olha que foi tirada do freezer, nem suar ela suava…rs). Agora sim, estava pronta para voltar para Munique. Ufa!

 

 

Surra de fotos:

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